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quarta-feira, 17 de julho de 2024

Dona da Ray-Ban e da Oakley compra Supreme por US$ 1,5 bilhão

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Marca de moda street nova-iorquina opera uma plataforma de comércio eletrônico e tem 17 lojas espalhadas pelos Estados Unidos, Ásia e Europa.
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Por Isabela Bolzani, g1

Postado em 17 de julho de 2024 às 15h30m

             Post. N. =  0.850          

A marca Supreme administra uma plataforma de comércio eletrônico e tem 17 lojas físicas espalhadas pelos Estados Unidos, Ásia e Europa. — Foto: Reprodução/Instagram
A marca Supreme administra uma plataforma de comércio eletrônico e tem 17 lojas físicas espalhadas pelos Estados Unidos, Ásia e Europa. — Foto: Reprodução/Instagram

A maior fabricante de óculos do mundo, a europeia EssilorLuxottica, anunciou nesta quarta-feira (17) que fechou um acordo para comprar a Supreme, marca de moda street nova-iorquina da sua atual dona, a norte-americana VF Corporation, por US$ 1,5 bilhão (aproximadamente R$ 8 bilhões).

Com a aquisição, a Supreme entra para o portfolio de marcas da EssilorLuxottica, que já conta com Ray-Ban, Oakley, LensCrafters, Sunglass Hut, Transitions, entre outros.

Segundo o presidente da EssilorLuxottica, Francesco Milleri, a aquisição da nova marca está alinhada com a jornada da companhia, voltada para inovação e desenvolvimento, e oferece uma conexão direta da empresa com "novas audiências, linguagens e criatividade".

"Com sua identidade de marca única, abordagem comercial totalmente direta e experiência do cliente, um modelo que trabalharemos para preservar, a Supreme terá seu próprio espaço dentro de nosso portfólio de marcas próprias e complementará nosso portfólio licenciado", afirmou em nota enviada ao mercado nesta quarta-feira.

O acordo ainda está sujeito às condições estabelecidas por cada uma das partes e à aprovação regulatória. A expectativa é que a transação seja concluída até o final deste ano.

A marca Supreme administra uma plataforma de comércio eletrônico e tem 17 lojas físicas espalhadas pelos Estados Unidos, Ásia e Europa.

Já a EssilorLuxottica opera em 150 países, com 18 mil lojas espalhadas pelo mundo. Em 2023, a empresa gerou uma receita consolidada de 25,4 bilhões de euros (cerca de R$ 151,8 bilhões).

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domingo, 14 de julho de 2024

Dólar fecha em queda, após falas de Haddad e inflação nos EUA; Ibovespa enfileira 10ª alta seguida

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A moeda norte-americana caiu 0,20%, cotada em R$ 5,4310. O principal índice de ações da bolsa fechou em alta de 0,47%, aos 128.897 pontos.
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Por g1

Postado em 14 de julho de 2024 às 06h20m

             Post. N. =  0.849          

Dólar — Foto: Freepik
Dólar — Foto: Freepik

O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (12). Investidores repercutiam falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad e os novos dados de inflação dos EUA.

Por aqui, o ministro da Fazenda defendeu que a expansão fiscal não é boa no momento para o Brasil e reiterou que o governo brasileiro cortará gastos se necessário. Na agenda, novos dados de serviços seguem no radar.

No exterior, o foco continua com os sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na condução da política monetária dos Estados Unidos.

O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, fechou em alta, enfileirando uma sequência positiva de 10 pregões.

Veja abaixo o resumo dos mercados.

O dólar fechou em queda 0,20%, cotado em R$ 5,4310. Veja mais cotações.

Com o resultado, acumulou:

  • queda de 0,56% na semana;
  • recuo de 2,82% no mês;
  • alta de 11,92% no ano.

Na véspera, a moeda subiu 0,55%, cotada em R$ 5,4420.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em alta de 0,47%, aos 128.897 pontos.

Com o resultado, acumulou:

  • alta de 2,08% na semana;
  • ganhos de 4,03% no mês;
  • perdas de 3,94% no ano.

Na véspera, o índice fechou em alta de 0,85%, aos 128.294 pontos.

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

O que está mexendo com os mercados?

As taxas de juros norte-americanas continuam no radar dos investidores nesta sexta-feira (12), principalmente em meio à divulgação de novos dados de inflação.

Segundo dados do Departamento de Trabalho, o índice de preços ao produtor norte-americano registrou uma alta de 0,2% em junho, após ter ficado inalterado em maio. O avanço veio acima do esperado pelos economistas consultados pela Reuters, de aumento de 0,1%.

A alta acima do esperado vem após os bons resultados da inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), dos Estados Unidos, divulgados na véspera. Segundo dados do Departamento de Trabalho, os preços caíram 0,1% em um mês, contrariando as previsões de analistas, que contavam com um ligeiro aumento de 0,1%, e de 3,1% em um ano.

Com isso, os mercados aumentaram as apostas de que o Fed deve começar a cortar os juros por lá em setembro. Segundo dados da ferramenta FedWatch do CME Group, as chances de corte na reunião de setembro subiram de 72,2% para 88,1% em uma semana, de acordo com as estimativas dos analistas.

"A inflação ao consumidor benigna de junho vem na sequência de outros dados menos pressionados de inflação e atividade, o que levou os mercados a acreditar que o Federal Reserve começará a cortar os juros em setembro, após sinalizá-lo na sua próxima reunião de política monetária em julho", afirmaram analistas da XP.

Nesta semana, o presidente da instituição, Jerome Powell, já havia afirmado que a inflação do país permanece acima da meta de 2% do Fed, mas tem melhorado nos últimos meses. Ele acrescentou que novos dados positivos fortaleceriam o argumento para cortes na taxa de juros.

"Mais dados bons fortaleceriam nossa confiança de que a inflação está evoluindo de forma sustentável em direção a 2%", disse Powell.

Ter uma inflação em direção à meta é um dos requisitos para a flexibilização da política monetária. Powell também comparou a falta de progresso nos primeiros meses do ano com a melhora recente nos dados. Na prática, o cenário mais positivo ajudou a construir uma base de confiança de que as pressões sobre os preços continuarão a diminuir.

Além disso, ele observou que o Fed agora está preocupado com os riscos para o mercado de trabalho e para a economia caso as taxas permaneçam altas durante muito tempo. Após a falta de progresso em direção ao nosso objetivo de inflação de 2% no início deste ano, as leituras mensais mais recentes mostraram progressos adicionais modestos, disse Powell.

Agora, a expectativa fica pelo índice de preços ao produtor norte-americano, outro indicador relevante de inflação do país que deve ser divulgado hoje.

Já no cenário doméstico, investidores continuam atentos a eventuais sinais sobre o quadro fiscal brasileiro. Além de o Congresso ter adiado a votação da desoneração da folha para 17 setores, também há expectativa pela aprovação da reforma tributária, que agora está nas mãos do Senado.

Nesta sexta-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu que a expansão fiscal não seria boa para o país neste momento e reiterou que Lula cortará gastos se necessário. O ministro também fez comentários sobre a repactuação da dívida dos estados com o governo federal e sobre a reforma tributária. Veja na reportagem abaixo:

Na agenda, o volume do setor de serviços do Brasil ficou estável em maio em relação a abril. Já em relação a igual mês do ano anterior, o indicador teve uma alta de 0,8%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Balanços corporativos do segundo trimestre e o noticiário corporativo também ficam sob os holofotes.

*Com informações da agência de notícias Reuters.B3

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quinta-feira, 11 de julho de 2024

Por que as ações da Tesla dispararam — e fizeram Elon Musk ficar US$ 37 bilhões mais rico desde junho

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No período, o valor de mercado da fabricante de veículos elétricos saltou de US$ 631 bilhões para US$ 822 bilhões, segundo a revista Forbes. Os papéis da companhia ainda estão 40% abaixo do pico histórico, em 2021.
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Por André Catto, g1

Postado em 11 de julho de 2024 às 07h15m

             Post. N. =  0.848          

Elon Musk, fundador da Tesla e homem mais rico do mundo — Foto: Reuters
Elon Musk, fundador da Tesla e homem mais rico do mundo — Foto: Reuters

O bilionário Elon Musk viu seu patrimônio crescer US$ 37,1 bilhões (R$ 200 bilhões) em menos de um mês e chegar aos atuais US$ 258,5 bilhões (R$ 1,4 trilhão), segundo a revista Forbes.

A cifra garantiu ao homem mais rico do mundo uma fortuna US$ 40 bilhões superior à de Jeff Bezos, fundador da Amazon, que ocupa a segunda colocação no ranking de bilionários em tempo real da revista. (veja o top 10 no final desta reportagem)

Musk é dono da fabricante de carros elétricos Tesla, da empresa de voos espaciais SpaceX e da rede social X (antigo Twitter), entre outros negócios. Foi justamente a companhia automotiva a grande responsável pela disparada do patrimônio de Musk neste mês.

Na terça-feira (9), as ações da Tesla chegaram a US$ 265, o nível mais alto do ano. Foram 10 sessões seguidas de valorização nos papéis da empresa, marcando a maior sequência de ganhos consecutivos desde o fim do primeiro semestre do ano passado.

Só neste mês de julho, as ações subiram 33%, de acordo com a Forbes. O valor de mercado da empresa saltou de US$ 631 bilhões para US$ 822 bilhões. Musk possui 13% das ações da companhia.

A alta representa um ganho de 18 pontos percentuais a mais do que o segundo melhor desempenho do índice S&P 500 em julho, a fabricante de vidros Corning, que teve alta de 15% em seus papéis.

Mas o que fez as ações da Tesla dispararem?

A valorização dos papéis da companhia tem relação com uma votação feita por acionistas no mês passado. Na ocasião, donos de ações da fabricante de carros elétricos aprovaram um bônus de US$ 56 bilhões (R$ 300 bilhões) a Musk.

A bonificação é vista como um endosso ao mandato do bilionário, e um reconhecimento de que os investidores não querem arriscar o futuro da empresa. A ideia central era justamente manter Elon Musk engajado com a companhia.

  • 🚙 O g1 testou a primeira Tesla Cybertruck que veio ao Brasil — um dos carros mais polêmicos da fabricante. Assista abaixo:

g1 testou: a primeira Tesla Cybertruck que veio para o Brasil

Outro fator que colaborou com o ânimo dos investidores foi o anúncio, na última semana, de que a empresa entregou mais veículos no segundo trimestre deste ano do que o previsto por analistas. Foram, no total, quase 444 mil carros entregues no período e cerca de 411 mil unidades produzidas.

As ações da Tesla chegaram a subir 6% no acumulado do ano, mesmo após uma queda anual de quase 50% nos lucros do primeiro trimestre deste ano, aponta a Forbes. Ainda assim, os papéis da companhia estão 40% abaixo do pico histórico, em 2021.

Ainda de acordo com a Forbes, a empresa automotiva de Musk "é uma proposta cada vez mais cara para potenciais investidores" — sendo mais que o dobro do preço da Nvidia, gigante da inteligência artificial —, o que indica que "a empresa precisa aumentar drasticamente seus lucros de longo prazo para justificar os fundamentos para tal avaliação".

Veja o top 10 entre os mais ricos do mundo:

  1. Elon Musk, CEO da Tesla, com US$ 258,5 bilhões
  2. Jeff Bezos, fundador da Amazon, com US$ 216,3 bilhões
  3. Bernard Arnault, CEO da LVMH, controladora da grife Louis Vuitton, com US$ 191,3 bilhões
  4. Mark Zuckerberg, cofundador da Meta, com US$ 187,3 bilhões
  5. Larry Ellison, cofundador da Oracle, com US$ 176,8 bilhões
  6. Larry Page, cofundador do Google, com US$ 157,4 bilhões
  7. Sergey Brin, cofundador do Google, com US$ 150,5 bilhões
  8. Bill Gates, cofundador da Microsoft, com US$ 135,5 bilhões
  9. Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft, com US$ 135,3 bilhões
  10. Warren Buffett, megainvestidor, com US$ 130,6 bilhões
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terça-feira, 9 de julho de 2024

Dólar cai a R$ 5,41 após sinalizações de Powell sobre futuro dos juros nos EUA; Ibovespa sobe

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A moeda norte-americana recuou 1,12%, cotada a R$ 5,4144. Já o Ibovespa, principal índice de ações da bolsa, avançou 0,44%, aos 127.108 pontos.
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Por g1

Postado em 09 de julho de 2024 às 11h00m

             Post. N. =  0.847          

Notas de dólar. — Foto: Reuters
Notas de dólar. — Foto: Reuters

O dólar fechou em queda nesta terça-feira (9), à medida que investidores repercutiram o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, em sabatina no Senado dos Estados Unidos.

Powell afirmou que a inflação do país permanece acimada meta de 2% do Fed, mas tem melhorado nos últimos meses. Ele também mencionou os riscos de manter juros altos por muito tempo. (veja mais abaixo)

No Brasil, o dia é de atividade reduzida, por conta do feriado de 9 de Julho, que celebra a Revolução Constitucionalista de 1932, em São Paulo.

Assim, a expectativa permanece com os novos dados de inflação medidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que devem ser divulgados na quarta-feira (10).

O mercado ainda repercute o anúncio de um novo aumento de preços da gasolina e do gás de cozinha para as distribuidoras feito pela Petrobras, que entrou em vigor nesta terça-feira.

O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores, fechou em alta.

Veja abaixo o resumo dos mercados.

O dólar caiu 1,12%, cotado a R$ 5,4144. Na mínima, chegou a R$ 5,4131. Veja mais cotações.

Com o resultado, acumulou:

  • queda de 0,87% na semana;
  • recuo de 3,11% no mês;
  • alta de 11,58% no ano.

Na véspera, a moeda encerrou o dia com alta de 0,25%, vendida a R$ 5,4755.

Ibovespa

O Ibovespa subiu 0,44%, aos 127.108 pontos.

Com o resultado, acumulou:

  • alta de 0,67% na semana;
  • ganhos de 2,58% no mês;
  • perdas de 5,27% no ano.

Na véspera, o índice teve alta de 0,22%, aos 126.548 pontos.

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

O que está mexendo com os mercados?

Nesta terça-feira, investidores ficaram de olho na agenda externa, já que o feriado de São Paulo reduz a atividade no país.

O destaque foi para as sinalizações sobre os próximos passos do Fed na condução de política monetária, com o discurso do chair, Jerome Powell.

Em depoimento ao Congresso dos EUA, Powell afirmou que a inflação do país permanece acima da meta de 2% do Fed, mas tem melhorado nos últimos meses. Ele acrescentou que novos dados positivos fortaleceriam o argumento para cortes na taxa de juros.

"Mais dados bons fortaleceriam nossa confiança de que a inflação está evoluindo de forma sustentável em direção a 2%", disse.

Ter uma inflação em direção à meta é um dos requisitos para a flexibilização da política monetária.

Powell também comparou a falta de progresso nos primeiros meses do ano com a melhora recente nos dados. Na prática, o cenário mais positivo ajudou a construir uma base de confiança de que as pressões sobre os preços continuarão a diminuir.

Além disso, ele observou que o Fed agora está preocupado com os riscos para o mercado de trabalho e para a economia caso as taxas permaneçam altas durante muito tempo.

Após a falta de progresso em direção ao nosso objetivo de inflação de 2% no início deste ano, as leituras mensais mais recentes mostraram progressos adicionais modestos, disse Powell.

O presidente do Fed afirmou ainda que o mercado de trabalho parece estar "totalmente de volta ao equilíbrio", observando que "à medida que fazemos mais progressos na inflação e o mercado de trabalho permanece forte", os cortes nas taxas de juros farão sentido em algum momento.

Na sexta-feira, dados de empregos norte-americanos mostraram, de fato, um mercado de trabalho que começa a se equilibrar. Enquanto o índice de preços ao consumidor norte-americano (CPI, na sigla em inglês) será divulgado na quinta-feira, a inflação ao produtor dos EUA ficará para a sexta.

Os comentários de Powell podem reforçar as expectativas de mudanças na declaração de política monetária a ser divulgada após a reunião do Fed de 30 a 31 de julho, que pode abrir a porta para um corte nas taxas em setembro. A probabilidade de corte em setembro agora está precificada em cerca de 70% no mercado.

No cenário doméstico, o mercado financeiro também está à espera de novos dados do IPCA (a inflação oficial do Brasil), que devem ser divulgados na próxima quarta-feira.

Segundo analistas da XP Investimentos, a expectativa é que o grupo Alimentação e bebidas continue variando fortemente, ainda em reflexo da tragédia vista no Rio Grande do Sul. Já o grupo de serviços e monitorados devem recuar na margem — o primeiro por conta da deflação das passagens aéreas e o segundo pela desaceleração da energia elétrica.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ainda deve divulgar indicadores dos setores de comércio e serviços entre quinta e sexta-feira.

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