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terça-feira, 26 de maio de 2026

Ações da Ferrari despencam mais de 8% após a revelação do 1º carro elétrico da marca

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SUV elétrico custa US$ 610 mil e foi desenhado por Jony Ive, designer de várias gerações do iPhone. Novidade da Ferrari tem 1.050 cavalos, chega a 310 km/h e tem 530 km de autonomia.
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Por Redação g1

Postado em 26 de Maio de 2.026 às 15h00m
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Espera-se que a Ferrari Luce, que é completamente elétrica, esteja disponível ainda este ano — Foto: Ferrari
Espera-se que a Ferrari Luce, que é completamente elétrica, esteja disponível ainda este ano — Foto: Ferrari

A Ferrari apresentou na segunda-feira (25) o Luce, seu primeiro carro elétrico. Apesar dos números impressionantes de desempenho, o design e proposta do modelo causaram reações nas redes sociais.

O mercado financeiro também não assimilou bem a novidade. As ações da Ferrari negociadas na bolsa de Milão caíram 8,37% nesta terça-feira (26). Os papéis da montadora fecharam na segunda-feira ao valor de 310 euros (R$ 1.808) e caíram para 284,05 euros (R$ 1.657) no fechamento desta terça.

A Ferrari apresentou o Luce e afirmou que o modelo é um novo capítulo para a marca de Maranello. O preço anunciado é de US$ 610 mil (R$ 3,2 milhões em conversão direta).

O nome Luce, segundo a marca, evoca claridade e direção. Ele ilumina o caminho em direção ao futuro a define a intenção de criar uma Ferrari 360º, não somente uma Ferrari elétrica, diz o comunicado.

O Luce é o primeiro carro de cinco lugares da Ferrari — Foto: Ferrari
O Luce é o primeiro carro de cinco lugares da Ferrari — Foto: Ferrari

Designer do iPhone

O ponto de maior debate é o design do Luce, que tem pouquíssimo elementos marcantes da Ferrari. O SUV tem carroceria arredondada, linha de cintura alta e proporções mais comuns em carros tradicionais. Bem longe do que se espera de uma Ferrari

E a polêmica não é pelo fato de a Ferrari lançar um utilitário esportivo, pois a Purosangue foi bem aceita e tem bons números de vendas.

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O capô flutuante com parte inferior em preto e o para-brisas amplo causam estranheza. Assim como o mecanismo dos limpadores de para-brisa, que ficam sempre na vertical e nas laterais do vidro.

Na lateral, a Ferrari fez uma combinação de teto, colunas e saias laterais em preto para tirar o peso visual do carro, que é grande para um esportivo. Chama a atenção um grande aplique preto nas portas dianteiras. As portas traseiras abrem no sentido inverso.

Ferrari Luce foi desenhada por Jony Ive, designer de várias gerações do IPhone

Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari

Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari


 
Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari
Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari

Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari

Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari

Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari

Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari

Na traseira, o Luce tenta invocar modelo icônico dos anos 1980 e 1990 com as quatro lanternas redondas e aplique em preto.

O interior já havia sido revelado e mostra a filosofia minimalista que caracteriza os produtos da Apple. Telas com cantos arredondados, botões com acionamento fácil e leitura clara das informações.


Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari 

Os responsáveis pelo design do Luce são da Lovefrom, estúdio de Jony Ive, designer que trabalhou na Apple e foi responsável por várias gerações do iPhone. Segundo a Ferrari, foi dado ao estúdio a liberdade criativa necessária para definir a direção do design do projeto.

Desempenho

São quatro motores elétricos, um para cada roda, e o total é de 1.050 cv. A aceleração de 0 a 100 km/h leva 2,5 segundos. Para chegar a 200 km/h depois da largada, o Luice leva só 6,8 segundos. A velocidade máxima é de 310 km/h.

As baterias de 122 kWh estão plugadas em um sistema de 800 V. Em postos de recarga super-rápida, o Luce pode alcançar 350 kW. Isso permite recuperar até 70 kW para a bateria em 20 minutos.

Com baterias 100% carregadas e nos critérios internacionais, o Luce tem autonomia de mais de 530 km.

Ferrari Luce é primeiro carro elétrico da marca italiana

Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari



Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari

Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari
Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari

Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari

Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari


 
Ferrari Luce — Foto: divulgação/Ferrari
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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Huawei propõe novo caminho para desenvolver chips em meio a sanções dos EUA

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Empresa espera projetar chips de ponta até 2031 com densidade de transistores equivalente a processos de 1,4 nanômetro. Estratégia foca em escalonamento, em vez de tornar transistores menores.
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TOPO
Por Che Pan, Eduardo Baptista, Casey Hall

Postado em 25 de Maio de 2.026 às 08h00m
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Estande da Huawei da World Artificial Intelligence Conference em Xangai, China, em julho de 2025 — Foto: REUTERS/Go Nakamura
Estande da Huawei da World Artificial Intelligence Conference em Xangai, China, em julho de 2025 — Foto: REUTERS/Go Nakamura

A companhia chinesa Huawei afirmou neste domingo (24, já segunda-feira, 25, em Xangai) que espera projetar chips de ponta até 2031 com densidade de transistores equivalente a processos de 1,4 nanômetro, apesar das sanções dos Estados Unidos. As sanções dificultam que a China obtenha os equipamentos necessários para fabricar esses chips.

A projeção foi feita em apresentação da Huawei sobre o que ela chama de "Lei de Escalonamento Tau" (Tau Scaling Law), um princípio para aprimorar chips em um momento em que a indústria já não pode depender da redução do tamanho dos transistores.

He Tingbo, presidente da divisão de semicondutores da Huawei e diretora do comitê científico da empresa, apresentou o conceito em um discurso intitulado Novo Caminho dos Semicondutores na Prática, durante o Simpósio Internacional IEEE sobre Circuitos e Sistemas (ISCAS) de 2026, em Xangai.

Embora a empresa não tenha apresentado dados independentes de desempenho, a meta é significativa porque o processo de 1,4 nm deve estar próximo da fronteira global da fabricação avançada de chips no fim desta década.

Lei de Escalonamento

A Lei de Escalonamento Tau concentra-se em reduzir o tempo necessário para que sinais e dados se movimentem por chips e sistemas computacionais, afirmou a Huawei. Se tiver sucesso, ela poderá oferecer à empresa uma forma de melhorar desempenho e densidade dos chips apesar das restrições ao acesso da China aos equipamentos semicondutores mais avançados.

A Huawei afirmou que seus chips Kirin programados para serem lançados no segundo semestre de 2026 serão os primeiros a utilizar uma arquitetura relacionada chamada LogicFolding, que, segundo a empresa, reduzirá o comprimento das conexões internas dos chips e melhorará consideravelmente o desempenho.

A empresa informou que projetou e produziu em massa 381 chips nos últimos seis anos com base na Lei de Escalonamento Tau, para uso em setores como smartphones e computação de inteligência artificial.

Sanções dos EUA

A Huawei está sujeita a sanções dos Estados Unidos desde 2019. Na época, o governo americano disse haver risco de que a empresa atuasse em espionagem virtual para favorecer o governo chinês. No mesmo ano, o Google suspendeu seus principais acordos com a Huawei.

Washington restringiu o acesso da Huawei a ferramentas avançadas de litografia e a outras tecnologias-chave de semicondutores.

A companhia acabou desenvolvendo tecnologia própria para contornar sanções - a exemplo de um sistema operacional para celulares da marca.

Resultados financeiros

De acordo com a última divulgação de resultados da empresa, a Huawei Technologies cresceu 2,2% em receita em 2025. O avanço foi impulsionado principalmente pelas áreas de infraestrutura de rede e de dispositivos de consumo, enquanto o negócio de computação em nuvem teve queda no faturamento.

A empresa, que tem sede em Shenzhen, alcançou receita de US$ 127,5 bilhões em 2025. O resultado mostra uma desaceleração significativa frente ao crescimento de 22,4% registrado em 2024.

O desempenho de 2025 representa a segunda maior receita anual da Huawei, abaixo apenas do recorde de US$ 128,9 bilhões obtido em 2020. O lucro líquido cresceu 8,6%, chegando a US$ 9,8 bilhões.

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Petróleo sobe com impasse entre EUA e Irã e aumenta tensão nos mercados

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Mercado acompanha guerra no Oriente Médio e impactos sobre o petróleo, enquanto investidores também monitoram cenário político nos Estados Unidos.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 22 de Maio de 2.026 às 09h25m
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Os preços do petróleo voltaram a subir nesta sexta-feira (22) diante da falta de avanços nas negociações para encerrar a guerra envolvendo o Irã. O mercado segue em alerta principalmente por causa das tensões no Estreito de Ormuz, enquanto as conversas entre Washington e Teerã continuam sem acordo.

Por volta das 7h15 (de Brasília), o petróleo Brent, referência internacional, avançava 2,8%, para US$ 105,48 por barril. Antes da guerra, em fevereiro, a commodity era negociada perto de US$ 70. Já o petróleo WTI, referência nos Estados Unidos, subia 2,3%, para US$ 98,58 por barril.

Na avaliação dos estrategistas de commodities Warren Patterson e Ewa Manthey, do ING, os investidores seguem atentos às negociações entre Washington e Teerã.

Os mercados ainda buscam sinais de progresso em um possível acordo entre os EUA e o Irã, escreveram em relatório divulgado nesta sexta-feira. Embora existam sinais de otimismo, a incerteza prevalece.

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Nos EUA, o cenário político também adicionou cautela aos mercados. Parlamentares republicanos adiaram para junho a votação de propostas que poderiam pressionar o presidente Donald Trump a retirar o país da guerra.

A Câmara dos Deputados previa analisar uma resolução apresentada por democratas para limitar a campanha militar americana, mas líderes republicanos decidiram não levar o texto à votação após avaliarem que não teriam apoio suficiente para barrar a medida.

Bolsas europeias e asiáticas avançam

Mesmo com as incertezas, as bolsas globais operavam em alta.

Na Europa, por volta da manhã desta sexta-feira, o índice FTSE 100, do Reino Unido, subia 0,4%, enquanto o CAC 40, da França, avançava 0,5%. Na Alemanha, o DAX registrava alta de 0,7%.

Na Ásia, o principal destaque foi o Japão. O índice Nikkei 225, da Bolsa de Tóquio, saltou 2,7% e fechou em nível recorde, impulsionado também por dados que mostraram desaceleração da inflação no país. Em abril, a inflação ficou em 1,4%, o menor patamar em quatro anos, apesar da alta nos preços de petróleo e gás causada pela guerra.

Outros mercados asiáticos também fecharam em alta. Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,9%, mesmo percentual de ganho do índice de Xangai. Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,4%, enquanto o principal índice da Austrália também avançou 0,4%.

Wall Street caminha para um dia em alta

Em Wall Street, os índices futuros indicavam abertura positiva. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), os futuros do S&P 500 e do Dow Jones avançavam mais de 0,3%.

Na véspera, as bolsas americanas já haviam fechado em alta moderada. O S&P 500 subiu 0,2%, o Dow Jones avançou 0,6% e o Nasdaq, concentrado em empresas de tecnologia, teve leve alta de 0,1%.

Entre os destaques corporativos, as ações da Nvidia caíram 1,8%, apesar de resultados trimestrais acima do esperado impulsionados pela demanda ligada à inteligência artificial.

Já companhias aéreas como Southwest Airlines e American Airlines avançaram após um alívio temporário nos preços do petróleo antes da nova alta desta sexta-feira.

*Com informações da Associated Press

Petrobras descobre petróleo de alta qualidade na Bacia de Campos — Foto: Reuters/Bruno Domingos
Petrobras descobre petróleo de alta qualidade na Bacia de Campos — Foto: Reuters/Bruno Domingos

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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Brasil pode ser o próximo fornecedor global de terras raras?

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País possui a segunda maior reserva mundial, mas enfrenta desafios tecnológicos e industriais para explorar esses minerais estratégicos.
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TOPO
Por Juan Sebastian Serrano

Postado em 20 de Maio de 2.026 às 12h15m
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Amostra de argila com compostos de terras raras retiradas na caldeira vulcânica de Poços de Caldas, MG — Foto: Viridis/Divulgação
Amostra de argila com compostos de terras raras retiradas na caldeira vulcânica de Poços de Caldas, MG — Foto: Viridis/Divulgação

Escondidos sob o solo brasileiro, milhões de toneladas de terras raras despertam o interesse global, com os Estados Unidos na vanguarda. No entanto, embora representem o novo ouro brasileiro para alguns, o boom parece distante.

Essenciais para fabricar desde carros elétricos a mísseis, esses 17 elementos são abundantes na terra — mas a China detém as maiores reservas e a tecnologia para processá-los.

Hoje, a produção brasileira é insignificante, enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta incentivar seu desenvolvimento e manter o controle sobre essa fonte de renda inesperada.

Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal
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O Brasil pode se tornar um novo fornecedor global de terras raras? Aqui estão algumas respostas importantes.

Qual é o tamanho do tesouro?

O Brasil possui mais de 20 milhões de toneladas de elementos de terras raras, segundo estimativas do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). É a segunda maior reserva mundial, atrás da China e muito à frente da terceira maior: a Índia, com 6,9 milhões de toneladas.

Mas as exportações são marginais. O país exportou 20 toneladas em 2024, uma fração ínfima da produção global estimada naquele ano em 390 mil toneladas pelo USGS.

A China responde por cerca de dois terços do total.

Elementos de terras raras, como o neodímio e o praseodímio, aparecem em areias, argilas e rochas, juntamente com dezenas de outros compostos, e precisam ser separados por meio de um processo custoso.

"Na transição entre o que a gente tira da terra e o óxido (de terras raras), por exemplo, que seria 99,9999% de pureza, você tem pelo menos 400 processos industriais", explicou Pablo Cesario, presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa as principais empresas do setor.

"A gente consegue fazer isso em escala laboratorial. O que nós não temos e quase ninguém no mundo tem é essa tecnologia de processamento em escala industrial", detalhou Cesario em uma coletiva de imprensa virtual.

Portanto, são necessárias "infraestrutura""pesquisa tecnológica" e um fornecimento de energia mais barato e abundante, antecipou Julio Nery, diretor de assuntos de mineração do Ibram.

Quem corre atrás das terras raras?

Os Estados Unidos encontraram no Brasil uma oportunidade para desafiar a posição dominante da China no mercado de terras raras.

"A gente está olhando para o Brasil como um lugar que tem potencial de bilhões em investimentos dos Estados Unidos. A gente já está neste caminho com mais de US$ 600 milhões investidos (cerca de R$ 3 bilhões)", disse um porta-voz da embaixada dos EUA, sob condição de anonimato, à imprensa durante um evento para investidores em março.

Durante o encontro, Washington assinou um memorando de entendimento com o estado de Goiás para incentivar a mineração de terras raras.

Em abril, a empresa americana USA Rare Earth adquiriu a Serra Verde, empresa que opera a única mina em produção no Brasil, localizada em Goiás, por aproximadamente US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 14 bilhões).

A Austrália também está presente no Brasil por meio da empresa Foxfire Metals, enquanto a China possui participação em um projeto na Amazônia, segundo o Ibram.

Qual é o papel do governo?

O presidente Lula expressou sua disposição de "fazer acordos com todos os países", mas enfatizou que "ninguém, a não ser o Brasil, será dono da nossa riqueza".

Esta semana, Lula estendeu a mão ao presidente americano, Donald Trump, convidando-o a se "associar" com o Brasil na exploração de terras raras, dias após se reunir com o americano na Casa Branca. A relação entre os dois tem sido marcada por altos e baixos.

Enquanto isso, a Câmara dos Deputados aprovou neste mês um projeto de lei que oferece incentivos fiscais ao setor privado para explorar esse setor, ao mesmo tempo em que reforça o controle estatal.

O texto concede ao Executivo poder de veto sobre acordos com empresas estrangeiras por razões de "segurança econômica ou geopolítica", uma medida que irritou o setor privado.

"O que está escrito ali é que o governo tem a última palavra em tudo. E isso é uma preocupação", disse Pablo Cesario.

"A expectativa é que esse texto mude lá no Senado", onde será debatido em data ainda a ser definida, acrescentou.

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