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segunda-feira, 8 de abril de 2024

PIX: ferramenta registrou 200 milhões de transações na última sexta e bateu recorde, diz BC

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Total de operações desta sexta superou as 178,7 milhões de transações registradas em 6 de março de 2024 – que era o recorde anterior.
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Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Postado em 08 de abril de 2024 às 11h15m

             Post. N. =  0.801         

Transações via PIX bateram recorde em 5 de abril — Foto: Reprodução/Jornal Hoje
Transações via PIX bateram recorde em 5 de abril — Foto: Reprodução/Jornal Hoje

O Banco Central informou que as transações via PIX bateram um novo recorde nesta sexta-feira (5): foram 201,6 milhões de operações em um único dia.

O recorde coincidiu com um dia de instabilidade registrada pelos bancos no acesso de clientes à plataforma. O BC, no entanto, disse que o serviço estava funcionando normalmente.

"Os números são mais uma demonstração da forte adesão de pessoas e empresas ao Pix, meio de pagamento lançado pelo Banco Central em novembro de 2020", avaliou o Banco Central.

Essa modalidade do Pix vai permitir que o cliente agende previamente pagamentos que ele já sabe que precisará fazer a empresas.

O Pix automático poderá ser usado, por exemplo, para pagar:

  • contas de água e luz
  • escolas e faculdades
  • academias, condomínios
  • parcelamento de empréstimos

Mais de 35 milhões de transferências por PIX no valor de um centavo foram realizadas em 2023

Esse tipo de pagamento já pode ser feito através do débito automático, mas na avaliação do Banco Central, o Pix automático terá a capacidade de alcançar mais pessoas.

Outra modalidade do Pix, chamada de Pix agendado recorrente, também será obrigatória a partir de outubro de 2024. O Pix agendado poderá ser usado, por exemplo, para:

  • Mesada
  • Doação
  • Aluguel entre pessoas físicas
  • Prestação de serviço por pessoas físicas (como diarista, terapia, educador físico etc)

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sábado, 6 de abril de 2024

Dólar fecha a R$ 5,06 e renova maior patamar desde outubro, após dados de emprego dos EUA; Ibovespa cai

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A moeda norte-americana subiu 0,29%, cotada em R$ 5,0648, no maior patamar desde outubro do ano passado; na semana acumulou ganho de 0,99%. Já o principal índice acionário da bolsa brasileira encerrou em queda de 0,50%, aos 126.795 pontos.
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Por g1

Postado em 06 de abril de 2024 às 10h20m

             Post. N. =  0.800         

Dólar abre em baixa — Foto: Karolina Grabowska
Dólar abre em baixa — Foto: Karolina Grabowska

O dólar inverteu o sinal negativo visto pela manhã e conseguiu fechar em alta sexta-feira (5), renovando o maior patamar da moeda desde outubro do ano passado. Investidores passaram o dia analisando os novos dados do payroll, o mais importante relatório do mercado de trabalho dos Estados Unidos.

Os empregadores dos Estados Unidos contrataram muito mais do que o esperado em março, além de aumentarem os salários. O resultado forte pode causar um adiamento dos cortes previstos para este ano nos juros americanos pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

Já por aqui, o noticiário corporativo envolvendo a Petrobras continuou no radar, em meio aos rumores de que o presidente da estatal, Jean Paul Prates, tem pouco apoio do governo e pode ser trocado por Aloizio Mercadante, que atualmente lidera o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Nesse cenário, Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, encerrou em queda.

Veja abaixo o resumo dos mercados.

Dólar

Ao final da sessão, o dólar fechou em alta de 0,29%, cotado a R$ 5,0648, no maior patamar desde outubro. Na máxima, chegou a R$ 5,0744. Veja mais cotações.

Com o resultado, acumula:

  • alta de 0,99% na semana e no mês;
  • alta de 4,38% no ano.

Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,19%, cotado a R$ 5,0501.

Ibovespa

Já o Ibovespa encerrou em queda de 0,50%, aos 126.795 pontos.

Com o resultado, acumula:

  • perda de 1,02% na semana e no mês;
  • recuo de 5,51% no ano.

Na véspera, o índice havia fechado em alta de 0,09%, aos 127.428 pontos.

Entenda o que faz o dólar subir ou descer

O que está mexendo com os mercados?

O principal dado da semana saiu nesta sexta-feira, com a divulgação do payroll, o principal relatório de emprego norte-americano. Segundo o Departamento do Trabalho dos EUA, o país abriu 303 mil vagas de trabalho fora do setor agrícola no mês passado.

O número veio bem acima do projetado pelo mercado. Economistas consultados pela Reuters, por exemplo, previram abertura de 200 mil vagas, com estimativas variando de 150 mil a 250 mil. Além disso, os dados de fevereiro foram revisados ligeiramente para baixo, mostrando 270 mil empregos, em vez de 275 mil.

Os analistas ouvidos pela Reuters afirmam que a maioria das empresas conseguiu obter custos de empréstimos mais baixos antes do ciclo de aperto monetário do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), o que lhes deu algum isolamento das taxas mais altas e permitiu que mantivessem seus funcionários.

Operadores estão precificando uma chance de 62% de o Fed cortar os juros em 0,25 pontos percentuais em junho, e veem mais duas reduções em 2024, de acordo com a ferramenta FedWatch do CMEGroup.

Ao longo da semana, falas de dirigentes do Fed também ficaram no radar. Na quarta-feira (3), o presidente da instituição, Jerome Powell, reiterou que há tempo para deliberar sobre seu primeiro corte na taxa básica de juros do país, dada a força da economia e as recentes leituras de inflação elevada.

Os dados são mistos, entre bastante força e pontos de alívio da economia americana. Na quarta-feira (3), o relatório ADP mostrou que a abertura de vagas no setor privado dos Estados Unidos superou as expectativas em março, apontando para a continuidade da força do mercado de trabalho.

Foram abertas 184 mil vagas no mês, depois de 155 mil em fevereiro. Economistas consultados pela Reuters previam criação de 148 mil vagas no mês passado, contra 140 mil relatadas antes da revisão em fevereiro.

Já na quinta-feira (4), o número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou mais do que o esperado na semana, sinal de que condições do mercado de trabalho estão se afrouxando.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 9 mil na semana encerrada em 30 de março, para 221 mil em dado com ajuste sazonal. Economistas consultados pela Reuters previam 214 mil pedidos na última semana.

No Brasil, o Banco Central realizou um leilão adicional de swap cambial no valor de US$ 1 bilhão no início da semana. Essa foi a primeira intervenção sem fins de rolagem da autarquia no mercado de câmbio desde o final de 2022.

Apesar da justificativa do BC, de que se tratava de um leilão para garantir liquidez para pagar o vencimento de títulos em dólar, parte dos analistas ainda atribui a ação apenas ao fato de a moeda americana ter saltado 0,86% na última segunda-feira, ao maior valor de fechamento desde 13 de outubro do ano passado.

A agenda interna foi de poucos dados relevantes. A produção industrial (PIM), do IBGE, registrou queda de 0,3% em fevereiro na comparação com o mês anterior. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção subiu 5%.

As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de alta de 0,3% na variação mensal e de 5,6% na base anual.

No noticiário corporativo, as atenções ficaram voltadas para a Petrobras, após surgirem no mercado novos rumores de que o presidente da estatal, Jean Paul Prates, pode ser demitido da companhia e substituído pelo atual presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Apesar disso, o governo Lula resolveu pagar parte dos dividendos da Petrobras, tema que foi alvo de crise com Prates. Segundo o blog da Julia Duailibi metade dos dividendos serão pagos, valor em torno de R$ 20 bilhões.

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quinta-feira, 4 de abril de 2024

O clube dos US$ 100 bilhões: quem são as 14 pessoas com as maiores fortunas do mundo

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Na lista da Forbes do ano passado, havia apenas seis magnatas com um patrimônio de mais de US$ 100 bilhões de dólares. Neste ano, o número de membros desse seleto clube mais do que dobrou.
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TOPO
Por BBC

Postado em 04 de abril de 2024 às 10h15m

             Post. N. =  0.799          

Bilionários da Forbes — Foto: Forbes via BBC
Bilionários da Forbes — Foto: Forbes via BBC

Na lista da Forbes do ano passado, havia apenas seis pessoas com uma fortuna de mais de US$ 100 bilhões de dólares (R$ 506 bilhões).

A novidade é que na lista deste ano, publicada na terça-feira (2/4), o número de membros deste seleto clube mais que dobrou, para 14 integrantes.

Para se ter uma ideia da magnitude de uma fortuna assim, basta olhar o tamanho do Produto Interno Bruto (PIB) de um país, ou seja, a soma de todos os bens e serviços que uma nação produz em um ano.

Assim, a riqueza individual de cada um destes 14 magnatas é superior ao PIB de países como Panamá, Uruguai, Costa Rica ou Bolívia.

Chase Peterson-Withorn, editor da Forbes responsável pela lista, disse que o último ano foi "incrível" para as pessoas mais ricas do mundo.

"Mesmo em tempos de incerteza financeira para muitos, os super-ricos continuam a prosperar", observou ele.

A Forbes disse ter registrado um recorde de 2.781 bilionários em 2024, 141 a mais que no ano anterior e 26 a mais que o recorde anterior em 2021.

Essa elite está mais rica do que nunca e acumula uma riqueza de US$ 14,2 trilhões (R$ 72,3 trilhões).

À frente deles, estão os magnatas do mais exclusivo clube do planeta, segundo a Forbes.

Forbes divulga lista dos maiores influenciadores do mundo em 2023

1. Bernard Arnault (França)

Patrimônio líquido: US$ 233 bilhões (R$ 1,18 trilhão)

Pelo segundo ano consecutivo, Arnault é a pessoa mais rica do mundo. Sua fortuna cresceu 10% em 2023 graças a mais um ano de faturamento recorde para seu conglomerado de luxo, o LVMH, dono de Louis Vuitton, Christian Dior e Sephora.

2. Elon Musk (EUA)

Patrimônio líquido: US$ 195 bilhões (R$ 987 bilhões)

Como o ranking muda constantemente, Musk ganhou e perdeu diversas vezes o título de "mais rico do mundo", à medida que mudou a valorização das suas empresas, a SpaceX, a Tesla e a rede social X (antigo Twitter).

3. Jeff Bezos (EUA)

Patrimônio líquido: US$ 194 bilhões (R$ 982 bilhões)

Bezos ficou mais rico este ano graças ao excelente desempenho da Amazon no mercado de ações.

4. Mark Zuckerberg (EUA)

Patrimônio líquido: US$ 177 bilhões (R$ 895 bilhões)

O presidente da Meta enfrenta altos e baixos. Depois que as ações da gigante das redes sociais despencaram 75% em relação ao seu nível mais alto em 2021, seu valor quase triplicou no ano passado.

5. Larry Ellison (EUA)

Patrimônio líquido: US$ 141 bilhões (R$ 713 bilhões)

No último ano, as ações da empresa de tecnologia Oracle subiram mais de 30%, impulsionando sua fortuna. Embora tenha deixado o cargo de presidente da empresa, Ellison continua a presidir seu conselho, é seu diretor de tecnologia e também seu maior acionista.

6. Warren Buffett (EUA)

Patrimônio líquido: US$ 133 bilhões (R$ 673 bilhões)

Considerado um dos investidores mais bem-sucedidos de todos os tempos, Buffett dirige a Berkshire Hathaway, um conglomerado que possui dezenas de empresas, incluindo a seguradora Geico, a fabricante de baterias Duracell e a rede de restaurantes Dairy Queen. As ações da Berkshire estão em níveis recordes, 30% acima em relação ao ano passado.

7. Bill Gates (EUA)

Patrimônio líquido: US$ 128 bilhões (R$ 648 bilhões)

O cofundador da Microsoft foi a pessoa mais rica do mundo durante 18 dos 23 anos no período de 1995 a 2017. Apesar de sua fortuna gigantesca, Gates caiu na lista devido à forte concorrência no setor de tecnologia, a um divórcio que saiu caro para ele em 2021 e às suas doações para instituições de caridade, segundo a Forbes.

8. Steve Ballmer (EUA)

Patrimônio líquido: US$ 121 bilhões (R$ 612 bilhões)

O ex-presidente da Microsoft liderou a empresa de 2000 a 2014, após a crise das empresas de tecnologia. Depois de se aposentar da Microsoft, Ballmer comprou o time de basquete Los Angeles Clippers, que se valorizou nos últimos anos. Hoje, é o quinto time mais valioso da liga americana, a NBA.

9. Mukesh Ambani (Índia)

Patrimônio líquido: US$ 116 bilhões (R$ 587 bilhões)

A riqueza de Ambani cresceu substancialmente graças à valorização das ações do seu conglomerado, o Reliance Industries. A empresa atua nos setores de petroquímica, petróleo e gás, telecomunicações, varejo e serviços financeiros.

10. Larry Page (EUA)

Patrimônio líquido: US$ 114 bilhões (R$ 577 bilhões)

Cofundador e membro do conselho de administração da Alphabet, controladora do Google, continua a ser, juntamente com Sergey Brin, o maior acionista individual da gigante tecnológica.

11. Sergey Brin (Rússia/EUA)

Patrimônio líquido: US$ 110 bilhões (R$ 557 bilhões)

Cofundador e membro do conselho da Alphabet. Brin renunciou ao cargo de presidente da empresa em dezembro de 2019, mas continua sendo seu acionista majoritário junto com Larry Page.

12. Michael Bloomberg (EUA)

Patrimônio líquido: US$ 106 bilhões (R$ 536 bilhões)

Cofundador da empresa de informação financeira e mídia Bloomberg LP, ele possui atualmente 88% do negócio. Foi prefeito da cidade de Nova York por 12 anos.

13. Amancio Ortega (Espanha)

Patrimônio líquido: US$ 103 bilhões (R$ 521 bilhões)

Sua fortuna aumentou no ano passado graças a uma valorização de 43% nas ações da sua empresa de vestuário, a Inditex, que gere a rede Zara. Seu portfólio imobiliário inclui propriedades logísticas, residenciais e de escritórios, principalmente na Europa e nos Estados Unidos.

14. Carlos Slim (México)

Patrimônio líquido: US$ 102 bilhões (R$ 516 bilhões)

O empresário era a pessoa mais rica do mundo e ainda continua sendo o mais rico da América Latina. Sua fortuna cresceu no ano passado graças à valorização do peso mexicano e ao salto de 60% no preço das ações de seu conglomerado industrial, o Grupo Carso. Slim e sua família controlam a América Móvil, a maior empresa de telecomunicações móveis da América Latina.

Um clube em expansão

Na última década, a riqueza dos membros do clube aumentou 255%, um crescimento muito maior do que o patrimônio do bilionário médio.

Como a maior parte das fortunas é investida nos mercados financeiros, o valor destes ativos sobe e desce constantemente.

Foi assim que Bill Gates atingiu brevemente a marca dos "cem bilhões" em 1999, antes de seu patrimônio líquido cair quase pela metade durante a crise das empresas de tecnologia.

Ninguém conseguiu voltar a quebrar o recorde durante quase duas décadas, mesmo quando os mercados ganhavam muito dinheiro, pouco antes da Grande Recessão de 2008-2009.

A história continuou assim até que Jeff Bezos finalmente quebrou a marca novamente em 2017, tornando-se o segundo membro do clube dos magnatas com US$ 100 bilhões, graças ao espetacular aumento no valor de mercado da Amazon.

Foi só em 2021 que Bezos deixou de estar sozinho no topo, quando Elon Musk, Bernard Arnault e Bill Gates se juntaram a ele.

Hoje em dia, com o aumento das mega-riquezas em todo o mundo, alguém entrar para esse clube está se tornando cada vez mais comum.

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