Gates comprou as ações da mexicana Femsa, que está vendendo a cervejaria. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Reuters Postado em 23 de fevereiro de 2023 às 08h35m Post. N. = 0.598
'Melhor pagar por vacinas do que tentar ir a Marte', diz Bill Gates — Foto: GETTY IMAGES
O bilionário Bill Gatescomprou 3,76% de participação na gigante holandesa de bebidas HeinekenHolding NV, embora o fundador da Microsoft tenha dito uma vez que não era um "grande bebedor de cerveja".
Um documento da Autoridade de Mercados Financeiros da Holanda (AFM)
informa que as ações foram adquiridas em 17 de fevereiro. A Heineken Holding detém o controle acionário da cervejaria Heineken NV.
Gates comprou as ações da mexicana Femsa, que está vendendo a cervejaria.
Um documento separado também datado de 17 de fevereiro mostrou que a Femsa vendeu todas as 18 milhões de ações que detinha na Heineken Holding.
Gates comprou 10,8 milhões de ações, no valor de 883 milhões de euros a
preços de mercado atuais, o que o obriga a divulgar as informações
segundo as regras do mercado de ações holandês.
Em uma sessão de bate-papo em 2018 no Reddit, Gates disse que "não era um grande bebedor de cerveja".
"Quando acabo em algo como um jogo de beisebol, bebo cerveja light para
entrar na vibe de todos os outros bebedores de cerveja. Desculpe
desapontar os verdadeiros bebedores de cerveja."
A Fundação Bill & Melinda Gates, lançada pelo bilionário e sua ex-esposa, não estava disponível para comentar.
O principal índice do mercado de ações brasileiro caiu 1,85%, a 107.152 pontos. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 22/02/2023 13h05 Atualizado há 2 horas Postado em 22 de fevereiro de 2023 às 15h05m Post. N. = 0.597
Ibovespa — Foto: Freepik
O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3,
fechou em forte queda nesta quarta-feira de cinzas (22), ainda com
agenda esvaziada por conta do Carnaval do Brasil, mas repercutindo
tensões geopolíticas depois de novas ameaças nucleares da Rússia e com
os investidores analisando a última ata do Federal Reserve (Fed).
Ao final da sessão, o índice recuou 1,85%, aos 107.152 pontos. Veja mais cotações.
A queda foi impulsionada, sobretudo, pelo desempenho negativo das ações da Vale e da Petrobras, que possuem grande participação no Ibovespa.
Na sexta-feira, o índice teve queda de 0,70%, aos 109.176 pontos. Com o resultado de hoje, o Ibovespa passou a acumular perdas de 5,54% no mês e de 2,35% no ano.
O que está mexendo com os mercados?
Investidores acompanharam nesta quarta-feira a publicação da ata da
última reunião de política monetária do Federal Reserve, em busca de
novas pistas sobre a trajetória dos juros.
A maioria dos dirigentes do Fed concordou, em seu último encontro, em
diminuir o ritmo de aumentos na taxa básica de juros para 0,25 ponto
percentual. Eles também concordaram, no entanto, que os riscos de uma
inflação elevada continuam sendo um "fator-chave" que molda a política
monetária e justifica incrementos contínuos na taxa de referência até
que as pressões de preços sejam controladas.
"Quase
todos os participantes concordaram que era apropriado elevar a
faixa-alvo da taxa básica em 0,25 ponto percentual", informou o
documento divulgado hoje pelo Fed, reforçando que muitos deles disseram
que isso permitiria ao Fed "determinar melhor a extensão" de movimentos
futuros.
Mas "os participantes amplamente destacaram que os riscos ascendentes
para as perspectivas de inflação continuaram a ser um fator-chave para
moldar as perspectivas de política monetária" e que os juros precisariam
subir e permanecer elevados "até que a inflação esteja claramente
encaminhada para (a meta de) 2%".
Apenas "alguns" participantes foram totalmente a favor de um ajuste
maior de 0,50 ponto percentual na reunião, ou disseram que "poderiam
tê-lo apoiado".
A ata mostrou que as autoridades do Fed ainda estão sintonizadas com o
risco de que podem ter de fazer mais para manter a inflação em queda.
Esse posicionamento, mais agressivo, pode aparecer com mais precisão
quando as autoridades emitirem novas projeções econômicas e sobre a taxa
de juros, em uma reunião que acontece dentro de quatro semanas.
"Os
participantes concordaram que o Comitê (Federal de Mercado Aberto;
Fomc, na sigla em inglês) fez progressos significativos ao longo do ano
passado em direção a uma postura suficientemente restritiva da política
monetária", disse a ata, descrevendo uma economia que continuou a
crescer em meio a um mercado de trabalho apertado.
"Mesmo assim, os participantes concordaram que, embora houvesse sinais
de que o efeito cumulativo do aperto da política monetária do Comitê
havia começado a moderar as pressões de preços, a inflação permaneceu
bem acima da meta de longo prazo do Comitê de 2% e o mercado de trabalho
continuou muito apertado."
Juros mais altos nos Estados Unidos
elevam a rentabilidade dos títulos públicos do país, que são
considerados os mais seguros do mundo. Isso prejudica os ativos de
risco, como o mercado de ações. Mas dados recentes da economia americana
mostram resultados fortes, que poderia fazer o Fed rever o ritmo de
alta.
"A prévia do índice de gerentes de compras (PMI) nos Estados Unidos
registrou 50,2 pontos, nível mais alto em oito meses, retornando ao
patamar expansionista e sugerindo uma resiliência econômica nos EUA. Foi
registrada uma retomada do setor de serviços, enquanto a manufatura
ainda mostrou uma recuperação mais tímida. Como resultado, o Federal
Reserve pode precisar ser mais duro nos próximos aumentos de juros para
controlar a variação de preços no país", diz relatório da XP.
Na Europa, dados divulgados na terça-feira mostraram que as atividades
econômicas de França e Alemanha retornaram para um território de
crescimento, e apoiou a visão de que os juros em ambas as economias
permanecerão mais altos por mais tempo.
Nesta quarta-feira, dados mostraram que a taxa de inflação da Alemanha
não exibiu sinais de redução no início do ano, já que as pressões sobre
os preços de energia e alimentos permaneceram altas devido à guerra na
Ucrânia.
Ainda assim, as ações europeias tiveram um salto até agora este ano em
relação aos seus pares dos EUA, em meio a melhores condições climáticas e
com a expectativa de que a economia da zona do euro evite por pouco uma
recessão e tenha impulso da reabertura da China.
Os mercados de ações asiáticos seguiram o pregão de ontem em Wall
Street para o vermelho, uma vez que a força surpreendente em pesquisas
globais de serviços alimentou temores de que os bancos centrais terão
que aumentar ainda mais os juros.
Os dois países ainda têm vastos arsenais de armas nucleares
remanescentes da Guerra Fria, cujos números são atualmente limitados
pelo New START, acordo assinado pelos dois países em 2010 e que deveria
valer até 2026.
Putin anunciou a medida durante seu discurso anual para a elite russa,
no qual prometeu continuar com a operação militar da Rússia na Ucrânia e
acusou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), liderada
pelos EUA, de inflamar o conflito na crença equivocada de que poderia
derrotar Moscou em um confronto global.
No Brasil, o relatório "Focus" foi divulgado e mostra que economistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação deste ano de 5,79% para 5,89%.
Foi a décima alta consecutiva do indicador. Para o crescimento do
Produto Interno Bruto (PIB) de 2023, o mercado elevou sua previsão de
0,76% para 0,80%.
Especialistas em numismática — o estudo das moedas e medalhas — consideram essa moeda uma das mais belas e esplendorosas já cunhadas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Jorge Pérez Valery, BBC 19/02/2023 07h11 Atualizado há um dia Postado em 20 de fevereiro de 2023 às 08h15m Post. N. = 0.596
Real 'de a ocho' foi primeira unidade monetária globalizada da história
moderna — Foto: Museu Arqueológico Nacional da Espanha/Divulgação via
BBC
Foi uma moeda tão cobiçada que sua hegemonia no comércio mundial se estendeu por mais de 300 anos.
Ela precedeu a libra esterlina de ouro e o dólar dos Estados Unidos. Na
verdade, os americanos basearam-se nesse modelo para desenvolver o
dólar.
A moeda se chamava "real de a ocho"(também conhecido como "dólar espanhol"). Era fabricada, em grande parte, com prata do continente americano e foi a primeira moeda internacionalizada da história moderna.
A
divisa foi cunhada pelo Império Espanhol em meados do século 16 e
impulsionada pelas imensas riquezas trazidas pela colonização da
América.
E, até mesmo quando esse império entrou em decadência, a moeda
espanhola continuou sendo uma das mais competitivas do mundo, estendendo
sua supremacia até o final do século 19.
Com ascensão da Casa de Bourbon, monarquia espanhola começou a cunhar
seus reais 'de a ocho' principalmente nos territórios americanos — Foto:
Museu Arqueológico Nacional da Espanha/Divulgação
O nascimento de uma moeda global
A origem desta moeda remonta à reforma monetária adotada pelos reis católicos da Espanhaem 1497, após a chamada Reconquista e a chegada ao continente americano.
Essa reforma é mencionada nos livros de história como a "Pragmática de
Medina del Campo" e estabeleceu o real, uma moeda de prata, como unidade
de pagamento.
Mas só em meados do século 16, o "real de a ocho" começou a popularizar-se, impulsionado principalmente pelos reis espanhóis Carlos 1º (que reinou como Carlos 5º, na Alemanha) e Felipe 2º.
Esses dois monarcas representaram a etapa de maior protagonismo e expansão do Império Espanhol.
A
prata extraída das Américas, particularmente das minas do México e de
Cerro Potosí (atual Bolívia), fez com que a emissão de moedas de prata
disparasse.
"Perto de 1535, foram criadas na América as primeiras casas da moeda,
no México e em Santo Domingo [hoje, República Dominicana]. Com essa
grande quantidade de prata, o real dos reis católicos irá se
multiplicar: um real de a dois, três, quatro... porque a melhor forma de transportar a prata é em forma de moeda", explica o professor de história José María de Francisco Olmos, da Universidade Complutense de Madri, na Espanha, e pesquisador de numismática (estudo sob o ponto de vista histórico, artístico e econômico das cédulas, moedas e medalhas).
"Depois
dessa pequena confusão, vai se firmar o real "de a ocho", que é a
multiplicação por 8 do real dos reis católicos", explica ele.
E, ao lado da onça — unidade de medida do ouro —, o real "de a ocho"
formou o sistema de dois metais promovido pela monarquia espanhola.
"Entra na Europa esse rio de ouro e prata. Como todos concordam que é
uma prata muito boa, ela começa a transformar-se na moeda de referência
de todos os demais países", acrescenta Olmos.
Real 'de a ocho' foi primeira moeda a circular nos cinco continentes — Foto: Getty Images via BBC
Moeda de ‘mundo e mares’
No século 18, o real "de a ocho" consolida-se como moeda global,
com a chegada da casa de Bourbon após a Guerra de Sucessão, um conflito
internacional que envolveu as potências europeias em busca do controle
do trono espanhol.
A Espanha
concentrou-se posteriormente nas suas colônias no continente americano.
Depois de assumir o controle da Real Casa da Moeda do México — que, até
então, era uma concessão —, a metrópole ordenou a modernização das suas
máquinas de cunhagem de moedas.
A
partir de então, o real "de a ocho" passou a ser produzido com um novo
desenho, exclusivo das colônias americanas. Ele foi chamado de moeda de
"mundo e mares".
Ela também ficou conhecida como a "colunária", pois continha a
impressão das colunas de Hércules (representando o estreito de
Gibraltar) e, entre elas, os dois hemisférios do planeta, representando a
expansão do Império Espanhol.
Especialistas em numismática consideram essa moeda uma das mais belas e esplendorosas já cunhadas.
Essa nova versão alcançou sucesso particularmente na bacia do Pacífico,
onde o comércio funcionava até então com um sistema de um único metal
com base na prata, segundo Francisco Olmos.
"Nos séculos 15 e 16, o comércio do Atlântico era importante. Mas, a
partir de determinado momento, o comércio do Pacífico adquire
importância igual ou maior", explica o historiador. "Ali está a América,
no centro, com suas minas, com suas moedas, que podem seguir tanto para
o Atlântico quanto para o Pacífico."
Transportado pelo famoso Galeão de Manila, navio que ligou o porto de
Acapulco, no México, às Filipinas por mais de 250 anos até 1815, o real
"de a ocho" foi introduzido na Ásia. Lá, ele foi aceito como moeda
própria na China, no Japão, na Coreia e na Índia, entre outros países.
Algumas nações simplesmente perfuravam ou marcavam as moedas com selos locais para permitir sua circulação.
Captura de uma frota espanhola carregada de prata por um esquadrão de
24 navios da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais em Havana (Cuba),
em 1628 — Foto: Getty Images via BBC
O 'dólar das Colunas', popular nas colônias britânicas
A moeda de prata espanhola também foi aceita nos domínios em expansão
do Império Britânico nos séculos 18 e 19. Ela se popularizou com o nome
de Pillar Dollar ("dólar das colunas"), em referência às colunas de
Hércules no desenho do século 18.
Mas
esse não foi seu único nome. Na Austrália, por exemplo, no início do
século 19, ela foi chamada de holey dollar – o "dólar furado".
Devido à escassez da moeda britânica, as autoridades coloniais
australianas da época encomendaram a importação de cerca de 40 mil reais
espanhóis, que foram "furados" e duplicaram o número de moedas
disponíveis.
A moeda também ficou conhecida como "dólar espanhol" e atingiu a mesma
popularidade nas 13 colônias britânicas da América do Norte. Lá, era
mais fácil conseguir o dólar espanhol do que as próprias moedas
britânicas.
O padrão do dólar americano (e de outras moedas)
Até mesmo durante a decadência do Império Espanhol, o real "de a ocho" continuou sendo uma moeda cobiçada pelo mundo.
Nos anos anteriores e posteriores à sua independência na década de
1770, os Estados Unidos começaram a desenhar sua própria moeda, com base
no modelo das divisas imperiais espanholas. Os revolucionários
americanos chegaram a financiar seu movimento emitindo papel-moeda
garantido por reais espanhóis.
O
dólar americano nasceu como moeda em 1785, mas o "dólar espanhol"
continuou sendo aceito até 1857, quando a Lei da Cunhagem finalmente o
retirou de circulação dos Estados Unidos.
Acrescente-se a este fato uma teoria bastante aceita sobre a origem do
cifrão ($). Acredita-se que ele provenha da união das duas colunas de
Hércules e da transformação das letras P e S, que podem fazer referência
tanto à palavra "peso" quanto à expressão "Plus Ultra", que acompanha o
brasão da monarquia espanhola.
O fim e o legado do real "de a ocho"
As guerras napoleônicas e a independência das províncias espanholas no
continente americano marcaram o início da queda da moeda espanhola.
Quando perdeu o controle das minas de prata americanas e suas casas da
moeda, a Espanha ficou sem poder continuar a produzir o que era seu principal produto de exportação.
Mesmo com o colapso do império, o real "de a ocho" continuou sendo uma moeda competitiva até o final do século 19.
No
seu livro sobre a história da moeda, a historiadora espanhola María
Ruíz Trapero afirma que o real "de a ocho" era mantido em depósito na
China, na Índia e no Oriente Médio, como a principal moeda de reserva.
E não serviu apenas de modelo para o dólar americano. O dólar
canadense, o tael chinês, o won coreano e, é claro, as moedas das
repúblicas americanas que nasceram da independência das colônias
espanholas basearam-se no mesmo modelo para sua consolidação.
Por tudo isso, seja a bordo dos galeões espanhóis ou saqueado pelos
piratas, o real "de a ocho" atravessou "mundo e mares" ao longo de três
séculos para tornar-se a moeda precursora da economia global que conhecemos atualmente.
Números do IBC-Br, entretanto, nem sempre batem com o PIB, que será divulgado em 2 de março. Desaceleração acontece em cenário de juros altos para combater pressões inflacionárias. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Alexandro Martello, g1 — Brasília 16/02/2023 09h01 Atualizado há 2 horas Postado em 16 de fevereiro de 2023 às 11h35m Post. N. = 0.595
O Índice de Atividade Econômica (IBC-BR) do Banco Central, considerado a "prévia" do Produto Interno Bruto (PIB), registrou expansão de 2,9% em 2022 na comparação com o ano anterior, informou a instituição nesta quinta-feira (16).
Como são períodos iguais, o resultado foi calculado sem ajuste sazonal — que é um tipo de "compensação" para comparar épocas diferentes do ano.
Apesar do crescimento em 2022, o ritmo de alta mostrou desaceleração em relação ao ano anterior, quando houve uma expansão maior: de 4,68%.
'Prévia' do PIB do Banco Central
% sem ajuste sazonal
Fonte: Banco Central
O resultado oficial do PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, será divulgado somente em 2 de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O mercado, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada, estima uma alta de 3% para a economia brasileira em 2022.
Razões para a desaceleração
A queda no ritmo de crescimento da economia brasileira aconteceu em um cenário de alta da taxa básica de juros para conter pressões inflacionárias.
No ano passado, em meio à campanha eleitoral para a Presidência da República, a Selic, fixada pelo Banco Central, subiu de 9,25% para 13,75% ao ano — o maior nível em seis anos.
Cabe ao Conselho Monetário Nacional (CMN), formado por Campos Neto, pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e pela ministra do Planejamento, Simone Tebet, definir as metas de inflação.
Os resultados do IBC-Br são considerados uma "prévia do PIB". Porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do Produto Interno Bruto.
O cálculo dos dois é um pouco diferente – o indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos, mas não considera o lado da demanda (incorporado no cálculo do PIB do IBGE).
O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária.