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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Brasil fica em 5º em ranking de crescimento do PIB e pode superar Rússia em 2027

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Economia brasileira avançou 0,5% no 2º trimestre e ficou à frente de países como China. Em outro ranking, Brasil é hoje a 10ª maior economia do mundo em 2027, segundo projeções.
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Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

Postado em 01 de Setembro de 2.026 às 13h00m
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PIB desacelera, mas cresce 0,5% no 2º trimestre, puxado pela agropecuária, diz IBGE
PIB desacelera, mas cresce 0,5% no 2º trimestre, puxado pela agropecuária, diz IBGE

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, mas perdeu força em relação aos três primeiros meses do ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar da desaceleração, o Brasil ficou na 5ª posição no ranking mundial de crescimento trimestral, segundo levantamento da Austin Rating.

O resultado ocorreu em um cenário de desaceleração de várias economias emergentes, afetadas pelos efeitos do conflito no Oriente Médio. O país ficou à frente de grandes economias e de outros integrantes do Brics, como a China, que apareceu na 19ª posição.

Veja o ranking de crescimento real do PIB no 2º trimestre de 2026:

Apesar da desaceleração, o país alcançou a quinta posição no ranking mundial de crescimento trimestral elaborado pela Austin Rating — Foto: Arte g1
Apesar da desaceleração, o país alcançou a quinta posição no ranking mundial de crescimento trimestral elaborado pela Austin Rating — Foto: Arte g1

Para Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, a quinta posição representa um desempenho positivo para o Brasil no trimestre. Segundo ele, o resultado coloca o país entre os destaques de um ranking formado principalmente por países emergentes, especialmente da Ásia.

O economista ressalta, no entanto, que o segundo trimestre foi marcado também por uma desaceleração do crescimento em diversas economias.

"É possível observar uma desaceleração generalizada em relação ao primeiro trimestre, quando as taxas de crescimento eram mais elevadas. Grande parte das economias emergentes foi afetada pelos efeitos negativos do conflito no Oriente Médio", afirma.

Nesse cenário, Agostini avalia que o Brasil teve desempenho melhor que o de outros países emergentes.

Ele ressalta, porém, que o resultado também reflete fatores internos. "O crescimento tem sido impulsionado pela expansão dos gastos públicos, o que contribui para a manutenção de juros elevados e de uma inflação ainda pressionada", diz.

Para economistas ouvidos pelo g1, os dados do PIB também mostram sinais de enfraquecimento do consumo das famílias e de setores ligados ao mercado interno. (leia aqui a análise completa)

Brasil pode subir para a 9ª maior economia do mundo em 2027

PIB - Movimentação intensa de consumidores na região de comércio popular da Rua 25 de Março, no centro de São Paulo, na tarde deste sábado, 26 de novembro de 2022. — Foto: WAGNER VILAS/ESTADÃO CONTEÚDO
PIB - Movimentação intensa de consumidores na região de comércio popular da Rua 25 de Março, no centro de São Paulo, na tarde deste sábado, 26 de novembro de 2022. — Foto: WAGNER VILAS/ESTADÃO CONTEÚDO

No ranking das maiores economias do mundo, elaborado com base nas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para este ano, o Brasil aparece na 10ª posição, com PIB nominal estimado em US$ 2,64 trilhões.

À frente do Brasil estão Estados Unidos, China, Alemanha, Japão, Reino Unido, Índia, França, Itália e Rússia.

Segundo a Austin Rating, o Brasil deve reduzir a diferença para a Rússia ainda neste ano e poderá assumir a 9ª posição no ranking mundial em 2027, caso as projeções se confirmem.

Projeções de crescimento até 2027 — Foto: Arte g1
Projeções de crescimento até 2027 — Foto: Arte g1

  • 🔎 O PIB nominal mede o valor de tudo o que um país produz usando os preços do período, sem descontar a inflação. É esse indicador que costuma ser usado para comparar o tamanho das economias.

A consultoria estima que o PIB nominal brasileiro alcance US$ 2,77 trilhões (R$ 14,2 trilhões) no próximo ano, superando o da Rússia, projetado em US$ 2,53 trilhões (R$ 13 trilhões).

Com isso, o Brasil passaria a ocupar a 9ª posição, logo atrás da Itália, cuja economia é estimada em US$ 2,81 trilhões (R$ 14,4 trilhões).

As projeções do FMI indicam ainda que o PIB nominal mundial deve somar US$ 126,3 trilhões em 2026.

Desse total, cerca de US$ 93,9 trilhões estarão concentrados nas 15 maiores economias do mundo.

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sábado, 29 de agosto de 2026

Mesmo com Desenrola 2.0, inadimplência bancária sobe e bate recorde em julho

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Informações foram divulgadas nesta sexta pelo Banco Central. Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas, foi lançado pelo governo federal no começo de maio.
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Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Postado em 29 de Agosto de 2.026 às 07h35m
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A taxa de inadimplência média total registrada pelos bancos nas operações de crédito subiu de 4,6% para 4,9% de junho para julho, informou nesta sexta-feira (28) o Banco Central (BC).

O valor atingiu, assim, o maior desde o início da série histórica revisada pela autoridade monetária, em março de 2011.

O indicador de inadimplência do Banco Central considera as operações com atraso superior a 90 dias, tanto das pessoas físicas quanto das empresas.

  • No caso das pessoas físicas, a inadimplência subiu de 5,4%, em junho, para 5,8% em julho, o maior patamar da série histórica.
  • Já para as empresas, a inadimplência subiu de 3,2% para 3,3% em no mês passado, o maior valor desde outubro de 2017 (3,4%).
Desenrola 2.0

O recorde foi atingido no mês seguinte ao lançamento do "Novo Desenrola Brasil", também chamado de Desenrola 2.0, último programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo, que começou em maio.

Segundo o ministério da Fazenda, o programa já renegociou mais de R$ 22 bilhões e foram feitas cerca de 3,6 milhões de renegociações até o final de junho. Com isso, a dívida recuou de R$ 22 bilhões para cerca de R$ 4 bilhões.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta semana que o governo federal decidiu prorrogar a adesão ao Desenrola 2.0 até 31 de agosto. Sem a extensão, o programa terminaria no começo de agosto.

Dívidas com cartões têm tirado sono de aposentada — Foto: Reprodução/EPTV
Dívidas com cartões têm tirado sono de aposentada — Foto: Reprodução/EPTV

Endividamento

De acordo com números do Banco Central, os indicadores de endividamento também continuaram em patamar elevado no mês de maio, apesar de uma queda marginal — o último disponível nesse indicador.

A relação percentual entre o saldo das dívidas das famílias e a renda acumulada em doze meses ficou estável em 49,8% em junho.

Segundo a Serasa Experian — empresa de análise de crédito que reúne dados financeiros de consumidores e empresas — 82,8 milhões de brasileiros estavam endividados em março, o equivalente a 49% da população brasileira.

💸A empresa informou ainda que 47% dos débitos, que somaram R$ 557,7 bilhões em março, estão concentrados em instituições financeiras. Ou seja, essas dívidas estão no foco do Desenrola 2.0 – programa do governo lançado nesta semana.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Quem é o ‘Rei do Ovo’, que entrou para o top 10 bilionários do Brasil e vendia picolé na praia em SC

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Engenheiro agrônomo, ele fundou em 2006 a Granja Faria, maior produtora de ovos do país.
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Por Caroline Borges, g1 SC

Postado em 28 de Agosto de 2.026 às 15h10m
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Quem é Ricardo Faria, o ‘Rei do Ovo’ que entrou para o top 10 de bilionários do Brasil — Foto: Reprodução/NSC
Quem é Ricardo Faria, o ‘Rei do Ovo’ que entrou para o top 10 de bilionários do Brasil — Foto: Reprodução/NSC

Ricardo Castellar de Faria, de 51 anos, é a 10ª pessoa mais rica do Brasil, segundo a lista da Forbes divulgada nesta sexta-feira (28). Conhecido como o "Rei do Ovo", ele é dono da Granja Faria, com sede em Lauro Müller, no Sul de Santa Catarina, e tem um patrimônio estimado em R$ 35,1 bilhões.

Nascido em Niterói (RJ), construiu o próprio império após se mudar para Criciúma (SC), na infância, onde deu os primeiros passos no empreendedorismo: com 8 anos, pilotou um carrinho de picolé na praia do Rincão, nas férias escolares, e passou a vender a sobremesa.

Foi a partir disso, ainda na infância, que decidiu não trabalhar de carteira assinada para ninguém.

"Eu ganhava cerca de um salário mínimo por final de semana. Aí pensei: não preciso trabalhar para ninguém. Vou trabalhar para mim. Não tenho carteira de trabalho até hoje", afirmou à NSC em 2023.

Quem são os brasileiros mais ricos segundo nova lista de bilionários da Forbes
Quem são os brasileiros mais ricos segundo nova lista de bilionários da Forbes

Ricardo estreou na lista em 2024, quando tinha R$ 17,45 bilhões. Em 2025, ele aparecia com R$ 19,6 bilhões e ocupava a 21ª posição.

➡️ Em relação ao ano anterior, o patrimônio do empresário, que também fundou as empresas Insolo e RCF Capital, cresceu 79,08%.

Engenheiro agrônomo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Ricardo construiu o império do ovo em Santa Catarina. No estado, também foi presidente da Associação de Avicultura (ACAV).

  • 🥚👑 A granja Granja Faria foi criada em 2006, sendo a maior produtora de ovos comerciais, ovos férteis e pintos de um dia no Brasil. A companhia emprega 2.700 funcionários em 34 unidades produtoras, fornecendo cerca de 16 milhões de ovos por dia.

Em 2024, Faria adquiriu a americana Hillandale Farms por US$ 1,1 bilhão e, em 2025, comprou o Grupo Hevo, da Espanha. Em março de 2026, a gestora Warburg Pincus adquiriu uma participação na Global Eggs, elevando o valuation da empresa para US$ 40 bilhões.

Aos 15 anos, Ricardo viajou para fazer intercâmbio na Califórnia, Estados Unidos. Tinha planos de seguir a carreira do pai, ser médico, mas ao encontrar naquela região uma destacada produção de frutas, mudou de ideia.

Em entrevista à NSC, em 2023, ele contou que, ao voltar para o Brasil, decidiu cursar agronomia.

"No final da faculdade, decidi migrar da confecção para a locação. Ao invés de vender uniformes para a indústria, eu locava. Montei minha primeira empresa, que foi a Lavebras, que alugava roupas e lavava", disse.

A empresa avançou no segmento, chegou a 70 unidades e passou a ser disputada por outros players do mercado. Em 2017, ele vendeu o negócio para a empresa francesa Elis.

Como parte dos clientes que atendia era do agro, em 2007 Ricardo Faria decidiu abrir, também, uma granja de ovos férteis em Nova Mutum, no Mato Grosso, para atender a Perdigão. Mais tarde, em 2013, comprou a Avícola Catarinense em Lauro Müller e transferiu a sede jurídica da Granja Faria para o município, onde está até hoje.

Empresário Ricardo Castellar de Faria, presidente da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV). — Foto: Adilvan Nogueira/Governo do Tocantins/Divulgação
Empresário Ricardo Castellar de Faria, presidente da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV). — Foto: Adilvan Nogueira/Governo do Tocantins/Divulgação

Após a venda da Lavebras, Ricardo Faria parou de trabalhar e foi em busca de novas ideias em curso na Universidade de Harvard, nos EUA. Foi quando concluiu que poderia seguir no agronegócio e investir em um setor de cauda longa, ou seja venda de várias coisas com baixa procura, ao invés de poucas coisas com alta procura.

A escolha foi ampliar, de forma exponencial e com inovação, o negócio que já tinha e dominava as tecnologias, que é a produção de ovos.

Expandiu a produção de ovos férteis e, principalmente, daqueles destinados ao consumidor final e destina, atualmente, 2 milhões de ovos por dia ao mercado internacional e 14 milhões ao mercado interno.

Para o exterior, vai 1 milhão de ovos férteis, aqueles que em 21 dias vão gerar pintinhos. Os demais são ovos para consumo, in natura, resfriados, salgados ou em pó.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Brasil assina acordo para ampliar comércio com a Índia enquanto aguarda retomada de negociação para reduzir tarifaço dos EUA

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Governo tem tentado diversificar parceiros para diminuir impacto das tarifas comerciais dos EUA. Na próxima semana, ministro Márcio Rosa fará primeira reunião com norte-americanos, após contato entre Lula e Trump.
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Por Júlia Christine, g1 — Brasília

Postado em 27 de Agosto de 2.026 às 15h45m
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A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a Confederação da Indústria Indiana assinaram nesta quinta-feira (27) um memorando de entendimento para aproximar os setores produtivos do Brasil e da Índia.

A iniciativa faz parte da estratégia do governo federal de intensificar a diversificação de parceiros comerciais para diminuir os impactos das sobretaxas aplicadas pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros.

Paralelamente à abertura de novos mercados, o governo prepara a retomada do diálogo com a gestão de Donald Trump.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, se reunirá virtualmente na próxima segunda-feira (31) com Jamieson Greer, representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). O encontro contará também com a participação do chanceler Mauro Vieira.

A reabertura das conversas ocorre após um telefonema entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente norte-americano. Segundo Márcio Elias Rosa, a ligação foi decisiva para destravar a mesa de negociação sem que o Brasil precisasse fazer concessões prévias unilaterais.

Estrutura de cooperação












Brasil e EUA retomam negociações sobre 'tarifaço' na próxima segunda-feira
Brasil e EUA retomam negociações sobre 'tarifaço' na próxima segunda-feira

O Memorando de Entendimento firmado nesta quinta-feira (27) entre a ApexBrasil e a Confederação das Indústrias Indianas estabelece uma estrutura de cooperação para ampliar as relações comerciais e de investimentos entre Brasil e Índia.

O acordo prevê o intercâmbio de informações sobre os mercados dos dois países, o compartilhamento de boas práticas, a promoção de feiras e o incentivo à internacionalização de pequenas e médias empresas (PMEs).

O memorando não tem caráter vinculante, ou seja, não cria obrigações para as partes. A proposta é aproximar empresas brasileiras e indianas e facilitar novos negócios.

O documento também prevê uma base institucional para o desenvolvimento de projetos conjuntos de atração de investimentos e facilitação de negócios entre os dois países.

O governo do presidente Lula definiu claramente como uma diretriz obrigatória a diversificação de mercado. O Brasil vem buscando diversificar mercados, acessando novos mercados intensamente. A Índia é um exemplo disso. A necessidade de alcançar novos mercados e a necessidade de expandir a relação comercial. Com a Índia, o crescimento é espetacular, afirmou o ministro Márcio Elias Rosa.

De acordo com o ministro, a diretriz estabelecida pelo Palácio do Planalto é ampliar as rotas de exportação nacional. Nos últimos anos, segundo ele, a relação comercial com a Índia registrou alta de 82%.

Entre os pontos destacados no diálogo bilateral com o país asiático, está a expansão do atual acordo de preferências tarifárias Mercosul-Índia — hoje restrito a 450 linhas de produtos

Segundo Márcio Elias Rosa, há interesse dos dois países em setores como a indústria farmacêutica, bioenergia, biocombustíveis, fertilizantes e dispositivos médicos.

O Brasil também busca parcerias para exploração de minerais críticos, que devem levar em consideração o desenvolvimento de tecnologia nacional.

"O Brasil quer ter parceria para a exploração de minerais críticos com todos os países, nunca em detrimento de algum ou para favorecer outro", ressaltou Rosa. 
Diálogo com os EUA

Para a reunião virtual da próxima segunda-feira com autoridades norte-americanas, o Márcio Elias Rosa disse que podem ser abordadas listas de exceções tarifárias.

A possibilidade de aplicação da Lei de Reciprocidade também estará na pauta de discussão, segundo o ministro.

O ministro enfatizou que o país manterá a postura de defesa dos interesses locais, mantendo o apoio a empresas afetadas por meio de medidas emergenciais, como o programa Brasil Soberano.

"Negociador pessimista perde. Então eu sou otimista. Agora, é óbvio que vai ser um diálogo difícil. Nós não vamos propor nada que não favoreça o interesse brasileiro. Jamais proporíamos algo que pudesse causar dano à economia nacional", pontuou Márcio Elias Rosa.

Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC — Foto: Júlio César Silva/MDIC
Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC — Foto: Júlio César Silva/MDIC

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Waack: Também na guerra econômica Trump fica sem munição

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Em palavras bem simples, o problema para Trump nas ameaças militares e nas ameaças econômicas é o mesmo
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William Waack
24/08/26 às 22:03 | Atualizado 24/08/26 às 22:17
Postado em 27 de Agosto de 2.026 às 07h00m
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O governo americano anunciou que vai tentar contra o Irã, tradicional inimigo, a mais radical guerra econômica que o mundo já viu, e vai tentar contra o Canadá, tradicional amigo, um dos mais duros regimes de tarifas que o mundo já viu.