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A tecnologia é o grande diferencial da embarcação, que tem radares e sensores capazes de detectar ameaças no ar, na superfície e embaixo da água.
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Por Jornal Nacional
Postado em 25 de Abril de 2.026 às 18h25m
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Fragata Tamandaré, o navio de guerra mais moderno da América Latina,
vai reforçar a segurança na Amazônia — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
A Marinha lançou nesta sexta-feira (24) ao mar o navio de guerra mais moderno da América Latina. A Fragata Tamandaré vai reforçar a segurança na Amazônia. É a primeira de oito novas embarcações.
O aviso sonoro é o chamado para a tripulação preparar o navio para sair ao mar. A Tamandaré F200 foi batizada em homenagem ao patrono da Marinha no Brasil, Almirante Tamandaré. Tem 107 m de comprimento por 20 de altura e capacidade para 134 tripulantes. É equipada com duas metralhadoras calibre 12 mm e dois canhões, o principal de 76 mm. Possui lançadores de mísseis e torpedos e pode levar um helicóptero no convés.
A tecnologia é o grande diferencial da Fragata Tamandaré. Ela tem radares e sensores capazes de detectar ameaças no ar, na superfície e embaixo da água. E outra característica muito importante: ela produz pouco calor e, com isso, é menos percebida pelos equipamentos inimigos. Outro diferencial é na estrutura externa. Ondulações evitam que os sensores inimigos descubram a localização da embarcação. O sistema stealth já é usado em aeronaves e navios de última geração.
"Diversos sistemas são operados de forma remota, o que possibilita eu ter uma tripulação, diria que, pela metade, hoje, das fragatas que compõem a força”, diz Gustavo Cabral Thomé, comandante da Fragata Tamandaré.
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Fragata Tamandaré, o navio de guerra mais moderno da América Latina,
vai reforçar a segurança na Amazônia — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
A Fragata Tamandaré custou cerca de R$ 3 bilhões. Foi construída em dois anos, em Itajaí, Santa Catarina, com mão de obra brasileira. O projeto foi feito em parceria com a Alemanha. Mais três já estão em construção, com previsão de entrega em 2029.
Depois da cerimônia, a Marinha e a empresa alemã assinaram um acordo para a compra de mais quatro F200. O planejamento do governo federal é chegar a um total de oito desse tipo de fragata. Essas embarcações são consideradas estratégicas para a proteção dos rios e do litoral da Amazônia.
"É absolutamente imprescindível que se tenha a capacidade de monitoramento e de proteção dos recursos que essa área abriga. Além de ser central para o desenvolvimento do Estado”, afirma Marcos Sampaio Olsen, comandante da Marinha do Brasil.
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