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sábado, 12 de outubro de 2024

Elon Musk perde R$ 66 bilhões de sua fortuna após lançamento de robotáxi da Tesla

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Carro autônomo, sem volante nem pedais, foi apresentado na noite de quinta (10). O evento, no entanto, não agradou o mercado, que apontou 'falta de detalhes'. Apesar das perdas, Musk continua sendo o homem mais rico do mundo, com patrimônio de R$ 1,38 trilhão.
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Por g1

Postado em 12 de outubro de 2024 às 06h40m

$.#  Postagem -  Nº     0.905  #.$

Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, Paris, França 16/06/2023 — Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes
Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, Paris, França 16/06/2023 — Foto: REUTERS/Gonzalo Fuentes

Elon Musk perdeu US$ 11,8 bilhões (R$ 66 bilhões) nesta sexta-feira (11). A fortuna do dono da Tesla diminuiu após a empresa dele lançar o robotáxi Cybercab — um carro sem volante nem pedais, desenvolvido para transportar passageiros sem motorista. (conheça o modelo mais abaixo)

As perdas de Musk acompanharam a desvalorização das ações da montadora de veículos elétricos, que recuaram 8,8% nesta sexta. Em valor de mercado, o tombo da companhia foi de US$ 68 bilhões (R$ 382,5 bilhões).

Apesar das cifras, Musk continua sendo o homem mais rico do mundo, com patrimônio de US$ 248,8 bilhões (R$ 1,38 trilhão), segundo o ranking de bilionários da revista Forbes.

Ele está na frente do dono da Oracle, Larry Ellison, que tem uma fortuna de US$ 212 bilhões (R$ 1,2 trilhão) e do fundador da Amazon, Jeff Bezos, que possui US$ 206,6 bilhões (R$ 1,16 trilhão).

Mas o que explica as perdas?

Os papéis da empresa de Musk começaram a despencar na manhã de sexta, logo após a apresentação do Cybercab, que ocorreu na noite de quinta-feira (10), em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Para analistas do mercado, o evento de lançamento do robotáxi teve menos informações do que o esperado. O tema foi destacado em relatórios enviados por instituições financeiras a clientes.

Conforme a Forbes, o analista Adam Jonas, do banco Morgan Stanley, apontou decepção com os detalhes do robotáxi. Toni Sacconaghi, analista da gestora de patrimônios Bernstein, chamou a apresentação de "surpreendentemente ausente em detalhes".

Dan Levy, do banco Barclays, destacou que "não houve atualizações indicando oportunidades de curto prazo", enquanto Nancy Tengler, CEO da Laffer Tengler Investments, afirmou ter sido um evento "muito vago" para o gosto do mercado.

Já Dan Ives, analista do Wedbush, destacou que "Musk e a Tesla deveriam ter gastado mais tempo em detalhes".

Por outro lado, apesar da reação negativa e da queda nas ações da empresa, também houve reações positivas. Dan Ives, do Wedbush, ponderou que "discorda fortemente" de que o evento tenha sido uma decepção.

John Murphy, do Bank of America, disse que "o evento correspondeu ao hype".

O lançamento do robotáxi Cybercab

Cybercab é o robotáxi da Tesla, carro sem volantes e pedais, lançado em Los Angeles; imagem foi retirada de vídeo — Foto: Tesla/Divulgação via Reuters
Cybercab é o robotáxi da Tesla, carro sem volantes e pedais, lançado em Los Angeles; imagem foi retirada de vídeo — Foto: Tesla/Divulgação via Reuters

A fabricante de carros elétricos de Elon Musk apresentou na noite de quinta-feira o protótipo do robotáxi Cybercab, um carro sem volante nem pedais, desenvolvido para transportar passageiros sem a necessidade de um motorista.

O modelo tem dois lugares e portas que abrem para cima. A produção do veículo deve começar em 2026, segundo anúncio no evento de lançamento, em Los Angeles, nos Estados Unidos, informou a agência Reuters.

Musk, que chegou ao palco em um dos robotáxis, disse que os veículos estarão disponíveis para compra por menos de US$ 30 mil — cerca de R$ 170 mil.

"A grande maioria do tempo, os carros estão apenas parados", disse Musk no palco. "Mas se forem autônomos, podem ser usados cinco vezes mais, talvez dez vezes mais."

O Cybercab é o primeiro lançamento da Tesla desde o Cybertruck, apresentado como um carro quase indestrutível em 2019. Naquele ano, Musk também prometeu revelar um robotáxi.

Robotáxi da Tesla é exibido em um evento de lançamento em Los Angeles, na Califórnia — Foto: Tesla/Divulgação via Reuters
Robotáxi da Tesla é exibido em um evento de lançamento em Los Angeles, na Califórnia — Foto: Tesla/Divulgação via Reuters

O lançamento foi adiado mais de uma vez, e a tentativa anterior estava prevista para agosto. Segundo o bilionário, o evento não aconteceu na data prevista devido a uma mudança de última hora no visual do carro.

Ele disse que os carros dependem de inteligência artificial e câmeras, não necessitando de outro hardware como o que os concorrentes de robotáxi usam — uma abordagem que investidores e analistas consideram desafiadora tanto do ponto de vista técnico quanto regulatório.

"O futuro autônomo está aqui," disse Musk. "Temos 50 carros totalmente autônomos aqui esta noite. Você verá os Model Ys e o Cybercab. Todos sem motorista."

O plano de Musk é operar uma frota de táxis autônomos da Tesla que os passageiros possam chamar por meio de um aplicativo. Proprietários individuais também poderão ganhar dinheiro no aplicativo, listando seus veículos como robotáxis.

Além do carro, Musk apresentou um robovan, que é um veículo maior e autônomo capaz de transportar até 20 pessoas. Ele também mostrou o robô humanoide Optimus da Tesla.

Robovan da Tesla é apresentado em evento em Los Angeles — Foto: Tesla/Divulgação via Reuters
Robovan da Tesla é apresentado em evento em Los Angeles — Foto: Tesla/Divulgação via Reuters


Robô Optimus da Tesla caminha durante o evento de lançamento em Los Angeles — Foto: Tesla/Divulgação via Reuters
Robô Optimus da Tesla caminha durante o evento de lançamento em Los Angeles — Foto: Tesla/Divulgação via Reuters

Investidores desapontados

Segundo a Reuters, investidores que esperavam detalhes concretos sobre a rapidez com que a Tesla pode aumentar a produção de robotáxis, garantir aprovação regulatória e implementar um plano de negócios sólido para superar concorrentes ficaram desapontados.

"Tudo parece legal, mas não muito em termos de prazos. Sou acionista e estou bastante decepcionado. Acho que o mercado queria prazos mais definitivos," disse Dennis Dick, trader de ações da Triple D. Trading. "Não acho que ele disse muito sobre nada. Ele não deu muitas informações.

'Caixa-preta'

A direção autônoma do Cybercab é baseada na técnica de "aprendizado de máquina e ponta-a-ponta", em que o sistema é treinado para tomar decisões com base em dados brutos.

Depois de receber as informações, o sistema não tem interferência humana, o que faz ele ser apontado como uma "caixa-preta" que dificulta a responsabilização em caso de erros.

O método torna "quase impossível ver o que deu errado quando ele se comporta mal e causa um acidente", disse um engenheiro da Tesla ouvido pela Reuters na condição de anonimato.

Rivalidade com Alphabet e Uber

O Cybercab deverá concorrer com os carros autônomos de empresas como Waymo, (da Alphabet, controladora do Google), Cruise (da General Motors) e Uber.

As adversárias costumam ter mais sensores redundantes, isto é, que funcionam como camadas extras de proteção para garantir segurança e a aprovação de reguladores para seus veículos.

Já a Tesla quer carros com câmeras mais simples que usam inteligência artificial para analisar o que está ao redor. A tática tem o objetivo de tornar os carros mais baratos, mas pode dificultar a autorização de reguladores.

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sexta-feira, 11 de outubro de 2024

PIX por aproximação: Banco do Brasil lança serviço em maquininhas da Cielo; entenda como vai funcionar

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Expectativa é que a modalidade seja liberado para todos os clientes já em novembro deste ano.
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Por Bruna Miato, g1

Postado  em 11 de outubro de 2024 às 10h40m

$.#  Postagem -  Nº     0.904  #.$

PIX por aproximação do BB começa a ser testado — Foto: Divulgação/Cielo
PIX por aproximação do BB começa a ser testado — Foto: Divulgação/Cielo

O Banco do Brasil lançou, nesta sexta-feira (11), o PIX por aproximação, em parceria com a operada de maquininhas Cielo S.A.. Essa modalidade permite que clientes paguem contas com o PIX apenas aproximando o celular da maquininha de pagamentos.

A forma de pagamento está disponível, inicialmente, para um grupo específico de correntistas do banco, em um modelo piloto — ou seja, um teste antes de ser liberado para o público geral. Esse grupo poderá testar o modelo em estabelecimentos comerciais previamente habilitados em Brasília (DF) e em São Paulo (SP).

A expectativa da instituição é que o PIX por aproximação seja liberado para todos os clientes já em novembro deste ano.

Com a iniciativa, o Banco do Brasil se antecipou à agenda do Banco Central do Brasil (BC), que regula o funcionamento do PIX e suas novas tecnologias. O BC prevê implementar o PIX por aproximação em todo o país somente a partir de fevereiro de 2025.

Como vai funcionar o PIX por aproximação

A ideia do PIX por aproximação é que seja uma forma de pagamento mais simples e rápida que o PIX por QR Code — quando o comerciante gera um código e o cliente precisa entrar no aplicativo do banco, ir até a área de PIX, selecionar a opção de "QR Code", ler o código e aceitar a transação.

Na nova modalidade, há dois processos: um para compras de até R$ 200 e outro para compras de valores superiores.

Para as compras de até R$ 200, o cliente deverá:

  • 💳 conferir o valor da compra na maquininha
  • 📱 abrir o aplicativo do banco
  • 🛜 clicar em "PIX por aproximação"
  • 👤realizar a autenticação biométrica ou digitar a senha de login do app

A expectativa do Banco do Brasil é que todo o processo leve apenas poucos segundos para ser concluído.

Vale lembrar que esse é o passo a passo desenvolvido pela instituição, a primeira a implementar a nova forma de pagamento, e que quando outros bancos também passarem a oferecer o serviço, alguma etapa do processo de pagamento pode ser um pouco diferente — mas seguindo a mesma ideia de simplificar e agilizar o pagamento.

Já para as compras acima de R$ 200, além desse mesmo passo a passo, o cliente precisará, também, digitar a senha transacional da conta.

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quinta-feira, 10 de outubro de 2024

LISTA: veja as 10 motos novas mais vendidas do Brasil até setembro

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Até o 3º trimestre de 2024 foram emplacadas 1.410.230 motos zero km no país, segundo a Fenabrave. As vendas continuam quase 20% maiores que o mesmo período de 2023.
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Por André Fogaça, g1

Postado em 10 de outubro de 2024 às 06h20m

$.#  Postagem -  Nº     0.903  #.$

CG 160 é a moto mais vendida do Brasil — Foto: divulgação/Honda
CG 160 é a moto mais vendida do Brasil — Foto: divulgação/Honda

O mercado de motos zero km continua bastante aquecido no Brasil em 2024. Até o terceiro trimestre deste ano foram 1.410.230 emplacamentos de motocicletas no país, segundo os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O crescimento é de 19,45% quando comparamos o resultado com os nove primeiros meses do ano passado.

“O crescimento de quase 20% no ano está de acordo com as projeções da Fenabrave e é uma prova do fortalecimento desse mercado, favorecido, em boa parte, pelo custo de aquisição e de abastecimento mais baixos”, comenta Andreta Jr., presidente da Fenabrave.

O executivo também reconhece que a alta demanda para uso comercial favorece as vendas. São principalmente entregadores de documentos e motociclistas que trabalham no delivery de comida.

Em setembro, o número de emplacamentos teve uma queda de 4,4% em relação a agosto. Foram 156.607 emplacamentos, contra 163.880 motocicletas no mês anterior.

Apesar de um mercado feroz de novas motos a combustão, os modelos elétricos seguem patinando no Brasil. A amostragem é bastante reduzida, mas a queda dos modelos movidos a bateria é de 18,98% no ano. No mês a mês, houve alta de 17,81% nos emplacamentos em setembro.

“Este é um segmento que pode crescer nos próximos anos, no Brasil, mas ainda não se consolidou no mercado nacional”, comentou Andretta sobre as motos elétricas. 
As motos mais vendidas de 2024

Sem surpresa, a Honda CG 160 continua puxando o segmento com mais de 330,2 mil motos vendidas em nove meses deste ano. Só em setembro foram 37.423 novos emplacamentos.

A Honda, inclusive, aparece nas seis primeiras posições das motos mais vendidas neste ano, com mais de dois terços do mercado nacional.

Veja o top 10.

  1. Honda CG 160: 330.254 unidades;
  2. Honda Biz: 213.054 unidades;
  3. Honda Pop 110i: 122.703 unidades;
  4. Honda NXR 160: 115.317 unidades;
  5. Honda CB300F: 45.010 unidades;
  6. Honda PCX 160: 43.948 unidades;
  7. Mottu Sport 110: 42.603 unidades;
  8. Yamaha YBR 150: 38.755 unidades;
  9. Yamaha Fazer 250: 36.148 unidades;
  10. Yamaha XTZ 250: 35.344 unidades.
Veja a fatia de mercado para cada marca.

  1. Honda: 69%;
  2. Yamaha: 17,93%;
  3. Shineray: 3,72%;
  4. Mottu: 3,02%;
  5. Haojue: 0,99%;
  6. Avelloz: 0,88%;
  7. Royal Enfield: 0,88%;
  8. BMW: 0,80%;
  9. Triumph: 0,61%;
  10. Kawasaki: 0,49%.

Nova Shineray Storm 200 por R$ 18.990

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sexta-feira, 4 de outubro de 2024

Mark Zuckerberg desbanca Jeff Bezos e se torna o 2º mais rico do mundo em lista da Bloomberg

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CEO da Meta acumula agora uma fortuna acima de US$ 206 bilhões, maior cifra já alcançada por ele.
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Por André Catto, g1

Postado em 04 de outubro de 2024 às 06h30m

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Mark Zuckerberg, CEO da Meta — Foto: Reuters
Mark Zuckerberg, CEO da Meta — Foto: Reuters

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, se tornou o segundo homem mais rico do mundo nesta quinta-feira (3) ao alcançar uma fortuna de US$ 206 bilhões, informou a Bloomberg. Com a cifra, ele superou o fundador da Amazon, Jeff Bezos, que caiu para a 3ª posição com US$ 205 bilhões.

Essa é a primeira vez que o cofundador da empresa controladora do Facebook, WhatsApp e Instagram ocupa a segunda posição na lista de bilionários da Bloomberg. Também é a maior cifra já alcançada por ele. Só neste ano, Zuckerberg viu seu patrimônio disparar US$ 78 bilhões.

Ainda assim, o primeiro lugar no ranking segue com o fundador da Tesla, Elon Musk, que acumula US$ 256 bilhões. (veja mais abaixo a lista com os 10 mais ricos do mundo)

De acordo com a publicação, o avanço na fortuna de Zuckerberg acompanha a valorização das ações da Meta, que subiram 23% desde a divulgação dos resultados da empresa no segundo trimestre.

Na ocasião, a companhia reportou vendas melhores do que o esperado e destacou avanços nos modelos de linguagem que alimentam os chamados chatbots (assistentes virtuais) de inteligência artificial.

A Bloomberg também ressaltou que a Meta investiu fortemente em data centers e poder computacional, com Zuckerberg buscando papel de liderança na corrida de IA.

Nesta quinta-feira, o papel da companhia fechou em recorde histórico, de US$ 582,77.

Veja abaixo os 10 homens mais ricos do mundo, segundo a Bloomberg:

  1. Elon Musk: US$ 256 bilhões
  2. Mark Zuckerberg: US$ 206 bilhões
  3. Jeff Bezos: US$ 205 bilhões
  4. Bernard Arnault: US$ 193 bilhões
  5. Larry Ellison: US$ 179 bilhões
  6. Bill Gates: US$ 161 bilhões
  7. Larry Page: US$ 150 bilhões
  8. Steve Ballmer: US$ 145 bilhões
  9. Warren Buffett: US$ 143 bilhões
  10. Sergey Brin: US$ 141 bilhões

Quem são os cinco novos bilionários brasileiros

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quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Fiat Strada é o veículo novo mais vendido do Brasil até setembro de 2024; veja o top 10

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De janeiro a setembro, o país registrou 1,8 milhão novos emplacamentos, um aumento de 14,1% em relação ao mesmo período de 2023. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (3) pela Fenabrave.
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Por g1

Postado em 03 de outubro de 2024 às 14h05m

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Fiat Strada — Foto: divulgação/Fiat
Fiat Strada — Foto: divulgação/Fiat

A Fiat Strada foi o veículo novo mais vendido nos três trimestres de 2024, segundo dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta quinta-feira (3).

No acumulado de janeiro a setembro, foram emplacadas 101.450 unidades da picape. A Strada liderou a lista de mais vendidos de 2021 a 2023, e volta a ter hegemonia também em 2024.

Ela chegou a ser ameaçada pelo vice-líder Volkswagen Polo. A dupla revezou posições entre março e junho, mas a Strada voltou à ponta. No ano, o Polo emplacou 97.031 unidades.

Veja a lista de mais vendidos até o 3º trimestre.

  1. Fiat Strada: 101.450 unidades;
  2. Volkswagen Polo: 97.031 unidades;
  3. Chevrolet Onix: 68.653 unidades
  4. Fiat Argo: 64.473 unidades;
  5. Hyundai HB20: 63.991 unidades;
  6. Volkswagen T-Cross: 55.362 unidades;
  7. Fiat Mobi: 49.672 unidades;
  8. Hyundai Creta: 48.937 unidades;
  9. Chevrolet Tracker: 47.849 unidades;
  10. Nissan Kicks: 45.143 unidades.

No total, os brasileiros já compraram 1.858.760 veículos novos em 2024, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O g1 contabiliza motos à parte, e desconsidera implementos rodoviários.

Isso representa uma alta de 14,1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram emplacados 1.629.075 veículos novos.

Da saída da Ford ao recorde de investimentos: o que reacendeu o ânimo das montadoras no Br

Resultados do mês

Em setembro, o país emplacou 236.353 veículos novos. Trata-se de um leve recuo (0,43%) em relação ao mês de agosto, quando foram registradas 237.373 unidades.

“Nos emplacamentos, por dias úteis, o resultado de setembro foi superior aos de julho e de agosto, que foram os meses com maior volume de emplacamentos no ano até agora. Isso mostra que o mercado está se estabilizando com um bom volume de vendas”, disse Andreta Jr., presidente da Fenabrave.

A líder no mês foi também a Fiat Strada, com 14 mil emplacamentos. Veja abaixo a lista mensal.

  1. Fiat Strada: 14.240 unidades;
  2. Volkswagen Polo: 12.355 unidades;
  3. Chevrolet Onix: 8.610 unidades
  4. Volkswagen T-Cross: 8.543 unidades;
  5. Fiat Argo: 8.421 unidades;
  6. Hyundai HB20: 6.966 unidades;
  7. Chevrolet Tracker: 6.179 unidades;
  8. Fiat Mobi: 5.860 unidades;
  9. Fiat Cronos: 5.858 unidades;
  10. Nissan Kicks: 5.792 unidades.

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