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quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Contas públicas têm déficit de R$ 10 bilhões em agosto; dívida sobe para 82,9% do PIB, maior nível desde 2021

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No acumulado do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ou seja, em pouco mais de três anos, a dívida já avançou 11,2 pontos percentuais.
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Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Postado em 30 de Setembro de 2.026 às 09h35m
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 As contas do setor público consolidado apresentaram um déficit primário de R$ 10 bilhões em agosto, informou o Banco Central (BC) nesta quarta-feira (30).

🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se o contrário acontece, o resultado é de superávit primário.

🔎 O resultado não leva em conta o pagamento dos juros da dívida pública, e abrange o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais.

Na comparação com agosto do ano passado, houve melhora, uma vez que foi registrado um saldo negativo de R$ 17,3 bilhões naquele mês.

➡️ Com o novo déficit nas contas públicas em agosto, o endividamento continuou subindo e atingiu, no mês passado, 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB) — veja mais abaixo nessa reportagem.

Veja abaixo o desempenho das contas em agosto deste ano:

  • governo federal registrou saldo negativo de R$ 14,7 bilhões;
  • estados e municípios tiveram saldo superavitário de R$ 2,7 bilhões;
  • empresas estatais apresentaram superávit de R$ 2 bilhões.
Parcial do ano

No acumulado dos oito primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, as contas públicas registraram um déficit primário de R$ 88,9 bilhões — o equivalente a 1% do Produto Interno Bruto (PIB).

Com isso, houve piora na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo negativo de R$ 61,8 bilhões (0,74% do PIB).

No caso somente do governo federal, o resultado ficou negativo em R$ 97,1 bilhões na parcial deste ano, informou o BC, contra um déficit de R$ 84,6 bilhões nos oito primeiros meses de 2025.

  • Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo negativo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.
  • De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.
  • Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões
  • O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 67,3 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais, defesa e educação).
Após despesas com juros

Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional –, houve déficit de R$ 116 bilhões nas contas do setor público em agosto.

➡️ No acumulado em 12 meses até agosto, foi registrado um resultado negativo (déficit) de R$ 1,26 trilhão, ou 9,48% do PIB.

🔎 Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.

O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto do resultado mensal das contas, das atuações do BC no câmbio, e dos juros básicos da economia (Selic) fixados pela instituição para conter a inflação. Atualmente, a taxa Selic está em 13,75% ao ano, patamar elevado.

Segundo o BC, as despesas com juros nominais somaram R$ 1,18 trilhão (8,86% do PIB) em doze meses até agosto deste ano.

Dívida pública

Em agosto, segundo números do Banco Central, a dívida do setor público consolidado subiu 0,3 ponto percentual, para 82,9% do PIB — o equivalente a R$ 11,05 trilhões.

➡️ Este é o maior nível para a dívida pública desde março de 2021, quando somava 85,1% do PIB, ou seja, é o maior patamar em mais cinco anos.

➡️ No acumulado do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ou seja, em pouco mais de três anos, a dívida já avançou 11,2 pontos percentuais.

🔎 A alta na dívida no governo Lula está relacionada, principalmente, com o aumento de gastos públicos, que gera mais despesas com juros — um ciclo vicioso que se retroalimenta.

Dívida Bruta
% em relação ao PIB (conceito brasileiro)
DEZ/2010DEZ/2011DEZ/2012DEZ/2013DEZ/2014DEZ/2015DEZ/2016DEZ/2017DEZ/2018DEZ/2019DEZ/2020DEZ/21DEZ/22DEZ/23DEZ/24DEZ/25JAN/26FEV/26MAR/26ABR/26MAI/26JUN/26JUL/26AGO/26405060708090
Fonte: Banco Central

➡️ Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), que utiliza de um conceito internacional — englobando os títulos públicos na carteira do BC —, o endividamento brasileiro foi bem maior em agosto: 94,5% do PIB.

🔎 A proporção com o PIB é considerada por especialistas como o conceito mais apropriado para medir e comparar a dívida das nações. E o formato de cálculo do Fundo Monetário Internacional (FMI) é adotado internacionalmente.

➡️ Acima de 90% do PIB, o patamar da dívida brasileira está bem acima de nações emergentes e de países da América do Sul, ficando maior, também, do que a média das nações da Zona do Euro (segundo dados do FMI).

DÍVIDA POR BLOCOS ECONÔMICOS NO FIM DE 2025
% DO PIB (CONCEITO DO FMI)
88,788,711011012512573,673,671,171,1484861,561,593,493,4ZONA DO EURO*DESEVOLVIDOS*G7*EMERGENTES*AMÉRICA LATINA*ORIENTE MÉDIO E ÁSIA CENTRAL*ÁFRICA SUBSAARIANA*BRASIL050100150
Fonte: BC (REALIZADO EM 2025) E *ESTIMATIVAS DO FMI

Para tentar conter o crescimento da dívida, em 2023 o governo aprovou o chamado "arcabouço fiscal", ou seja, novas regras para as contas públicas em substituição ao teto de gastos.

  • A norma prevê crescimento das despesas abaixo das receitas, e um limite para gastos. Entretanto, despesas excluídas desse limite continuam pressionando para cima o endividamento.
  • Analistas pedem um corte robusto de gastos para conter a dívida e proporcionar queda do juro básico.
Contagem de cédulas — Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Contagem de cédulas — Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Ataque hacker vaza dados de milhares funcionários do FBI

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Vazamento foi uma das maiores violações de dados da agência em anos; grupo responsável exige que o órgão altere comunicado que os ofendeu
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Sean Lyngaas e Evan Perez, da CNN
28/09/26 às 20:40 | Atualizado 28/09/26 às 20:44
Postado em 28 de Setembro de 2.026 às 2055m
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O logotipo do FBI é visto em seu edifício-sede, em Washington
O logotipo do FBI é visto em seu edifício-sede, em Washington  • 28/11/2025REUTERS/Nathan Howard

Uma semana após um grupo hacker afirmar ter roubado dados pessoais sensíveis de milhares de funcionários atuais e antigos do FBI, a agência ainda avalia a extensão dos danos enquanto enfrenta críticas internas sobre a forma como está lidando com o ocorrido.

Trata-se de uma das mais graves violações de dados da agência em anos, mas alguns funcionários do FBI se sentem sem informações sobre se foram afetados e insatisfeitos com os recursos de segurança oferecidos às vítimas, segundo autoridades atuais e antigas.

"A direção está perdida", disse à CNN um ex-agente do FBI que mantém contato com antigos colegas.

Leia Mais:

A CNN solicitou um posicionamento do FBI sobre sua resposta à invasão.

O problema começou há uma semana, quando hackers invadiram um portal online que armazenava informações sobre candidatos a vagas no FBI. Números de Seguro Social, informações de contato de emergência e endereços pessoais estavam entre os dados roubados.

Os hackers exigiram que o FBI alterasse um comunicado anterior emitido sobre o grupo, alegando terem se sentido "ofendidos" pela forma como a agência descreveu suas supostas táticas de extorsão contra organizações vítimas.

Muitos no FBI e no setor de cibersegurança interpretaram a exigência como uma ameaça implícita de que os hackers vazariam os dados roubados. O grupo cibercriminoso agora afirma que nunca planejou publicar nenhum dos dados roubados, mas eles têm um histórico de fazer isso com outras vítimas.

Os hackers responsáveis, conhecidos como ShinyHunters, já haviam atacado "grandes empresas dos setores de tecnologia, finanças e varejo, frequentemente roubando milhões de registros de clientes de uma só vez", segundo o comunicado do FBI sobre o grupo.

Neste caso, os dados roubados incluem informações sobre pessoal do FBI que trabalha em unidades sensíveis focadas na China e na Rússia, entre outros temas, de acordo com fontes que tiveram acesso aos dados.

A notícia foi alarmante para os agentes do FBI que dependem de relativo anonimato para atuar na linha de frente do combate à contrainteligência, ao terrorismo e ao cibercrime. Alguns agentes estão preocupados com a possibilidade de seus endereços residenciais se tornarem públicos, o que poderia representar um risco de segurança para suas famílias enquanto viajam, segundo fontes a par do assunto.

A grande extensão da violação também gerou sérias preocupações de contrainteligência. Autoridades temem que dados pessoais detalhados, roubados pelos hackers, possam ser usados ​​em conjunto com outras informações comprometidas em violações anteriores para identificar agentes que ocupam cargos sensíveis, segundo várias pessoas informadas sobre a investigação.

Governos estrangeiros hostis ou cartéis de drogas poderiam usar essas informações — caso as obtivessem — para tentar identificar agentes que atuam infiltrados ou que desempenham funções específicas de interesse deles. O FBI terá de tentar mitigar os riscos de segurança para esses funcionários, afirmam as fontes.

Adversários já utilizaram dados do FBI como arma anteriormente. Um cartel de drogas mexicano contratou um hacker para monitorar os movimentos de um alto funcionário do FBI na Cidade do México, por volta de 2018, coletando informações do sistema de câmeras da cidade que permitiram ao cartel matar possíveis informantes do FBI, de acordo com um relatório do inspetor-geral do Departamento de Justiça divulgado no ano passado.

Na sexta-feira (25), o FBI enviou um e-mail aos funcionários sobre o ocorrido, enfatizando o compromisso do órgão com a segurança dos colaboradores e de suas famílias, segundo pessoas a par da mensagem.

O texto incentivava os funcionários a relatar quaisquer preocupações de segurança à equipe responsável por essa área no FBI. A mensagem informava que o órgão trabalha com a premissa de que os hackers roubaram dados de todos os funcionários do FBI.

Trata-se de um duro golpe para uma das principais organizações do país no combate a crimes cibernéticos, frequentemente acionada para ajudar a solucionar invasões sofridas por empresas da lista Fortune 500.

As divisões de cibercrime, segurança e assistência a vítimas do FBI estão todas envolvidas na resposta à invasão, segundo pessoas a par do assunto. O objetivo é fornecer a cada funcionário os recursos necessários para lidar com eventuais ameaças dos hackers.

No entanto, pelo menos inicialmente, alguns funcionários sentiram que não tinham acesso a esses recursos. Agentes do FBI recorreram aos rumores internos da agência para tentar encontrar respostas sobre a violação que a chefia não forneceu, disse uma fonte.

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sábado, 26 de setembro de 2026

Tarifas, investimentos e terras raras: Trump e Xi Jinping chegam a acordos após encontro na ONU

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Presidentes dos EUA e da China também discutiram inteligência artificial, guerras e comércio internacional.
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Por Jornal Nacional

Postado em 26 de Setembro de 2.026 às 10h00m

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EUA e China anunciam acordo de redução de tarifas
EUA e China anunciam acordo de redução de tarifas

Um dia depois do encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, a Casa Branca divulgou os resultados da reunião. Os dois países chegaram a um consenso sobre um tratamento tarifário mais favorável para US$ 30 bilhões em produtos não estratégicos de cada lado e criaram um conselho para discutir investimentos.

Segundo a Casa Branca, entre as exportações americanas beneficiadas estão produtos agrícolas, peixes e frutos do mar, madeira, cosméticos e dispositivos médicos. Entre os produtos chineses estão eletrônicos, brinquedos, decorações de festas e cadeirinhas infantis para carros.

EUA e China criam conselho de investimentos

Donald Trump e Xi Jinping. — Foto: Reprodução/TV Globo
Donald Trump e Xi Jinping. — Foto: Reprodução/TV Globo

Os dois países também estabeleceram um Conselho de Investimentos. O grupo terá como missão discutir possíveis oportunidades de investimento e obstáculos relacionados aos negócios entre os dois lados.

A proposta também cria um canal estruturado para que EUA e China tratem de questões relacionadas a investimentos consideradas relevantes para os dois países.

Os minerais críticos também entraram na pauta da reunião.

A China controla 70% da extração e 90% do processamento mundial de terras raras. No passado, o país usou essa posição para pressionar os Estados Unidos a recuarem na guerra comercial.

Segundo a Casa Branca, os dois lados continuarão trabalhando para resolver preocupações americanas relacionadas à falta de terras raras e outros minerais críticos. O objetivo é que as remessas chinesas voltem a níveis considerados adequados pelos Estados Unidos.

Inteligência artificial

Apesar de a inteligência artificial estar entre os principais assuntos da reunião, o avanço anunciado pelos dois países foi a criação de um diálogo sobre os riscos e benefícios da tecnologia.

EUA e China também concordaram em criar um canal específico para tratar de incidentes envolvendo inteligência artificial.

Nesta quinta-feira, Trump afirmou que os Estados Unidos estão à frente da China no desenvolvimento da tecnologia e que não pretende desacelerar o ritmo.

“Os Estados Unidos não vão pisar no freio. Quando se está na liderança, não se abre o jogo para o outro”, disse Trump.

O presidente americano afirmou ainda que os Estados Unidos estão à frente da China por um ano, um ano e meio ou até dois anos, segundo diferentes estimativas.

A Casa Branca informou que Trump e Xi também discutiram as guerras na Ucrânia e no Irã.

Segundo o governo americano, os dois concordaram que o Irã jamais poderá ter armas nucleares e que nenhum país ou instituição poderá impor taxas em vias de navegação internacionais.

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou que a visita abriu um novo capítulo na relação entre China e Estados Unidos, preservou a estabilidade dos laços bilaterais e terá impacto de longo alcance na paz e no desenvolvimento mundiais.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Embraer entrega o primeiro avião C-390 Millennium à Força Aérea do Uzbequistão

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Aeronave é produzida em Gavião Peixoto (SP), onde ocorreu evento de entrega nesta sexta-feira (25). Uzbequistão se torna o primeiro operador do C-390 Millennium na Ásia Central.
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Por g1 São Carlos e Araraquara

 Postado em 25 de Setembro de 2.026 às 15h35m

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C-390 Millennium é entregue à Força Aérea do Uzbequistão em Gavião Peixoto (SP) — Foto: Embraer/Divulgação
C-390 Millennium é ntregue à Força Aérea do Uzbequistão em Gavião Peixoto (SP) — Foto: Embraer/Divulgação 

A Embraer entregou nesta sexta-feira (25) a primeira aeronave de transporte multimissão C-390 Millennium à Força Aérea do Uzbequistão durante uma cerimônia realizada nas instalações da Embraer em Gavião Peixoto (SP).

A entrega contou com a presença do Major-General Akhmad Jamolovich Burkhonov, Comandante da Força Aérea, e Olimkhon Bakiyevich Rustamov, diretor da empresa estatal "O‘ztextreyd", representando a República do Uzbequistão.

O contrato, assinado no final de 2024, também inclui um pacote de treinamento e suporte, além do fornecimento de peças de reposição.

O Uzbequistão se torna o primeiro operador do C-390 Millennium na Ásia Central, assinalando um marco importante nos esforços do país para modernizar e fortalecer capacidades de mobilidade aérea. 

Cargueiro militar da Embraer faz voo inaugural em Gavião Peixoto
Cargueiro militar da Embraer faz voo inaugural em Gavião Peixoto

"A entrega do primeiro C-390 Millennium representa um passo significativo para a modernização da Força Aérea do Uzbequistão. O desempenho excepcional, a versatilidade e as capacidades multimissão da aeronave nos permitirão executar uma ampla gama de missões com maior eficiência e prontidão. Estamos ansiosos para introduzir esta plataforma de última geração em serviço e fortalecer ainda mais nossas capacidades operacionais", disse o Major-General Akhmad Jamolovich Burkhonov, Comandante da Força Aérea do Uzbequistão.

"Estamos honrados em entregar o primeiro C-390 Millennium à Força Aérea do Uzbequistão e dar as boas-vindas ao Uzbequistão à crescente comunidade de operadores do C-390 no mundo todo", disse Bosco da Costa Júnior, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. 

"A escolha do C-390 confirma seu status como a solução de mobilidade aérea mais avançada disponível atualmente. Essa entrega reforça nosso compromisso de apoiar o Uzbequistão com capacidade incomparável e flexibilidade operacional para as próximas décadas."

Com essa primeira entrega, o Uzbequistão se junta a um grupo crescente de nações que operam o C-390 Millennium, reforçando a posição da aeronave como o novo padrão no transporte aéreo tático de médio porte.

Avião C-390 Millennium é entregue à Força Aérea do Uzbequistão em Gavião Peixoto (SP) — Foto: Embraer/DivulgaçãoAvião C-390 Millennium é entregue à Força Aérea do Uzbequistão em Gavião Peixoto (SP) — Foto: Embraer/Divulgação

C-390 Millennium

O C-390 Millennium, construído e projetado no século 21, é a aeronave de transporte militar mais moderna de sua categoria.

  • Ele pode transportar mais carga útil (26 toneladas) do que outras aeronaves militares de transporte de médio porte, voando mais rápido (470 nós) e mais longe.
  • É capaz de executar uma ampla gama de missões, incluindo transporte de carga e tropas, lançamentos de equipamentos e pessoal, evacuação médica, busca e salvamento (SAR), combate a incêndios e missões humanitárias, operando a partir de pistas temporárias ou não pavimentadas.
  • Quando equipado com sistema de reabastecimento aéreo (AAR) de instalação rápida, pode atuar tanto como tanque, quanto como receptor.

Além da Força Aérea Brasileira, a aeronave multimissão de última geração foi selecionada pelas forças aéreas de Portugal, Hungria, República da Coreia, Holanda, Áustria, República Tcheca, República do Uzbequistão, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Eslováquia, Colômbia e Lituânia.

O C-390 Millennium oferece capacidade, confiabilidade, versatilidade e desempenho incomparáveis para atender às necessidades táticas e estratégicas das forças aéreas em todo o mundo com interoperabilidade entre seus operadores. 

C-390 vai equipar a força aérea da Coreia do Sul
C-390 vai equipar a força aérea da Coreia do Sul 

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