Os metais preciosos haviam recuado nos últimos dias após a indicação de Kevin Warsh para assumir a presidência do Federal Reserve, no lugar de Jerome Powell, que deixará o cargo em maio. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Redação g1— São Paulo Postado em 03 de Fevereiro de 2.026 às 14h50m $.# Postagem - Nº 1.169#.$
Incertezas geradas pela política externa de Trump voltam a pressionar o ouro
Após dois dias de fortes quedas, os preços do ouro e da prata voltaram a dispararnesta
terça-feira (3). O metal dourado teve sua maior valorização diária
desde novembro de 2008, à medida que investidores voltaram a aproveitar
níveis de preço mais baixos.
O ouro à vista avançou mais de 6%, negociado a US$ 4.953,35 por onça.
O resultado representa uma recuperação em relação à mínima registrada na véspera, deUS$ 4.403,24. Ainda assim, ficou abaixo do recorde histórico alcançado na semana passada, de US$ 5.594,82.
No mercado futuro, os contratos de ouro para entrega em abril subiam 6,8%, para US$ 4.968,70 por onça.
A alta foi ainda mais intensa no mercado de prata: o metal avançou 10,8%, cotado a US$ 85,33 por onça, depois de ter sofrido uma queda de 27% na sexta-feira e novo recuo de 6% na sessão de segunda-feira.
Para Peter Grant, vice-presidente e estrategista sênior de metais da
Zaner Metals, as perdas recentes fazem parte de um ajuste dentro de uma
tendência mais ampla. Segundo ele, os fatores que sustentaram a
valorização do ouro nos últimos anos seguem presentes.
Grant avalia ainda que o mercado pode passar por um período de
estabilização, com o patamar de US$ 4.400 funcionando como referência de
suporte e a região próxima de US$ 5.100 como um possível limite de
resistência.
A expectativa do mercado é de que Warsh apoie cortes de juros, mas
adote uma postura mais restritiva em relação ao tamanho do balanço do
banco central americano.
Ativo de proteção aos investidores
Outro fator que pesou sobre os preços foi a decisão da CME Group de
elevar as exigências de margem para contratos futuros de metais
preciosos, o que tende a reduzir a alavancagem dos investidores.
Apesar da volatilidade recente, analistas seguem projetando a continuidade do movimento de alta no médio e longo prazo, com possibilidade de novos recordes ao longo do ano.
Jeffrey Christian, sócio-gerente da CPM Group, afirma que a expectativa é deretomada gradual da valorização, à medida que persistem as preocupações dos investidores com o cenário econômico e político.
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O ouro costuma ser visto como uma forma de proteção em momentos de
incerteza e, historicamente, tende a se beneficiar de ambientes de juros
mais baixos.
Em meio a isso, o Departamento de Estatísticas do Trabalho dos Estados
Unidos informou que o relatório de emprego de janeiro não será divulgado
nesta sexta-feira, em razão da paralisação parcial do governo federal.
Entre outros metais, a platina à vista subiu 4,8%, negociada a US$
2.227,85 por onça, enquanto o paládio avançou 2,9%, para US$ 1.755,00.
O projeto combinará US$ 2 bilhões de recursos privados e um empréstimo de US$ 10 bilhões do Banco de Exportação e Importação dos EUA para adquirir e armazenar minerais destinados a montadoras, empresas de tecnologia e outros fabricantes. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Reuters — São Paulo 02/02/2026 21h50 Atualizado há uma hora Postado em 02 de Fevereiro de 2.026 às 22h50m $.# Postagem - Nº 1.168#.$
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em evento em Mar-a-Lago,
em 16 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (2) a criação de um estoque estratégico de minerais críticos, com US$ 10 bilhõesem financiamento inicial do Banco de Exportação e Importação dos EUA (U.S. Export-Import Bank).
“Por anos, empresas americanas correram o risco de ficar sem minerais
críticos durante interrupções de mercado”, disse Trump durante um evento
no Salão Oval.
“Hoje,
estamos lançando o que será conhecido como Project Vault [Projeto
Caixa-Forte], para garantir que empresas e trabalhadores americanos
nunca sejam prejudicados por qualquer escassez", acrescentou.
Washington tem se mobilizado para contrabalançar o que os formuladores
de políticas consideram manipulação chinesa nos preços de lítio, níquel,
terras raras e outros minerais críticos, essenciais para a produção de
veículos elétricos, armamentos de alta tecnologia e diversos outros
produtos industrializados. Essa situação tem dificultado a operação das
mineradoras americanas há anos.
O projeto reunirá US$ 2 bilhões
de recursos privados e um empréstimo de US$ 10 bilhões do EXIM Bank
para adquirir e armazenar minerais destinados a montadoras, empresas de
tecnologia e outros fabricantes, afirmou Trump. O banco de exportação
confirmou a aprovação do empréstimo nesta segunda-feira.
As ações de empresas de terras raras e outros minerais críticos, como
MP Materials e USA Rare Earth Inc, subiram após notícias de que um
anúncio sobre a iniciativa de US$ 12 bilhões era iminente.
A CEO da General Motors, Mary Barra, e o bilionário da mineração Robert
Friedland, que representam produtores e consumidores de minerais
críticos, estiveram presentes no evento no Salão Oval.
O projeto atraiu o interesse de diversas empresas americanas de setores automotivo e tecnológico.
Empresas de comércio de commodities, incluindo Hartree Partners, Traxys
North America e Mercuria Energy Group, seriam encarregadas da compra
das matérias-primas para o estoque, disse à Reuters um funcionário da
administração Trump familiarizado com o plano.
O Project Vault visa apoiar a indústria automobilística dos EUA,
permitindo que as empresas mantenham os riscos fora de seus balanços. A
logística do projeto foi comparada a uma associação da Costco, que
possibilita compras em grandes volumes.
Outro objetivo é garantir um estoque de minerais suficiente para 60
dias em caso de emergência, acrescentou o funcionário, destacando que a
estocagem já estava em andamento.
Uma estrutura executiva será criada para o projeto, e o EXIM deve
ocupar um assento no conselho, disse o funcionário à Reuters.
No mês passado, um grupo bipartidário de legisladores americanos propôs um projeto de lei para criar um estoque de US$ 2,5 bilhões em minerais críticos, com o objetivo de estabilizar os preços do mercado e estimular a mineração e o refino nacionais.
O preço do ouro subiu acima de US$ 5 mil por onça pela primeira vez na história, com os investidores buscando segurança em meio às incertezas políticas e econômicas. Mas o ouro realmente é um porto seguro? --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por BBC 01/02/2026 02h00 Atualizado há 04 horas Postado em 01 de Fevereiro de 2.026 às 06h00m $.# Postagem - Nº 1.167#.$
O preço do ouro bateu uma série de recordes nos últimos tempos, em meio
à incertezas da geopolítica global. — Foto: Reuters via BBC
O aumento vem em um momento em que astensões entre os Estados Unidos e a Otan em relação à Groenlândia fizeram crescer as preocupações mundiais em relação às incertezas financeiras e geopolíticas.
A política comercial do presidente americano, Donald Trump,
também vem preocupando os mercados. No sábado (24/1), ele ameaçou impor
uma tarifa de importação de 100% ao Canadá, se o país celebrar um
acordo comercial com a China.
O ouro e outros metais preciosos são considerados ativos seguros para os investidores em tempos de incerteza.
Na sexta-feira (23/1), a prata atingiu US$ 100 (cerca de R$ 530) a onça
pela primeira vez, em novo aumento somado aos quase 150% do ano
passado.
Diversos outros fatores também alavancaram a demanda por metais
preciosos. Eles incluem a inflação mais alta que o habitual, a fraca
cotação do dólar americano, a compra dos metais por bancos centrais de
todo o mundo e a expectativa de que o Federal Reserve (o Banco Central
dos Estados Unidos) venha a reduzir novamente as taxas de juros este ano.
'As pessoas vão para o ouro'
As preocupações com a economia podem ajudar a elevar o preço do ouro,
mas a cotação do metal também tende a subir quando os investidores
esperam redução das taxas de juros.
Taxas mais baixas normalmente indicam menores retornos para investimentos como títulos do governo. Por isso, os investidoresbuscam ativos como o ouro e a prata.
Grande parte do mercado espera que o Federal Reserve reduza sua principal taxa de juros duas vezes em 2026.
"A
relação é inversa porque o custo de oportunidade de manter o dinheiro
em um título do governo, na verdade, não vale mais a pena. Por isso, as
pessoas vão para o ouro", explica o estrategista de pesquisa Ahmad
Assiri, da corretora australiana Pepperstone.
Será que o ouro é realmente um porto seguro? — Foto: Reuters via BBC
Quando os mercados financeiros desabam, pode haver uma súbita "corrida
do ouro", com um grande número de compradores (incluindo governos e
investidores individuais) buscando comprar o metal precioso, segundo o
historiador da economia Philip Fliers, da Universidade de Belfast, no
Reino Unido.
O ouro teve um ano de destaque em 2025. Muitos investidores migraram
para os metais preciosos, gerando o maior aumento anual do preço do ouro
desde 1979.
Com os mercados financeiros assustados por diversas preocupações, como as tarifas de importação de Donald Trump
e o receio de que as ações relacionadas à inteligência artificial
estejam supervalorizadas, o ouro atingiu repetidos recordes de alta.
Susannah Streeter é a estrategista-chefe de investimentos do Wealth
Club, uma plataforma de investimentos voltada a clientes de alto padrão.
Ela afirma que o ouro "parece não conhecer fronteiras", em meio às
atuais incertezas políticas.
"A corrida para o porto seguro dourado continua, com o preço do metal precioso subindo cada vez mais", segundo ela.
Streeter destaca as tensões comerciais geradas pela ameaça de tarifas
de Trump contra o Canadá, que "deixaram os investidores inquietos".
Disparada
Nem todos os que investem em ouro compram o metal precioso em forma
física. Alguns investidores colocam seu dinheiro em produtos
financeiros, como fundos de investimento negociados em bolsa (ETFs), que
são atrelados ao ouro.
"O ouro é um investimento 'seguro', mas isso não significa que ele não apresente riscos", explica Fliers.
Em janeiro de 2020, no início da pandemia de covid-19, os preços do
ouro dispararam. Mas, em março do mesmo ano, eles começaram a cair.
"Quando a confiança nos ativos financeiros e na estabilidade política
começa a oscilar, o ouro tende a reagir primeiro, como o principal metal
monetário", explica a planejadora financeira Anita Wright, da empresa
britânica Ribble Wealth Management.
O ouro sempre teve importância simbólica e religiosa ao longo da história humana. — Foto: Reuters via BBC
Da máscara mortuária do faraó Tutancâmon, no Egito Antigo, até o Banco
de Ouro da nação Asante, em Gana, e os Tronos de Ouro do Templo
Padmanabhaswamy, na Índia, o metal sempre teve importância simbólica e
religiosa ao longo da história humana.
Um dos maiores apelos do ouro é sua relativa escassez.
Foram mineradas até hoje apenas cerca de 216.265 toneladas do metal,
segundo o Conselho Mundial do Ouro. Esta quantidade é suficiente para
encher três a quatro piscinas olímpicas.
A maior parte deste volume só foi extraída de 1950 para cá, com os
avanços da tecnologia de mineração e a descoberta de novos depósitos.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos
calcula que outras 64 mil toneladas de ouro ainda poderão ser extraídas
das reservas subterrâneas. Mas a previsão é que o abastecimento do
metal atinja um nível estável nos próximos anos.
Compras em volume
Não surpreende que muitas pessoas busquem o investimento em ouro como uma forma confiável de proteger seu patrimônio.
O valor dos objetos e joias de ouro guardados em casa, muitas vezes,
não é afetado pelas alterações dos mercados financeiros globais.
"Quando
você tem ouro, não está preso à dívida de outra pessoa, como um título
ou ação, quando o desempenho de uma empresa define o desempenho" do
investimento, explica Nicholas Frappell, chefe global de mercados
institucionais da empresa ABC Refinery. "É uma ótima opção de
diversificação, em um mundo com muitas incertezas."
Mas qualquer grande investimento pode ficar à mercê das ações dos grandes operadores financeiros.
Fliers suspeita que grande parte do recente aumento dos preços do ouro
"seja causado pelos bancos centrais dos governos, aumentando seus
estoques de ouro".
Eles costumam comprar ouro em grandes volumes para ampliar suas
reservas, fugindo de investimentos em ações em tempos de incerteza.
Longo prazo
No ano passado, os bancos centrais acumularam centenas de toneladas de
lingotes nas suas reservas, segundo o Conselho Mundial do Ouro.
"Existe um claro afastamento do dólar americano, o que beneficia
imensamente o ouro", segundo Nikos Kavalis, diretor-gerente da
consultoria de metais preciosos Metals Focus.
No início deste ano, o ouro continuou a subir, mas Frappell alerta que
as notícias, que "orientam o mercado", também poderão resultar na queda
das cotações.
"É preciso haver escopo para notícias inesperadas que poderão realmente
ser positivas para o mundo, mas não necessariamente para o ouro",
afirma ele.
Ou seja, investir no metal precioso pode trazer seus riscos.
"Ainda é uma estratégia arriscada especular no aumento do preço do
ouro, pois, assim que os mercados se acalmarem e os governos recobrarem o
juízo, as pessoas irão deixar novamente o ouro", explica Fliers.
"Eu diria que o investimento em ouro é algo que se faz a longo prazo."
Em muitas culturas, o ouro é comprado durante festivais ou oferecido
como presentes em comemorações. — Foto: Getty Images via BBC
Mas nem todos compram ouro puramente por razões de investimento.
Em muitas culturas, o metal é adquirido durante festivais ou oferecido como presente em comemorações, como casamentos.
Na Índia, o festival anual Diwali é considerado uma ocasião auspiciosa
para comprar metais preciosos que irão trazer sorte e riqueza.
Segundo o banco de investimentos americano Morgan Stanley, as famílias
indianas possuem US$ 3,8 trilhões (cerca de R$ 20 trilhões) em ouro.
Este valor equivale a 88,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Já a vizinha China é o maior mercado consumidor de ouro do mundo. Muitos acreditam que comprar o metal traz boa fortuna.
"Costumamos observar um pico sazonal da demanda perto do Ano Novo
Chinês, como estamos verificando no momento, até certo ponto", explica
Kavalis. Ele se refere ao Ano do Cavalo, que começa em fevereiro.
Municípios que mais arrecadam abrigam pouco mais de um terço (36,4%) de toda a população brasileira. Dados são do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Isabela Bolzani, g1 — São Paulo 30/01/2026 05h03 Atualizado há 03 horas Postado em 30 de Janeiro de 2.026 às 08h00m $.# Postagem - Nº 1.166#.$
Veja os cinco municípios com maior arrecadação no Brasil
Os 100 municípios com maior arrecadação de tributos no Brasil concentram 77,6% do total recolhido no país, embora abriguem pouco mais de um terço da população brasileira (36,4%).
O estudo usa informações da Receita Federal
de 2024 e considera os valores recolhidos em cada município, mas que
não correspondem necessariamente ao dinheiro que entrou, de fato, nos
cofres públicos.
Segundo o documento, esses municípios arrecadaram mais de R$ 1,9 trilhão no ano. O destaque ficou com São Paulo, que recolheu sozinho R$ 581,2 bilhões — o equivalente a 23,1% de toda a arrecadação nacional.
Na sequência, aparecem Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Osasco. (Veja a lista completa ao final desta reportagem)
Veja os 10 municípios que mais arrecadaram em 2024:
São Paulo (SP): R$ 581,2 bilhões
Rio de Janeiro (RJ): R$ 306,9 bilhões
Brasília (DF): R$ 180,1 bilhões
Belo Horizonte (MG): R$ 54,7 bilhões
Osasco (SP): R$ 50,2 bilhões
Curitiba (PR): R$ 44,5 bilhões
Barueri (SP): R$ 36,5 bilhões
Porto Alegre (RS): R$ 33,7 bilhões
Itajaí (SC): R$ 27,1 bilhões
Campinas (SP): R$ 26 bilhões
Segundo o presidente-executivo do IBPT,
João Eloi Olenike, a forte concentração de arrecadação no Sul e no
Sudeste se explica principalmente pela maior presença de atividades
industriais e comerciais nessas regiões.
“Existem
municípios que, mesmo com menor população, ainda registram uma
arrecadação muito elevada por conta da concentração de indústrias,
comércio e prestadores de serviços”, explica o executivo.
“Mesmo regiões que se destacam em setores como o turismo ainda não têm
arrecadação suficiente para se equiparar ao que vemos no Sul e no
Sudeste”, completa Olenike.
Entre os municípios que se destacam por seus polos industriais e
comerciais estão Jundiaí, Sorocaba, Caxias do Sul, Joinville, Itajaí,
Porto Alegre, Curitiba, Osasco, Barueri e Campinas.
Em relação à arrecadação per capita, o destaque é Barueri (SP), que arrecadou R$ 110,4 mil por pessoa no ano.
São Paulo, que lidera o ranking geral de arrecadação, ficou na 12ª
posição entre os municípios com maior arrecadação per capita, com R$
48.854,61 — abaixo de Itajaí, Osasco e Brasília, por exemplo.
Mudanças com a reforma tributária
O presidente do IBPT reforça que parte do ranking dos municípios com
maior arrecadação deve mudar com a implementação da reforma tributária.
Isso ocorre porque a reforma altera a forma de cobrança dos tributos no país:
Pelas regras atuais, o imposto é cobrado na origem, ou seja, onde os bens são produzidos. Isso favorece municípios com polos industriais e comerciais;
Com a reforma em vigor, a cobrança passa a ocorrer no destino, onde o consumo acontece. Isso tende a beneficiar municípios mais populosos.
“Isso
não deve acontecer de forma imediata, mas a expectativa é que, com a
mudança na tributação, os municípios que recebem as mercadorias passem a
ter mais destaque na arrecadação”, diz Olenike, citando regiões do
Norte e do Nordeste como possíveis beneficiadas.
“Nesse caso, o Norte e o Nordeste atualmente compram mais produtos de
outras regiões do que vendem e devem ver alguma mudança nesse ranking
com a reforma tributária”, completa.
Distribuição dos 100 municípios que mais arrecadam pelo Brasil
Região Sudeste: (total de 53 municípios)
São Paulo (SP): 36 municípios.
Minas Gerais (MG): 9 municípios.
Espírito Santo (ES): 4 municípios.
Rio de Janeiro (RJ): 4 municípios.
Região Sul: (total de 26 municípios)
Santa Catarina (SC): 12 municípios.
Rio Grande do Sul (RS): 7 municípios.
Paraná (PR): 7 municípios
Região Nordeste: (total de 12 municípios)
Bahia (BA): 3 municípios.
Pernambuco (PE): 2 municípios.
Ceará (CE): 1 município.
Maranhão (MA): 1 município.
Alagoas (AL): 1 município.
Sergipe (SE): 1 município.
Paraíba (PB): 1 município.
Rio Grande do Norte (RN): 1 município.
Piauí (PI): 1 município
Região Centro-Oeste: (total de 6 municípios)
Goiás (GO): 3 municípios.
Distrito Federal (DF): 1 município.
Mato Grosso (MT): 1 município.
Mato Grosso do Sul (MS): 1 município.
🔎 Brasília se destaca na região pela concentração de tributos arrecadados, por ser a capital federal.
Região Norte: (total 3 municípios)
Amazonas (AM): 1 município.
Pará (PA): 1 município.
Rondônia (RO): 1 município
Veja o ranking completo dos municípios com maior arrecadação
Veja a lista de municípios com a maior arrecadação per capita
São Paulo é o município que mais arrecada no país. — Foto: TV Globo/Reprodução