De acordo com a empresa, é o sétimo recorde trimestral consecutivo da companhia. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por g1 Vale do Paraíba e região Postado em 25 de Julho de 2.026 às 13h45m .$.# Postagem - Nº 1.269#.$.
Carteira de pedidos da Embraer soma US$ 34,5 bilhões no 2º trimestre de 2026
A carteira de pedidos da Embraer foi de 34,5 bilhões de dólares no
segundo trimestre deste ano. De acordo com a empresa, é o sétimo recorde
trimestral consecutivo da companhia.
O resultado é 7% maior que no trimestre passado, em que foram 32,1
bilhões de dólares em pedidos. Se comparado com abril, maio e junho de
2025, quando a carteira totalizou 29,7 bilhões de dólares, o aumento foi
de 16%.
Embraer — Foto: Reprodução/TV Vanguarda
A Embraer entregou 65 aviões no segundo trimestre deste ano. A maior
parte foi para a aviação executiva, com 45 unidades. A estimativa da
empresa é entregar entre 240 e 255 aviões até o fim de 2026.
Veja mais sobre o Vale do Paraíba e região bragantina
Cáculo considera tarifas anunciadas neste mês, de 25% e 12,5%, e sobretaxa aplicada ao aço e alumínio, anunciada no ano passado pelo governo norte-americano. Segundo governo, 52,7% permanecem sem tarifas adicionais. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Redação g1— Brasília 24/07/2026 16h58 Atualizado há uma hora Postado em 24 de Julho de 2.026 às 17h55m .$.# Postagem - Nº 1.268#.$.
O governo federal estima que 47,3% das exportações brasileiras são atingidas por tarifas impostas pelos Estados Unidos.
O cálculo considera as tarifas de 12,5%, anunciadas nesta quinta-feira
(23), as de 25%, anunciadas na semana passada, e a sobretaxa aplicada ao
aço e alumínio, anunciada no ano passado pelo o norte-americano.
Considerando apenas as novas taxas, o ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) estima queas novas medidas dos EUA alcançam 23,1% das exportações brasileiras e que 52,7% permanecem sem tarifas adicionais setoriais ou específicas contra o Brasil.
Segundo o governo:
4,7% das exportações são alcançadas exclusivamente pela sobretaxa de 12,5%,
incluindo, por exemplo, obras de pedra, gesso e matérias semelhantes;
minérios; óleos essenciais e produtos de perfumaria; e pescados;
1,9% das exportações é alcançada exclusivamente pela sobretaxa de 25%, abrangendo, entre outros produtos, o açúcar; e
16,5% das exportações são alcançadas simultaneamente pelas duas medidas e, portanto, sujeitam-se à sobretaxa acumulada de 37,5%, caso de produtos como máquinas e equipamentos; vários tipos de madeira; gorduras e óleos; calçados; móveis; confecções.
Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta a aplicação de uma nova
tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o
Brasil, por falha em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias
produzidas com trabalho forçado. A tarifa de 12,5% entrou em vigor nesta
sexta-feira (24).
Com isso, parte dos produtos do Brasil passam a enfrentar uma sobretaxa total de 37,5%.
Novas tarifas de Donald Trump — Foto: Reprodução/Jornal Nacional
Em junho do ano passado, o republicano elevou as taxas sobre aço e
alumínio, com base na Seção 232 — instrumento separado da Lei de Poderes
Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês). A
taxa, que até então eram de 25%, passou a ser de 50%.
A aplicação dessas taxas atingiu diretamente o setor siderúrgico de
grandes parceiros comerciais dos EUA, como Canadá e México. O Brasil, segundo maior fornecedor de aço do país, também foi impactado.
O MDIC afirma ainda que, no primeiro semestre de 2026, as exportações brasileiras para os Estados Unidos somaram US$ 17,4 bilhões, redução de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior.
As importações brasileiras de produtos originários dos Estados Unidos
também apresentaram queda no primeiro semestre, com redução de 12,8% na corrente de comércio bilateral.
"Esse
movimento tem ocorrido em um ambiente de crescente incerteza quanto à
política comercial norte-americana, caracterizado pela ampliação do uso
de instrumentos tarifários, pela adoção de medidas restritivas e
indevidas e por frequentes revisões das condições de acesso ao mercado
dos Estados Unidos."
🔎A
Lei de Reciprocidade é um mecanismo que permite a um país aplicar a
outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por
parte dela. Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou
barreiras unilaterais "injustas", o Brasil usa a norma para reagir na
mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as
relações e proteger a economia.
No entanto, entidades empresariais defenderam
que o Brasil insista nas negociações em vez de uma retaliação, para não
“escalar” a tensão com o governo de Donald Trump.
Ainda que o governo decida implementar a Lei de Reciprocidade, o
próprio instrumento legal prevê um rito a ser seguido para que a
reciprocidade possa ser aplicada, por exemplo:
realização de consultas públicas para a manifestação das partes interessadas;
determinação de prazos para a análise dos pleitos específicos;
Artilheiros da Hora, Garçons, Anjos da Guarda e Homens de Ferro. Veja também as equipes que mais têm a bola e as mais eficientes do campeonato até agora --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Guilherme Maniaudet, José Victor Meirinho e Roberto Maleson — Rio de Janeiro 24/07/2026 12h00 Atualizado há 50 minutos Postado em 24 de Julho de 2.026 às 12h50m .$.# Postagem - Nº 1.267#.$.
Destaques do primeiro turno do Brasileiro 2026 — Foto: Infoesporte
Ao fim da 19ª rodada do Campeonato Brasileiro 2026, a equipe do Gato
Mestre* investigou quem foram os atletas e as equipes que mais se
destacaram. Veja os jogadores com mais assistências, os que menos
precisam de tempo para fazer gol, os que mais jogaram (em minutos) e os
que mais bloquearam finalizações. Confira também os times com melhores
números em posse de bola e os mais eficientes.
Aos 43 do 1º tempo - gol de Marlon Freitas para o Palmeiras
Peça fundamental no meio de campo do líder Palmeiras, Andreas Pereira é
o jogador com mais assistências no Brasileirão, com nove passes para
gols. Em segundo lugar está Josué, camisa 10 do Coritiba, com oito
assistências. Matheus Pereira, do Cruzeiro, é o atleta com mais passes
para finalizações, com 48, mas tem apenas duas assistências para gols no
campeonato.
Garçons
Jogador
Passes para finalizações
Assistências para gols
Andreas Pereira (Palmeiras)
32
9
Josué (Coritiba)
39
8
Samuel Lino (Flamengo)
24
7
Garro (Corinthians)
35
6
Benavídez (Athletico-PR)
19
5
Alesson (Mirassol)
16
4
Cuiabano (Vasco)
15
4
Erick (Vitória)
25
4
Esquivel (Athletico-PR)
19
4
Everton Ribeiro (Bahia)
33
4
Lucho Acosta (Fluminense)
36
4
Pedro (Flamengo)
16
4
Puma Rodríguez (Vasco)
23
4
Aos 5 min do 2º tempo - gol de cabeça de Pedro do Flamengo contra o Fluminense
O artilheiro da hora do Brasileirão, aquele que menos precisa de tempo
em campo para fazer gols, é justamente o artilheiro do campeonato:
Pedro, do Flamengo. O atacante marcou 12 gols em 1.508 minutos. Ou seja,
uma bola na rede a cada 125 minutos em campo.
Gabriel Barbosa, mesmo não estando entre os principais artilheiros da
competição, é o segundo que menos precisa de tempo em campo para marcar.
O atacante do Santos tem 884 minutos em campo e sete gols, o que lhe dá
uma média de gol a cada 126 minutos.
Artilheiros da Hora
Jogador
Minutos
Gols
Minutos por gol
Pedro (Flamengo)
1.508
12
125,7
Gabriel (Santos)
884
7
126,3
John Kennedy (Fluminense)
1.218
9
135,3
Breno Lopes (Coritiba)
1.135
8
141,9
Carlos Vinícius (Grêmio)
1.578
10
157,8
Viveros (Athletico-PR)
1.782
11
162
Renê (Vitória)
819
5
163,8
Danilo (Botafogo)
1.198
7
171,1
Luciano (São Paulo)
1.119
6
186,6
Everaldo (Bahia)
752
4
188,1
Fonte: Gato Mestre
Anjos da guarda
Esses são os jogadores que mais interceptaram finalizações no
Brasileirão. No primeiro lugar, aparece o zagueiro João Victor, do
Mirassol, com 26 intervenções. Willian Machado, companheiro de zaga de
João Victor, também aparece nesse top 10. Capitão do líder Palmeiras, o
paraguaio Gustavo Gómez é o segundo no ranking.
Anjos da Guarda
Jogador
Intervenções
João Victor (Mirassol)
26
Gustavo Gómez (Palmeiras)
20
Jacy (Coritiba)
19
Santiago Mingo (Bahia)
19
Ruan (Atlético-MG)
18
Luan Peres (Santos)
17
Cacá (Vitória)
16
Léo Pereira (Flamengo)
16
Willian Machado (Mirassol)
16
Murilo (Palmeiras)
15
Tiago Cóser (Coritiba)
15
Estes são os atletas que se destacam por mais estar em campo. Dentre os
jogadores de linha, o zagueiro Robert Renan, do Vasco, lidera, com
1.878 minutos. Até o momento, o defensor disputou todos os duelos do
time carioca pelo Brasileiro 2026.
O segundo com mais minutos é o também zagueiro João Victor, do
Mirassol, com 1.817 minutos. Além de destaque como sendo o principal
Anjo da Guarda, o defensor também disputou todas as partidas do time
paulista na competição.
Homens de Ferro (linha)
Jogador
Minutos
Robert Renan (Vasco)
1.878
João Victor (Mirassol)
1.817
Marllon (Remo)
1.791
Fabrício Bruno (Cruzeiro)
1.790
Viveros (Athletico-PR)
1.782
Marlon Freitas (Palmeiras)
1.740
Renan Lodi (Atlético-MG)
1.738
Lucas Barbosa (Bragantino)
1.717
Arthur Dias (Athletico-PR)
1.713
Mendoza (Athletico-PR)
1.685
Aos 10 min do 2º tempo - chute de dentro da área defendido de Luciano do São Paulo contra o Athletico-PR
Santos, do Athletico-PR, lidera o ranking de minutos em campo dos
goleiros no Brasileiro 2026, com 1.911 minutos em 19 jogos (100% de
participação no total de minutos do time paranaense no campeonato).
Fábio, do Fluminense, e Rafael, do São Paulo, completam o pódio.
Homens de Ferro (goleiros)
Jogador
Minutos
Santos (Athletico-PR)
1.911
Fábio (Fluminense)
1.910
Rafael (São Paulo)
1.897
Léo Jardim (Vasco)
1.878
Everson (Atlético-MG)
1.869
Walter (Mirassol)
1.817
Carlos Miguel (Palmeiras)
1.795
Weverton (Grêmio)
1.793
Marcelo Rangel (Remo)
1.792
Rossi (Flamengo)
1.785
Aos 23 min do 1º tempo - gol de fora da área de Savarino do Fluminense contra o Santos
Quarto colocado, o Fluminense, de Luis Zubeldía, é o clube com a maior
média de posse de bola por jogo: 57%. Atrás dele, aparece outro carioca:
o Flamengo, de Leonardo Jardim, com 54%. Na outra ponta vem o Coritiba,
lanterna no quesito, com apenas 42%. Porém, mesmo com um estilo de jogo
de não ter tanto a posse, o Coxa faz boa campanha e, atualmente, ocupa a
oitava colocação.
Médias de posse de bola
Time
Média de posse por jogo
Fluminense
57%
Flamengo
54%
Bahia
53%
Corinthians
53%
Cruzeiro
53%
São Paulo
53%
Vasco
53%
Bragantino
51%
Mirassol
51%
Grêmio
50%
Palmeiras
50%
Atlético-MG
49%
Botafogo
49%
Internacional
49%
Athletico-PR
48%
Santos
48%
Vitória
47%
Chapecoense
44%
Remo
44%
Coritiba
42%
O time que menos precisa de finalizações para fazer gols é o Flamengo. O
Rubro-Negro tem 35 gols - o ataque mais positivo do campeonato - em 245
finalizações, o que significa uma bola na rede a cada sete tentativas. O
Botafogo é a segunda equipe mais eficiente até aqui. Com 33 gols
marcados (1,73 por jogo), o Glorioso marcou a cada 7,18 finalizações.
O Vasco, que é a equipe que mais finaliza (16,58 tentativas por jogo),
também é a mais ineficiente. O clube precisa de 14,32 arremates para
balançar a rede, mais que o dobro do que o rival Flamengo.
Eficiência dos clubes
Time
Finalizações
Gols
Finalizações por gol
Flamengo
245
35
7,00
Botafogo
237
33
7,18
Palmeiras
240
33
7,27
Coritiba
190
25
7,60
Santos
224
27
8,30
Athletico-PR
224
26
8,62
Vitória
202
22
9,18
Bahia
260
28
9,29
São Paulo
223
24
9,29
Cruzeiro
251
26
9,65
Grêmio
203
21
9,67
Fluminense
282
29
9,72
Remo
218
21
10,38
Corinthians
224
21
10,67
Atlético-MG
247
23
10,74
Bragantino
284
26
10,92
Mirassol
241
20
12,05
Internacional
278
22
12,64
Chapecoense
232
17
13,65
Vasco
315
22
14,32
* Gato
Mestre é formado pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe
Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, José Victor Meirinho,
Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo
Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor
Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
A moeda americana avançou 0,65%, cotada a R$ 5,0839. Já o principal índice da bolsa brasileira recuou 0,46%, aos 176.724 pontos. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Redação g1— São Paulo 23/07/2026 09h00 Atualizado há uma hora Postado em 23 de Julho de 2.024 às 10h00m .$.# Postagem - Nº 1.266#.$.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar fechou em alta de 0,65% nesta quinta-feira (23), cotado a R$ 5,0839. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuou 0,46%, aos 176.724 pontos.
▶️ O avanço do petróleo em meio à escalada do conflito no Oriente Médio ficou no centro das atenções. Com a continuidade dos ataques, a commodity voltou a se aproximar do patamar de US$ 100 o barril,
mesmo após a informação de que Omã mediava negociações entre a Arábia
Saudita, partidos iemenitas e um enviado especial da Organização das
Nações Unidas (ONU).
O
tráfego reduzido no Estreito de Ormuz continua alimentando temores de
uma interrupção na oferta global de petróleo. Perto das 17h, o barril do
Brent, referência internacional, subia 6,13%, cotado a US$ 99,84. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 5,37%, a US$ 91,49 o barril.
▶️ O novo tarifaço do presidente americano, Donald Trump, também ficou no radar.
Na véspera, entrou em vigor a taxa adicional de 25% sobre produtos
brasileiros, e a expectativa é que outra alíquota, entre 10% e 12,5%,
seja anunciada em breve para cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo
o Brasil. O cenário aumenta a pressão sobre o governo brasileiro, que
mantém conversas com os setores afetados e avalia como reagir às
tarifas.
▶️ A temporada de balanços corporativos também movimentou as bolsas globais nesta quinta-feira.
As ações da Alphabet, por exemplo, recuaram 7,13% após a companhia
elevar sua projeção de investimentos em inteligência artificial,
reacendendo preocupações com o alto custo da expansão da infraestrutura
necessária para o setor.
As justificativas foram amplamente contestadas pelo governo brasileiro,
que considera a medida uma tentativa de interferência em temas internos
e considerados inegociáveis.
A expectativa, agora, é que uma nova taxa — que deve ficar entre 10% e
12,5% — seja anunciada nos próximos dias para cerca de 60 países,
incluindo o Brasil. Nesse caso, a justificativa gira em torno de outra
investigação dos EUA, que concluiu que essas nações adotaram práticas
comerciais desleais ao não impedirem o comércio de produtos fabricados com trabalho forçado.
Na véspera, o representante do comércio americano, Jamieson Greer,
voltou a afirmar que práticas de desmatamento no Brasil colocam
agricultores americanos em desvantagem competitiva, justificando que os
baixos padrões ambientais que existe em outros países "justificam
tarifas mais altas".
O tema já foi amplamente refutado pelo governo brasileiro. Na semana
passada, o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que
os argumentos são "absolutamente improcedentes" e "inverídicos",
reiterando que o sistema de exportação brasileiro passa por um sistema
rigoroso de fiscalização e controle ambiental.
Na véspera, o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) concluiu uma nova rodada de ataques contra alvos militares
iranianos, marcando a 12ª noite consecutiva de operações. Segundo o
comando, foram atingidas instalações de armazenamento de mísseis e
drones, sistemas de defesa aérea, capacidades marítimas e locais de
vigilância costeira.
Em comunicado, o Centcom afirmou que as ações visam reduzir a
capacidade do Irã de atacar embarcações comerciais e marinheiros civis.
Os EUA também disseram ter retomado um bloqueio marítimo contra o país e
que mais de 50 mil militares americanos permanecem mobilizados no
Oriente Médio.
Já nesta quinta-feira, a Guarda Revolucionária do Irã, braço ideológico
das forças armadas do país, disse ter atacado e destruído diversos
equipamentos militares americanos na Jordânia, além de ter atacado bases
dos EUA no Kuwait, incluindo Arifjan e Doha.
Os aliados houthis do irã no Iêmen também disseram ter atacado dois
petroleiros sauditas como parte de um bloqueio naval à Arábia Saudita,
ameaçando criar um segundo ponto de estrangulamento no fornecimento
global de petróleo, além do fechamento iminente do Estreito de Ormuz,
rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse em um encontro
diplomático no Sudeste Asiático que o preço que o Irã paga "ficará mais
alto a cada noite" até que Teerã esteja pronta para um acordo de paz que
aceite cumprir.
"
O Irã está implorando por um acordo todos os dias. O problema com o Irã
é que, toda vez que eles fecham um acordo... ou o quebram ou querem
mudá-lo", disse ele. "Então, agora eles estão pagando o preço por isso. E
talvez mudem de ideia nos próximos dias, conforme continuam a sofrer
grandes perdas."
Bolsas globais
Em Wall Street,
os três principais índices americanos fecharam em queda, após
resultados corporativos recentes reacenderem as preocupações com
inteligência artificial.
O Dow Jones caiu 0,97%, enquanto o S&P 500 recuou 1,22% e o Nasdaq Composite teve perdas de 2,15%.
O dia também foi negativo na Europa, em meio às preocupações com a inflação global diante das novas altas do petróleo.
O índice DAX, da Alemanha, fechou em queda de 1,56% , enquanto o CAC-40, da França, recuou 1,64% e o FTSE 100, do Reino Unido, caiu 0,73%.
Na Ásia,
as ações chinesas fecharam em alta, à medida que o ânimo do mercado com
o setor de tecnologia e inteligência artificial se recuperava.
O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,23%, enquanto o índice composto de Xangai, o SSEC, teve alta de 0,25%.
Entre as demais bolsas da região, o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,28%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul teve uma valorização de 4,40% e o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 0,46%.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
China reduz investimento no Tesouro dos EUA e derruba o dólar nos mercados globais — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução