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quinta-feira, 21 de julho de 2022

Dólar encosta nos R$ 5,50 e fecha no maior valor desde janeiro

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Nesta quinta-feira, a moeda norte-americana subiu 0,66%, vendida a R$ 5,4970.
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Por g1

Postado em 21 de julho de 2022 às 10h00m

#         Post. N. =  0.494        #

Dólar — Foto: REUTERS/Lee Jae-Won
Dólar — Foto: REUTERS/Lee Jae-Won

O dólar subiu nesta quinta-feira (21), dia em que o Banco Central Europeu (BCE) decidiu elevar a taxa de juros pela 1ª vez desde 2011.

A moeda norte-americana fechou em alta de 0,66%, vendida a R$ 5,4970. — maior patamar de fechamento desde 24 de janeiro (R$ 5,5017). Veja mais cotações.

No dia anterior, o dólar subiu 0,71%, vendido a R$ 5,4607. Com o resultado de hoje, acumula alta de 1,71% na semana e de 5,05% no mês. No ano, ainda tem desvalorização de 1,40% frente ao real.

O Banco Central Europeu (BCE) elevou nesta quinta-feira (21) a taxa básica de juros da zona do euro pela primeira vez em mais de uma década, em meio a temores de uma crise energética e perspectivas econômicas sombrias na zona do euro. A alta, de 0,5 ponto percentual, levou a taxa a zero.

Na próxima semana, será a vez dos Estados Unidos definirem a sua taxa básica de juros. Recentemente, operadores de futuros moderaram suas expectativas sobre o tamanho dessa alta, passando a esperar uma alta de 0,75 ponto percentual, em vez de cenário de 1 ponto percentual completo.

As perspectivas de recessão global seguem fazendo com que empresas repensem investimentos e contratações.

No cenário doméstico, permanecem no radar de investidores temores sobre a credibilidade do Brasil, que foi abalada recentemente por uma emenda constitucional que amplia e cria uma série de benefícios sociais, prevendo despesas fora do teto de gastos a apenas alguns meses das eleições presidenciais.

Segundo o blog da Ana Flor, a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, tem passado os últimos dias debruçada sobre os números do Orçamento e prepara um terceiro bloqueio de verbas no ano. O objetivo é evitar que as despesas do governo ultrapassem o teto de gastos.

O corte nos repasses do Orçamento pode superar os R$ 5 bilhões. Esse valor ainda pode mudar, porque até o último momento negociações dentro do governo tentam reduzir o tamanho do bloqueio e amenizar o impacto político.

O anúncio do valor deve ser feito nesta sexta-feira (22), na divulgação do boletim bimestral de receitas e despesas. Para a segunda-feira (25), está prevista uma coletiva de imprensa com técnicos do Ministério da Economia.

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quarta-feira, 20 de julho de 2022

Dólar fecha em alta e vai ao maior patamar desde janeiro Nesta quarta-feira (20), moeda norte-americana subiu 0,71%, vendida a R$ 5,4607.

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Nesta quarta-feira (20), moeda norte-americana subiu 0,71%, vendida a R$ 5,4607.
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Por g1

Postado em 20 de julho de 2022 às 10h10m

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Dólar — Foto: REUTERS/Lee Jae-Won
Dólar — Foto: REUTERS/Lee Jae-Won

O dólar fechou em alta nesta quarta-feira (20), à espera de decisões sobre juros na Europa e nos Estados Unidos nos próximos dias.

A moeda norte-americana subiu 0,71%, vendida a R$ 5,4607. Veja mais cotações. Trata-se do maior patamar de fechamento desde 24 de janeiro (R$ 5,5017).

Com o resultado desta quarta-feira, o dólar acumula alta de 4,36% no mês. No ano, ainda tem desvalorização de 2,05% frente ao real.

O dia foi negativo nos mercados europeus, apesar da redução em preocupações com o fornecimento de energia após notícias de que o fluxo de gás russo para o continente será retomado conforme programado.

As perspectivas de recessão global seguem fazendo com que empresas repensem investimentos e contratações. A expectativa é de que o Banco Central Europeu (BCE) eleve na quinta-feira os juros pela primeira vez em mais de uma década para controlar a inflação recorde.

Na próxima semana, será a vez dos Estados Unidos definirem a sua taxa básica de juros. Recentemente, operadores de futuros moderaram suas expectativas sobre o tamanho dessa alta, passando a esperar uma alta de 0,75 ponto percentual, em vez de cenário de 1 ponto percentual completo.

No cenário doméstico, permanecem no radar de investidores temores sobre a credibilidade do Brasil, que foi abalada recentemente por uma emenda constitucional que amplia e cria uma série de benefícios sociais, prevendo despesas fora do teto de gastos a apenas alguns meses das eleições presidenciais.

Enquanto isso, a tensão política cresce, depois que o presidente Jair Bolsonaro repetiu ataques sem provas e já refutados às urnas eletrônicas e ao sistema de votação brasileiro, o que, segundo a equipe econômica da Guide Investimentos, "aumenta o receio com maior tumulto antes das eleições".

Aprovação da PEC Kamikaze em 1º turno é marcada por ‘apagão’ no sistema de votação da CâmaraAprovação da PEC Kamikaze em 1º turno é marcada por ‘apagão’ no sistema de votação da Câmara

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sábado, 16 de julho de 2022

Pequenos produtores colhem plantas alimentícias que são confundidas com mato

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Plantas alimentícias não convencionais (PANCs) podem ser usadas na alimentação, são nutritivas e também fonte de renda.
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Por Nosso Campo, TV TEM

Postado em 16 de julho de 2022 às 11h00m

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Plantas não populares podem ser usadas na alimentação e como fonte de renda — Foto: Reprodução/TV TEM
Plantas não populares podem ser usadas na alimentação e como fonte de renda — Foto: Reprodução/TV TEM

Em um sítio no município de Ipiguá (SP) são cultivadas variedades de plantas alimentícias não convencionais, conhecidas como PANCs. Uma delas é a Margarida Mexicana, que é usada para perfumar pratos.

Apesar de fazer parte do cardápio tradicional, essas plantas são ricas em nutrientes e algumas têm efeito fitoterápico. A Dente-de-leão, por exemplo, é fonte de vitaminas A, B e C, além de ferro e potássio.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) estima que existem pelo menos 50 espécies de PANCs exóticas, nativas e naturalizadas. Os benefícios variam de acordo com a planta e já atraem muitos pesquisadores e chefs de cozinha.

(Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 17/07/2022)

Plantas não populares podem ser usadas na alimentação e como fonte de rendaPlantas não populares podem ser usadas na alimentação e como fonte de renda

Em uma propriedade em Nova Aliança (SP), as PANCs são uma das principais fontes de renda. Elas são vendidas para uma comunidade formada por 70 famílias.

Toda semana, o produtor envia pra cada uma um kit com seis produtos da agricultura natural. Uma porção das plantas vendidas custa em média R$ 30.

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quinta-feira, 7 de julho de 2022

Saques da poupança superaram depósitos em R$ 50,5 bilhões no 1º semestre, diz BC

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Saída líquida de recursos é a maior para o período desde 1995. Movimento ocorre em meio à disparada da inflação e ao aumento dos juros no país.
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Por Jéssica Sant'Ana, g1 — Brasília

Postado em 07 de julho de 2022 às 16h00m

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O Banco Central informou nesta quinta-feira (7) que os saques na caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 50,5 bilhões no primeiro semestre de 2022.

Ao todo, segundo a instituição:

  • os saques somaram R$ 1,808 trilhão nos seis primeiros meses do ano;
  • e os depósitos totalizaram R$ 1,758 trilhão.

A saída líquida de recursos no primeiro semestre de 2022 representa a maior da série histórica, iniciada em 1995. Ela supera as registradas no mesmo período de 2016 e 2015, quando os saques superaram os depósitos, respectivamente, em R$ 42,6 bilhões e R$ 38,5 bilhões.

Os valores são nominais, ou seja, sem atualização pela inflação.

Maiores saídas líquidas de recursos da poupança no 1º semestre:
Em R$ bilhões (valores nominais e arredondados)

Valor

-50,5-50,5-42,6-42,6-38,5-38,5-16,5-16,5-14,5-14,5-12,3-12,31º sem de 20221º sem de 20161º sem de 20151º sem de 20211º sem de 20191º sem de 2017

Resultado mês a mês

Ainda segundo dados do Banco Central, o resultada da poupança foi negativo em cinco dos seis meses deste ano:

Captação líquida da poupança em 2022
Em R$ bilhões (valores nominais e arredondados)

Valor

-19,7-19,7-5,3-5,3-15,4-15,4-9,9-9,93,53,5-3,7-3,7janfevmarabrmaijun-25-20-15-10-505
Fonte: Banco Central

Devido à greve dos servidores, o Banco Central parou de divulgar os dados do resultado da poupança. O último dado fechado para um mês era de março. Com o fim da greve, anunciada nesta semana pela categoria, a instituição retomou as divulgações.

Possíveis motivos

A elevada saída de recursos da poupança em 2022 coincide com a alta da inflação. Em 12 meses encerrados em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, acumula alta de 11,73%.

Já são nove meses seguidos com a inflação anual de dois dígitos no acumulado em 12 meses. Uma inflação elevada corrói o poder de compra dos brasileiros — e muitos podem tirar recursos acumulados para pagar contas e dívidas.

Outro fator que pode ajudar a explicar a saída de recursos da poupança é a alta da taxa básica de juros, a Selic. A taxa está em 13,25% ao ano, maior juro básico desde dezembro de 2016.

Com isso, a tradicional caderneta de poupança segue com o rendimento travado em 6,17% ao ano + TR (Taxa Referencial), perdendo para a inflação e para outras aplicações de renda fixa.

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quarta-feira, 6 de julho de 2022

Inflação do Brasil está entre as mais altas do mundo, aponta OCDE; veja comparativo

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Na conjunto de países do grupo G20, taxa anual atingiu 8,8% em maio, contra 11,7% no Brasil. Entre as grandes economias, apenas Turquia, Argentina e Rússia também possuem inflação acima de 10% ao ano.
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Por Darlan Alvarenga, g1

Postado em 06 de julho de 2022 às 09h30m

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Posto de combustível no bairro do Jaguaré, zona oeste de São Paulo. — Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Posto de combustível no bairro do Jaguaré, zona oeste de São Paulo. — Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Novo relatório divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que a inflação do Brasil segue entre as maiores do mundo e bem acima da média das grandes economias do mundo.

No G20 – grupo dos países mais ricos –, o Brasil está atrás só da TurquiaArgentina e Rússia.

Na média dos países do G20, a inflação em 12 meses atingiu 8,8% em maio, contra 8,5% em abril. No grupo dos países do G7, a taxa avançou para 7,5%, ante 7,1% no mês anterior.

No conjunto dos 38 países que fazem parte da OCDE, a inflação ao consumidor chegou a 9,6% em maio, atingindo o maior patamar desde agosto de 1988.

"A inflação ano a ano aumentou em todos os países, exceto na Colômbia, Japão, Luxemburgo e Holanda", destacou o relatório divulgado nesta terça-feira (5).

Embora a inflação tenha se tornado um fenômeno global em razão da disparada dos preços dos combustíveis, energia e alimentos, taxas de dois dígitos ainda são exceções entre as maiores economias do mundo.

No G20, além do Brasil, apenas Turquia (73,5%), Argentina (60,7%) e Rússia possuem taxas acima de 10% ao ano. Embora não seja citada no relatório da OCDE, a Rússia registrou inflação de 17,1% em maio, segundo divulgou o serviço federal de estatísticas do país.

Já entre os países que integram a OCDE, são 10 com taxas de dois dígitos no ano, com as maiores inflações sendo registradas na Turquia, Estônia (20%), Lituânia (18,9%) e Letônia (16,9%). Além destes países, apenas outros 3 integrantes da organização possuem taxas acima da brasileira: República Tcheca (16%), Polônia (13,9%) e Eslováquia (12,6%).

BC admite estouro da meta de inflação pelo 2º ano seguido

O Banco Central do Brasil admitiu oficialmente que a meta de inflação será descumprida em 2022 pelo segundo ano seguido.

Para tentar cumprir a meta do próximo ano, o BC elevou em junho a taxa básica de juros para 13,25% ao ano, o maior patamar desde 2016. A instituição também indicou que a Selic ficará alta por um período maior de tempo.

Já para 2023, a meta foi fixada em 3,25%, e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%.

O Banco Central estimou em seu último relatório de inflação um Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 8,8% para 2022; de 4% para 2023 e de 2,7% para 2024.

BC admite que vai estourar meta de inflação para 2022
BC admite que vai estourar meta de inflação para 2022
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sexta-feira, 17 de junho de 2022

Ibovespa tomba e perde os 100 mil pontos; Petrobras cai mais de 5%

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Na quarta-feira, o principal índice de ações da bolsa subiu 0,73%, a 102.807 pontos.
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Por g1

Postado em 17 de junho de 2022 às 11h15m

#         Post. N. =  0.489        #
Com sete quedas seguidas, a bolsa volta a ter recuo de 2,12% no ano.  — Foto: SUAMY BEYDOUN/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
Com sete quedas seguidas, a bolsa volta a ter recuo de 2,12% no ano. — Foto: SUAMY BEYDOUN/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

O Ibovespa , principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, volta a operar em forte queda nesta sexta-feira (17), após uma breve trégua na sequência negativa. O mercado se ajusta, por aqui, ao clima negativo registrado nos mercados externos na véspera, quando o dia de Corpus Christi deixou a bolsa brasileira fechada.

Às 11h22, o Ibovespa recuava 3,50%, a 99.512 pontos. Veja mais cotações.

Perto do mesmo horário, as ações da Petrobras recuavam mais de 5%, após a estatal anunciar nova alta nos preços dos combustíveis.

Na quarta-feira, a bolsa fechou em alta de 0,73%, a 102.807 pontos, interrompendo uma sequência de oito quedas seguidas. Com o resultado, o recuo da semana é de 2,54% e de 7,67% no mês. No ano, o índice tem queda de 1,92%.

'A tendência é de pressão em taxas de juros mundo afora', diz Flávia Oliveira sobre elevação dos juros nos EUA
'A tendência é de pressão em taxas de juros mundo afora', diz Flávia Oliveira sobre elevação dos juros nos EUA

O que está mexendo com os mercados?

O dia 'espremido' entre o feriado e o final de semana é de ajuste após o clima negativo nos mercados externos no dia de Corpus Christi. Os investidores ainda repercutem as altas, na última quarta-feira, das taxas de juros do Brasil e dos Estados Unidos.

Por lá, o Federal Reserve decidiu subir os juros em 0,75 ponto percentual – a maior elevação desde 1994 – para a faixa entre 1,5% e 1,75%. O reajuste acima do que havia sido sinalizado pelo Fed na reunião anterior mostra que será intensificada apolítica monetária para combate à inflação americana.

Por aqui, o Banco Central elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, para 13,25%, após a inflação ter desacelerado em maio e o BC ter sinalizado na ata da reunião de maio um ajuste adicional de menor magnitude em relação ao ritmo de elevação de 1 ponto percentual adotado até então.

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