Total de operações desta sexta superou as 178,7 milhões de transações registradas em 6 de março de 2024 – que era o recorde anterior. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Alexandro Martello, g1 — Brasília Postado em 08 de abril de 2024 às 11h15m Post. N. = 0.801
Transações via PIX bateram recorde em 5 de abril — Foto: Reprodução/Jornal Hoje
O Banco Central informou que as transações via PIX bateram um novo
recorde nesta sexta-feira (5): foram 201,6 milhões de operações em um
único dia.
"Os
números são mais uma demonstração da forte adesão de pessoas e empresas
ao Pix, meio de pagamento lançado pelo Banco Central em novembro de
2020", avaliou o Banco Central.
Essa modalidade do Pix vai permitir que o cliente agende previamente
pagamentos que ele já sabe que precisará fazer a empresas.
O Pix automático poderá ser usado, por exemplo, para pagar:
contas de água e luz
escolas e faculdades
academias, condomínios
parcelamento de empréstimos
Mais de 35 milhões de transferências por PIX no valor de um centavo foram realizadas em 2023
Esse tipo de pagamento já pode ser feito através do débito automático,
mas na avaliação do Banco Central, o Pix automático terá a capacidade de
alcançar mais pessoas.
Outra modalidade do Pix, chamada de Pix agendado recorrente, também
será obrigatória a partir de outubro de 2024. O Pix agendado poderá ser
usado, por exemplo, para:
Mesada
Doação
Aluguel entre pessoas físicas
Prestação de serviço por pessoas físicas (como diarista, terapia, educador físico etc)
A moeda norte-americana subiu 0,29%, cotada em R$ 5,0648, no maior patamar desde outubro do ano passado; na semana acumulou ganho de 0,99%. Já o principal índice acionário da bolsa brasileira encerrou em queda de 0,50%, aos 126.795 pontos. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 05/04/2024 09h12 Atualizado há um dia Postado em 06 de abril de 2024 às 10h20m Post. N. = 0.800
Dólar abre em baixa — Foto: Karolina Grabowska
O dólar inverteu o sinal negativo visto pela manhã e conseguiu fechar
em alta sexta-feira (5), renovando o maior patamar da moeda desde
outubro do ano passado. Investidores passaram o dia analisando os novos
dados do payroll, o mais importante relatório do mercado de trabalho dos
Estados Unidos.
Os empregadores dos Estados Unidos contrataram muito mais do que o
esperado em março, além de aumentarem os salários. O resultado forte
pode causar um adiamento dos cortes previstos para este ano nos juros
americanos pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).
Já por aqui, o noticiário corporativo envolvendo a Petrobras
continuou no radar, em meio aos rumores de que o presidente da estatal,
Jean Paul Prates, tem pouco apoio do governo e pode ser trocado por
Aloizio Mercadante, que atualmente lidera o Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Nesse cenário, Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, encerrou em queda.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Ao final da sessão, o dólar fechou em alta de 0,29%, cotado a R$
5,0648, no maior patamar desde outubro. Na máxima, chegou a R$ 5,0744. Veja mais cotações.
Com o resultado, acumula:
alta de 0,99% na semana e no mês;
alta de 4,38% no ano.
Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,19%, cotado a R$ 5,0501.
Ibovespa
Já o Ibovespa encerrou em queda de 0,50%, aos 126.795 pontos.
Com o resultado, acumula:
perda de 1,02% na semana e no mês;
recuo de 5,51% no ano.
Na véspera, o índice havia fechado em alta de 0,09%, aos 127.428 pontos.
O principal dado da semana saiu nesta sexta-feira, com a divulgação do
payroll, o principal relatório de emprego norte-americano. Segundo o
Departamento do Trabalho dos EUA, o país abriu 303 mil vagas de trabalho
fora do setor agrícola no mês passado.
O número veio bem acima do projetado pelo mercado. Economistas
consultados pela Reuters, por exemplo, previram abertura de 200 mil
vagas, com estimativas variando de 150 mil a 250 mil. Além disso, os
dados de fevereiro foram revisados ligeiramente para baixo, mostrando
270 mil empregos, em vez de 275 mil.
Os analistas ouvidos pela Reuters afirmam que a maioria das empresas
conseguiu obter custos de empréstimos mais baixos antes do ciclo de
aperto monetário do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), o
que lhes deu algum isolamento das taxas mais altas e permitiu que
mantivessem seus funcionários.
Operadores estão precificando uma chance de 62% de o Fed cortar os
juros em 0,25 pontos percentuais em junho, e veem mais duas reduções em
2024, de acordo com a ferramenta FedWatch do CMEGroup.
Ao longo da semana, falas de dirigentes do Fed também ficaram no radar.
Na quarta-feira (3), o presidente da instituição, Jerome Powell,
reiterou que há tempo para deliberar sobre seu primeiro corte na taxa
básica de juros do país, dada a força da economia e as recentes leituras
de inflação elevada.
Os dados são mistos, entre bastante força e pontos de alívio da
economia americana. Na quarta-feira (3), o relatório ADP mostrou que a
abertura de vagas no setor privado dos Estados Unidos superou as
expectativas em março, apontando para a continuidade da força do mercado
de trabalho.
Foram abertas 184 mil vagas no mês, depois de 155 mil em fevereiro.
Economistas consultados pela Reuters previam criação de 148 mil vagas no
mês passado, contra 140 mil relatadas antes da revisão em fevereiro.
Já na quinta-feira (4), o número de norte-americanos que entraram com
novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou mais do que o esperado na
semana, sinal de que condições do mercado de trabalho estão se
afrouxando.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 9 mil na semana
encerrada em 30 de março, para 221 mil em dado com ajuste sazonal.
Economistas consultados pela Reuters previam 214 mil pedidos na última
semana.
No Brasil, o Banco Central realizou um leilão adicional de swap cambial
no valor de US$ 1 bilhão no início da semana. Essa foi a primeira
intervenção sem fins de rolagem da autarquia no mercado de câmbio desde o
final de 2022.
Apesar da justificativa do BC, de que se tratava de um leilão para
garantir liquidez para pagar o vencimento de títulos em dólar, parte dos
analistas ainda atribui a ação apenas ao fato de a moeda americana ter saltado 0,86% na última segunda-feira, ao maior valor de fechamento desde 13 de outubro do ano passado.
A agenda interna foi de poucos dados relevantes. A produção industrial (PIM), do IBGE,
registrou queda de 0,3% em fevereiro na comparação com o mês anterior.
Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção subiu 5%.
As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de alta de 0,3% na variação mensal e de 5,6% na base anual.
No noticiário corporativo, as atenções ficaram voltadas para a
Petrobras, após surgirem no mercado novos rumores de que o presidente da
estatal, Jean Paul Prates, pode ser demitido da companhia e substituído pelo atual presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Na lista da Forbes do ano passado, havia apenas seis magnatas com um patrimônio de mais de US$ 100 bilhões de dólares. Neste ano, o número de membros desse seleto clube mais do que dobrou. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 04/04/2024 09h00 Atualizado há uma hora Postado em 04 de abril de 2024 às 10h15m Post. N. = 0.799
Bilionários da Forbes — Foto: Forbes via BBC
Na lista da Forbes do ano passado, havia apenas seis pessoas com uma
fortuna de mais de US$ 100 bilhões de dólares (R$ 506 bilhões).
A novidade é que na lista deste ano, publicada na terça-feira (2/4), o
número de membros deste seleto clube mais que dobrou, para 14
integrantes.
Para se ter uma ideia da magnitude de uma fortuna assim, basta olhar o
tamanho do Produto Interno Bruto (PIB) de um país, ou seja, a soma de
todos os bens e serviços que uma nação produz em um ano.
Assim, a riqueza individual de cada um destes 14 magnatas é superior ao
PIB de países como Panamá, Uruguai, Costa Rica ou Bolívia.
Pelo segundo ano consecutivo, Arnault é a pessoa mais rica do mundo.
Sua fortuna cresceu 10% em 2023 graças a mais um ano de faturamento
recorde para seu conglomerado de luxo, o LVMH, dono de Louis Vuitton,
Christian Dior e Sephora.
Como o ranking muda constantemente, Musk ganhou e perdeu diversas vezes
o título de "mais rico do mundo", à medida que mudou a valorização das
suas empresas, a SpaceX, a Tesla e a rede social X(antigo Twitter).
O presidente da Meta enfrenta altos e baixos. Depois que as ações da
gigante das redes sociais despencaram 75% em relação ao seu nível mais
alto em 2021, seu valor quase triplicou no ano passado.
No último ano, as ações da empresa de tecnologia Oracle subiram mais de
30%, impulsionando sua fortuna. Embora tenha deixado o cargo de
presidente da empresa, Ellison continua a presidir seu conselho, é seu
diretor de tecnologia e também seu maior acionista.
Considerado um dos investidores mais bem-sucedidos de todos os tempos,
Buffett dirige a Berkshire Hathaway, um conglomerado que possui dezenas
de empresas, incluindo a seguradora Geico, a fabricante de baterias
Duracell e a rede de restaurantes Dairy Queen. As ações da Berkshire
estão em níveis recordes, 30% acima em relação ao ano passado.
O cofundador da Microsoft foi a pessoa mais rica do mundo durante 18
dos 23 anos no período de 1995 a 2017. Apesar de sua fortuna gigantesca,
Gates caiu na lista devido à forte concorrência no setor de tecnologia,
a um divórcio que saiu caro para ele em 2021 e às suas doações para
instituições de caridade, segundo a Forbes.
O ex-presidente da Microsoft liderou a empresa de 2000 a 2014, após a
crise das empresas de tecnologia. Depois de se aposentar da Microsoft,
Ballmer comprou o time de basquete Los Angeles Clippers, que se
valorizou nos últimos anos. Hoje, é o quinto time mais valioso da liga
americana, a NBA.
A riqueza de Ambani cresceu substancialmente graças à valorização das
ações do seu conglomerado, o Reliance Industries. A empresa atua nos
setores de petroquímica, petróleo e gás, telecomunicações, varejo e
serviços financeiros.
Cofundador e membro do conselho de administração da Alphabet, controladora do Google, continua a ser, juntamente com Sergey Brin, o maior acionista individual da gigante tecnológica.
Cofundador e membro do conselho da Alphabet. Brin renunciou ao cargo de
presidente da empresa em dezembro de 2019, mas continua sendo seu
acionista majoritário junto com Larry Page.
Cofundador da empresa de informação financeira e mídia Bloomberg LP,
ele possui atualmente 88% do negócio. Foi prefeito da cidade de Nova
York por 12 anos.
Sua fortuna aumentou no ano passado graças a uma valorização de 43% nas
ações da sua empresa de vestuário, a Inditex, que gere a rede Zara. Seu
portfólio imobiliário inclui propriedades logísticas, residenciais e de
escritórios, principalmente na Europa e nos Estados Unidos.
O empresário era a pessoa mais rica do mundo e ainda continua sendo o
mais rico da América Latina. Sua fortuna cresceu no ano passado graças à
valorização do peso mexicano e ao salto de 60% no preço das ações de
seu conglomerado industrial, o Grupo Carso. Slim e sua família controlam
a América Móvil, a maior empresa de telecomunicações móveis da América
Latina.
Um clube em expansão
Na última década, a riqueza dos membros do clube aumentou 255%, um
crescimento muito maior do que o patrimônio do bilionário médio.
Como a maior parte das fortunas é investida nos mercados financeiros, o valor destes ativos sobe e desce constantemente.
Foi assim que Bill Gates
atingiu brevemente a marca dos "cem bilhões" em 1999, antes de seu
patrimônio líquido cair quase pela metade durante a crise das empresas
de tecnologia.
Ninguém conseguiu voltar a quebrar o recorde durante quase duas
décadas, mesmo quando os mercados ganhavam muito dinheiro, pouco antes
da Grande Recessão de 2008-2009.
A história continuou assim até que Jeff Bezos
finalmente quebrou a marca novamente em 2017, tornando-se o segundo
membro do clube dos magnatas com US$ 100 bilhões, graças ao espetacular
aumento no valor de mercado da Amazon.