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quinta-feira, 20 de julho de 2023

'PIX dos EUA': Fed lançará serviço de pagamentos instantâneos para modernizar sistema Serviço

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"FedNow", que está em desenvolvimento desde 2019, buscará eliminar o atraso de vários dias que geralmente leva para as transferências de dinheiro.
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TOPO
Por Reuters

10h45m

            Post. N. =  0.673           

Sede do Federal Reserve em Washington, nos Estados Unidos  — Foto: Chris Wattie/Reuters
Sede do Federal Reserve em Washington, nos Estados Unidos — Foto: Chris Wattie/Reuters

O Federal Reserve lançará em breve um serviço que visa modernizar o sistema de pagamentos dos Estados Unidos, eventualmente permitindo que norte-americanos comuns enviem e recebam dinheiro em segundos, 24 horas por dia, sete dias por semana.

O serviço "FedNow", que está em desenvolvimento desde 2019, buscará eliminar o atraso de vários dias que geralmente leva para as transferências de dinheiro, colocando os EUA em linha com países como Reino Unido, Índia, Brasil e União Europeia, onde serviços similares existem há anos.

O FedNow será lançado com a certificação de 41 bancos e 15 provedores de serviços para usar o serviço, incluindo bancos pequenos e grandes credores como JPMorgan Chase, Bank of New York Mellon e US Bancorp, mas o Fed planeja integrar mais bancos e cooperativas de crédito neste ano.

O serviço competirá com os sistemas de pagamentos em tempo real do setor privado, incluindo a rede RTP da The Clearing House, e foi inicialmente contestado por grandes bancos que o consideraram redundante. Mas, desde então, muitos concordaram em participar com base no fato de que o FedNow permitirá a expansão dos serviços que podem oferecer aos clientes.

Ao contrário dos serviços de pagamento ponto a ponto, como Venmo ou PayPal, que atuam como intermediários entre os bancos, os pagamentos feitos via FedNow serão liquidados diretamente nas contas do banco central norte-americano.

O Fed também já opera um sistema de pagamentos em tempo real chamado FedWire, mas que é reservado para pagamentos corporativos em grande escala, e só funciona durante o horário comercial. Embora o novo sistema FedNow seja para todos, é provável que beneficie mais os consumidores e as pequenas empresas, disseram analistas.

Bancos menores, que geralmente se conectam ao FedWire por meio de instituições maiores, encorajaram o Fed a desenvolver o FedNow, argumentando que isso permitirá a eles acesso a pagamentos em tempo real sem ter que pagar concorrentes maiores pelo serviço.

O FedNow não cobrará dos consumidores, embora não esteja claro se ou como os bancos participantes repassarão quaisquer custos associados ao serviço.

Alguns participantes do mercado levantaram temores de que o FedNow poderia sobrecarregar um banco em potencial, facilitando saídas rápidas de instituições financeiras, um medo que foi ampliado após a falência do Silicon Valley Bank mais cedo neste ano.

Mas as autoridades do Fed minimizaram essas preocupações, argumentando que os bancos têm ferramentas disponíveis para mitigar uma onda de saídas.

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terça-feira, 18 de julho de 2023

Ibovespa fecha em queda, de olho no exterior e balanços corporativos nos Estados Unidos

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O principal índice da bolsa de valores recuou 0,32%, aos 117.841 pontos.
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Por g1

Postado em 18 de julho de 2023 às 12h15m

            Post. N. =  0.672           

Ibovespa opera em baixa, puxado pelo exterior. — Foto: Freepik
Ibovespa opera em baixa, puxado pelo exterior. — Foto: Freepik

O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3 , fechou em queda nesta terça-feira (18), após passar boa parte do pregão oscilando entre leves altas e baixas. Investidores passaram o dia monitorando os mercados internacionais, de olho em dados econômicos e em resultados corporativos norte-americanos.

Por aqui, o desenrolar da reforma tributária e eventuais sinais sobre juros continuaram no radar.

Ao final do pregão, o índice recuou 0,32%, aos 117.841 pontos. Veja mais cotações.

No dia anterior, o Ibovespa fechou em alta de 0,43%, aos 118.219 pontos. Com o resultado de hoje, o índice passou a acumular:

  • altas de 0,11% na semana e de 7,39% no ano;
  • queda de 0,21% no mês.

O que está mexendo com os mercados?

Sem grandes novidades no noticiário doméstico, investidores continuaram a repercutir os dados do IBC-Br, divulgados pelo Banco Central do Brasil (BC) na véspera.

Esse indicador é considerado a prévia do Produto Interno Bruto (PIB) oficial do país e mostrou que, em maio, a atividade econômica brasileira recuou 2% em relação a abril.

Com esse resultado, especialistas do BTG Pactual destacam que o mercado passou a precificar com mais força uma sequência de quedas na Selic, taxa básica de juros. Isso porque os juros altos encarecem os custos de tomada de crédito e financiamento e geram uma desaceleração econômica.

"Um corte de juros em agosto é visto como um evento altamente provável pelo mercado. A principal incerteza é se o Copom começará com um movimento de redução de 0,25% ou 0,50%", comenta Luiz Calado, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (IBEF-SP).

No exterior, investidores seguiram de olho na temporada de balanços corporativos das empresas norte-americanas, que trazem uma sinalização de como anda a maior economia do mundo para as empresas.

Nesses primeiros dias da temporada de resultados, o Bank of America reportou um lucro de US$ 7,4 bilhões no segundo trimestre deste ano, uma alta de 19% em relação ao trimestre imediatamente anterior e acima das projeções. Analistas explicam que essa alta foi impulsionada, principalmente, pelos juros americanos, que estão entre 5,00% e 5,25% ao ano.

O Morgan Stanley, por sua vez, registrou uma queda de 18% no lucro do segundo trimestre, pressionado por uma queda nos negócios em Wall Street, que atingiu a divisão de investimentos do banco.

Na agenda de indicadores norte-americana, os dados de vendas no varejo de maio vieram abaixo das expectativas do mercado, com uma alta de 0,2% ante o 0,5% projetado.

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sábado, 15 de julho de 2023

Saiba o que é 'greedflation', a inflação gerada pela ganância de empresas, e por que a ideia é controversa

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O neologismo junta ganância e inflação, mas para os economistas, a explicação pelos altos índices dos últimos anos é mais complexa.
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Por Felipe Gutierrez

Postado em 15 de julho de 2023 às 07h15m

            Post. N. =  0.671           

Imagem de dólares em máquina de contar dinheiro — Foto: JN
Imagem de dólares em máquina de contar dinheiro — Foto: JN

De 2021 para cá, a inflação nos Estados Unidos e na Europa atingiu níveis bem mais elevados do que a média das últimas décadas: o índice nos EUA chegou a bater em 8,6%, e, na zona do euro, passou de 7%.

Nos veículos de imprensa estrangeiros surgiu uma nova explicação para esses índices de preços: a inflação estaria sendo acelerada pela ganância das empresas, que conseguiram aumentar preços sem perder margens de lucro --ou seja, as vendas não caíram.

A esse conceito se deu o nome de “greedflation”, um neologismo de composição que junta “greed” (ganância) e inflação.

A ideia é que as empresas que têm poder de mercado tiraram vantagem dessa força e aumentaram preços para além do que seria razoável. Isso, no entanto, é controverso.

Modelo de estudos econômicos

Nas aulas de economia, os modelos de estudo mais simples preveem que os mercados são plenamente competitivos –ou seja, nenhum agente econômico consegue, sozinho, estabelecer um preço; e todos, empresas e consumidores, estão sujeitos às curvas de oferta e demanda.

Nesses modelos, se o preço de um bem está muito alto, mais empresas vão começar a ofertar esse mesmo produto, e o preço vai voltar ao equilíbrio.

E o que causaria a inflação, por esses modelos? As explicações mais comuns são as seguintes:

  • Pressões de oferta (por exemplo, se uma seca destruiu a lavoura de tomate, haverá menos oferta, e o preço vai subir).
  • Pressões de demanda (se todos quiserem comprar tomates, o preço do tomate vai subir).
  • Teoria quantitativa da moeda (há excesso de dinheiro em circulação, o que faz com que o dinheiro perca valor –por exemplo, na Argentina, o governo emite muita moeda).

No entanto, no mundo real, os mercados não são plenamente competitivos. Algumas empresas têm uma fatia tão grande das vendas de um produto que conseguem, sozinhas, estabelecer os preços --isso que é a concentração de mercado.

Empresas querem ter lucros

Segundo uma reportagem do "New York Times" sobre "greedflation", há um consenso de que muitas empresas aumentaram os preços de seus produtos além das altas de seus próprios custos (isso é especialmente evidente em setores como o de transporte marítimo, mas o jornal também cita alta de preços de passagens aéreas nos EUA). A discussão entre os economistas é pelas causas e efeitos disso.

Nelson Marconi, professor da FGV, afirma que a concentração de mercado é apontada na literatura econômica como um fator que torna a inflação mais persistente.

Marconi aponta outros motivos para a alta da inflação nos EUA, mas diz que a ideia de "greedflation" faz algum sentido. As empresas testam o mercado e, se descobrem que o mercado aceita um preço mais alto, vão buscar elevar os preços, segundo ele.

"Se uma empresa tem condição aumentar margem (de lucro), vai fazer isso, e nós vemos vários mercados que estão se concentrando cada vez mais no mundo. Mas esse é somente um dos motivos que explicam o processo inflacionário, e há várias outros", afirma o professor.

Crítica da Economist

O conceito é bastante criticado --a revista “The Economist” publicou um artigo intitulado “A ideia de greedflation é uma bobagem”. Segundo a revista, a inflação atual nos países ricos é resultado de erros na política econômica e da guerra, e não da ganância corporativa. É natural que as empresas busquem maximizar seus lucros, e culpá-las pelo aumento dos preços seria misturar causa e efeito, de acordo com a publicação.

Para a “The Economist”, a inflação é alta por outros dois fatores:

  • Há muito dinheiro em circulação porque houve muitos programas de estímulo econômico (algo que remete à teoria quantitativa da moeda).
  • Houve queda de demanda pela pandemia seguida de interrupções na cadeia de suprimentos (ou seja, mudanças muito drásticas em demanda e oferta em um intervalo curto de tempo).
EUA mais fechados

O professor Luiz Roberto Cunha, da PUC do Rio de Janeiro, também cita os fatores que a "Economist" listou como explicações para a inflação nos EUA e na Europa, mas ele diz que algumas altas de preços são, sim, explicadas pela "greedflation". Ele afirma que, na verdade, o que mudou foram as condições que permitiram que isso acontecesse.

Ele aponta uma outra causa: desde o governo Trump, os EUA passaram a priorizar compras de produtos produzidos localmente. Um mercado mais fechado a importações é menos competitivo, e as empresas têm mais poder de mercado para estabelecer preços. "Mesmo antes da pandemia já havia uma redução da globalização", diz Cunha.

Índice de inflação divulgado nesta terça-feira, nos EUA, anima mercadoÍndice de inflação divulgado nesta terça-feira, nos EUA, anima mercado

Um texto da agência Bloomberg publicado na sexta-feira (14) discute se os modelos de estudos, muito baseados na inflação que ocorreu nos EUA durante os anos 1970, já não são capazes de explicar as altas de preços mais recentes.

A reportagem do "New York Times" cita um pesquisador do Economic Policy Institute que afirma que é importante revisitar a disciplina.

Ainda que o conceito de "greedflation" não seja uma unanimidade, algo mudou: a percepção sobre os conceitos clássicos de inflação, e provavelmente o tema vai ganhar mais espaço nas pesquisas acadêmicas.

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sexta-feira, 14 de julho de 2023

A empresa que trocou 90% dos funcionários do SAC por inteligência artificial

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Diretor-executivo anunciou em redes sociais que a IA passou a ser usada no atendimento ao cliente. O fato gerou diversas críticas.
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TOPO
Por BBC

Postado em 14 de julho de 2023 às 07h10m

            Post. N. =  0.670           

Cada vez mais a IA está gerando preocupações em trabalhadores que veem seus empregos em risco. — Foto: Getty Images via BBC
Cada vez mais a IA está gerando preocupações em trabalhadores que veem seus empregos em risco. — Foto: Getty Images via BBC

O diretor-executivo de uma empresa na Índia recebeu uma onda de críticas depois de substituir 90% de seus funcionários de atendimento ao cliente por um chatbot de inteligência artificial (IA).

Suumit Shah, fundador da Dukaan, disse no Twitter que a troca dos funcionários por um chatbot (robô que realiza atendimentos) melhorou drasticamente as respostas iniciais aos clientes e o tempo de resolução de suas consultas.

O tuíte causou indignação em muitos internautas. Ele chegou em um momento em que existem preocupações de que a Inteligência Artificial (IA) possa deixar muitas pessoas desempregadas, especialmente no setor de serviços.

Uma decisão 'necessária'

Em uma série de tuítes – que acumularam mais de um milhão de visualizações – Shah explicou a decisão de sua empresa de usar um chatbot.

Ele afirmou que demitir funcionários foi uma decisão "difícil", mas "necessária".

"Dado o estado da economia, as startups estão priorizando a lucratividade em vez de tentar se tornar 'unicórnios', e nós também", escreveu ele.

Shah acrescentou que o suporte ao cliente tem sido um problema para a empresa há muito tempo e ele está tentando consertá-lo.

Ele também escreveu sobre como eles construíram o bot e a plataforma de IA em pouco tempo para que todos os clientes da Dukaan pudessem ter um assistente virtual.

Ele declarou que o bot responde a todos os tipos de perguntas com rapidez e precisão.

Na era da gratificação instantânea, começar um negócio não é mais um sonho distante, escreveu ele, acrescentando: Com a ideia certa, a equipe certa, qualquer um pode transformar os seus sonhos empresariais em realidade.

Shah também indicou que a empresa está contratando para vários cargos.

No entanto, muitos usuários criticaram suas postagens e o acusaram de prejudicar a vida de seus funcionários com sua decisão "implacável".

As críticas

"Como esperado, não encontrei nenhuma menção ao fato de 90% dos funcionários terem sido demitidos. Que assistência eles receberam?", perguntou um usuário.

Talvez tenha sido a decisão certa para o negócio, mas não deveria ter se tornado um tópico de comemoração/marketing, disse outro.

Shah disse que detalhará as medidas de suporte aos funcionários pelo LinkedIn, já que, segundo ele, as pessoas no Twitter estariam procurando "rentabilidade, e não simpatia".

Nos últimos anos, ferramentas de IA generativas, como o ChatGPT, proliferaram e se tornaram mais acessíveis.

À medida que mais organizações usam essas ferramentas para aumentar a produtividade e reduzir custos, aumentam as preocupações de pessoas que temem perder seus empregos para a tecnologia.

O Goldman Sachs publicou um relatório em março indicando que a inteligência artificial poderia substituir cerca de 300 milhões de empregos em tempo integral.

Na Índia, várias empresas estão investindo em IA para desenvolver produtos, o que aumentou o medo de possíveis perdas de empregos.

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quinta-feira, 13 de julho de 2023

Ganho real da poupança fica acima de 5% pela primeira vez em 6 anos; compare com outras opções de investimento

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Descontada a inflação, rentabilidade da caderneta chegou a 5,22% nos 12 meses encerrados em junho, melhor patamar desde agosto de 2017. Deflação do último mês impulsionou resultado.
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Por André Catto, g1

Postado em 13 de fevereiro de 2023 às 10h00m

            Post. N. =  0.669           

Ganho real da poupança fica acima de 5% pela primeira vez em 6 anos — Foto: Divulgação
Ganho real da poupança fica acima de 5% pela primeira vez em 6 anos — Foto: Divulgação

Com a deflação registrada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em junho, a poupança atingiu sua maior rentabilidade real (ou seja, descontada a inflação) em quase 6 anos. É o que mostram dados compilados por Einar Rivero, do TradeMap.

Os ganhos reais da modalidade nos 12 meses encerrados em março chegaram a 5,22%, melhor resultado desde agosto de 2017, quando atingiu 5,05% no mesmo período (veja mais abaixo a comparação com outros investimentos).

Os números da poupança estão no azul desde setembro de 2022, completando 10 meses seguidos de rendimentos acima da inflação.

A sequência positiva começou após dois anos de rendimentos abaixo do índice de preços — situação que se estendeu de setembro de 2020 a agosto de 2022.

O levantamento do TradeMap mostra que, nos 12 meses encerrados em junho, dez índices tiveram rentabilidade superior à inflação do período, que foi de 3,16%. São eles (em valores nominais):

  • Bitcoin: 37,52%
  • Ibovespa: 19,83%
  • Small Caps: 19,79%
  • IDIV (Índice de Dividendos): 17,73%
  • BDRX (Índice de BDRs Não Patrocinados): 14,44%
  • IMA Geral (Índice de Mercado Anbima): 14,01%
  • CDI: 13,54%
  • IFIX (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários): 12,87%
  • IHFA (Índice de Hedge Funds Anbima): 9,13%
  • Poupança: 8,55%
Ficaram abaixo da inflação:

  • Dólar Ptax: -8%
  • Euro Ptax: -4,04%
  • Ouro: -1,90%

Já na janela entre janeiro e junho de 2023, os mesmos dez índices também tiveram desempenho superior ao da inflação do período, de foi 2,87%. São eles (em valores nominais):

  • Bitcoin: 25%
  • BDRX (Índice de BDRs Não Patrocinados): 15,14%
  • Small Cap: 13,26%
  • IFIX (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários): 10,05%
  • IDIV (Índice de Dividendos): 9,30%
  • IMA Geral (Índice de Mercado Anbima): 8,64%
  • Ibovespa: 7,61%
  • CDI: 6,50%
  • Poupança: 4,20%
  • IHFA (Índice de Hedge Funds Anbima): 4,01%
Ficaram abaixo da inflação no período:

  • Dólar Ptax: -7,64%
  • Euro Ptax: -5,51%
  • Ouro: -2,49%
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