Consulta pode ser feita por pessoas físicas e empresas no Sistema de Valores a Receber. Segundo instituição, quase 63% dos beneficiários têm direito a receber até R$ 10. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Ana Paula Castro, TV Globo — Brasília Postado em 08 de julho de 2023 às 11h00m Post. N. = 0.667
Você tem dinheiro esquecido? Saiba como consultar no Banco Central
O Banco Central divulgou nesta sexta-feira (07) que R$ 7,1 bilhões
ainda podem ser resgatados no Sistema de Valores a Receber (SVR). Os
dados são do mês de maio.
O sistema é um serviço do Banco Central no qual é possível consultar se
pessoas físicas, inclusive falecidas, e empresas têm algum ‘dinheiro
esquecido’ em banco, consórcio ou outra instituição.
Na véspera, o principal índice da bolsa de valores subiu 0,40%, aos 119.549 pontos. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 06/07/2023 10h05 Atualizado há 46 minutos Postado em 06 de julho de 2023 às 11h00m Post. N. = 0.666
Ibovespa — Foto: Burak The Weekender/Pexels
O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em queda nesta quinta-feira (6), com investidores ainda repercutindo a divulgação da ata do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e de olho nos desdobramentos da reforma tributária.
No dia anterior, o Ibovespa fechou em alta de 0,40%, aos 119.549 pontos. Com o resultado, o índice passou a acumular:
Alta de 1,24% no mês;
Alta de 8,94% no ano.
O que está mexendo com os mercados?
Os mercados começam o dia com reforço de que medidas adicionais de
aperto monetário estão à frente. O resultado é mais um dia de juros
globais de longo prazo em alta, enquanto as bolsas amanhecem em queda.
O dólar, contudo, tem queda firme na manhã desta quinta-feira, mas
exibe um movimento de apreciação contra divisas de mercados emergentes.
Na quarta-feira, o Federal Reserve (Fed, banco central americano)
mostrou um tom conservador na ata de sua última reunião, o que reforça
indicativos de novas altas nos próximos meses. É o carro-chefe de
repercussão negativa sobre a continuidade do aperto monetário nas
economias desenvolvidas.
Uma série de indicadores estão previstos para esta quinta-feira, que
podem dar norte sobre o rumo dos juros. Há divulgação de indicadores de
atividade nos Estados Unidos como pedidos de auxílio-desemprego, geração de empregos no setor privado (relatório ADP) em junho; índices de serviços.
O mercado aguarda também a divulgação de dados de emprego nos Estados
Unidos, prevista para a próxima sexta-feira. O dado é um indicador
importante porque, caso mostre que o mercado de trabalho continua
aquecido na maior economia do mundo, a inflação pode se manter por mais
tempo, levando ao aumento dos juros.
No cenário doméstico, a tramitação em negociação da pauta econômica no Congresso Nacional
trouxe um dia de realização de lucros na quarta-feira. As atenções
continuam voltadas para o andamento de pautas como votação do texto do
arcabouço fiscal (que voltou doSenado) na Câmara e, principalmente, as definições sobre a reforma tributária para que possa ser votada até sexta.
De acordo com a Reuters, Arthur Lira e outros deputados envolvidos
diretamente nas tratativas da reforma tributária buscam demover
resistências para que a proposta, ainda sem votos necessários para ser
aprovada, seja levada ao plenário da Casa nesta semana.
Números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços nesta segunda (3). No acumulado do primeiro semestre, saldo positivo foi de US$ 45,5 bilhões <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Ana Paula Castro e Lais Carregosa, TV Globo e g1 03/07/2023 15h00 Atualizado há uma hora Postado em o3 de julho de 2023 às 16h00m Post. N. = 0.665
A balança comercial registrou superávit de US$ 10,59 bilhões em junho,
informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
nesta segunda-feira (03).
O resultado é de superávit quando as exportações superam as importações. Quando acontece o contrário, é registrado déficit.
De acordo com a pasta, foi o melhor resultado para um mês de junho desde 1989, quando teve início a série histórica.
Segundo o governo, em junho:
as exportações somaram US$ 30,1 bilhões;
as importações somaram US$ 19,5 bilhões.
No último mês, os principais parceiros comerciais foram:
Argentina: superávit de US$ 1,04 bilhões
EUA: superávit de US$ 0,20 bilhões
China, Hong Kong e Macau: superávit de US$ 4,86 bilhões
União Europeia: superávit de US$ 0,45 bilhões
Balanço do primeiro semestre
No acumulado dos seis primeiros meses deste ano, ainda segundo o MDIC, a
balança comercial registrou um saldo positivo de US$ 45,5 bilhões,
contra um superávit de US$ 34,3 bilhões no mesmo período de 2022. O
aumento foi de 32,9% pela média diária.
Na comparação com o primeiro semestre de 2022, houve aumento nas exportações para a Ásia, América do Sul e América do Norte.
As exportações somaram US$ 1,34 bilhão entre janeiro e junho – o maior
patamar da série histórica que começou em 2018. No mesmo período de
2022, o valor foi de US$ 1,32 bilhão.
Os produtos agropecuários cresceram 7% nas exportações no semestre. O
desempenho foi puxado principalmente pela soja, milho, animais vivos,
arroz e sementes como girassol, gergelim, canola e algodão.
Já em relação às importações, houve queda de 7,1% na comparação com o
ano anterior. O Brasil comprou US$ 972,89 milhões, contra
aproximadamente US$ 1,05 bilhão em 2022.
Destaques das exportações no semestre, em valores aproximados:
soja: US$ 33,47 bilhões;
óleos brutos de petróleo: US$ 18,98 bilhões;
minério de ferro: US$ 13,66 bilhões;
farelos de soja: US$ 6,12 bilhões;
óleos combustíveis: US$ 5,42 bilhões;
açúcares e melaços: US$ 5,34 bilhões.
Compradores no semestre:
Ásia:US$ 73,65 bilhões, dos quais US$ 50,7 bilhões para a China, Hong Kong e Macau;
Europa: US$ 29,37 bilhões, dos quais US$ 23 bilhões para a União Europeia;
América do Norte: US$ 24,2 bilhões, sendo US$ 17,27 bilhões para os Estados Unidos;
América
do Sul: US$ 22,5 bilhões, dos quais US$ 12,7 bilhões para o Mercosul.
Só a Argentina respondeu por US$ 9,47 bilhões das exportações
brasileiras no período.
Oriente Médio: US$ 7 bilhões;
África: US$ 6 bilhões;
América Central e Caribe: US$ 2,57 bilhões.
Previsão para o ano
O MDIC estima que o saldo da balança comercial deve ficar em US$ 84,7
bilhões em 2023. Isso representa um aumento de 37,7% em relação a 2022.
As exportações devem cair 1,2% no ano, contra a redução de 10% na
importação. O ministério divulga estimativas trimestrais para a balança
comercial.
A inflação acumulada desde junho de 1994, quando o real foi lançado, é de 677,50%. Para ter o mesmo poder de compra da época, seriam necessários R$ 7,77 para cada R$ 1. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Bruna Miato, g1 01/07/2023 14h40 Atualizado há uma hora Postado em 01 de julho de 2023 às 15h40m Post. N. = 0.664
Uma nota de R$ 1 da época do lançamento do Plano Real valeria apenas R$ 0,12 em 2023 — Foto: Bibiana Dionísio/G1 PR
Desde o lançamento do Plano Real
em 1° de julho de 1994, durante o governo de Itamar Franco, a moeda
nacional - desenvolvida para lidar com uma inflação que ultrapassava os
2.000% em um ano - já perdeu muito de seu valor.
Com uma inflação acumulada de 677,50% desde aquela época até maio de
2023, mês da última divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), atualmente, o R$ 1 de hoje valeria apenas R$ 0,12 na época, aproximadamente.
O poder de compra da população diminuiu consideravelmente nestes 29 anos desde a adoção do real: se hoje alguém quisesse comprar o R$ 1 daquela época, precisaria desembolsar R$ 7,77, de acordo com a calculadora de inflação do Banco Central do Brasil(BC).
Para ter o mesmo poder de compra de julho de 1994, seriam necessários, hoje:
R$ 38,87 para uma nota de R$ 5 da época;
R$ 388,75 para uma nota de R$ 50 da época;
R$ 777,50 para uma nota de R$ 100 da época.
Outras notas
Além das notas de R$ 1, R$ 5, R$ 10 e R$ 100 que foram lançadas
inicialmente pelo Plano Real, cédulas de outros valores também foram
desenvolvidas com o passar dos anos.
Em dezembro de 2001 ocorreu o lançamento da nota de R$ 2, muito comum
até os dias atuais. Para ter o mesmo poder de compra da época em que ela
foi lançada, seriam necessários R$ 10,49. A inflação acumulada de lá
para cá é de 424,40%, segundo o BC.
Já para ter o poder de compra que se tinha com uma nota de R$ 20 quando
foi lançada, em junho de 2002, seriam necessários R$ 102,69, já que o
IPCA acumulado do período é de 413,43%.
A última nota a ser criada foi a de R$ 200, que começou a circular no
dia 2 de setembro de 2020, em meio à pandemia de covid-19. Em quase três
anos, a inflação já acumula uma alta de 24,41% e, hoje, seriam
necessários R$ 248,82 para ter o mesmo poder de compra.
O real completa 29 anos de existência neste sábado (1°). O plano que
deu origem à moeda nasceu sob a gestão de Itamar Franco, que tinha como
ministro da Fazenda o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
O Plano Real, que marcou o fim de um dos períodos de maior
instabilidade econômica e monetária do Brasil, teve seu processo
iniciado em 1993 e tinha como objetivo controlar a inflação que
ultrapassava os quatro dígitos na época.
De acordo com informações do BC, no acumulado em 12 meses entre julho
de 1993 e junho de 1994, quando o real foi implementado, a inflação
chegou a encostar no nível de 5.000%.
Apenas para se ter uma ideia, de lá para cá, "mesmo com as várias
crises internacionais e internas que prejudicaram a estabilização
econômica, o IPCA acumulado em 12 meses passou de 9% em poucas
ocasiões", destaca a instituição.
A implementação do real como a moeda nacional foi a última etapa do plano monetário.
Modelo anunciado pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda) terá 3% como objetivo. Haddad avalia que alteração traz mais flexibilidade para o trabalho do Banco Central, que é responsável por perseguir a meta. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Ana Paula Castro e Lais Carregosa, TV Globo e g1 — Brasília 29/06/2023 17h07 Atualizado há um dia Postado em 30 de junho de 2023 às 07h00m Post. N. = 0.663
Haddad: Meta da Inflação passa a ser contínua
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira (29) que o governo decidiu mudar o regime de metas de inflação. A meta será contínua em 3% a partir de 2025(veja mais abaixo).
A medida aposenta o atual formato, que leva em conta o ano-calendário —
ou seja, de janeiro a dezembro. Isso significa que a meta será definida
para um “horizonte relevante”, sem calendário fixado.
"Em
relação à meta de inflação, eu anunciei ao Conselho Monetário Nacional e
explico o porquê, porque é uma prerrogativa do presidente da república
uma mudança do regime em relação ao ano calendário, de maneira que
agora, conforme já discutido com a sociedade em inúmeras ocasiões, já
tinha manifestado minha simpatia por uma mudança desse padrão que só se
verifica em dois países do mundo, dentre os quais, o Brasil, de maneira
que nós adotaremos agora meta contínua a partir de 2025", afirmou.
De acordo com o ministro, o “horizonte relevante” a ser perseguido com a meta contínua será definido pelo Banco Central, mas tende a ser de 24 meses, a exemplo de experiências internacionais.
A mudança para a meta contínua fará com que o governo não precise mais
discutir a meta anualmente e traz mais flexibilidade para o trabalho do
Banco Central, que é responsável por perseguir o objetivo da inflação.
“Você mantém a meta e redefine a trajetória", afirmou Haddad.
A inflação oficial do país é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
A meta de inflação é definida pelo CMN.
Cabe ao Banco Central perseguir a meta de inflação.
A
taxa básica de juros — chamada de Selic — é o principal instrumento de
política monetária utilizado pelo BC para controlar a inflação.
Atualmente, a meta de inflação trabalha com um período fechado: de janeiro a dezembro de um determinado ano.
No
formato atual, objetivo é que a inflação medida em dezembro, acumulada
desde o janeiro anterior, esteja dentro da meta. No caso de 2023, o
centro dessa meta é de 3,25%.
No modelo contínuo é diferente. A
inflação tem que estar na meta ao longo de um horizonte de tempo,
independente de data fechada.
O ministro da Fazenda vinha defendendo a mudança no sistema de metas.
Na quarta-feira (28), disse a jornalistas que levaria a discussão à
reunião do CMN.
"[Vamos discutir] se é o caso ou não de tomar essa decisão sobre
padronizar em relação ao resto do mundo o programa de metas de inflação
do Brasil, que é sui generis, só no Brasil e mais outro país, acho que
Turquia, que usa meta calendário", afirmou.
Mais cedo, nesta quinta, o presidente do Banco Central, Roberto Campos
Neto, disse que um estudo do Banco Central mostrou que a meta contínua
seria “mais eficiente”.
"Em alguns momentos da história, o governo ficou preocupado em estourar
a meta em um ano específico e acabou tomando medidas no final do ano
que fizesse com que aquela inflação caísse de forma pontual e que gerou
uma alocação de recursos que não era a mais eficiente do ponto de vista
econômico. E grande parte dos países não tem meta de ano-calendário."
Com reuniões mensais, o CMN é presidido por Haddad. Além dele, integram o conselho a ministra Simone Tebet(Planejamento) e o presidente do BC.
Metas
Na coletiva desta quinta, Haddad afirmou que o conselho decidiu que a meta de inflação será contínua em 3% a partir de 2025.
A meta será cumprida se estiver em um intervalo de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.
O objetivo é o mesmo estabelecido para 2024 e 2025. "Lembrando que as
projeções pra 2025 já se encontram praticamente nesse patamar", disse o
ministro
O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, disse que a decisão do CMN “foi muito positiva”.
“A mudança na forma de apuração, que passa a valer a partir de 2025,
alinha o nosso modelo à prática da quase totalidade dos demais países
que adotam essa sistemática, em especial os desenvolvidos e os nossos
pares emergentes”, afirmou em nota divulgada nesta quinta.
Segundo o presidente da Febraban, a meta contínua fará com que o BC
conduza a política monetária visando uma meta de longo prazo, “evitando
ou minimizando o impacto de uma eventual elevação dos juros sobre a
atividade econômica no curto prazo”.
Saiba como são definidas as metas de inflação: Saiba como é definida a meta de inflação
Descumprimento da meta
No formato atual, se a inflação ficasse fora do intervalo de
tolerância, o presidente do Banco Central tinha de divulgar publicamente
as razões do descumprimento, por meio de carta aberta ao Ministro da
Fazenda, que preside o CMN.
O atual formato do regime de metas foi instituído em 1999. Desde então,
a inflação ficou fora do intervalo de tolerância em sete anos: 2001,
2002, 2003, 2015, 2017, 2021 e 2022.
Ou seja, nesses anos, o presidente do BC precisou justificar o descumprimento da meta.
Ao ser questionado como funcionará o mecanismo no novo formato, Haddad
disse que a instituição vai continuar prestando contas ao CMN e “tende a
ser mais frequente”.
Sem detalhar a frequência, o ministro disse apenas que a prestação de
contas seria disciplinada por um decreto do presidente Luiz Inácio Lula
da Silva (PT).
A moeda norte-americana subiu 1,01%, vendida a R$ 4,8472. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 28/06/2023 09h08 Atualizado há 01 hora Postado em 28 de junho de 2023 às 10h10m Post. N. = 0.662
Cédulas de dólar — Foto: bearfotos/Freepik
O dólar fechou a sessão desta quarta-feira (28) em alta, na medida em
que investidores continuaram a repercutir a ata da última reunião do
Comitê de Política Monetária (Copom) e monitoraram falas de presidentes de grandes bancos centrais no exterior.
Ao final da sessão, a moeda norte-americana avançou 1,01%, cotada a R$ 4,8472. Veja mais cotações.
Na véspera, o dólar teve alta de 0,68%, aos R$ 4,7986. Com o resultado de hoje, a moeda passou a acumular:
Na agenda doméstica, o mercado continuou repercutindo a ata do Copom do Banco Central do Brasil(BC), divulgada ontem, que trouxe sinalizações de que o ciclo de corte
na Selic, taxa básica de juros, pode começar já na próxima reunião, em
agosto.
Embora o mercado espere, em sua maioria, uma baixa de 0,25 ponto
percentual (p.p.), especialistas explicam que essa possível queda já
impacta a taxa de câmbio. Se os juros caem no país, os títulos de renda
fixa brasileiros também passam a entregar uma rentabilidade menor, o que
leva a uma retirada de recursos internacionais.
Segundo Rachel de Sá, chefe de economia da Rico, o comitê deixou as portas abertas para o corte, mas ainda sem definições.
"O
foco agora é a decisão sobre a meta da inflação ainda essa semana, tema
importante para tomar as decisões de subir, baixar ou manter juros.
Inflação desacelerando, com a prévia do nosso principal índice de
inflação mostrando desaceleração nos preços, mas em ritmo ainda devagar.
Isso reforça a mensagem do Banco Central de que o processo de queda da
inflação exige paciência, e daqui pra frente deve ser em um ritmo mais
lento que aquele que vimos nos últimos meses", pontua Rachel.
No mercado internacional, investidores ficaram atentos às falas do presidente do Federal Reserve (Fed,
o banco central norte-americano), Jerome Powell, que participou de uma
conferência do Banco Central Europeu (BCE) nesta quarta-feira.
Durante seu discurso, Powell afirmou que o Fed percorreu "um longo caminho" com os aumentos de juros e reiterou que a manutenção da taxa básica dos Estados Unidos,
decidida na reunião deste mês, foi uma medida para fazer um balanço dos
efeitos da política monetária na maior economia do mundo.
"Eu não descartaria movimentos em reuniões consecutivas", afirmou Powell, ressaltando que o Fed"acredita claramente que há mais trabalho a fazer, que há mais aumentos
da taxa de juros que provavelmente serão apropriados" em algum ponto ao
longo do ano.
Na mesma linha, a presidente do BCE, Christine Lagarde,
que também participou do evento, disse que a autarquia ainda não vê
evidências suficientes de que a inflação está se estabilizando e caindo.
O BCE frequentemente cita a necessidade de uma queda consistente na
inflação subjacente como um critério determinante para interromper os
aumentos dos juros.