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quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Ibovespa encosta nos 162 mil pontos e atinge novo recorde; dólar cai e fecha a R$ 5,31

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O principal índice da bolsa brasileira subiu 0,41%, aos 161.755 pontos. Já a moeda americana recuou 0,33%, cotada a R$ 5,3125.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 03 de Dezembro de 2.025 às 10h00m
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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores, fechou em alta de 0,41% nesta quarta-feira (3), aos 161.755 pontos, e atingiu um novo recorde. Já o dólar recuou 0,33%, cotado a R$ 5,3125.

Os investidores reagiram a indicadores relevantes nos Estados Unidos e acompanharam a agenda política do país. No Brasil, o desempenho do setor de serviços e os dados sociais do IBGE também ganharam destaque.

▶️ O maior foco da sessão foram os novos dados de emprego dos EUA. A folha de pagamento do setor privado caiu de forma inesperada em novembro, reforçando a expectativa de que o Federal Reserve (Fed) corte os juros básicos na reunião da próxima semana.

▶️O cenário de juros nos EUA ganha um novo capítulo com o fim próximo do mandato de Jerome Powell, presidente do Fed. A expectativa é que Donald Trump indique um sucessor até o início de 2026. (entenda mais abaixo)

▶️ Na agenda de indicadores dos EUA, destaque para os dados de preços de exportações e importações e para a produção industrial de setembro. A S&P Global deve divulgar ainda hoje os índices de gerentes de compras (PMIs) do setor de serviços.

▶️ No Brasil, o cenário político segue em destaque. A Comissão Mista de Orçamento deve votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2026, após o adiamento da última sessão.

🔎 A tensão entre governo e Congresso aumentou depois que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cancelou a sabatina do indicado ao STF, Jorge Messias, reforçando o desentendimento entre os poderes.

Veja a seguir como esses fatores influenciam o mercado:

💲Dólar

  • Acumulado da semana: -0,42%;
  • Acumulado do mês: -0,42%;
  • Acumulado do ano: -14,03%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: +1,69%;
  • Acumulado do mês: +1,69%;
  • Acumulado do ano: +34,48%.
Emprego e juros norte-americanos

No exterior, a atenção dos investidores ficou voltada aos novos dados de emprego do setor privado dos Estados Unidos.

  • 🔎 Com os dados oficiais que ficaram atrasados por conta da paralisação do governo norte-americano (shutdown) — que durou entre 1º de outubro a 12 de novembro —, esse dado será um dos últimos sinais sobre o mercado de trabalho antes da decisão dos juros americanos pelo Federal Reserve na próxima semana.

O indicador mostrou que houve o fechamento de 32 mil postos de trabalho no setor privado em novembro. O resultado representa uma forte desaceleração do mercado de trabalho norte-americano, que registrou a abertura de 47 mil novas vagas em outubro (dado revisado).

O número também veio bem abaixo do esperado pelo mercado, que previa a abertura de 10 mil postos de trabalho no mês passado. Os dados são do relatório da ADP.

O indicador aumentou a expectativa pela próxima reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), que deve se reunir na semana que vem para tratar sobre os próximos passos na condução dos juros.

Com os dados mais fracos de emprego, o indicador FedWatch, do CME Group, apontava para uma chance de 88,8% de redução em 0,25 ponto percentual das taxas pelo BC norte-americano. Atualmente, os juros dos EUA estão entre 3,75% e 4%.

A expectativa por novos sinais sobre a condução dos juros por parte do Fed também joga os holofotes para a proximidade do fim do mandato de Powell. O atual presidente do BC norte-americano tem sido duramente criticado por Trump há meses porque os juros não têm recuado na medida e na velocidade que o republicano esperava.

Em viagem pela Ásia no final de outubro, por exemplo, Trump chegou a chamar Powell de "incompetente", e afirmar que logo o substituiria.

A expectativa é que o republicano anuncie um novo nome para a liderança do Fed até o começo do próximo ano — e há dúvidas no mercado sobre se a instituição conseguirá manter sua independência ou se o novo nome cederá à pressão de Trump por reduções maiores nos juros norte-americanos.

Bolsas globais

Nos EUA, os índices de Wall Street fecharam em alta nesta quarta-feira após os novos dados do mercado de trabalho norte-americano.

O Dow Jones subiu 0,86%, aos 47.883,14 pontos. O S&P 500 teve alta de 0,35%, aos 6.853,46 pontos, enquanto o Nasdaq avançou 0,17%, aos 23.454,09 pontos.

As bolsas europeias fecharam entre altas e baixas, de olho na divulgação dos índices de gerentes de compras (PMI) do bloco, que medem a atividade econômica.

O STOXX 600 subiu 0,10%. Em Frankfurt, o DAX recuou 0,07%, enquanto o CAC 40, em Paris, teve alta de 0,16%. Já o FTSE 100, em Londres, recuou 0,10%, e o FTSE MIB, na Itália, registrou ganho de 0,06%.

Os mercados asiáticos também fecharam com resultados mistos. As bolsas da China e de Hong Kong caíram após dados mostrarem que o setor de serviços chinês cresceu no ritmo mais lento em cinco meses, aumentando preocupações sobre a economia e os problemas no setor imobiliário.

No fechamento: em Xangai, o índice SSEC caiu 0,51%, para 3.878 pontos, e o CSI300 recuou 0,51%, a 4.531 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 1,28%, a 25.760 pontos.

Já o Nikkei, em Tóquio, subiu 1,14%, para 49.864 pontos; o Kospi, em Seul, avançou 1,04%, a 4.036 pontos; o Taiex, em Taiwan, ganhou 0,83%, a 27.793 pontos; e o Straits Times, em Cingapura, teve alta de 0,32%, a 4.552 pontos.

Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. — Foto: Tatan Syuflana/ AP
Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. — Foto: Tatan Syuflana/ AP

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

PIX bate recorde e registra 297,4 milhões de operações em um dia

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Números foram divulgados nesta segunda (1) pelo Banco Central e são referentes à última sexta (28). O recorde anterior havia sido registrado no dia 5 de setembro.
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Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Postado em 01 de Dezembro de 2.025 às 09h35m
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O Banco Central (BC) informou nesta segunda-feira (1º) que o PIX bateu recorde ao registrar 297,4 milhões de transações financeiras em um único dia — a última sexta-feira (28).

Segundo o BC, essas operações em PIX movimentaram R$ 166,2 bilhões — esse valor também é recorde.

Nesta sexta, data do recorde, os brasileiros também foram às compras em função da Black Friday. Mesma ocasião em que terminou o prazo para os empregadores pagarem a primeira parcela do 13º salário.

🔎O recorde anterior havia sido registrado em 5 de setembro, quando foram registradas 290 milhões de transações."O resultado é mais uma demonstração da importância do PIX como infraestrutura digital pública, para o funcionamento da economia nacional", avaliou o Banco Central.

O PIX, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central do Brasil (BC)completou cinco anos em novembro.

Nesse período, a ferramenta — que reúne cerca de 890 milhões de chaves cadastradas e já faz parte da rotina de mais de 170 milhões de brasileiros — conseguiu aumentar o acesso ao sistema financeiro e estimular a concorrência entre instituições, alcançando a marca de R$ 85,5 trilhões em recursos movimentados entre 16 de novembro de 2020 até 30 de setembro de 2025 (veja mais abaixo).

Antes, a devolução só podia ser feita a partir da conta usada na fraude. No entanto, os golpistas costumam sacar ou transferir rapidamente o dinheiro para outras contas, perdendo a possibilidade de rastreio.

Pix se tornou referência internacional de sistema de pagamento digital — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo via BBC
Pix se tornou referência internacional de sistema de pagamento digital — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo via BBC

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domingo, 30 de novembro de 2025

Adeus, B3: por que empresas estão deixando a bolsa mesmo com o Ibovespa em recorde?

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Desde 2023, 32 empresas deixaram a bolsa brasileira. Entenda o que está por trás dessa onda de saídas e o que ela sinaliza sobre o mercado e a economia.
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Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

Postado em 30 de Novembro de 2.025 às 09h00m
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Por que empresas estão deixando a bolsa mesmo com o Ibovespa em recorde?
Por que empresas estão deixando a bolsa mesmo com o Ibovespa em recorde?

A espanhola Iberdrola anunciou uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) para comprar todas as ações da Neoenergia e retirar a empresa da B3. Se a operação for adiante, a elétrica se junta ao grupo de empresas que fecharam capital em 2025.

Desde 2023, 32 companhias saíram da bolsa brasileira, segundo dados compilados por Einar Rivero, da Elos Ayta. Entre janeiro e outubro deste ano, além da Neoenergia, outras nove deixaram o mercado, como Santos Brasil (STBP3), Carrefour Brasil (CRFB3) e JBS (JBSS3), após a fusão com a BRF (BRFS3). (veja a lista completa no final da reportagem)

Enquanto isso, o Ibovespa acumula recordes em 2025. De cerca de 120 mil pontos no início do ano, superou os 159 mil pontos pela primeira vez nesta sexta-feira (28).

A valorização acumulada no ano já supera os 32%, reflexo da combinação entre juros atrativos no Brasil e o fluxo de capital estrangeiro em busca de ativos mais rentáveis.

Mas, se o Ibovespa está em alta, por que tantas empresas estão deixando a bolsa? A seguir, os motivos por trás da onda de OPAs e o que ela revela sobre o momento do mercado e da economia.

O que é uma OPA e por que empresas estão saindo da B3

  • 💰 A Oferta Pública de Aquisição (OPA) funciona como o oposto da Oferta Pública Inicial (IPO). Enquanto o IPO marca a entrada da empresa na bolsa para captar recursos, a OPA é usada para fechar o capital por meio da recompra das ações dos demais acionistas.

Os motivos para promover uma OPA variam. No caso da Santos Brasil, o grupo francês CMA CGM comprou cerca de 48% da empresa por R$ 6,3 bilhões. Fusões e decisões estratégicas também explicam parte das saídas.

Já a Iberdrola afirmou que a OPA da Neonergia tem o objetivo de simplificar a estrutura corporativa e organizacional da Neoenergia, fornecendo, portanto, maior flexibilidade na gestão financeira e operacional de suas atividades.

Segundo Marcos Praça, diretor de análise da Zero Markets Brasil, muitas empresas deixam a bolsa porque o custo de permanecer listada é alto e a pressão por resultados trimestrais é intensa.

O Donald Trump chegou a dizer que gostaria de acabar com o reporte trimestral nos EUA, porque coloca as empresas numa ‘maratona’ contínua", afirma. "Isso atrapalha estratégias de médio e longo prazo. Qualquer recuo, investimento maior, contratação ou corte vira motivo para o investidor reclamar e vender a ação, derrubando o preço no curto prazo.

Ele acrescenta que, com juros altos no Brasil (a Selic está em 15% ao ano desde junho), os investidores exigem retornos maiores, algo que muitas companhias não conseguem entregar.

  • 🔎 Quando a Selic está muito alta, os investimentos seguros, como títulos públicos e renda fixa, já rendem bastante sem risco. Com isso, os investidores só topam colocar dinheiro em ações se elas puderem render mais do que esses 15% ao ano. Como muitas empresas não conseguem oferecer um retorno tão alto, a ação perde atratividade.

As exigências de governança, transparência e manutenção de uma estrutura de Relações com Investidores também encarecem a operação.

Nesse contexto, as empresas listadas na bolsa passam a ver mais vantagens em fechar capital para reduzir custos e executar projetos sem pressão constante por investidores. O movimento ocorre mesmo com o Ibovespa em alta.

Para Frederico Nobre, gestor de investimentos da Warren, outro fator é a percepção de que muitas ações estão baratas demais.

O controlador pode considerar que sua empresa está sendo negociada por valores muito baixos. Nos últimos anos, inclusive, houve casos de IPOs reversos, quando companhias abertas são compradas por outras empresas para serem listadas de forma mais rápida e com menos burocracia.

Ele lembra que os IPOs praticamente desapareceram e que investidores institucionais têm priorizado renda fixa e crédito. O último IPO da B3 foi o da Vittia (VITT3), em setembro de 2021. Desde então, o interesse no capital aberto e a disponibilidade de financiamento via mercado caíram, segundo ele.

Se o Ibovespa está batendo recordes, por que empresas saem da bolsa?

Segundo os analistas, os recordes do Ibovespa não refletem o desempenho de todas as empresas. O índice mede a média das ações mais negociadas — e é altamente concentrado.

  • 📈 Os pontos do Ibovespa são apenas um número usado para mostrar se as ações mais negociadas da bolsa subiram ou caíram. Não representam dinheiro, mas sim a variação média do mercado: quando o índice sobe em pontos, significa que essas ações se valorizaram; quando cai, que se desvalorizaram.

Os especialistas afirmam que superar uma determinada marca de pontos não tem um significado técnico, mas forma um marco psicológico importante que atrai atenção para a bolsa.

Usamos o Ibovespa como termômetro, mas com cautela, afirma Marcos Praça, comparando o índice ao S&P 500, nos EUA, também concentrado em poucas empresas.

Na B3 acontece algo parecido. Vale e Petrobras representam juntas mais de 15% do peso do Ibovespa. Se elas sobem, puxam o Ibovespa, mesmo que várias empresas estejam estagnadas ou caindo. Itaú e outros grandes bancos também têm peso enorme.

Felipe Tavares, economista-chefe da BGC Liquidez, afirma que a alta do Ibovespa não significa que o mercado brasileiro esteja excepcionalmente forte. A bolsa sobe porque temos poucas opções de empresas e, com o cenário de juros altos, muitas companhias foram incentivadas a recomprar ações.

Além disso, a volatilidade na bolsa americana e nas big techs também leva investidores estrangeiros a buscarem alternativas em mercados emergentes, como o Brasil. (entenda abaixo)

O que explica os recordes do Ibovespa?

De acordo com os analistas, a alta recente é impulsionada sobretudo pela entrada de capital estrangeiro. Segundo a B3, 58,30% dos recursos investidos na bolsa neste ano vieram do exterior.

Outro fator foi a mudança de direção do Federal Reserve. O banco central americano cortou os juros duas vezes em 2025, reduzindo o rendimento das Treasuries (o Tesouro Direto dos EUA) e incentivando investimentos em mercados emergentes, onde o Brasil se destaca pelos juros elevados.

Com isso, cresce a entrada de capital na bolsa e a valorização do real. Marcos Praça lembra que a B3 ficou parada por anos após a pandemia, enquanto outras bolsas se recuperaram mais cedo. O avanço recente é mais uma correção do atraso do que um verdadeiro boom.


Sede da B3, a bolsa brasileira, no Centro de São Paulo — Foto: Divulgação/B3
Sede da B3, a bolsa brasileira, no Centro de São Paulo — Foto: Divulgação/B3

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sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Desemprego recua para 5,4% em outubro, o menor nível da série histórica do IBGE

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Desemprego cai para 5,4% no trimestre encerrado em outubro, o menor nível desde 2012, com recuos tanto em relação ao período anterior quanto ao mesmo trimestre de 2024.
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Por Janize Colaço, g1 — São Paulo

Postado em 28 de Novembro de 2.025 às 09h25m
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A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre móvel encerrado em outubro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi o menor nível da série histórica, iniciada em 2012. A taxa recuou nas duas bases de comparação: caiu 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre móvel anterior (de 5,6% para 5,4%) e diminuiu 0,7 ponto percentual frente ao mesmo período de 2024, quando estava em 6,2%.

Além disso, a população desocupada (5,9 milhõesfoi a menor registrada pela série histórica. Já o número de pessoas sem trabalho caiu 3,4% no trimestre (menos 207 mil) e recuou 11,8% em relação ao ano anterior (menos 788 mil).

Enquanto isso, a população ocupada (102,6 milhões) permaneceu estável no trimestre e aumentou em 926 mil pessoas na comparação anual.

O nível da ocupação — proporção de pessoas empregadas dentro da população em idade de trabalhar — ficou em 58,8%, mantendo estabilidade tanto frente ao trimestre anterior quanto em relação ao mesmo período de 2024.

Veja os destaques da pesquisa:

  • Taxa de desocupação: 5,4%
  • Taxa de subutilização: 13,9%
  • População desocupada: 5,9 milhões
  • População ocupada: 102,2 milhões
  • População fora da força de trabalho: 66,1 milhões
  • População desalentada: 2,6 milhões
  • Empregados com carteira assinada: 39,2 milhões
  • Empregados sem carteira assinada: 13,6 milhões
  • Trabalhadores por conta própria: 25,9 milhões
  • Trabalhadores informais: 38,8 milhões

Formalização estável no trimestre, mas ainda em patamar recordeFormalização segue estável, mas permanece em nível recorde

Ainda segundo os dados do IBGE, o setor privado registrou 52,7 milhões de empregados, o maior número da série histórica, ainda que sem mudanças relevantes no trimestre ou no ano.

Entre eles, os trabalhadores com carteira assinada somaram 39,2 milhões — novo recorde —, com estabilidade no trimestre e alta de 2,4% em relação ao ano anterior (mais 927 mil pessoas).

Já os empregados sem carteira chegaram a 13,6 milhões, número estável no trimestre e 3,9% menor no ano (menos 550 mil pessoas).

No setor público, o contingente foi de 12,9 milhões, estável no trimestre e 2,4% acima do registrado um ano antes (mais 298 mil pessoas).

O total de trabalhadores por conta própria atingiu 25,9 milhões, também estável no trimestre, mas 3,1% maior no ano (acréscimo de 771 mil pessoas).

A taxa de informalidade permaneceu em 37,8% da população ocupada — o equivalente a 38,8 milhões de pessoas —, repetindo o percentual do trimestre anterior e ficando abaixo dos 38,9% observados no mesmo período de 2024.

O rendimento real habitual chegou a R$ 3.528, novo recorde, mantendo estabilidade trimestral e avanço de 3,9% em um ano. Já a massa de rendimento real, de R$ 357,3 bilhões, também renovou o recorde, sem variação no trimestre e com alta anual de 5,0% (mais R$ 16,9 bilhões).

Reportagem em atualização


Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) — Foto: Divulgação/Agência Brasil
Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) — Foto: Divulgação/Agência Brasil

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