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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Bolsas mundiais sobem e petróleo cai após anúncio de possível acordo entre EUA e Irã

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Entendimento preliminar prevê fim de guerra e reabertura do Estreito de Ormuz; preços do petróleo recuam mais de US$ 4 por barril no mercado internacional.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 15 de Junho de 2.026 às 18h30m
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Paquistão anuncia acordo de paz na guerra entre Estados Unidos e Irã
Paquistão anuncia acordo de paz na guerra entre Estados Unidos e Irã

As bolsas de valores ao redor do mundo subiram nesta segunda-feira (15) depois que Estados Unidos e Irã anunciaram um acordo preliminar para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo.

A notícia reduziu a preocupação dos investidores e também provocou uma forte queda no preço do petróleo. Na Ásia, as bolsas fecharam em forte alta, e o clima de otimismo também impulsionou a abertura dos mercados na Europa.

Veja como reagiram os principais mercados:

🛢️ Petróleo

  • O barril do Brent, referência internacional, era negociado a US$ 83,24, em queda de 4,68% perto das 14h40.
  • No mesmo horário, o WTI, referência nos EUA, recuava 5,10%, para US$ 80,55.

Ambos os contratos caíram para seus níveis mais baixos desde 10 de março nesta segunda, após uma queda de mais de 3% na sexta-feira (12).

📉 Bolsas da Europa:

  • DAX, da Alemanha, fechou em alta de 1,05%
  • FTSE 100, do Reino Unido, caiu 0,39%
  • O CAC 40, da França, teve alta de 0,40%
💵Dólar, Ibovespa e Wall Street

Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street tinham ganhos. Perto das 14h40, o Dow Jones avançava 1,36%, o S&P 500 tinha alta de 1,91% e o Nasdaq Composite subia 3,05%.

Já o dólar havia apagado as perdas vistas pela manhã e operava com alta de 0,05% no mesmo horário, cotado a R$ 5,0642.

No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, avançava 0,01%, aos 171.150 pontos, acompanhando o otimismo dos mercados internacionais. (Veja mais detalhes do dia no mercado)

📉 Fechamento das principais bolsas asiáticas:

  • Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,6%
  • Nikkei 225, do Japão, subiu 5%
  • Kospi, da Coreia do Sul, subiu 5,2%
  • Sensex, da Índia, subiu 1,2%
  • Taiex, de Taiwan, subiu 2,8%
Entenda o acordo entre EUA e Irã

Os Estados Unidos e o Irã anunciaram um acordo de paz para encerrar quase quatro meses de conflito.

O entendimento foi confirmado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, e por autoridades iranianas.

Segundo o anúncio, as partes concordaram com um cessar-fogo e com a reabertura do Estreito de Ormuz.

Trump também informou que autorizou o fim do bloqueio naval dos EUA aos portos iranianos e defendeu a retomada do fluxo de petróleo pela região.

A assinatura oficial do acordo está prevista para sexta-feira (19), na Suíça. Até lá, o governo iraniano afirma que começará a aplicar o cessar-fogo, mas a implementação completa do pacto dependerá da formalização do documento.

Embora o texto definitivo ainda não tenha sido divulgado, informações divulgadas por autoridades e pela imprensa indicam que o acordo deve incluir a suspensão gradual de algumas sanções contra o Irã e o compromisso de manter negociações sobre o programa nuclear iraniano.

As discussões sobre esse tema devem continuar pelos próximos 60 dias.

Operadores de câmbio observam monitores na sala de negociações de moedas estrangeiras na sede do Hana Bank em Seul, Coreia do Sul. — Foto: Ahn Young-joon / AP
Operadores de câmbio observam monitores na sala de negociações de moedas estrangeiras na sede do Hana Bank em Seul, Coreia do Sul. — Foto: Ahn Young-joon / AP

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Justiça aprova pedido de recuperação judicial da dona da Tok&Stok e da Mobly

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Empresa entrou com o pedido em maio, citando dívida superior a R$ 1 bilhão e dificuldades no setor de móveis, como juros altos e crédito mais restrito.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 15 de Junho de 2.026 às 17h45m
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Mobly faz acordo para comprar controle da Tok&Stok. — Foto: Reprodução/ Mobly / Tok&Stok
Mobly faz acordo para comprar controle da Tok&Stok. — Foto: Reprodução/ Mobly / Tok&Stok

O Grupo Toky, dono da Tok&Stok e da Mobly, afirmou nesta segunda-feira (15) que a Justiça aprovou o pedido de recuperação judicial da companhia e de suas subsidiárias.

🔎 Recuperação judicial é um processo em que uma empresa com dificuldades financeiras pede proteção à Justiça para renegociar dívidas e evitar a falência, enquanto continua funcionando.

A empresa entrou com o pedido de recuperação judicial em maio deste ano, na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo, citando uma dívida superior a R$ 1 bilhão.

Na ocasião, a companhia informou que a decisão foi tomada após dificuldades enfrentadas pelo setor de móveis e decoração, como juros altos, aumento do endividamento das famílias e crédito mais restrito.

Segundo a empresa, esse cenário reduziu as vendas e afetou o caixa do grupo. A Toky também afirmou que vinha negociando a reestruturação das dívidas da Tok&Stok com credores, mas que o endividamento continuou crescendo.

A companhia afirmou que o objetivo do pedido é preservar as operações, manter os serviços e criar condições para renegociar as obrigações financeiras.

'Risco de dano irreparável'

No pedido de recuperação judicial protocolado na Justiça de São Paulo, o Grupo Toky solicitou medidas urgentes para evitar o colapso das operações e garantir a continuidade das atividades, citando "risco de dano irreparável" nas operações da companhia.

  • Um dos principais pedidos da empresa é a liberação imediata de cerca de R$ 77 milhões em valores de vendas feitas no cartão de crédito que estão retidos pela SRM Bank.
  • Segundo o grupo, o bloqueio desses valores afetou o caixa da empresa e colocou em risco pagamentos básicos, como salários de mais de 2 mil funcionários.
  • A companhia também pediu à Justiça a suspensão, por 180 dias, de cobranças e ações por dívidas enquanto tenta renegociar os débitos com credores (o chamadostay period).

Outro ponto do pedido é a manutenção de contratos e serviços considerados essenciais para o funcionamento da empresa.

O grupo quer impedir interrupções em operações de logística, transporte, sistemas digitais, computação em nuvem, energia elétrica e abastecimento de água.

O que é o Grupo Toky

O Grupo Toky foi criado em 2024 após a união entre a Mobly e a Tok&Stok, duas marcas tradicionais do setor de móveis e decoração no Brasil.

A fusão deu origem a um dos maiores grupos de varejo de casa e decoração da América Latina, combinando operações físicas e digitais.

A Mobly foi fundada em 2011 por Victor Pereira Noda, Marcelo Rodrigues Marques e Mário Carlos Fernandes Filho, com foco em vendas online de móveis e itens de decoração.

A empresa recebeu investimentos da Rocket Internet e expandiu sua atuação para lojas físicas, contando atualmente com 11 unidades entre megastores, outlets e lojas compactas.

Já a Tok&Stok foi fundada em 1978 pelos franceses Régis e Ghislaine Dubrule. A marca ganhou espaço no mercado brasileiro ao apostar em móveis modernos, modulares e acessíveis, acompanhando o crescimento da classe média urbana e do mercado de apartamentos no país.

O grupo também reúne a marca Guldi, voltada ao segmento de colchões.

*Com informações da agência de notícias Reuters.

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Fox compra Roku por US$ 22 bilhões

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Empresa resultante da fusão terá um dos maiores negócios de streaming dos Estados Unidos, incluindo Tubi e The Roku Channel.

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Por Redação g1 — São Paulo
15/06/2026 09h39 
Postado em 15 de Junho de 2.026 às 16h40m
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Fachada da Roku em um prédio no Texas, nos EUA. — Foto: Mike Blake/Reuters
Fachada da Roku em um prédio no Texas, nos EUA. — Foto: Mike Blake/Reuters

A Fox Corporation anunciou nesta segunda-feira (15) que firmou um acordo para a compra da Roku, plataforma e sistema operacional de televisões, voltada a facilitar o acesso a serviços de streaming.

A aquisição será feita por meio de uma combinação de dinheiro e ações ordinárias (com direito a voto), em um negócio de aproximadamente US$ 22 bilhões (R$ 111,8 bilhões). O preço pago por ação será de US$ 160 (R$ 813,23).

A transação combina o conteúdo de esportes, notícias e entretenimento da Fox e o serviço Tubi com a plataforma de streaming, o The Roku Channel, dados primários da companhia e relacionamento direto com mais de 100 milhões de lares.

A empresa resultante da fusão se tornará a terceira maior do setor de televisão dos EUA em termos de participação de audiência, informaram as empresas.

"Juntas, Fox e Roku criarão uma empresa de mídia e tecnologia de última geração em grande escala, posicionada na interseção de duas das forças mais importantes que estão remodelando o consumo de vídeo: a primazia duradoura dos esportes e notícias ao vivo e o crescimento contínuo do streaming", afirmou a empresa em comunicado feito ao mercado.

A Roku é uma das primeiras empresas a levar plataformas de streaming como Netflix e YouTube para a televisão por meio de dispositivos conectados e smart TVs.

Seus negócios são impulsionados principalmente pela receita de publicidade e assinaturas de aplicativos de streaming em sua plataforma. A publicidade é o maior componente, com receita de US$ 613 milhões (R$ 3,1 bilhões) no primeiro trimestre — um aumento de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Após a conclusão, os atuais acionistas da Fox deverão deter cerca de 73% da empresa resultante da fusão e os acionistas da Roku, cerca de 27%. A expectativa é que o negócio seja concluído no primeiro semestre de 2027.

Segundo o presidente-executivo e diretor-executivo da Fox Corporation, Lachlan Murdoch, a combinação "transformará o escopo" da empresa e deve trazer uma mudança "significativano perfil de crescimento.

"Executamos essa aquisição a partir de uma posição de solidez financeira — mantendo nosso balanço patrimonial com grau de investimento, enquanto oferecemos aos nossos acionistas um programa ininterrupto de retorno de capital na forma de recompra de ações e dividendos", afirmou em nota.

Ainda de acordo com a empresa, a expectativa é que a transação acelere a estratégia digital da Fox, contribua para o aumento do fluxo de caixa. A empresa espera economizar cerca de US$ 400 milhões (cerca de R$ 2 bilhõespor ano com redução de custos, além de ter a chance de aumentar suas receitas.

*Com informações da agência de notícias Reuters.

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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Por que o PIX incomodou gigantes globais e gerou uma disputa silenciosa no mercado?

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No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso

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Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Postado em 12 de Junho de 2.026 às 11h00m
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A história por trás da implicância de Trump contra o PIX
A história por trás da implicância de Trump contra o PIX

O PIX entrou na mira do governo dos Estados Unidos em meio a discussões sobre o impacto do sistema brasileiro de pagamentos no mercado financeiro. O serviço permite transferências instantâneas e gratuitas, sem a necessidade de intermediários.

A expansão do PIX reduziu a participação de empresas que lucram com taxas cobradas em operações financeiras, como pagamentos com cartão. O setor é dominado por grandes companhias globais, muitas delas americanas.

Mas, além da disputa econômica, o debate envolve questões ideológicas e estratégicas. Por ser uma infraestrutura pública criada pelo Estado e amplamente adotada pela população, o PIX é apontado como um exemplo de alternativa aos sistemas tradicionais de pagamento e às redes financeiras que concentram parte do fluxo global de transações.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Hyundai lança i20 no Brasil por R$ 99.990, desafia onda dos SUVs com novo hatch; veja o teste

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Modelo é fabricado no Brasil, não substituirá o HB20 e disputará clientes de SUVs de entrada, como Renault Kardian, Fiat Pulse e Volkswagen Tera.
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Por André Fogaça, g1 — Tuiuti (SP)

Postado em 12 de Junho de 2.026 às 10h30m
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Hyundai i20 chega como HB20 moderno e maior
Hyundai i20 chega como HB20 moderno e maior

Hyundai apresentou nesta sexta-feira (12) seu principal lançamento de 2026: o hatch i20. Em um momento em que a maior parte das montadoras aposta em SUVs de diferentes tamanhos no mercado brasileiro, a marca coreana lança mais um compacto para dividir espaço com um de seus campeões de vendas, o HB20.

O mercado, inclusive, chegou a especular que o i20 poderia substituir o HB20. A Hyundai, porém, afirma que os dois modelos vão conviver em harmonia, sem disputar o mesmo público. Para isso, o novo hatch aposta em um visual mais moderno, acabamento interno mais refinado e preços que vão de R$ 99.990 a R$ 139.990.

Fabricado em Piracicaba (SP) e exportado para outros mercados, o carro tem linhas mais marcadas e adota a nova moda da faixa de LED que conecta os faróis na dianteira. Na traseira, as lanternas também são interligadas, mas tem um desenho geral mais parecido com o HB20.

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Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai

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As rodas são de 17 polegadas, o que acompanha o estilo mais agressivo. O i20 também é um pouco maior que o HB20: tem 12 centímetros a mais de comprimento, seis de largura, dois de altura e cinco de entre-eixos.

Mas as diferenças mais importantes estão no interior. O novo volante dispensa o tradicional "H" da marca. O i20 também traz um novo painel digital, mais bonito e com mostradores fixos, além de uma central multimídia bem aumentada, agora com 12,3 polegadas.

Mesmo que a pegada seja mais tecnológica que o HB20, os botões físicos ainda predominam. Os comandos do ar-condicionado ganharam nova disposição e formam uma espécie de torre, ligando o console central à central multimídia.

Quem tem estatura mediana e se senta no banco traseiro dificilmente encosta os joelhos no assento da frente. O porta-malas comporta 346 litros de bagagem, 46 litros a mais que o do HB20.

E aí terminam as diferenças. O i20 terá versões de motor 1.0 aspirado e 1.0 turbo, praticamente idênticas às possibilidades encontradas no irmão menor. Agora, são 115 cv de potência, combinados a 17,5 kgfm de torque.

A perda de 5 cv mantém a experiência ao conduzir já conhecida de quem dirigiu um HB20. A posição ao volante também é praticamente a mesma, mantendo uma das principais qualidades do modelo: a sensação de um hatch leve e ágil.

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Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai

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Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai

Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai

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O ajuste da suspensão do i20 privilegia o conforto, uma tradição da Hyundai que vai dos modelos mais básicos aos SUVs.

Tanto nas ondulações do circuito fechado em Tuiuti (SP) quanto em trechos de terra e cascalho, a suspensão do i20 absorveu melhor os impactos do que a de rivais como Volkswagen Polo e Fiat Argo. Ao mesmo tempo, mantém a firmeza esperada de um hatch em curvas mais fechadas.

A calibração do câmbio automático também é um acerto. Ao puxar com mais força em uma subida, o i20 reduz rapidamente uma marcha para a retomada e é preciso no momento de engatar a próxima marcha para soltar a aceleração.

Além disso, o atraso entre o comando do acelerador e a resposta do carro é pequeno e não chega a incomodar quem busca reações mais rápidas.

Por que apostar em um hatch?

O Brasil vive a era dos SUVs. Desde o ano passado, mais da metade dos carros zero quilômetro vendidos no país pertence ao segmento, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai
Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai

Por isso, todos os lançamentos recentes e importantes do mercado automotivo foram SUVs.

As montadoras que apostaram em hatches nos últimos anos preferiram mudanças pontuais. A Chevrolet renovou o Onix sem grandes transformações, enquanto o Volkswagen Polo está há bastante tempo sem alterações relevantes.

Surge a pergunta: qual a estratégia da Hyundai? Ao g1, Maurício Jordão, gerente de relações públicas e imprensa da montadora, afirmou que o i20 deve disputar espaço com SUVs de entrada, e não com outros hatches.

“Se você pegar no line-up das outras marcas, você até tem essa proximidade entre um SUV menor, um SUV compacto e aí depois você tem os SUVs maiores. A Hyundai tem o HB20 e já tem o Creta. E é esse nicho do Kardian, do Pulse, do Tera, que o [i20] aqui vai entrar”, afirma Jordão.

Sobre a proximidade do HB20, o executivo afirma que o espaço interno será um dos principais diferenciais do novo modelo.

"A Hyundai não costuma deixar as versões muito próximas para tirar o mesmo preço. Então, se você olhar uma diferença de R$ 1.500 ou R$ 2.000, pode ser que o consumidor escolha pelo pacote de equipamentos", complementou.

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