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quarta-feira, 18 de outubro de 2023

Dólar sobe e Ibovespa cai, em meio a temores sobre guerra no Oriente Médio; petróleo sobe 2%

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No dia anterior, a moeda norte-americana registrou um recuo de 0,03%, cotada a R$ 5,0353. O principal índice acionário da B3 teve baixa de 0,54%, aos 115.908 pontos.
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Por g1

Postado em 18 de outubro de 2023 às 10h25m

            Post. N. =  0.718            

Mercados operam com volatilidade nesta quarta-feira. — Foto: Pixabay
Mercados operam com volatilidade nesta quarta-feira. — Foto: Pixabay

O dólar opera em alta nesta quarta-feira (18), em meio às crescentes tensões no Oriente Médio, com a guerra entre Israel e o Hamas, que já chegou ao 12° dia.

Além das preocupações com o conflito, que tem feito o preço do petróleo avançar, investidores em todo o mundo também aguardam a divulgação do Livro Bege nos Estados Unidos, um relatório do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) que traz um panorama sobre como anda a economia do país.

Já o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, opera com forte queda, apesar da valorização de empresas exportadoras de petróleo.

Veja abaixo o dia nos mercados.

Dólar

Às 11h40, o dólar subia 0,33%, cotado a R$ 5,0518. Veja mais cotações.

Na véspera, a moeda norte-americana fechou o dia com baixa de 0,03%, vendida a R$ 5,0353, depois de subir bastante pela manhã. Com o resultado, a moeda passou a acumular:

  • queda de 1,05% na semana;
  • alta de 0,17% no mês;
  • recuo de 4,60% no ano.

Às 11h40, o Ibovespa caía 1,13%, aos 114.603 pontos.

No mesmo horário, as ações da Petrobras, PetroRio e 3R Petroleum subiam todas cerca de 1%, acompanhando a valorização do petróleo. Porém, entre todos os outros setores da bolsa, a queda era generalizada, refletindo a maior aversão aos riscos que toma conta dos mercados.

No dia anterior, o índice fechou com baixa de 0,67%, aos 115.908 pontos. Com o resultado, passou a acumular:

  • alta de 0,13% na semana;
  • queda de 0,56% no mês;
  • ganhos de 5,63% no ano.

O que está mexendo com os mercados?

O que continua pesando forte sobre os negócios é a guerra entre Israel e Hamas. A maior preocupação, do ponto de vista financeiro, segundo analistas, é de que outros países da região — que é a mais importante exportadora de petróleo do mundo — se envolvam no conflito.

O petróleo Brent, contrato de referência global, atingiu US$ 93 por barril nesta quarta-feira, alta de mais de 2%, enquanto o risco de escalada do conflito no Oriente Médio ameaçava interromper o fornecimento de petróleo na região, após o Irã pedir a imposição de um embargo petrolífero a Israel.

Ontem, após um ataque a um hospital no sul da Faixa de Gaza que deixou centenas de mortos, inclusive várias crianças, autoridades da Palestina, Jordânia e Egito cancelaram um encontro com o presidente americano Joe Biden, que chegou ao Oriente Médio para tentar negociar soluções diplomáticas para a guerra. Outros países árabes também condenaram o ataque.

Agora, há uma guerra de narrativas sobre a autoria do bombardeio. Enquanto autoridades árabes o atribuem à Israel, o país afirma que o ataque foi realizado pela Jihad Islâmica. Neste contexto desafiador, as negociações diplomáticas andam com muita dificuldade, o que acaba refletindo no preço do petróleo.

Além da guerra, no cenário externo, investidores aguardam a divulgação do Livro Bege, que pode trazer mais sinais sobre os rumos dos juros nos Estados Unidos, e novos discursos de dirigentes do Fed.

Já no Brasil, a agenda econômica está mais fraca, com destaque apenas para novos números do comércio varejista. As vendas no varejo tiveram queda de 0,2% em agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Porém, no comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas recuou 1,3% em agosto.

De acordo com Maykon Douglas, analista de research da Highpar, o varejo ampliado tem apresentado um comportamento mais volátil, principalmente entre os automóveis, que foram impactados com as medidas do governo de descontos em veículos novos.

Em contrapartida, o especialista destaca que as vendas de hiper e supermercados apresentam crescimento resiliente nos últimos meses, "na esteira das deflações em alimentos, que elevam o poder de compra".

"Em resumo, apartando-se das surpresas na margem (especialmente nos serviços, que caíram forte em agosto), os dados corroboram o arrefecimento econômico daqui para o fim do ano, com balanço de oferta e demanda mais favorável a itens mais básicos em detrimento de bens duráveis. Nesse sentido, o varejo segue com desempenho acanhado e tende a se manter assim nos próximos meses", comenta.

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PIB da China cresce 4,9% no terceiro trimestre

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Dados mostram que a economia chinesa está se recuperando e pode atingir a meta de crescimento anual do país, de 5%.
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Por g1

Postado em 18 de outubro de 2023 às 06h25m

            Post. N. =  0.717            

A China, segunda maior economia do mundo, cresceu 4,9% no terceiro trimestre, superando a previsão de 4,5% de analistas, mas desacelerou em relação ao crescimento de 6,3% no trimestre anterior, segundo dados oficiais divulgados nesta quarta-feira (18).

Nos primeiros nove meses do ano, a economia da China cresceu 5,2% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Os dados mostram que a economia chinesa está se recuperando e pode ser suficiente para atingir a meta de crescimento anual do país, de 5%.

A produção industrial em setembro cresceu 4,5% em relação ao ano anterior, mais forte do que o esperado, mas o ritmo foi o mesmo de agosto, segundo os dados.

O crescimento das vendas no varejo, um indicador do consumo, também superou as expectativas, subindo 5,5% no mês passado e acelerando em relação a um aumento de 4,6% em agosto.

Já o investimento em capital fixo cresceu 3,1% nos primeiros nove meses de 2023 em relação ao mesmo período do ano anterior.

No início deste ano, o crescimento foi impulsionado à medida que as pessoas voltavam aos centros comerciais e restaurantes, depois de quase três anos de restrições por causa da pandemia da Covid.

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domingo, 15 de outubro de 2023

Árvore 'Frankenstein': conheça a técnica que faz planta produzir 40 frutos diferentes

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Desenvolvida por meio de enxertos pelo artista Sam Van Aken, nos Estados Unidos, a árvore produz variedades de pêssegos, ameixas, damascos, nectarinas, cerejas e amêndoas.
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Por Rafaela Zem, g1

Postado em 15 de outubro de 2023 às 09h00m

            Post. N. =  0.716            

Árvore 'Frankenstein' produz 40 tipos de frutas diferentesÁrvore 'Frankenstein' produz 40 tipos de frutas diferentes

Quarenta espécies de frutas em uma única árvore: até parece cenário de filme, mas é realidade.

Apelidada de "Frankenstein", a planta desenvolvida pelo artista norte-americano Sam Van Aken impressiona ao produzir dezenas de espécies de pêssegos, ameixas, damascos, nectarinas, cerejas e amêndoas, que chegam a ser colhidas todas na mesma época.

Isso acontece porque elas são geneticamente semelhantes: pertencem ao gênero Prunus e possuem o mesmo tipo de estrutura cromossômica.

A árvore é como um quebra-cabeça e isso fica mais evidente durante a primavera, quando os galhos secos são tomados por folhas de diferentes formatos e cores.

Enxertia é usada na produção de "Árvore dos 40 frutos" nos Estados Unidos — Foto: Sam Van Aken/ Reprodução
Enxertia é usada na produção de "Árvore dos 40 frutos" nos Estados Unidos — Foto: Sam Van Aken/ Reprodução

Enxertia: técnica milenar

Apesar de curioso, o feito de Van Aken chama mais a atenção pela quantidade, do que propriamente pela inovação. O método usado para desenvolver a árvore foi a enxertia, conhecida pelos chineses há mais de três mil anos.

"Ela (árvore) enche os olhos pela excentricidade, mas a enxertia é milenar e usada no cotidiano para a produção de mudas", explicou o professor de e Produção Vegetal ESALQ/USP, João Alexio Scarpare Filho.

O artista Sam Van Aken criou a 'Árvore dos 40 frutos' através da enxertia — Foto: Sam Van Aken/ Reprodução
O artista Sam Van Aken criou a 'Árvore dos 40 frutos' através da enxertia — Foto: Sam Van Aken/ Reprodução

Usada para promover o melhoramento genético, a enxertia consiste em conectar parte de uma planta em outra - da mesma espécie ou não - para que ela se desenvolva de uma única vez.

Basicamente, a árvore receptora tem a função de fornecer nutrientes e água para a planta enxertada. Mas, atenção, não basta simplesmente unir os galhos.

"Também não é qualquer espécie que aceita o enxerto. No caso da árvore de 40 frutos, o artista deve ter usado um pessegueiro como receptor, que aceita um número maior de combinações", afirmou Scarpare.

Artista cria árvore que produz 40 tipos de frutas — Foto: Sam Van Aken/ Reprodução
Artista cria árvore que produz 40 tipos de frutas — Foto: Sam Van Aken/ Reprodução

A borbulhia é a forma mais comum de fazer a enxertia. Nela, um pedaço da casca da planta "matriz" - que será reproduzida - é retirado e conectado à espécie receptora, que também tem uma parte da casca removida, deixando o câmbio exposta - camada entre a superfície e a medula do tronco.

O g1 mostrou isso acontecendo com a laranja, em vídeo da série "De onde vem eu como".

Entenda a enxertia — Foto: g1
Entenda a enxertia — Foto: g1

Processo lento

Desenvolvida há quinze anos, a árvore "Frankenstein" levou cerca de oito anos para conquistar ramos fartos e produzir frutos. Hoje, a planta original e outras réplicas estão localizadas na Ilha da Liberdade, em Nova York, nos Estados Unidos.

"Ele (Van Aken) deve ter feito por uma realização pessoal ou curiosidade porque fazer uma árvore com 40 frutos não é viável. É um processo lento", completou o professor da USP.

Pêssegos, ameixas e cerejas são algumas das frutas produzidas pela Árvore Frankenstein — Foto: Sam Van Aken/ Reprodução
Pêssegos, ameixas e cerejas são algumas das frutas produzidas pela Árvore Frankenstein — Foto: Sam Van Aken/ Reprodução

O g1 tentou contato com Van Aken, para entender o que motivou a criação, mas não obteve resposta.

Em entrevista à revista "National Geographic", em 2015, ele contou que a ideia surgiu apenas de um fascínio pelo processo de enxerto.

Arvores dos 40 frutos está em Nova York, no Estados Unidos. — Foto: Sam Van Aken/ Reprodução
Arvores dos 40 frutos está em Nova York, no Estados Unidos. — Foto: Sam Van Aken/ Reprodução

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sexta-feira, 13 de outubro de 2023

Dólar opera em alta, repercutindo a inflação nos EUA acima das expectativas; Ibovespa cai

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Na quarta-feira, moeda norte-americana caiu 0,14%, cotada a R$ 5,0489. Já o principal índice acionário da B3 avançou 0,27%, aos 117.051 pontos.
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Por g1

Postado em 13 de outubro de 2023 às 11h05m

            Post. N. =  0.715            

Imagem ilustrativa sobre a alta do dólar e o mercado de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (B3).  — Foto: KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Imagem ilustrativa sobre a alta do dólar e o mercado de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). — Foto: KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O dólar abriu o dia em alta nesta sexta-feira (13), digerindo com atraso por conta do feriado os dados da inflação ao consumidor dos Estados Unidos, que veio acima das expectativas de mercado e renovou o temor de um aperto da trajetória das taxas de juros no país. O Ibovespa opera em queda.

A alta nos custos de moradia nos EUA impulsionou os preços no mês passado, enquanto o aumento anual do núcleo da inflação, que exclui os itens mais voláteis de alimentos e energia, foi o menor em dois anos.

Veja abaixo o dia nos mercados.

Dólar

Às 11h40, o dólar operava em alta de 0,32%, cotado a R$ 5,0651. Veja mais cotações.

Na quarta-feira, a moeda norte-americana terminou o dia em queda de 0,14%, cotado a R$ 5,0489. Com o resultado, a moeda passou a acumular:

  • queda de 2,18% na semana;
  • alta de 0,44% no mês;
  • recuo de 4,34% no ano.

Às 11h40, o Ibovespa, principal índice de ações da B3, operava em queda de 0,35%, aos 116.643 pontos.

No último pregão, o índice fechou em alta de 0,27%, aos 117.051 pontos. Com o resultado, passou a acumular avanços de:

  • 2,52% na semana;
  • 0,42% no mês;
  • 6,67% no ano.

O que está mexendo com os mercados?

No Brasil, o dia é de agenda esvaziada em virtude do feriado prolongado de 12 de outubro. Enquanto os mercados estavam fechados na quinta-feira, investidores estrangeiros digeriam dados que mostraram um aumento maior do que o previsto nos preços ao consumidor nos Estados Unidos em setembro.

Ontem, os principais índices de Wall Street fecharam em queda na quinta-feira, após leilão do Tesouro norte-americano elevar os rendimentos dos títulos e dos resultados do índice de preços ao consumidor (CPI) nos Estados Unidos em setembro.

O rendimento do Treasury de dez anos subiu após os dados de inflação e avançou ainda mais após o leilão, atingindo uma máxima da sessão. O yield, que é referência global para decisões de investimento, chegou a subir a 4,728%, seu patamar mais alto desde sexta-feira, após recuar nos dois últimos dias.

Já o índice de preços ao consumidor aumentou 0,4% no mês passado, informou o Departamento do Trabalho. O CPI subiu 0,6% em agosto, o que foi o maior aumento em 14 meses.

Nos 12 meses até setembro, o CPI avançou 3,7%, depois de aumentar pela mesma margem em agosto. Os preços ao consumidor ano a ano caíram de um pico de 9,1% em junho de 2022.

Economistas consultados pela Reuters previram que o CPI ganharia 0,3% e subiria 3,6% no comparativo anual.

Na quarta-feira, os preços ao produtor dos Estados Unidos aumentaram mais do que o esperado em setembro, em meio aos custos mais altos da energia.

O índice de preços ao produtor para a demanda final aumentou 0,5% no mês passado, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira. Os dados de agosto não foram revisados e mostraram que o índice subiu 0,7%.

Economistas consultados pela Reuters esperavam que o índice aumentaria 0,3%. Nos 12 meses até setembro, os preços ao produtor acumulam alta de 2,2%, de 2% em agosto.

Também continua pesando sobre os negócios a escalada dos conflitos entre Israel e Hamas. A principal preocupação econômica com o confronto é em relação ao petróleo, tendo em vista que a região do Oriente Médio é uma importante produtora e exportadora da commodity.

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terça-feira, 10 de outubro de 2023

Embraer lança nova versão do jato executivo Phenom nos EUA; veja como é a aeronave

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A nova versão do jato é mais tecnológica e tem um assento para decolagem e pouso no banheiro, aumentando assim a capacidade de passageiros. A Embraer tem sede em São José dos Campos (SP).
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Por g1 Vale do Paraíba e Região

Postado em 10 de outubro de 2023 às 08h20m

            Post. N. =  0.714            

Modelo Phenom 100EX da Embraer. — Foto: Divulgação/Embraer
Modelo Phenom 100EX da Embraer. — Foto: Divulgação/Embraer

A Embraer lançou nesta segunda-feira (9) uma nova versão do jato executivo Phenom 100. A apresentação do modelo Phenom 100EX ocorreu na cidade de Melbourne, que fica no estado da Flórida, nos Estados Unidos.

De acordo com a Embraer, a nova aeronave é capaz de voar a 41.000 pés (12.497 metros) e é equipada com dois motores. O alcance para quatro ocupantes é de 1.178 milhas náuticas (2.182 km) e a velocidade de cruzeiro de 406 nós.

Segundo a empresa, que tem sede em São José dos Campos (SP), o novo jato oferece mais conforto e novos recursos aprimorados de voo.

A nova versão do jato usa materiais sustentáveis, tem mesas para espaço de trabalho e apresenta um quinto assento lateral e um assento para decolagem e pouso no banheiro, aumentando assim a capacidade de passageiros.

As melhorias nos recursos de voo incluem radar com varredura automática com previsão de relâmpago e granizo, aproximação estabilizada e prevenção de tesoura de vento, por exemplo.

A Embraer informou que toda a produção da nova versão de 2024 já foi vendida e as próximas entregas estão disponíveis em 2025. A série anterior, Phenom 100, conta com mais de 400 aeronaves em operação desde 2008 e é usada por companhias aéreas e academias de voo como a Força Aérea do Reino Unido, por exemplo.

Veja fotos da nova versão do jato:

Modelo Phenom 100EX da Embraer. — Foto: Divulgação/Embraer
Modelo Phenom 100EX da Embraer. — Foto: Divulgação/Embraer


Modelo Phenom 100EX da Embraer. — Foto: Divulgação/Embraer
Modelo Phenom 100EX da Embraer. — Foto: Divulgação/Embraer



Modelo Phenom 100EX da Embraer. — Foto: Divulgação/Embraer 


Modelo Phenom 100EX da Embraer. — Foto: Divulgação/Embraer
Modelo Phenom 100EX da Embraer. — Foto: Divulgação/Embraer

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