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quarta-feira, 18 de setembro de 2024

Copom aumenta Selic pela primeira vez no governo Lula e taxa vai a 10,75%

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Expectativa dos analistas é de que este seja a primeira alta de uma sequência que deve ir até o começo de 2025. Objetivo é conter alta nas expectativas de inflação.
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Por Thiago Resende, g1 — Brasília
18/09/2024 18h41 
Postado em 18 de setembro de 2024 às 19h35m

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumentou nesta quarta-feira (18) a taxa Selic em 0,25 ponto percentual. A Selic — a taxa básica de juros da economia — subiu para 10,75%. É o primeiro aumento de juros desde agosto de 2022 e o primeiro deste mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O Copom justificou que vem percebendo, no cenário interno, risco para alta da inflação.

"Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho tem apresentado dinamismo maior do que o esperado, o que levou a uma reavaliação do hiato para o campo positivo. A inflação medida pelo IPCA cheio assim como medidas de inflação subjacente se situaram acima da meta para a inflação nas divulgações mais recentes", afirmou o Copom em comunicado.

O Copom também disse que o aumento da Selic desta quarta inicia um "ciclo".

"O ritmo de ajustes futuros na taxa de juros e a magnitude total do ciclo ora iniciado serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerão da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos", completou.

Após a decisão do Copom, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que não se surpreendeu com a subida dos juros.

A expectativa do mercado é de que a taxa continue subindo até atingir 11,50% ao ano em janeiro — com um crescimento de 1 ponto percentual ao todo.

Os analistas também estimam que, a partir de julho do ano que vem, a taxa começará a recuar, terminando 2025 em 10,50% ao ano.

O aumento de juros acontece após a indicação do economista Gabriel Galípolo, atualmente diretor de Política Monetária da instituição, para o comando do BC a partir de 2025. Ele ainda terá de ser sabatinado e aprovado pelo Senado para poder tomar posse.

Previsões do mercado financeiro para a taxa de juros
Taxa Selic não era elevada desde agosto de 2022




Fonte: Boletim Focus, do Banco Central

O presidente já fez várias críticas ao atual presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicado por Bolsonaro, que fica até o fim deste ano no cargo.

Com a autonomia da instituição aprovada, os diretores e presidente do BC têm mandato fixo. Desse modo, não podem mais ser demitidos pelo presidente da República.

"Um presidente do Banco Central [Campos Netoque não demonstra nenhuma capacidade de autonomia, que tem lado político e que, na minha opinião, trabalha muito mais para prejudicar o país do que para ajudar o país. Não tem explicação a taxa de juros do jeito que está", afirmou Lula em julho, após os maiores bancos do país projetarem interrupção do processo de corte dos juros

Em agosto, porém, o presidente da República afirmou que não tem problema Galípolo, indicado por ele posteriormente para a Presidência do BC, falar em aumento dos juros — pois ele seria uma pessoa "competentíssima", um "brasileiro que gosta do Brasil".

'Ele tem o perfil de uma pessoa competentíssima', diz Lula sobre Gabriel Galípolo

Deflação em agosto e sistema de metas

O mercado acredita que o BC deve subir os juros nesta semana apesar de a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ter caído, ou seja, terem registrado uma deflação, de 0,02% em agosto.

Pelo sistema de metas, que serve de referência para a atuação do BC, entretanto, o Copom deve nivelar a taxa de juros para atingir as metas fixadas para os próximos anos, e não tendo por base a inflação passada.

  • A meta central de inflação é de 3% neste ano, e será considerada formalmente cumprida se o índice oscilar entre 1,5% e 4,5% neste ano.
  • A partir de 2025, e a meta passou a ser contínua em 3%, podendo oscilar entre 1,5% e 4,5% sem que seja descumprida (sempre considerando o cenário em 12 meses).

As decisões sobre a taxa de juros demoram de seis a 18 meses para terem impacto pleno na economia. Com isso, o BC já está mirando, neste momento, na inflação, no acumulado de doze meses, até março de 2026.

E as projeções do BC e do mercado estão, no jargão técnico, "desancoradas" das metas de inflação fixadas para o futuro, e subindo.

  • Na semana passada, os analistas dos bancos estimaram um IPCA de 4,35% para 2024, de 3,95% para 2025 e de 3,61% para 2026 — acima do objetivo central de 3%, mas dentro do limite de até 4,5%.
  • No fim de junho, o Banco Central projetou uma inflação de 4,2% para 2024, de 3,6% para 2025 e de 3,2% para 2026, também acima da meta central e dentro do intervalo de tolerância.

"O Copom volta a se reunir em setembro após semanas de intensa volatilidade e com fundamentos que justificam o início de um ciclo de alta de juros.", informou o Itaú, em comunicado. A instituição projeta um aumento de 1,5 ponto percentual nos juros nos próximos meses.

Para o Itaú, os fatores que pressionam a inflação e justificam alta dos juros são:

  1. o real seguiu pressionado, ou seja, o dólar continuou alto, próximo das máximas recentes;
  2. as contínuas incertezas sobre os rumos das contas públicas, com dificuldades do governo em equilibrar suas contas;
  3. os dados mais recentes de atividade indicam que a economia se encontra mais aquecida do que o BC esperava na última reunião;
  4. as expectativas de inflação seguem desancoradas (acima das metas fixadas).

O BC defende que sua atuação é técnica, com o objetivo de conter o crescimento da inflação.

Para a instituição, a alta nos preços causa prejuízos, principalmente, à população mais pobre, abocanhando proporcionalmente uma parte maior de sua renda, além de desorganizar a economia e de prejudicar o planejamento das empresas.

"O custo de combater a inflação é muito alto para a sociedade, e tem impactos duros no curto prazo. Mas o custo de não combater é muito mais alto e tem impactos muito mais nocivos a médio e longo prazo. Então, nosso trabalho é fazer essa convergência [para as metas de inflaçãocom o mínimo custo possível [em termos de impacto na atividade]" , afirmou o presidente do BC, Roberto Campos Neto, no ano passado.
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terça-feira, 10 de setembro de 2024

PIB em alta, emprego, gastos públicos, juros, recorde na Bolsa: os pontos altos e os pontos de alerta na economia

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Especialistas ouvidos pelo g1 analisam o cenário econômico atual e os desafios para que o governo mantenha bons indicadores.
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Por Letícia Sena, g1 — Brasília

Postado em 10 de setembro de 2024 às 06h00m

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Economia brasileira supera previsões do 2º trimestre

Nos últimos dias, foram divulgados dados reveladores sobre a economia brasileira. Alguns considerados bons pelos economistas, outros vistos como preocupantes.

O Produto Interno Bruto (PIB), por exemplo, que soma todas as riquezas produzidas pelo país, cresceu 1,4% no segundo trimestre, superando expectativas do mercado e colocando o Brasil em segundo lugar no ranking global de maiores PIBs no período.

No mercado financeiro, a Bolsa de Valores de São Paulo registrou em agosto a pontuação recorde de sua história.

Se, por um lado, a economia dá sinais de estar crescendo, por outro, preocupam os elevados gastos do governo em relação às receitas e o rombo nas contas públicas. Esse cenário pode favorecer a inflação e a alta dos juros.

⚠️ Diante dos dados recentes, a pergunta natural é: o que há de motivo de otimismo e de alerta para a economia brasileira?

Veja abaixo o que pensam especialistas ouvidos pelo g1:

PIB subindo

O crescimento de 1,4% no 2º trimestre, na comparação com os três meses anteriores, foi o 12º resultado positivo consecutivo do indicador em bases trimestrais.

Com os resultados, o PIB brasileiro teve alta de 3,3% em relação ao mesmo trimestre de 2023. Já a alta acumulada em quatro trimestres é de 2,5%.

Integrantes mais otimistas na equipe econômica já cogitam que, nos 12 meses de 2024, o PIB pode crescer próximo de 3%, acima do esperado no início do ano.

Um dos pontos positivos destacados pelos economistas, além desse bom crescimento, é que boa parte do PIB de trimestre foi impulsionada pelos investimentos (2,1%).

➡️Investimentos significam incrementos na economia, e tendem a gerar crescimento mais consistente ao longo dos anos.

A questão que está na mesa é, sim, está crescendo [o PIB], mas o receio é: você tem que ter um nível de investimento muito maior para que, de novo, essa energia do consumo, essa energia que está se criando, se jogando na economia, não se dissipe de formas não adequadas, e a pior delas é a inflação", afirmou o economista André Perfeito em entrevista à GloboNews.

Ainda segundo o especialista, o cenário seria pior se os indicadores não estivessem apontando para um crescimento. Nesse contexto, ele afirma que se trata de "um bom problema" que exige um "trabalho difícil, mas que pode ser alcançado", com foco no equilíbrio da economia.

Juros, empregos e inflação

O crescimento da economia pode não ser sentido pela população da maneira como as pessoas gostariam que fosse. Isso porque há uma percepção de que os preços dos produtos ainda estão altos, comparados com a alta da renda.

Além disso, a combinação que o Brasil está vivendo, de economia aquecida e empregos em alta, pode ser um fator que continue aumentando. Apesar disso, em agosto, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou deflação de 0,02%, a primeira do ano.

"O risco que existe [na queda] da taxa de desemprego é que você tem uma energia nova que foi jogada no sistema, uma demanda maior. O risco que tem é que essa demanda não se traduza de forma virtuosa em investimento e se degenere em inflação, é isso que o mercado tá vendo", afirmou Perfeito

Para combater a inflação, que, no acumulado de 12 meses, já está perto do teto da meta para 2024 (4,5%), com 4,24% até agosto, o Banco Central terá que aumentar os juros, possibilidade que já vem sendo cogitada na instituição.

"Toda vez que de repente você tem uma explosão de renda, salário mínimo, Bolsa Família, previdência ou o próprio setor privado, a renda cresce com muita força e com muita intensidade, as pessoas começam a comprar mais bens e serviços, a demanda sobe, mas a economia não consegue segurar aquela demanda porque ela está muito alta", afirmou à GloboNews o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale.

"Esse processo leva, a cada vez que isso acontece, a inflação voltar a aparecer. Inflação volta, o Banco Central precisa jogar água nessa fervura, e, aí, você tem um cenário de juros subindo. Então, a gente fica nesse ciclo e a gente ainda não conseguiu sair disso", completou Vale.

Gastos públicos e rombo

O governo ainda não conseguiu estancar a alta dos gastos públicos em relação às receitas, o que pressiona o Orçamento.

Há uma alta acelerada, por exemplo, nos gastos previdenciários, que são obrigatórios, ou seja, o governo não pode deixar de pagar.

Para 2025, a estimativa, por enquanto, é que as despesas previdenciárias subam R$ 71,1 bilhões além dos atuais R$ 923 bilhões que devem ser gastos em 2024.

O governo previa terminar 2024 com déficit zerado no Orçamento. Mas já projeta um déficit de R$ 28 bilhões.

E essa alta nos gastos públicos, de acordo com especialistas, atinge o poder de investimento do governo e gera incertezas sobre a capacidade de o país bancar um crescimento econômico sustentável.

Você tem espasmos de crescimento aqui e ali. E aí vem aquele cheiro de todo mundo pensar que agora vai vingar [a economia] e depois não vinga. Esse é o drama", afirmou o consultor econômico Raul Velloso.

Para o especialista, os bons resultados de alguns índices não significam crescimento econômico efetivo.

O governo não pode ficar animado enquanto ele não atacar o problema do gasto excessivo da previdência, porque aí o dinheiro falta para o investimento", completou Velloso.

Muitos gastos previdenciários são corrigidos pelo salário mínimo, que sobe acima da inflação. Isso faz com que o aumento desses gastos seja ainda mais difícil de ser absorvido pela economia.

O economista Felipe Salto, da Warren Investimentos, também destaca o desafio da política fiscal. Salto já presidiu a Instituição Fiscal Independente, ligada ao Senado, e já foi secretário da Fazenda do governo de São Paulo.

Ele também defende a necessidade de o governo buscar o equilíbrio fiscal.

"O governo avançou, com o novo arcabouço, e o déficit deste ano será bem menor que o do ano anterior [...]. Para o ano que vem, o desafio é de seguir diminuindo o déficit público, que ainda não está bem equacionado", afirmou.

Ele também disse que é preciso melhorar a qualidade dos gastos públicos. Salto lembrou que a diminuição dos juros nos Estados Unidos deve ajudar o Brasil, pois leva mais investimentos a países emergentes, onde os juros são maiores.

"A inflação segue controlada, com expectativas convergentes. O cenário externo, dado o esperado início da redução dos juros americanos, vai ajudar. Desse modo, não vejo motivo para alarde e entendo que os problemas seguem sendo os mesmos: superar a má qualidade do gasto, voltar a gerar superávit primário em um horizonte próximo, e reequilibrar a dívida o quanto antes", explicou.

Recorde na Bolsa

Em agosto, o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, renovou seu recorde histórico: 136.464 pontos.

O mercado financeiro aproveitou a onda de otimismo após a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) mostrar que as autoridades estão bastante inclinadas a iniciar o ciclo de cortes na taxa de juros americanas em setembro.

"Se a bolsa sobe, isso implica dizer que existe um certo ânimo dos investidores maior, não só do mercado financeiro, mas porque se o mercado reflete as condições reais da economia é porque as empresas estão indo melhor, é porque a situação tá indo melhor", explicou o economista André Perfeito.

Por isso, uma sinalização de queda nos juros dos Estados Unidos leva otimismo ao mercado de ações brasileiro: com uma possível redução da taxa, os rendimentos na economia mais segura do mundo tendem a diminuir, forçando os investidores a tomarem mais risco. Isso beneficia o mercado de ações por aqui.

Ainda segundo Perfeito, a alta na bolsa, na verdade, é reflexo de uma melhora que já ocorreu. Melhora essa que, de acordo com ele, dá para ser vista na queda do desemprego e no aumento do salário.

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sexta-feira, 6 de setembro de 2024

Selena Gomez se torna bilionária com marca de maquiagem Rare Beauty; fortuna é de US$ 1,3 bilhão

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Cantora é uma das pessoas mais jovens a alcançar o primeiro bilhão com frutos do próprio trabalho. A empresa de maquiagens de Selena tem um valor de mercado estimado em US$ 2 bilhões e fontes dizem que há outras companhias interessadas na marca.
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Por Bruna Miato, g1

Postado em 06 de setembro de 2024 às 14h35m

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Selena Gomez posa no Festival de Cannes 2024 — Foto: Valery Hache/AFP
Selena Gomez posa no Festival de Cannes 2024 — Foto: Valery Hache/AFP

A atriz e cantora Selena Gomez, de 32 anos, se tornou bilionária, com um patrimônio estimado em US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 7,3 bilhões) pelo ranking de bilionários da Bloomberg.

Com esse primeiro bilhão, ela é uma das pessoas mais jovens dos Estados Unidos a se tornar bilionária com dinheiro proveniente do seu próprio trabalho, o que lá fora é chamado de "self-made billionaire" (ou bilionário que se fez sozinho, na tradução livre).

A fortuna de Selena vem de diversas fontes, como seu trabalho como artista, propriedades e campanhas publicitárias no Instagram -- plataforma em que ela é a terceira pessoa mais seguida do mundo, com 424 milhões de seguidores, atrás apenas dos jogadores de futebol Cristiano Ronaldo (638 milhões) e Lionel Messi (504 milhões).

No entanto, a maior parte de sua riqueza, cerca de 81,4%, vem de seu trabalho como empresária. Ela lançou, em 2020, a Rare Beuaty, marca de cosméticos que é sucesso nos Estados Unidos e vários países pelo mundo, inclusive o Brasil.

Em março deste ano, inclusive, fontes do convívio da cantora disseram à Bloomberg que Selena contratou assessores financeiros para avaliar ofertas de investimentos e até de aquisição da Rare Beauty. A empresa tem um valor de mercado estimado em US$ 2 bilhões.

A participação de Selena na empresa é de US$ 1,1 bilhão.

O sucesso da marca pode ser atribuído, em grande parte, ao vínculo com a geração Z (de pessoas nascidas entre 1995 e 2010. A empresa tem, principalmente, produtos líquidos e de fácil aplicação, que fazem parte de vários vídeos de tendências no TikTok desde o lançamento da marca.

A empresária também cofundou -- em parceria com sua mãe, Mandy Teefey, e a empresária Daniella Pierso -- a startup de saúde mental Wondermind, que foi avaliada em US$ 100 milhões em 2022. A plataforma oferece ferramentas para saúde mental, como textos, podcast e newsletter.

Veja divisão de patrimônio de Selena Gomez

  • 💄 Participação na Rare Beauty: 81,4%, cerca de US$ 1,1 bilhão
  • 📱 Publicidades: 6,9%, cerca de US$ 80 milhões
  • 🎵 Turnês: 4,8%, cerca de US$ 60 milhões
  • 🧠 Wondermind: 2,6%, cerca de US$ 30 milhões
  • 💿 Álbuns: 1,8%, cerca de US$ 20 milhões
  • 🎬 Atuação: 1,3%, cerca de US$ 20 milhões
  • 📺 Streaming: 0,7%, cerca de US$ 1 milhão
  • 🏘️ Propriedades imobiliárias: 0,6%,cerca de US$ 1 milhão

Mari Maria: "Eu sou obcecada por maquiagem. E encontrei aí um gap"

Carreira artística

Selena ficou mundialmente conhecida com sua passagem, ainda na adolescência, por programas de grande sucesso da Disney, com destaque para "Os Feiticeiros de Waverly Place", que contou com quatro temporadas e teve seu último episódio lançado em 2007.

Antes disso, já tinha passado por outros programas, como o popular "Barney e seus amigos".

Em 2008, fundou a banda Selena Gomes & The Scene. O grupo lançou três álbuns de estúdio, que contou com sucessos como "A Year Without Rain" e "Love You Like A Love Song", e se separou em 2012.

Depois disso, seguiu carreira solo e, em 2013, seu primeiro álbum estreou em primeiro lugar na lista da Billboard. Ela já emplacou diversas músicas na lista das mais ouvidas do mundo.

Atualmente, ela produz e atua na série "Only Murders in The Building", da plataforma de streaming Hulu, lançada em 2021 e atualmente em sua quarta temporada.

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