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domingo, 26 de julho de 2020

Os três pilares do 'capitalismo sábio' das empresas japonesas (e seu contraste com o capitalismo de Wall Street)

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Acostumadas a desastres naturais, algumas empresas japonesas adotaram uma abordagem diferente para lidar com crises e planejar o futuro. 
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Por BBC  
26/07/2020 17h41  Atualizado há 3 horas
Postado em 26 de julho de 2020 às 20h45m

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Doceria Toraya é uma das empresas japonesas que tem séculos de história: 17 gerações da mesma família a administraram — Foto: Getty Images/BBCDoceria Toraya é uma das empresas japonesas que tem séculos de história: 17 gerações da mesma família a administraram — Foto: Getty Images/BBC

O professor da Escola de Negócios da Universidade de Harvard Hirotaka Takeuchi estuda há anos as políticas de inovação das empresas japonesas e como elas reagem em tempos de crise.

O foco é principalmente nos desastres naturais, já que o Japão está constantemente exposto a terremotos, tsunamis, tufões e erupções vulcânicas de grande magnitude, com altos níveis de mortalidade e com profundas consequências econômicas.

O país também enfrentou crises econômicas como a chamada "Década Perdida" dos anos 90, a Grande Recessão de 2008 e agora, assim como o resto do mundo, os efeitos da pandemia de covid-19.

A questão principal é: como as empresas japonesas sobrevivem a esses desafios e quais lições o Ocidente pode tirar dessa experiência?

"As empresas japonesas praticam o capitalismo sábio e não o capitalismo de Wall Street", diz Takeuchi. Em poucas palavras, ele diz, há um investimento na comunidade e não apenas a concentração em obter lucro.

Em entrevista à BBC News Mundo, e em um tom mais filosófico do que financeiro, Takeuchi argumenta que o desenvolvimento das empresas geralmente se concentra em três aspectos profundamente enraizados na cultura:

1.Longevidade

O país asiático se destaca por sua longevidade corporativa: 40% das empresas que existem há mais de 300 anos no mundo estão no Japão, diz Takeuchi.

"Há empresas que ficam paralisadas no curto prazo e desenvolvem planos estratégicos de cinco anos, enquanto muitas empresas japonesas pensam nos próximos 100 ou 200 anos."

O pesquisador utiliza o conceito de "criar o futuro" ("make the future", em inglês), no sentido de olhar para um horizonte de longo prazo e construir um caminho sustentável.
Um exemplo dessa abordagem é a empresa de doces Toraya Confectionery, fundada no século 16 e que permanece nas mãos da mesma família há 17 gerações, ou a empresa farmacêutica Takeda, fundada em 1781.

Outras empresas japonesas mais conhecidas no ocidente, como Toyota, Canon, Komatsu, Suzuki, Panasonic ou Toshiba, são muito mais recentes e estão em operação há cerca de 100 anos.

Independentemente do momento de sua fundação, Takeuchi argumenta que a visão do futuro é uma das características do desenvolvimento corporativo japonês que marca uma diferença clara em relação aos planos de desenvolvimento que as empresas ocidentais costumam fazer.

2. Liderança

Outro ponto chave do sucesso das empresas japonesas é uma boa liderança corporativa.
Isso significa que não sejam guiadas por métricas externas ao medir suas realizações, explica Takeuchi, mas preferem "uma perspectiva de crescimento que nasce dentro da empresa" e se desdobra para o mundo externo; uma estratégia de dentro para fora ("inside out", em inglês).

Seguir esse caminho implica que, em situações de emergência ou catástrofe, a empresa está disposta a seguir a intuição do líder da corporação.

"No Japão, a origem da estratégia é mais baseada no sonho do fundador ou do diretor executivo", explica o pesquisador.
"Sua origem não está na análise de dados. Para nós, é importante ouvir o líder. Chamamos isso de conhecimento tácito. É uma abordagem centrada no ser humano, baseada em suas crenças".

Essa intuição é particularmente útil, diz o especialista, quando são necessárias respostas rápidas a circunstâncias adversas, colocando em prática "o valor do bem comum".
Quando ocorre um desastre, "um elemento-chave para o sucesso de uma empresa é sua agilidade", diz ele, citando como exemplo a reação de empresas como Lawson, Yakult, Yamato ou Uniqlo após o terrível terremoto de 2011, guiadas por forte determinação de seus líderes.

"A primeira coisa que eles pensaram foi em como ajudar funcionários e clientes afetados, e não no lucro."

Mas, em questões de liderança, do ponto de vista ocidental, várias empresas japonesas são criticadas por terem uma estrutura de comando excessivamente vertical, da qual os funcionários têm medo de discordar.

Sobre isso, Takeuchi diz que é muito difícil generalizar. "Existem exemplos como a Toyota, onde é aceitável confrontar seu chefe", diz ele.

3. Empatia

"Muitas empresas japonesas se colocam no lugar umas das outras", diz ele.
"A empatia faz parte da tradição do nosso país, porque somos constantemente atingidos por desastres naturais."

Takeuchi diz que as mães no Japão ensinam empatia às crianças desde cedo.
"Então, quando chega uma crise, somos capazes de nos colocar no lugar dos funcionários que estão sofrendo", afirma.
"A última coisa que você quer fazer é demitir os trabalhadores afetados pelas consequências da crise."

Como exemplo de "empresas sábias" que praticam empatia, o acadêmico menciona algumas como Toyota, Komatsu e Honda, que têm boa reputação.

Takeuchi argumenta que, quando ocorre um desastre natural, esses tipos de empresas tentam evitar demissões.
No entanto, ele sabe que nem todas as companhias japonesas seguiram o mesmo caminho.

"As empresas japonesas agiram de forma irresponsável e cometeram erros no passado, mas estão tentando não cometê-los novamente", diz ele sobre práticas de abuso no ambiente de trabalho e poluição ambiental.

Além dos casos mencionados pelo professor de Harvard, a Agência de Serviços de Imigração do país recebeu várias queixas nos últimos anos sobre abuso de trabalhadores migrantes.

Outro ponto obscuro no mundo do trabalho japonês é um fenômeno chamado "karoshi", que se refere à morte por excesso de trabalho. Não é de se surpreender que o país asiático seja famoso por sua extensa jornada de trabalho.

'Não são muito populares em Wall Street'

A despeito disso, "muitas empresas japonesas não são muito populares entre as pessoas em Wall Street porque não estão focadas em ser mais lucrativas e maximizar o valor para os acionistas", diz o acadêmico.

"Uma empresa é um instrumento da sociedade", pontua Takeuchi. "A sociedade permite que você exista desde que você ofereça algum tipo de valor à comunidade."

O problema surge quando as crises chegam e as perspectivas econômicas se complicam.
"A boa notícia é que, durante crises econômicas, os acionistas das empresas japonesas não exigem os mesmos benefícios que tinham antes", diz o pesquisador.
E é essa atitude que permite ao diretor executivo ter uma abordagem diferente dos problemas, segundo ele.

"Os acionistas no Japão entendem que há uma crise e diminuem suas expectativas. Isso não acontece em Wall Street."

Mas, à medida que as fronteiras nacionais são cada vez mais desfocadas, as empresas se internacionalizam e o fluxo de capital de um país para outro aumenta. Nesse contexto, um número crescente de investidores estrangeiros está entrando em empresas japonesas.

"Eles estão exigindo retornos mais altos para os acionistas, mas ainda são uma minoria no Japão."

Essa pressão existe, mas há uma grande diferença, diz Takeuchi. "Apreciamos a sabedoria. O conhecimento se torna obsoleto, mas a sabedoria passa de geração para geração."
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sexta-feira, 24 de julho de 2020

População fora da força de trabalho cresce, e nº de desocupados diante da pandemia cai para 11,5 milhões, aponta IBGE

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Queda, no entanto, está mais associada à saída de pessoas do mercado de trabalho do que a novas ocupações, segundo coordenadora da pesquisa.  
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Por Daniel Silveira, G1 — Rio de Janeiro  
24/07/2020 09h02 Atualizado há 2 horas
Postado em 24 de julho de 2020 às 11h05m

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Número de desocupados diante da pandemia cai para 11,5 milhões, aponta IBGE
Número de desocupados diante da pandemia cai para 11,5 milhões, aponta IBGE

O número de trabalhadores desocupados diante da pandemia teve ligeira queda na primeira semana de julho. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre os dias 28 de junho e 4 de julho, eram 11,5 milhões de pessoas desocupadas - na semana anterior, eram 12,4 milhões.

Com isso, o desemprego ficou estatisticamente estável, em 12,3%. A população fora da força de trabalho, no entanto, teve alta: passou de 75,1 milhões para 76,8 milhões. Desse grupo, 28,7 milhões disseram que gostariam de trabalhar - também uma alta em relação à semana anterior, quando eram 26,9 milhões.
Essa queda no número de pessoas desocupadas está mais associada à saída dessas pessoas da força de trabalho do que pela entrada na população ocupada. São pessoas que, naquela semana, não procuraram trabalho por algum motivo, apontou a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira.

De acordo com o levantamento, cerca de 19,4 milhões de pessoas fora da força de trabalho gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho na semana por causa da pandemia ou porque não encontraram ocupação no local em que moravam. Esse contingente, que corresponde a 67,4% das pessoas não ocupadas que não buscaram por trabalho e gostariam de trabalhar, foi maior do que na semana anterior, quando eram 17,8 milhões (66,2%).

O levantamento foi feito entre os dias 28 de junho e 4 de julho por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil.

Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país, devido às características metodológicas, que são distintas.

Afastados pelo distanciamento social

A pesquisa do IBGE apontou também que caiu em cerca de 2 milhões o número de trabalhadores afastados devido ao distanciamento social provocado pela pandemia, mantendo a trajetória de queda verificada desde que começou o processo de flexibilização da quarentena.

Entre 28 de junho e 4 de julho, esse contingente era de 8,3 milhões de pessoas, o equivalente a 10,1% do total de ocupados. Na semana anterior, eram 10,3 milhões de trabalhadores.
Trabalhadores afastados na pandemia — Foto: Economia G1Trabalhadores afastados na pandemia — Foto: Economia G1

A pesquisadora aponta que a diferença de 2,5 milhões na comparação entre as duas semanas não significa que essas pessoas voltaram ao trabalho, uma vez que os ocupados e não afastados aumentaram em 1,8 milhão. Assim, de acordo com Maria Lucia Vieira, uma parte dos ocupados retornou ao trabalho e outra parcela foi para fora da força, ou seja, não voltou a trabalhar, nem procurou trabalho.

População ocupada

A população ocupada e não afastada do trabalho foi estimada em 71,0 milhões de pessoas, com aumento tanto em relação à semana anterior (69,2 milhões) quanto frente à semana de 3 a 9 de maio (63,9 milhões).

Entre essas pessoas, 8,9 milhões (ou 12,5%) trabalhavam remotamente, contingente que ficou estatisticamente estável frente à semana anterior (8,6 milhões ou 12,4%) e em relação à semana de 3 a 9 de maio (8,6 milhões ou 13,4%).
Pandemia faz aumentar desemprego entre domésticas, aponta IBGE
Pandemia faz aumentar desemprego entre domésticas, aponta IBGE

Informalidade

De acordo com o IBGE, 28 milhões de pessoas ocupadas trabalhavam na informalidade na primeira semana de julho, ante 28,4 milhões a semana anterior.

O IBGE considera como trabalhador informal aqueles empregados no setor privado sem carteira assinada, trabalhadores domésticos sem carteira, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e empregadores sem CNPJ, além de pessoas que ajudam parentes.

Segundo o IBGE, é pela informalidade que o mercado de trabalho brasileiro tem se sustentado. Sem a criação de vagas de empregos formais, é por esta via que os brasileiros têm conseguido se manter ocupados.

A taxa de informalidade passou de 34,5% para 34,2% entre a quarta semana de junho e a primeira semana de julho, o que o IBGE considera como estabilidade do indicador. Já na comparação com a primeira semana de maio, o instituto aponta recuo da taxa (era de 35,7%).
Evolução da taxa de informalidade — Foto: Economia G1Evolução da taxa de informalidade — Foto: Economia G1

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quarta-feira, 22 de julho de 2020

Prévia da confiança da indústria mostra recuperação em julho, diz FGV

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Melhora no sentimento dos empresários em relação à indústria ocorre em meio ao relaxamento das medidas de quarentena em importantes centros econômicos do Brasil. 
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Por Reuters  
22/07/2020 08h21 Atualizado há 2 horas
Postado em 22 de julho de 2020 às 10h30m

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Indústria — Foto: Jornal NacionalIndústria — Foto: Jornal Nacional

A prévia da confiança da indústria brasileira registrou um salto em julho, indicando que o setor está a caminho de recuperar boa parte das perdas sofridas no auge das paralisações causadas pela pandemia de coronavírus, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas.

O resultado preliminar da Sondagem da Indústria sinaliza que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) deve avançar 12,5 pontos em junho, a 90,1 pontos. Caso esse resultado se confirme, o índice terá recuperado 74% das perdas observadas entre março e abril, no ponto mais crítico das interrupções econômicas de contenção da Covid-19.

"O aumento da confiança nesta prévia ocorre pela melhora da avaliação dos empresários em relação ao presente e, principalmente, das expectativas em relação aos próximos meses", disse a FGV em nota.

O Índice de Expectativas -- que mostra a percepção dos empresários sobre o futuro da indústria -- deve ganhar 14,6 pontos, a 90,8 pontos.

Já o Índice de Situação Atual mostraria alta de 10,2 pontos, para 89,4 pontos.
A melhora no sentimento dos empresários em relação à indústria ocorre em meio ao relaxamento das medidas de quarentena em importantes centros econômicos do Brasil.

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segunda-feira, 20 de julho de 2020

Mercado melhora estimativa e passa a prever tombo do PIB abaixo de 6% em 2020

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Projeção para o recuo do PIB neste ano passou de 6,10% para 5,95%. Analistas também mantiveram estimativa de inflação para este ano em 1,72%. Dados são do Boletim Focus, do Banco Central.  
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Por Alexandro Martello, G1 — Brasília  
20/07/2020 08h32 Atualizado há 4 horas
Postado em 20 de julho de 2020 às 12h35m

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Os economistas do mercado financeiro melhoraram a estimativa para o nível de atividade e passaram a prever um tombo para a economia brasileira abaixo de 6% neste ano.

A projeção faz parte do boletim de mercado, conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

Para o do Produto Interno Bruto (PIB) de 2020, a previsão de queda passou de 6,10% para 5,95%. Para 2021, a expectativa de crescimento foi mantida em 3,50%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão.

PREVISÕES DO MERCADO PARA O PIB DE 2020
(EM %)


  • Inflação abaixo de 2%

Segundo o relatório divulgado pelo BC, os analistas do mercado financeiro mantiveram em 1,72% a estimativa de inflação para 2020.
A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% neste ano.

Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2021, o mercado financeiro manteve em 3% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Taxa básica de juros

O mercado segue prevendo nova queda da taxa básica de juros da economia brasileira em agosto deste ano. Atualmente, a Selic está em 2,25% ao ano. A previsão dos analistas é de que a taxa recue para 2% no início do mês que vem.

Para o fim de 2021, a expectativa do mercado permaneceu estável em 3% ao ano. Isso quer dizer que os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem.

Outras estimativas

  • Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 continuou em R$ 5,20. Para o fechamento de 2021, ficou estável em R$ 5 por dólar.
  • Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 subiu de US$ 54 bilhões para US$ 55,15 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado recuou de US$ 55,25 bilhões para US$ 53,40 bilhões de superávit.
  • Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, caiu de US$ 55 bilhões para US$ 53,95 bilhões. Para 2021, a estimativa dos analistas permaneceu em US$ 64,10 bilhões.

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