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sábado, 2 de agosto de 2025

Agência de mineração cria divisão de minerais críticos e estratégicos, em evidência após tarifaço

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ANM diz que tema vinha sendo discutido há vários anos e medida não foi motivada pelo interesse americano no assunto. Setor vê iniciativa de maneira positiva.
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Por Mariana Assis, g1 — Brasília

Postado em 02 de Agosto de 2.025 às 06h00m

$.#  Postagem  Nº     1.062  #.$

A Agência Nacional de Mineração (ANM) anunciou nesta sexta-feira (1) a criação da Divisão de Minerais Críticos e Estratégicos como parte de seu regimento interno. A medida consta no Diário Oficial da União (DOU).

Interesse dos EUA por minerais críticos brasileiros expõe desafio de explorar reservas
Interesse dos EUA por minerais críticos brasileiros expõe desafio de explorar reservas

Segundo a agência, a criação da divisão é resultado de um processo técnico e institucional que vem sendo desenvolvido há vários anos e não foi motivada pelo interesse dos Estados Unidos por minerais críticos e estratégicos brasileiros.

"Trata-se de um passo planejado e estruturante no fortalecimento da atuação regulatória e de fomento da agência sobre esse segmento mineral, e não de uma resposta pontual ou direta a questões da geopolítica", disse à ANM.

O trabalho da divisão se dará em diversas frentes, dentre as quais estão o acompanhamento de tendências globais e política públicas sobre o tema, elaboração de estudos e diagnósticos sobre a oferta, demanda e cadeia produtivas desses minerais.

Além disso, estão previstas a produção e divulgação de informações qualificadas para orientar políticas públicas e decisões estratégicas. A chefia do setor ficará com um servidor de carreira da ANM.

"O setor mineral brasileiro já atua de forma consistente na identificação, pesquisa e aproveitamento de minerais críticos e estratégicos, como lítio, terras raras, nióbio, cobre e grafita. A ANM vem acompanhando e apoiando esse movimento por meio da oferta de áreas para pesquisa e lavra, modernização normativa, apoio a políticas públicas e qualificação de dados geológicos e econômicos", disse à agência ao g1.

Para o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), "a criação de uma divisão para tratar do assunto é positiva, por ser uma pauta importante hoje e se tratar de minérios fundamentais para a transição energética".

Produção de terras-raras na China, país que lidera a produção desses minerais — Foto: REUTERS
Produção de terras-raras na China, país que lidera a produção desses minerais — Foto: REUTERS

Outras áreas do governo federal também atuam sobre o tema. O Ministério de Minas e Energia (MME) está na fase final de elaboração de uma Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.

A ideia da pasta é criar um marco orientador para o setor, cujas diretrizes incluam:

  • priorização do licenciamento federal para projetos estratégicos;
  • fortalecimento do mapeamento geológico;
  • articulação com estados e municípios;
  • apoio financeiro à exploração e ao processamento;
  • incentivo à pesquisa e inovação, qualificação da mão de obra; e
  • desenvolvimento de infraestrutura.
A política também mira atrair investimentos e parcerias internacionais.

Segundo o MME, o Brasil vem se consolidando como um ator estratégico na produção de minerais essenciais à transição energética e à economia de baixo carbono. O país já é líder na produção de nióbio, responsável por quase 90% das reservas mundiais conhecidas desse mineral.

Soma-se a isso o fato de o Brasil ter a segunda maior reserva de terras raras, com 23% do total mundial, equivalente a 21 milhões de toneladas, atrás apenas da China. O país também avançou uma posição no ranking de lítio, agora na sexta colocação. Veja a tabela abaixo:

Produção de minerais estratégicos no Brasil

MineralReserva brasileira em 2024 (t)Reserva mundial (t)% Participação brasileira na produção mundialPosição brasileira no ranking mundial
Lítio1.370.00030.000.0004,4%
Cobre11.200.000980.000.0001,1%13ª
Níquel16.000.000130.000.00012,3%
Nióbio16.000.00017.810.00089,9%
Terras Raras21.000.00090.000.00023%
Cobalto70.00011.000.0000,6%
Vanádio120.00018.000.0000,6%
Grafita74.000.000290.000.00025,5%
Urânio280.0006.070.0004,6%
Manganês270.000.0001.700.000.00015,9%
Alumínio (bauxita)2.700.000.00029.000.000.0009,3%

sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Dólar passa a cair, de olho em novas tarifas de Trump e dados de emprego nos EUA; Ibovespa sobe

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Na véspera, a moeda americana fechou em alta de 0,38%, cotada em R$ 5,6008. Já a bolsa fechou em queda de 0,69%, aos 133.071 pontos.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 01 de Agosto de 2.025 às 10h00m

$.#  Postagem  Nº     1.061  #.$

Tarifaço dos EUA é contestado na justiça e Trump anuncia novas taxas para o resto do mundo
Tarifaço dos EUA é contestado na justiça e Trump anuncia novas taxas para o resto do mundo

O dólar inverteu o sinal positivo visto no início da sessão e passou a operar em queda nesta sexta-feira (1º). A moeda caía 1,09%, perto das 13h30, cotada a R$ 5,5397, conforme investidores continuam a avaliar os possíveis efeitos do tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na economia do Brasil e do mundo.

O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, tinha alta de 0,06% no mesmo horário, aos 133.153 pontos. Dados econômicos dos EUA e balanços corporativos também ficam no radar nesta sexta-feira.

▶️ O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou na quinta-feira (31) uma ordem executiva que modifica e amplia as tarifas recíprocas aplicadas a diversos países, com alíquotas que variam entre 10% e 41%. A medida atualiza os percentuais definidos em cartas enviadas pelo governo americano em julho. As novas taxas entram em vigor a partir de 7 de agosto.

A medida volta a levantar dúvidas no mercado sobre quais podem ser os efeitos do tarifaço na inflação dos Estados Unidos e na economia global.

▶️ No caso do Brasil, o governo norte-americano confirmou a tarifa de 50% contra o país na quarta-feira, mas indicou que mais de 700 itens, abrangendo setores estratégicos — como suco de laranja, combustíveis, veículos, aeronaves civis e determinados tipos de metais e madeira — ficam de fora.

▶️ Alguns especialistas indicam que a lista de exceções foi um recuo considerável de Trump no tarifaço imposto ao Brasil, mas ainda há cautela no mercado em relação a qual será a reação do Brasil. Na véspera, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, afirmou em entrevista ao Mais Você, da TV Globo, que as negociações com os EUA estão apenas começando. (Veja mais abaixo)

▶️Por fim, outro fator que fica na mira dos investidores são os novos dados de emprego dos Estados Unidos. O indicador traz novos sinais sobre a economia norte-americana e dá pistas sobre quais devem ser os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central do país) na condução dos juros. Balanços corporativos também ficam no radar.

Veja abaixo como esses fatores impactam o mercado.

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

💲Dólar

  • Acumulado da semana: +0,71%;
  • Acumulado do mês: +3,08%;
  • Acumulado do ano: -9,37%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: -0,34%;
  • Acumulado do mês: -4,17%;
  • Acumulado do ano: +10,63%.
Tarifaço pelo mundo

A ordem executiva assinada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, na última quinta-feira (31) marca um novo capítulo do tarifaço para o mundo.

A medida amplia e modifica as tarifas recíprocas aplicadas a diversos países, com alíquotas que, agora, vão de 10% a 41%. As novas taxas devem entrar em vigor a partir de 7 de agosto.

Mesmo com a ampliação das tarifas para várias nações, o Brasil ainda é o mais tarifado por Trump, com uma alíquota de 50%. Depois vem a Síria (41%), seguida por Laos e Mianmar (Birmânia), ambos com taxas de 40%.

Já os menos afetados foram o Reino Unido e as Ilhas Malvinas — os únicos até agora com taxas de 10%.

Nesta sexta-feira, o chefe de comércio da União Europeia, Maros Sefcovic, afirmou que os exportadores do bloco agora se beneficiam de uma "posição mais competitiva" após o fechamento da estrutura de um acordo com os Estados Unidos, embora tenha acrescentado que "o trabalho continua".

"As novas tarifas dos EUA refletem os primeiros resultados do acordo entre a UE e os EUA, especialmente o limite tarifário de 15% com tudo incluído", escreveu Sefcovic em uma publicação no X.

E no Brasil?

Para o Brasil, o presidente dos EUA havia assinado o decreto que impõe uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros na última quarta-feira (30). Inicialmente previstas para entrar em vigor nesta sexta-feira (1º), as taxas foram adiadas para 6 de agosto.

Segundo a Casa Branca, a medida foi adotada em resposta a ações do governo brasileiro que representariam uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA.

O anúncio oficializa o percentual mencionado pelo republicano em carta enviada a Lula neste mês e afirma que a ordem executiva foi motivada por ações que prejudicam empresas americanas e os direitos de liberdade de expressão de cidadãos americanos, além de afetar a política externa e a economia do país.

Nesta sexta-feira (1º), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo federal não pretende adotar medidas com objetivo de retaliar os Estados Unidos em resposta ao tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump.

Segundo o ministro, os próximos passos serão com foco em ações de proteção para "atenuar os efeitos" sobre a indústria e o agronegócio.

"Não houve desistência da decisão [de retaliar] porque essa decisão não foi tomada. Nós nunca usamos esse verbo para caracterizar as ações que a economia brasileira vai tomar. São ações de proteção da soberania, proteção da nossa indústria, do nosso agronegócio", disse Haddad a jornalistas. 
Agenda econômica

Outro destaque da sessão fica com o Payroll, relatório de emprego norte-americano. O documento é um dos principais indicadores do país e serve como um termômetro da economia nos EUA.

O relatório também tem grande peso nas decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) – a autarquia trabalha com metas de inflação e pleno emprego pra conduzir a taxa básica dos EUA.

Segundo dados do Departamento do Trabalho, os EUA abriram 73 mil vagas de emprego fora do setor agrícola em julho. O resultado veio abaixo do esperado pelo mercado, de 110 mil novos postos, e indica uma deterioração nas condições do mercado de trabalho que coloca um corte de juros em setembro pelo Federal Reserve de volta à mesa.

O presidente do Fed, Jerome Powell, tem sofrido diversas críticas de Trump pela demora em iniciar um ciclo de cortes de juros nos EUA. Nesta semana, a instituição manteve as taxas inalteradas pela quinta reunião consecutiva, na faixa de 4,25% a 4,50% ao ano.

Nesta sexta-feira (1º), o presidente norte-americano chegou a afirmar que a diretoria da instituição deveria assumir o controle, caso o banqueiro central continue se recusando a reduzir a taxa de juros.

"Jerome 'Atrasado Demais' Powell, um IMBECIL teimoso, tem que reduzir substancialmente a taxa de juros. AGORA, SE ELE CONTINUAR SE RECUSANDO, A DIRETORIA DEVE ASSUMIR O CONTROLE E FAZER O QUE TODOS SABEM QUE DEVE SER FEITO!", disse Trump em publicação no Truth Social.

Ainda na agenda de indicadores, os gastos com construção nos Estados Unidos caíram 0,4% em junho, em meio a um declínio acentuado nos gastos com projetos de moradias unifamiliares devido às taxas de hipoteca mais altas e ao aumento dos estoques.

Já o setor manufatureiro dos Estados Unidos contraiu pelo quinto mês consecutivo em julho. Segundo o Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM), o emprego nas fábricas caiu para o nível mais baixo em cinco anos, em meio às tarifas que aumentaram os preços das matérias-primas importadas.

Notas de dólar. — Foto: Luisa Gonzalez/ Reuters
Notas de dólar. — Foto: Luisa Gonzalez/ Reuters

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quinta-feira, 31 de julho de 2025

Desemprego cai a 5,8% no 2º trimestre, a menor taxa da série histórica do IBGE

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A desocupação ainda atinge 6,3 milhões de pessoas. Número de ocupados chega ao recorde de 102,3 milhões. Carteira assinada, rendimento médio e massa salarial também atingem máximas.
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Por Raphael Martins, g1 — São Paulo

Postado em 31 de Julho de 2.025 às 10h00m

$.#  Postagem  Nº     1.060  #.$

A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,8% no segundo trimestre de 2025, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa do trimestre encerrado em junho representa a menor taxa da série histórica iniciada em 2012. A partir deste mês, os dados do IBGE passaram a ser recalculados com base no Censo Demográfico de 2022. (saiba mais abaixo)

Em comparação com o trimestre anterior, encerrado em março, houve queda de 1,2 ponto percentual (p.p.) na taxa de desocupação, que era de 7%. No mesmo período de 2024, a taxa era de 6,9%.

Ao todo, 6,3 milhões de pessoas estão sem emprego no país, o que representa uma queda de 17,4% (ou mais 1,3 milhão de pessoas) em relação ao trimestre anterior, e um recuo de 15,4% (menos 1,1 milhão de pessoas) em comparação com 2024.

No trimestre encerrado em junho, a população ocupada foi estimada em 102,3 milhões de pessoas — novo recorde da série histórica iniciada em 2012. O número representa alta de 1,8% no trimestre (1,8 milhão de pessoas) e de 2,4% no ano (2,4 milhões a mais).

Com isso, 58,8% das pessoas em idade de trabalhar no Brasil (14 anos ou mais) estão empregadas — é o que o IBGE chama de nível de ocupação. O aumento foi de 0,69 p.p. contra o trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a alta é de 1 p.p.

Veja os destaques da pesquisa

  • Taxa de desocupação: 5,8%
  • População desocupada: 6,3 milhões de pessoas
  • População ocupada: 102,3 milhões
  • População fora da força de trabalho: 65,5 milhões
  • População desalentada: 2,8 milhões
  • Empregados com carteira assinada: 39 milhões
  • Empregados sem carteira assinada: 13,5 milhões
  • Trabalhadores por conta própria: 25,8 milhões
  • Trabalhadores informais: 38,7 milhões
  • Taxa de informalidade: 37,8%

Carteira assinada batem novo recorde

O número de trabalhadores com e sem carteira assinada no setor privado cresceu 3% em relação ao ano anterior, alcançando 52,6 milhões. Houve alta nos dois comparativos: 1,3% no trimestre e 2,7% no ano.

Entre os empregados com carteira assinada, o total chegou a 39 milhões, o maior patamar da série histórica.

Contra o trimestre anterior, houve alta de 0,9%, com acréscimo de 357 mil trabalhadores. Na comparação anual, o crescimento foi de 3,7%, o que representa 1,4 milhão de pessoas a mais.

Já os empregados sem carteira somam 13,5 milhões. No trimestre, houve alta de 2,6%, com acréscimo de 338 mil pessoas. Em relação a 2024, o número se manteve estável.

taxa de informalidade ficou em 37,8% da população ocupada, o equivalente a 38,7 milhões de trabalhadores. No trimestre anterior, o índice era de 38%, e no mesmo período de 2024, de 38,6%.

No setor público, o número de empregados chegou a 12,8 milhões — novo recorde da série. Houve alta de 5% no trimestre (mais 610 mil pessoas) e de 3,4% no ano (mais 423 mil).

Os trabalhadores por conta própria totalizam 25,8 milhões, com crescimento de 1,7% no trimestre (mais 426 mil pessoas) e de 3,1% no ano (mais 767 mil).

Fora da força de trabalho

Seguindo o padrão internacional, o IBGE considera como desocupadas as pessoas sem trabalho que estão em busca de emprego. A soma desse grupo com o dos ocupados compõe a força de trabalho no Brasil.

população dentro da força de trabalho cresceu 0,5%, totalizando 108,6 milhões de pessoas.

Com isso, 65,5 milhões de brasileiros estão fora da força de trabalho — número estável tanto no trimestre quanto no ano. São pessoas com 14 anos ou mais que não estão empregadas nem procuram trabalho ou não estão disponíveis para trabalhar.

Esse grupo inclui, por exemplo, aposentados, adolescentes em idade escolar, donas de casa sem interesse ou condições de trabalhar, além dos desalentados.

população desalentada caiu para 2,8 milhões, com recuo de 13,7% no trimestre e de 14% em relação ao mesmo período de 2024.

🔎 Os desalentados são pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego por acreditarem que não encontrariam vaga, seja por falta de qualificação, idade ou ausência de oportunidades na região onde vivem.

taxa de subutilização, que faz a relação entre desocupados, quem poderia trabalhar mais e quem não quer trabalhar com toda a força de trabalho, segue em tendência de baixa.

O número de pessoas subutilizadas é de 16,5 milhões, o que corresponde a uma taxa de 14,4% — a menor da série histórica. O índice caiu 1,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e 2 pontos na comparação anual.

Rendimento registra alta

O rendimento real habitual atingiu o maior valor da série histórica, chegando a R$ 3.477. A alta foi de 1,1% no trimestre e de 3,3% na comparação anual.

A massa de rendimento real habitual também bateu recorde, estimada em R$ 351,2 bilhões. O valor representa alta de 2,9% em relação ao trimestre anterior e de 5,9% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.

Entenda como o desemprego é calculado no Brasil
Entenda como o desemprego é calculado no Brasil

Reponderação de dados com base no Censo

O IBGE atualizou os resultados da PNAD Contínua a partir dos dados demográficos do Censo 2022. Veja a nota do instituto abaixo.

A partir hoje, 31 de julho de 2025, as estimativas dos trimestres móveis da PNAD Contínua foram atualizadas e reponderadas, para refletir as novas estimativas populacionais do IBGE, baseadas no Censo 2022.

As populações utilizadas no cálculo dos fatores de expansão da PNAD Contínua foram atualizadas, mantendo-se a metodologia anteriormente adotada para as datas de referência da pesquisa. Mais detalhes sobre essa reponderação estão na nota técnica, aqui.

Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) — Foto: Divulgação/Agência Brasil
Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) — Foto: Divulgação/Agência Brasil

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