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sexta-feira, 19 de junho de 2026

A Copa do Mundo dos ultrarricos: pacote de R$ 20 milhões para a final, jatinho entre os estádios e encontro com jogadores

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Celebridades, bilionários e executivos de tecnologia, de vários países, inclusive o Brasil, buscam exclusividade, privacidade e luxo para ver os jogos do Mundial, e o que menos importa é o preço.
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TOPO
Por BBC

Postado em 19 de Junho de 2.026 às 07h35m
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Granit Xhaka chega ao Aeroporto de Newcastle em um jato particular para assinar com o Sunderland AFC em 28 de julho de 2025, em Newcastle upon Tyne, Inglaterra. — Foto: Ian Horrocks/Sunderland AFC via Getty Images
Granit Xhaka chega ao Aeroporto de Newcastle em um jato particular para assinar com o Sunderland AFC em 28 de julho de 2025, em Newcastle upon Tyne, Inglaterra. — Foto: Ian Horrocks/Sunderland AFC via Getty Images

Alguns dias atrás, a Knightsbridge Circle, que oferece serviços exclusivos de concierge para o público de altíssima renda, anunciou um pacote para a final da Copa do Mundo, em 19 de julho em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A oportunidade, descrita como "a primeira do tipo na história do torneio", foi oferecida exclusivamente aos seus clientes convidados, que passam por uma avaliação antes de serem aceitos.

Ela incluía seis ingressos na primeira fileira, bem na linha de meio de campo, e acesso ao gramado durante a premiação, no momento em que a seleção campeã erguer a taça.

O preço total para seis pessoas: US$ 4 milhões (cerca de R$ 20 milhões).

"(O pacote) foi vendido para um de nossos membros menos de 24 horas depois de anunciado", diz à BBC News Brasil o presidente da Knightsbridge Circle, Stuart McNeill.

A Knightsbridge Circle é uma entre várias empresas que estão oferecendo pacotes de luxo para os ultrarricos que desejam participar da Copa.

A atual edição é considerada inédita por, dentre outros motivos, ser disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá — e ter um número recorde de 48 seleções participantes. Serão ao todo 104 partidas em 16 cidades.

Para muitos torcedores ao redor do mundo que desejam acompanhar o Mundial de perto, o planejamento começou há meses e foi marcado por dificuldades, desde os altos preços dos ingressos e do transporte para alguns dos estádios até obstáculos para conseguir o visto americano.

Mas, para uma ínfima parcela dos visitantes, a experiência será bem diferente: eles devem chegar às cidades-sede de jatinho particular, deslocar-se aos estádios de helicóptero ou limusine e ter lugar garantido na área VIP, mesmo que tenham decidido fazer tudo isso de última hora.

"Trabalho com esse mercado (de luxo) há 22 anos, e a maior surpresa, para mim, é que nesta Copa, o dinheiro pode comprar praticamente qualquer coisa, o que é uma novidade (em comparação com as anteriores)", diz McNeill.

Um Rolls Royce Phantom branco, limusine de quatro portas, vira na Collins Avenue, em South Beach, Miami, EUA. — Foto: Getty Images
Um Rolls Royce Phantom branco, limusine de quatro portas, vira na Collins Avenue, em South Beach, Miami, EUA. — Foto: Getty Images

Ele e outros especialistas do segmento de alto luxo não revelam os nomes dos clientes interessados na Copa do Mundo. São celebridades, bilionários, fundadores de empresas, executivos do setor de tecnologia e atletas, entre outros, vindos de várias partes do mundo, inclusive do Brasil.

"Temos alguns clientes brasileiros", diz McNeill, lembrando que a empresa tem uma equipe em Miami que fala português.

Quanto custa uma experiência de luxo?

Nem todos os pacotes de luxo para a Copa têm um preço milionário. Os valores dependem de vários fatores, como tipo de acesso, transporte, acomodação e número de noites.

Mas muitos dos roteiros sob medida oferecidos pela Knightsbridge Circle, por exemplo, "passam facilmente dos seis dígitos".

Incluem desde os já citados jatinhos e helicópteros até atendimento VIP nos aeroportos, equipes de segurança e hospedagem em redes de hotéis de luxo, como Four Seasons, Aman e Rosewood.

Nicole Wallach, vice-presidente da divisão de lazer da Magma Global, empresa especializada em serviços de concierge de viagens de luxo, calcula que as opções mais em conta fiquem entre US$ 25 mil e US$ 75 mil (R$ 125 mil e R$ 375 mil) para um casal, incluindo hospedagem cinco estrelas, ingressos para uma partida, voo em classe executiva e transfer privativo.

Alguns clientes pagam bem mais do que isso, em itinerários de luxo que incluem vários dias e diversas cidades-sede. Há também quem decida emendar a Copa com viagens para outros locais.

"Tenho clientes que vão assistir a jogos em Los Angeles e depois pegar um voo para passar algumas noites no Havaí", diz Wallach à BBC News Brasil.

Vista para o campo de jogo a partir de uma das suítes do Dallas Stadium em Arlington. — Foto: Tom Fox/The Dallas Morning News
Vista para o campo de jogo a partir de uma das suítes do Dallas Stadium em Arlington. — Foto: Tom Fox/The Dallas Morning News

Para o fim de semana da final, com hospedagem de luxo em Nova York, ela estima que os gastos podem ficar facilmente na casa dos seis dígitos.

Gina Gabbard, diretora de Estratégia da First in Service Travel, agência de Nova York que faz parte da rede global de turismo de luxo Virtuoso, diz à BBC News Brasil que as opções para os torcedores ultrarricos vão desde ingressos VIP e refeições preparadas por chefs durante o jogo até pacotes mais completos.

"Podem incluir hospedagem em hotéis de luxo, transporte privativo na cidade-sede, reservas em restaurantes sofisticados, passeios e outras atividades e, para alguns clientes, encontros exclusivos com os jogadores", afirma Gabbard.

"Os ingressos VIP, dependendo da partida, podem custar a partir de US$ 5 mil [R$ 25 mil] por pessoa", diz Gabbard.

"Pacotes começam em torno de US$ 50 mil dólares [R$ 250 mil] e podem chegar a várias centenas de milhares de dólares quando envolvem múltiplos jogos e cidades."

Privacidade e acesso são o que importa

Segundo Wallach, para os clientes desse segmento, conveniência, privacidade e acesso são mais importantes do que o preço.

"São viajantes que costumam voar em jatos particulares e se hospedar nas suítes mais luxuosas", diz.

"Eles viajam acompanhados de sua própria equipe e realmente esperam uma experiência altamente personalizada quando se trata de um evento dessa magnitude."

Ela ressalta, porém, que nem todos os interessados em pacotes de luxo para a Copa viajam em jatinhos, e alguns vão de primeira classe ou executiva em voos comerciais.

Além disso, em determinadas partidas, é possível que haja mais procura do que disponibilidade de helicópteros para chegar aos estádios.

"Há um limite para o número de aeronaves e locais de desembarque disponíveis", diz Wallach. Nesse caso, a solução é um carro de luxo com motorista particular.

De acordo com Wallach, esses torcedores querem mais do que apenas um ingresso VIP. "Nem todos querem sentar na primeira fila. Para muitos, a prioridade é a privacidade e o acesso a serviços exclusivos. Eles estão em busca de uma experiência VIP completa", ressalta.

"Enquanto o torcedor comum perde tempo em filas, pagando por comida e bebida ao longo do dia, esses clientes costumam contar com entrada exclusiva e acesso a lounges privativos com alta gastronomia".

Cofundador da Microsoft, o bilionário Bill Gates assistiu à estreia dos EUA na Copa do Mundo — Foto: Reuters
Cofundador da Microsoft, o bilionário Bill Gates assistiu à estreia dos EUA na Copa do Mundo — Foto: Reuters

Wallach afirma que é equivocado pensar que esses viajantes estão simplesmente buscando a experiência mais cara. "O que eles querem é uma experiência sem atrito."

Isso envolve, entre outros aspectos, não ter de enfrentar multidões nem se preocupar com nenhum detalhe da programação.

"Eles querem exclusividade, não querem ficar esperando pelos outros. É um verdadeiro tratamento de tapete vermelho, e eles estão dispostos a pagar por isso", diz McNeill.

As equipes de apoio que costumam viajar com esses clientes podem incluir diversos profissionais, desde seguranças até chefs particulares.

"Em muitos casos, o consultor de viagens colabora diretamente com o assistente pessoal e outros membros da equipe do cliente para coordenar os arranjos", destaca Gabbard.

Decisões de última hora

Outro aspecto que diferencia esses viajantes dos torcedores comuns é a (pouca) antecedência no planejamento.

"Muitos vão assistir aos jogos acompanhados de suas famílias, outros vão aproveitar para recepcionar clientes", diz Wallach.

"Eles valorizam seu tempo muito mais do que o dinheiro, e várias vezes tomam decisões de última hora."

Segundo McNeill, o interesse de seus clientes na Copa foi tímido no início. "Para viajantes de fora dos Estados Unidos, havia uma real relutância em razão do cenário político", afirma.

No entanto, a procura ganhou força nas últimas semanas, e a expectativa é de que aumente ainda mais à medida que as oitavas de final se aproximem e fique mais claro quais países vão avançar.

"Na verdade, está apenas começando para nós, porque os membros que atendemos costumam fechar os planos de última hora", diz McNeill.

"Gostam de ver como está o desempenho de sua seleção [antes de decidir]. Por exemplo, se o Brasil chegar à semifinal ou à final, vão entrar em um avião e ir para onde quer que o jogo seja realizado."

Entre os membros da Knightsbridge Circle, são comuns viagens bate-volta com duração de um ou dois dias, chegando na manhã do jogo ou na noite anterior e partindo no dia seguinte. Na semana seguinte, podem retornar para a próxima partida de sua seleção.

"Como muitos voam em jatinhos particulares, é conveniente e fácil para eles assistir a todos os jogos", observa McNeill.

Wallach diz ter visto aumento na procura desde que o torneio começou. "Sinceramente, acho que é maior do que esperávamos."

Segundo McNeill, além das partidas, há procura também por outras experiências exclusivas, como uma série de almoços organizados por sua empresa com ex-jogadores da Copa, que oferecem a oportunidade de conversar de perto com nomes consagrados do futebol mundial.

Em outras ocasiões, clientes que querem ver os craques de perto se comprometem com doações para instituições de caridade apoiadas pelo atleta. "Muitos dos jogadores são altamente engajados em causas beneficentes", ressalta McNeill.

"Em seu dia de folga, podem concordar em receber alguns clientes no centro de treinamento. Nossos clientes fazem uma doação [a uma instituição], e talvez possam tirar fotos [com o atleta], bater uma bola ou algo do tipo."

Para os interessados em acesso "superexclusivo" na final da Copa que perderam o pacote de US$ 4 milhões, McNeill lembra que há uma nova oportunidade, com dois assentos exclusivos na beira do gramado. Cada um vai custar "apenas" US$ 1,5 milhão de dólares (R$ 7,5 milhões).

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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Banco Central amplia acesso a contas em moeda estrangeira no Brasil; veja o que muda

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Nova regra permitirá que exportadores, empresas com dívidas no exterior e companhias com capital estrangeiro movimentem recursos em dólar e outras moedas sem necessidade de operação de câmbio em algumas situações. Medida entra em vigor em outubro.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 18 de Junho de 2.026 às 21h50m
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Banco Central do Brasil (BC). — Foto: Adriano Machado/ Reuters
Banco Central do Brasil (BC). — Foto: Adriano Machado/ Reuters

O Banco Central (BC) anunciou nesta quinta-feira (18) novas regras que ampliam o acesso a contas em moeda estrangeira no Brasil. A medida faz parte da regulamentação do Marco Legal do Câmbio e tem como objetivo facilitar operações internacionais, reduzir custos e tornar o mercado cambial mais moderno.

  • As novas regras entram em vigor em 1º de outubro de 2026. Até lá, bancos e demais instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio terão prazo para adaptar seus sistemas.

Segundo o Banco Central, a mudança não altera a proibição do uso de moedas estrangeiras, como dólar e euro, para pagamentos no dia a dia dentro do Brasil e também não interfere na cotação do câmbio.

Quem poderá ter contas em moeda estrangeira

Hoje, apenas alguns grupos podem manter contas em moeda estrangeira no país, como instituições financeiras, embaixadas e empresas de setores específicos.

Com as novas regras, também poderão ter esse tipo de conta:

  • empresas que exportam produtos para outros países;
  • empresas que tenham empréstimos ou outras dívidas contratadas no exterior;
  • empresas com participação de investidores estrangeiros;
  • pessoas jurídicas de fora do Brasil que realizem operações de crédito ou investimentos diretos no país.

De acordo com o Banco Central, a ampliação acompanha o crescimento das relações comerciais e financeiras entre o Brasil e outros países..

O que muda na prática

A mudança permitirá que mais empresas ligadas a negócios internacionais mantenham recursos em moedas estrangeiras, como dólar e euro, em contas abertas no Brasil.

Outra novidade é que algumas transferências de recursos entre essas contas poderão ser feitas sem a necessidade de contratar uma operação de câmbio, o que deve tornar o processo mais simples e barato.

Segundo o BC, as novas regras podem trazer benefícios como:

  • mais facilidade para administrar recursos recebidos ou enviados ao exterior;
  • melhor gerenciamento das oscilações do câmbio;
  • redução de custos em operações internacionais;
  • aumento da competitividade de empresas que fazem negócios com outros países;
  • atração para o Brasil de operações financeiras que hoje são realizadas no exterior
Haverá regras específicas

O Banco Central informou que o uso dessas contas continuará sujeito a regras e controles.

No caso das empresas exportadoras, por exemplo, os recursos mantidos nessas contas deverão estar relacionados às atividades de exportação e a outras movimentações permitidas pela regulamentação.

Já nas operações de crédito externo e investimento estrangeiro, as transações deverão seguir as regras já exigidas pelo Banco Central para esse tipo de operação.

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quarta-feira, 17 de junho de 2026

Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14,50% para 14,25% ao ano

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Maior parte do mercado financeiro projetava a redução. Queda do preço do petróleo atenuou a pressão de alta nos combustíveis e, consequentemente, na inflação.
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Por Mariana Assis, Thiago Resende, g1 e TV Globo — Brasília

Postado em 17 de Junho de 2.026 às 20h00m
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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (17) reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano. A decisão foi tomada de forma unânime pelo comitê.

"O ambiente externo permanece incerto em função da indefinição sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados no Oriente Médio e as consequências dos efeitos já materializados desses conflitos até o momento, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities", diz a nota do BC.

A maior parte dos analistas do mercado financeiro já projetava, na semana passada, um novo corte de juros pelo Banco Central nesta quarta.

"Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores mostra aceleração da atividade econômica no primeiro trimestre do ano, com setores mais cíclicos voltando a desempenhar papel significativo, e mercado de trabalho ainda com sinais de resiliência. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes aceleraram, distanciando-se adicionalmente da meta para a inflação, superando seu limite superior na última leitura", afirmou o Copom.Após o anúncio do fechamento de um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã, na noite de domingo (14), a expectativa de uma nova redução da taxa básica da economia se consolidou.

A maioria do mercado projetou um corte de 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano – o que se confirmou. É a terceira redução seguida no juro.

"Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego", disse a nota do Copom.

🔎A taxa básica da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.

➡️Após a diminuição das tensões no Oriente Médio, com desobstrução do estreito de Ormuz, o preço do petróleo já teve queda no início desta semana, o que atenua a pressão de alta nos combustíveis e, consequentemente, na inflação.

➡️O resultado da inflação oficial em maio também foi considerado positivo por analistas, uma vez que a alta de 0,58% mostrou desaceleração em relação aos 0,67% registrados em abril. O Copom indicou que vai calibrar a Selic à medida que a inflação passe a convergir com a meta.

EUA e Irã chegam a acordo de paz, dizem Trump e primeiro-ministro do Paquistão
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Como as decisões são tomadas

Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

  • Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.
  • Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.
  • Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.
  • Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o ano de 2027 fechado.
  • Para o próximo ano, o mercado financeiro estimou, na semana passada, que o IPCA ficará em 4,10%, ou seja, acima da meta central de 3%.

➡️Na ata de sua última reunião, realizada no fim de abril, o BC informou que o aumento das expectativas de inflação do mercado não impediram o último corte de juros porque o "período prolongado" de manutenção da taxa em 15% ao ano, o mais alto em 20 anos, gerou desaceleração da economia e criou condições para que essa redução seja compatível com a redução das expectativas de inflação nos próximos anos.

"Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária, o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises", informou o BC, naquele momento.

— Foto: Adriano Machado/ Reuters
— Foto: Adriano Machado/ Reuters

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terça-feira, 16 de junho de 2026

CAOA Changan lança CS75; SUV custa R$ 199.990 e será fabricado no Brasil

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Novidade conta com trio de telas integradas de 37,2 polegadas, pacote de assistências ao motorista e motor 1.5 turbo flex de 180 cv. Utilitário esportivo será fabricado em Anápolis (GO).
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Por Redação g1

Postado em 16 de Junho de 2.026 às 17h00m
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CAOA Changan CS75 — Foto: Divulgação / CAOA Changan
CAOA Changan CS75 — Foto: Divulgação / CAOA Changan

A CAOA Changan anunciou nesta terça-feira (16) o lançamento do SUV CS75 no mercado brasileiro. O modelo será produzido na fábrica da montadora em Anápolis (GO) e chega inicialmente em versão única, a Infinity, com preço promocional de lançamento de R$ 199.990, válido por tempo limitado.

O utilitário esportivo é equipado com motor 1.5 TGDi turbo flex que desenvolve 180 cv de potência e 29,2 kgf.m de torque. O conjunto mecânico traz transmissão automática com oito marchas e suspensão Multilink no eixo traseiro. As rodas são de 20 polegadas.

Nas dimensões, o veículo tem 4,77 m de comprimento, 1,91 m de largura, 1,70 m de altura e tem 2,80 m de entre-eixos. Medidas mais generosas do que as do Jeep Commander e GWM Haval H6.

O compartimento de bagagem tem capacidade para 725 litros na medição até o teto. A medida aumenta para 1.620 litros com os assentos traseiros rebatidos. O modelo conta ainda com teto solar panorâmico e maçanetas externas retráteis.

Muitas telas

A cabine do CS75 possui um painel digital integrado com três telas e área total de 37,2 polegadas. Essa superfície une o quadro de instrumentos de 10,3 polegadas, a central multimídia de 14,6 polegadas e uma tela de 12,3 polegadas voltada para o passageiro do banco dianteiro.

O sistema de entretenimento oferece conectividade sem fio para os sistemas Apple CarPlay e Android Auto, além de comandos por voz e som com 14 alto-falantes.

Interior do CAOA Changan CS75  tem três telas — Foto: Divulgação / CAOA Changan
Interior do CAOA Changan CS75 tem três telas — Foto: Divulgação / CAOA Changan

O assento do passageiro dianteiro oferece 14 regulagens elétricas, suporte para pernas, aquecimento, ventilação e funções de massagem. O banco do condutor dispõe de ajustes elétricos e memória, aquecimento e ventilação.

Na segunda fileira, os bancos têm inclinação ajustável, aquecimento e saídas de ventilação. O interior inclui ar-condicionado de duas zonas, console central com refrigeração e iluminação ambiente configurável em até 256 cores.

Segurança

O pacote de assistência ao motorista inclui controle automático de velocidade de cruzeiro adaptativo, alerta de saída e permanência em faixa, assistente de congestionamento (que leva o SUV no anda e para), aviso de colisão frontal e frenagem automática de emergência. O carro vem equipado também com controle de estabilidade, controle de tração e airbags frontais, laterais e de cortina.

CAOA Changan CS75 — Foto: Divulgação / CAOA Changan
CAOA Changan CS75 — Foto: Divulgação / CAOA Changan

O SUV traz um sistema de câmeras de 540 graus com visualização em alta definição e função de chassi transparente. Essa tecnologia reproduz na tela do multimídia o entorno do veículo e projeta uma imagem 3D translúcida do CS75.

Há também um recurso para movimentar o carro em linha reta à distância usando a chave. Ideal para tirar o modelo de vagas estreitas.

O sistema de iluminação do veículo é composto inteiramente por lâmpadas de LED. A grade frontal tem abertura controlada eletronicamente para dosar a entrada de ar.

O fabricante oferece garantia de sete anos ou 150 mil quilômetros para o modelo.

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Cabine do CAOA Changan CS75 — Foto: Divulgação / CAOA Changan

Bancos dianteiros do CAOA Changan CS75 — Foto: Divulgação / CAOA Changan

Painel do CAOA Changan CS75 — Foto: Divulgação / CAOA Changan

Bancos traseiros do CAOA Changan CS75 — Foto: Divulgação / CAOA Changan
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