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segunda-feira, 4 de agosto de 2025

Tarifaço: governo priorizará fabricantes nacionais em compra de US$ 2,4 bilhões ao SUS

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Equipamentos médicos brasileiros atingidos pelo tarifaço do presidente dos EUA, Donald Trump, poderão ser adquiridos pelo governo em compras públicas mesmo que seus preços sejam entre 10% e 20% superiores aos similares importados.
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Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Postado em 04 de Agosto de 2.025 às 13h45m

$.#  Postagem  Nº     1.064  #.$

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) informou nesta segunda-feira (4) que o governo vai investir R$ 2,4 bilhões em compras de mais de 10 mil equipamentos de saúde para atendimento básico e cirurgias, aplicando margens de preferência aos produtos feitos no Brasil e com tecnologia nacional.

🔎Segundo o MDIC, isso significa que os equipamentos brasileiros poderão ser adquiridos mesmo que seus preços sejam entre 10% e 20% superiores aos similares importados. As compras para o Sistema Único de Saúde (SUS) serão feitas pelo Ministério da Saúde, via edital, no âmbito do PAC-Saúde.

"O governo do presidente Lula [Luiz Inácio Lula da Silva] seguirá mobilizando todos os instrumentos para defender a economia brasileira, como é o caso das compras públicas, que têm um papel importante para fortalecer o setor de dispositivos médicos, afirma o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o momento atual reforça a importância de fortalecer as empresas e a indústria brasileiras para maior soberania e segurança no setor de saúde.

Presidente Lula reconhece necessidade de cautela na negociação do tarifaço com Donald Trump
Presidente Lula reconhece necessidade de cautela na negociação do tarifaço com Donald Trump

Tarifaço de Trump e seu impacto

Os dispositivos médicos estão entre os produtos sobretaxados com o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, com uma alíquota de 50% a partir desta quarta-feira (6).

Na semana passada, quando a medida foi confirmada, o CEO da Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (Abimo), Paulo Henrique Fraccaro, afirmou que as exportações aos EUA ficaram comprometidas.

"Independentemente disso, nossa indústria tem dois caminhos: arcar com os custos das tarifas sem repassá-los ao consumidor final (o que é muito difícil) ou buscar outros mercados para absorver esse volume que deixará de entrar no território estadunidense, o que também traz desafios, principalmente regulatórios", disse Paulo Henrique Fraccaro, da Abimo, na ocasião.

Segundo Fraccaro, os produtos brasileiros disputam mercado com dispositivos fabricados por países como China, Índia e Turquia, fornecedores que podem suprir a demanda norte-americana.

Maternidade do SUS no Hospital Augusto Oliveira Camargo – Crédito: Secom/PMI
Maternidade do SUS no Hospital Augusto Oliveira Camargo – Crédito: Secom/PMI

Compras públicas

A resolução do governo que dá margem de preferência a produtores nacionais em compras públicas de dispositivos médicos listou produtos para atendimento básico, além de 11 itens usados em cirurgias e procedimentos oftalmológicos.

No caso da atenção especializada, estão listados equipamentos de precisão diagnóstica e terapêutica, que garantam a segurança do paciente em ambiente cirúrgico ou de alta complexidade, bem como integração a fluxos assistenciais especializados, como cirurgia eletiva e oftalmologia de alta precisão.

Para a atenção primária, as compras buscam tornar os atendimentos mais eficazes e digitalmente integrados, estimulando a atuação na prevenção, diagnóstico precoce, reabilitação e resposta clínica ampla.

Atualmente, o Brasil produz em torno de 45% das necessidades nacionais em medicamentos, vacinas, equipamentos e dispositivos médicos, materiais e outros insumos e tecnologias em saúde. A meta do do governo é elevar a produção a 50% até 2026 e a 70% até 2033.

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domingo, 3 de agosto de 2025

China libera 183 empresas do Brasil para exportar café após tarifaço dos EUA

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Medida anunciada pela embaixada chinesa no Brasil vale por cinco anos e ocorre após os EUA anunciarem tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 03 de Agosto de 2.025 às 17h15m

$.#  Postagem  Nº     1.063  #.$

Grãos de café em plantação perto de Brasilia — Foto: Adriano Machado/Reuters
Grãos de café em plantação perto de Brasilia — Foto: Adriano Machado/Reuters

A China autorizou 183 empresas brasileiras a exportarem café para o país, segundo a embaixada chinesa no Brasil. O anúncio foi feito no sábado (2) pelas redes sociais.

A medida começou a valer em 30 de julho e beneficia os exportadores brasileiros, que foram afetados pela nova tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última semana.

As novas licenças para exportar café à China têm validade de cinco anos, de acordo com a embaixada.

A tarifa de 50% anunciada pelos Estados Unidos começa a valer em 6 de agosto e atinge produtos como o café brasileiro.

A nova taxa representa um desafio para exportadores brasileiros, que vendem cerca de 8 milhões de sacas de café por ano aos Estados Unidos. Agora, eles buscam alternativas para os produtos.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Já os Estados Unidos compram grandes volumes de carne bovina, suco de laranja e outros produtos brasileiros, além do café.

Em junho, o Brasil exportou 440 mil sacas de café para os Estados Unidos — quase oito vezes mais que as 56 mil sacas vendidas à China. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Questionados pela Reuters, o Ministério da Agricultura e o Cecafé não comentaram o assunto até a última atualização desta reportagem.

A reportagem não conseguiu contato com a autoridade alfandegária da China.

O Brasil detém cerca de um terço do mercado de café dos EUA, um comércio avaliado em US$ 4,4 bilhões nos 12 meses encerrados em junho.

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sábado, 2 de agosto de 2025

Agência de mineração cria divisão de minerais críticos e estratégicos, em evidência após tarifaço

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ANM diz que tema vinha sendo discutido há vários anos e medida não foi motivada pelo interesse americano no assunto. Setor vê iniciativa de maneira positiva.
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Por Mariana Assis, g1 — Brasília

Postado em 02 de Agosto de 2.025 às 06h00m

$.#  Postagem  Nº     1.062  #.$

A Agência Nacional de Mineração (ANM) anunciou nesta sexta-feira (1) a criação da Divisão de Minerais Críticos e Estratégicos como parte de seu regimento interno. A medida consta no Diário Oficial da União (DOU).

Interesse dos EUA por minerais críticos brasileiros expõe desafio de explorar reservas
Interesse dos EUA por minerais críticos brasileiros expõe desafio de explorar reservas

Segundo a agência, a criação da divisão é resultado de um processo técnico e institucional que vem sendo desenvolvido há vários anos e não foi motivada pelo interesse dos Estados Unidos por minerais críticos e estratégicos brasileiros.

"Trata-se de um passo planejado e estruturante no fortalecimento da atuação regulatória e de fomento da agência sobre esse segmento mineral, e não de uma resposta pontual ou direta a questões da geopolítica", disse à ANM.

O trabalho da divisão se dará em diversas frentes, dentre as quais estão o acompanhamento de tendências globais e política públicas sobre o tema, elaboração de estudos e diagnósticos sobre a oferta, demanda e cadeia produtivas desses minerais.

Além disso, estão previstas a produção e divulgação de informações qualificadas para orientar políticas públicas e decisões estratégicas. A chefia do setor ficará com um servidor de carreira da ANM.

"O setor mineral brasileiro já atua de forma consistente na identificação, pesquisa e aproveitamento de minerais críticos e estratégicos, como lítio, terras raras, nióbio, cobre e grafita. A ANM vem acompanhando e apoiando esse movimento por meio da oferta de áreas para pesquisa e lavra, modernização normativa, apoio a políticas públicas e qualificação de dados geológicos e econômicos", disse à agência ao g1.

Para o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), "a criação de uma divisão para tratar do assunto é positiva, por ser uma pauta importante hoje e se tratar de minérios fundamentais para a transição energética".

Produção de terras-raras na China, país que lidera a produção desses minerais — Foto: REUTERS
Produção de terras-raras na China, país que lidera a produção desses minerais — Foto: REUTERS

Outras áreas do governo federal também atuam sobre o tema. O Ministério de Minas e Energia (MME) está na fase final de elaboração de uma Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.

A ideia da pasta é criar um marco orientador para o setor, cujas diretrizes incluam:

  • priorização do licenciamento federal para projetos estratégicos;
  • fortalecimento do mapeamento geológico;
  • articulação com estados e municípios;
  • apoio financeiro à exploração e ao processamento;
  • incentivo à pesquisa e inovação, qualificação da mão de obra; e
  • desenvolvimento de infraestrutura.
A política também mira atrair investimentos e parcerias internacionais.

Segundo o MME, o Brasil vem se consolidando como um ator estratégico na produção de minerais essenciais à transição energética e à economia de baixo carbono. O país já é líder na produção de nióbio, responsável por quase 90% das reservas mundiais conhecidas desse mineral.

Soma-se a isso o fato de o Brasil ter a segunda maior reserva de terras raras, com 23% do total mundial, equivalente a 21 milhões de toneladas, atrás apenas da China. O país também avançou uma posição no ranking de lítio, agora na sexta colocação. Veja a tabela abaixo:

Produção de minerais estratégicos no Brasil

MineralReserva brasileira em 2024 (t)Reserva mundial (t)% Participação brasileira na produção mundialPosição brasileira no ranking mundial
Lítio1.370.00030.000.0004,4%
Cobre11.200.000980.000.0001,1%13ª
Níquel16.000.000130.000.00012,3%
Nióbio16.000.00017.810.00089,9%
Terras Raras21.000.00090.000.00023%
Cobalto70.00011.000.0000,6%
Vanádio120.00018.000.0000,6%
Grafita74.000.000290.000.00025,5%
Urânio280.0006.070.0004,6%
Manganês270.000.0001.700.000.00015,9%
Alumínio (bauxita)2.700.000.00029.000.000.0009,3%

sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Dólar passa a cair, de olho em novas tarifas de Trump e dados de emprego nos EUA; Ibovespa sobe

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Na véspera, a moeda americana fechou em alta de 0,38%, cotada em R$ 5,6008. Já a bolsa fechou em queda de 0,69%, aos 133.071 pontos.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 01 de Agosto de 2.025 às 10h00m

$.#  Postagem  Nº     1.061  #.$

Tarifaço dos EUA é contestado na justiça e Trump anuncia novas taxas para o resto do mundo
Tarifaço dos EUA é contestado na justiça e Trump anuncia novas taxas para o resto do mundo

O dólar inverteu o sinal positivo visto no início da sessão e passou a operar em queda nesta sexta-feira (1º). A moeda caía 1,09%, perto das 13h30, cotada a R$ 5,5397, conforme investidores continuam a avaliar os possíveis efeitos do tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na economia do Brasil e do mundo.

O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, tinha alta de 0,06% no mesmo horário, aos 133.153 pontos. Dados econômicos dos EUA e balanços corporativos também ficam no radar nesta sexta-feira.

▶️ O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou na quinta-feira (31) uma ordem executiva que modifica e amplia as tarifas recíprocas aplicadas a diversos países, com alíquotas que variam entre 10% e 41%. A medida atualiza os percentuais definidos em cartas enviadas pelo governo americano em julho. As novas taxas entram em vigor a partir de 7 de agosto.

A medida volta a levantar dúvidas no mercado sobre quais podem ser os efeitos do tarifaço na inflação dos Estados Unidos e na economia global.

▶️ No caso do Brasil, o governo norte-americano confirmou a tarifa de 50% contra o país na quarta-feira, mas indicou que mais de 700 itens, abrangendo setores estratégicos — como suco de laranja, combustíveis, veículos, aeronaves civis e determinados tipos de metais e madeira — ficam de fora.

▶️ Alguns especialistas indicam que a lista de exceções foi um recuo considerável de Trump no tarifaço imposto ao Brasil, mas ainda há cautela no mercado em relação a qual será a reação do Brasil. Na véspera, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, afirmou em entrevista ao Mais Você, da TV Globo, que as negociações com os EUA estão apenas começando. (Veja mais abaixo)

▶️Por fim, outro fator que fica na mira dos investidores são os novos dados de emprego dos Estados Unidos. O indicador traz novos sinais sobre a economia norte-americana e dá pistas sobre quais devem ser os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central do país) na condução dos juros. Balanços corporativos também ficam no radar.

Veja abaixo como esses fatores impactam o mercado.

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

💲Dólar

  • Acumulado da semana: +0,71%;
  • Acumulado do mês: +3,08%;
  • Acumulado do ano: -9,37%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: -0,34%;
  • Acumulado do mês: -4,17%;
  • Acumulado do ano: +10,63%.
Tarifaço pelo mundo

A ordem executiva assinada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, na última quinta-feira (31) marca um novo capítulo do tarifaço para o mundo.

A medida amplia e modifica as tarifas recíprocas aplicadas a diversos países, com alíquotas que, agora, vão de 10% a 41%. As novas taxas devem entrar em vigor a partir de 7 de agosto.

Mesmo com a ampliação das tarifas para várias nações, o Brasil ainda é o mais tarifado por Trump, com uma alíquota de 50%. Depois vem a Síria (41%), seguida por Laos e Mianmar (Birmânia), ambos com taxas de 40%.

Já os menos afetados foram o Reino Unido e as Ilhas Malvinas — os únicos até agora com taxas de 10%.

Nesta sexta-feira, o chefe de comércio da União Europeia, Maros Sefcovic, afirmou que os exportadores do bloco agora se beneficiam de uma "posição mais competitiva" após o fechamento da estrutura de um acordo com os Estados Unidos, embora tenha acrescentado que "o trabalho continua".

"As novas tarifas dos EUA refletem os primeiros resultados do acordo entre a UE e os EUA, especialmente o limite tarifário de 15% com tudo incluído", escreveu Sefcovic em uma publicação no X.

E no Brasil?

Para o Brasil, o presidente dos EUA havia assinado o decreto que impõe uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros na última quarta-feira (30). Inicialmente previstas para entrar em vigor nesta sexta-feira (1º), as taxas foram adiadas para 6 de agosto.

Segundo a Casa Branca, a medida foi adotada em resposta a ações do governo brasileiro que representariam uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA.

O anúncio oficializa o percentual mencionado pelo republicano em carta enviada a Lula neste mês e afirma que a ordem executiva foi motivada por ações que prejudicam empresas americanas e os direitos de liberdade de expressão de cidadãos americanos, além de afetar a política externa e a economia do país.

Nesta sexta-feira (1º), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo federal não pretende adotar medidas com objetivo de retaliar os Estados Unidos em resposta ao tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump.

Segundo o ministro, os próximos passos serão com foco em ações de proteção para "atenuar os efeitos" sobre a indústria e o agronegócio.

"Não houve desistência da decisão [de retaliar] porque essa decisão não foi tomada. Nós nunca usamos esse verbo para caracterizar as ações que a economia brasileira vai tomar. São ações de proteção da soberania, proteção da nossa indústria, do nosso agronegócio", disse Haddad a jornalistas. 
Agenda econômica

Outro destaque da sessão fica com o Payroll, relatório de emprego norte-americano. O documento é um dos principais indicadores do país e serve como um termômetro da economia nos EUA.

O relatório também tem grande peso nas decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) – a autarquia trabalha com metas de inflação e pleno emprego pra conduzir a taxa básica dos EUA.

Segundo dados do Departamento do Trabalho, os EUA abriram 73 mil vagas de emprego fora do setor agrícola em julho. O resultado veio abaixo do esperado pelo mercado, de 110 mil novos postos, e indica uma deterioração nas condições do mercado de trabalho que coloca um corte de juros em setembro pelo Federal Reserve de volta à mesa.

O presidente do Fed, Jerome Powell, tem sofrido diversas críticas de Trump pela demora em iniciar um ciclo de cortes de juros nos EUA. Nesta semana, a instituição manteve as taxas inalteradas pela quinta reunião consecutiva, na faixa de 4,25% a 4,50% ao ano.

Nesta sexta-feira (1º), o presidente norte-americano chegou a afirmar que a diretoria da instituição deveria assumir o controle, caso o banqueiro central continue se recusando a reduzir a taxa de juros.

"Jerome 'Atrasado Demais' Powell, um IMBECIL teimoso, tem que reduzir substancialmente a taxa de juros. AGORA, SE ELE CONTINUAR SE RECUSANDO, A DIRETORIA DEVE ASSUMIR O CONTROLE E FAZER O QUE TODOS SABEM QUE DEVE SER FEITO!", disse Trump em publicação no Truth Social.

Ainda na agenda de indicadores, os gastos com construção nos Estados Unidos caíram 0,4% em junho, em meio a um declínio acentuado nos gastos com projetos de moradias unifamiliares devido às taxas de hipoteca mais altas e ao aumento dos estoques.

Já o setor manufatureiro dos Estados Unidos contraiu pelo quinto mês consecutivo em julho. Segundo o Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM), o emprego nas fábricas caiu para o nível mais baixo em cinco anos, em meio às tarifas que aumentaram os preços das matérias-primas importadas.

Notas de dólar. — Foto: Luisa Gonzalez/ Reuters
Notas de dólar. — Foto: Luisa Gonzalez/ Reuters

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