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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Dólar sobe a R$ 5,17, com inflação dos EUA e Oriente Médio no foco; Ibovespa cai

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A moeda americana teve alta de 0,36%, cotada a R$ 5,1793. Já a bolsa brasileira recuou 0,22%, aos 167.507 pontos.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 12 de Agosto de 2.026 às 10h00m
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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

O dólar fechou em alta de 0,35% nesta quarta-feira (12), cotado a R$ 5,1793. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, caiu 0,22%, aos 167.507 pontos.

Investidores repercutiram os novos dados de inflação dos Estados Unidos e acompanharam os desdobramentos da guerra no Oriente Médio. No Brasil, o cenário eleitoral e as dúvidas sobre o rumo dos juros também pesaram, após o JPMorgan citar os dois fatores em um relatório divulgado na véspera.

▶️ Os novos dados de inflação dos EUA foram o destaque da sessão. O índice subiu 0,1% em julho, após queda de 0,4% em junho. Em 12 meses, houve uma desaceleração de 3,5% para 3,4%. Os dados vieram em linha com o esperado pelo mercado e ajudam a dar sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros americanos. (leia mais abaixo)

▶️ Ainda no exterior, o conflito no Oriente Médio seguiu no radar. Segundo a Bloomberg, o presidente americano, Donald Trump, reivindicou o controle do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o comércio de petróleo na região. O Irã, no entanto, continua a fazer ataques a navios que transitam pelo canal.

  • As divergências entre os dois países voltam a levantar preocupações sobre a oferta global de petróleo. O barril do Brent, referência internacional, teve queda de 0,11%, cotado a US$ 88,81. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caiu 0,26%, a US$ 82,98 o barril.

▶️ No Brasil, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) ficou no centro das atenções. O volume do setor ficou estável em junho em relação a maior e teve uma alta de 2% em comparação ao mesmo mês de 2025. Os dados foram divulgados pelo IBGE e vieram mais fracos do que o esperado pelo mercado.

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

💲Dólar

  • Acumulado da semana: +1,88%;
  • Acumulado do mês: +2,16%;
  • Acumulado do ano: --5,64%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: -3,06%;
  • Acumulado do mês: -6,05%;
  • Acumulado do ano: +3,79%.
Trump reivindica controle de Ormuz

Os impasses entre os EUA e o Irã continuam a trazer volatilidade para os preços do petróleo no mercado internacional. Na véspera, segundo informações da Bloomberg, Trump afirmou que detinha o controle do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global da commodity.

A informação, no entanto, foi desmentida por Irã, que continua a fazer ataques intermitentes a navios que transitam pela região.

Segundo dados divulgados pela Reuters, o número de embarcações monitoradas no Estreito caiu para oito na terça-feira, o menor nível em uma semana. A queda indica que os navios seguem receosos em cruzar o canal, em meio às tensões e ataques registrados.

Ao mesmo tempo, as negociações entre os dois países para um acordo de paz parecem estar em um impasse.

No fim de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do Estreito e afirmou que os EUA precisarão atender às demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano "The New York Times" (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.

Entre as exigências estão:

  • a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
  • a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
  • o pagamento de indenizações de guerra;
  • a liberação de ativos iranianos congelados;
  • o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
  • o encerramento das ameaças contra o país.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, também afirmou que o país e Omã estavam "muito perto" de um acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito.

"Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve", disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. "Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos."

Na segunda-feira, no entanto, Trump ironizou o pedido de indenização do Irã que deveria ser pago por Washington para a reabertura do Estreito de Ormuz.

Inflação dos EUA em linha com expectativas

A inflação ao consumidor nos EUA subiu 0,2% em julho, enquanto o núcleo do índice, que exclui preços mais voláteis, avançou 0,1%. Os resultados vieram em linha com as expectativas do mercado e mostraram uma inflação mais próxima do comportamento habitual após a queda dos preços de energia ter ajudado o índice em junho.

Para Vinicius Flores, gestor de investimentos e sócio da Stratton Capital, os dados representam uma normalização da inflação americana.

Segundo ele, os preços dos aluguéis responderam por cerca de dois terços da alta registrada em julho, um fator relevante porque essa categoria tende a demorar mais para refletir mudanças nos preços.

O núcleo da inflação, que ainda está acima da meta de 2% do Fed, desacelerou de 2,6% para 2,5% em 12 meses. Na avaliação de Flores, como o resultado ficou muito próximo do esperado, o próximo dado de inflação antes da reunião do Fed, em setembro, deverá ter mais peso na decisão sobre os juros.

"Com os dados atuais, a expectativa para a próxima decisão do Fed não deve mudar, com a probabilidade mais alta sendo a de manter as taxas de juros sem alteração", afirmou.

Após a divulgação dos dados, os rendimentos dos títulos do governo americano, conhecidos como Treasuries, e o índice que mede o desempenho do dólar frente a outras moedas tiveram queda.

Bolsas globais

Em Wall Street, os principais índices acionários americanos fecharam sem uma direção única nesta quarta-feira, enquanto investidores avaliavam os novos dados de inflação americana e repercutiam os resultados de empresas.

O Dow Jones caiu 0,06%, enquanto o S&P 500 subiu 0,26% e o Nasdaq Composite avançou 0,55%.

Na Europa, as bolsas de valores fecharam em queda, conforme investidores analisavam os balanços corporativos e os desdobramentos no Oriente Médio. O índice pan-europeu STOXX 600 caiu 0,16%, aos 659,48 pontos.

Entre os demais índices da região, o DAX, da Alemanha, caiu 0,23%, enquanto o CAC-40, da França, teve queda de 0,46% e o FTSE 100, do Reino Unido, recuou 0,10%.

Na Ásia, as ações chinesas fecharam em leve alta nesta quarta-feira, impulsionadas pelos ganhos nos setores de tecnologia e mobiliário, enquanto investidores aguardavam os novos dados de inflação dos EUA.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, subiu 0,6%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, avançou 0,3%. O Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,8% e o Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 3,68%, enquanto o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 0,83%.

* Com informações da agência de notícias Reuters.

Dólar — Foto: Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo
Dólar — Foto: Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo

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terça-feira, 11 de agosto de 2026

Exportações do Brasil aos EUA caem 12,2% no ano e atingem menor nível em 3 anos para o período

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Vendas de produtos sujeitos às maiores sobretaxas caíram 31,5% entre janeiro e julho
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 Por Ismael Jales, g1 — São paulo

Postado em 11 de Agosto de 2.026 às 12h15m
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Tarifaço americano: Brasil calcula que medida atinge 18% das exportações pros EUA
Tarifaço americano: Brasil calcula que medida atinge 18% das exportações pros EUA

As exportações brasileiras para os Estados Unidos somaram US$ 21 bilhões entre janeiro e julho de 2026, queda de 12,2% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O recuo representa cerca de US$ 2,9 bilhões a menos em vendas e levou os embarques para o mercado americano ao menor nível para o período em três anos.

Os dados são do Monitor do Comércio Brasil Estados Unidos, elaborado pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham) com base em informações do Comexstat.

A queda foi ainda maior entre os produtos sujeitos às maiores sobretaxas, atualmente entre 25% e 37,5%. As exportações desses itens recuaram 31,5% no acumulado do ano, de US$ 4,6 bilhões para US$ 3,2 bilhões.

A retração nesse grupo de produtos mais taxados foi puxada principalmente pela madeira de coníferas, cujas vendas para os EUA desabaram 59,4% de janeiro a julho na comparação com o mesmo período do ano passado.

O tombo no faturamento do setor atingiu em cheio outros itens da pauta, com quedas expressivas no sebo bovino, ovino ou caprino (-42,5%), nos granitos trabalhados (-42,1%), no fumo não manufaturado (-37,7%) e na exportação de portas e caixilhos (-35,3%) — um retrato de como o tarifaço americano vem encolhendo os ganhos da indústria e do setor extrativo brasileiro no ano.

Os números mostram uma importante perda de dinamismo no comércio bilateral, com impacto mais intenso sobre os produtos sujeitos às tarifas mais elevadas. Enquanto persistir o atual cenário tarifário, a tendência é que as trocas entre os dois países continuem perdendo força, com prejuízos para ambas as economias, afirma Abrão Neto, presidente da Amcham Brasil. 
Exportações caem em julho

Somente em julho, as exportações brasileiras para os Estados Unidos somaram US$ 3,6 bilhões, queda de 5% em relação ao mesmo mês de 2025.

O resultado interrompeu a recuperação registrada em junho, quando as vendas para o mercado americano haviam crescido pela primeira vez desde agosto do ano passado, período em que as tarifas mais elevadas começaram a ser aplicadas.

Sem acordo com Brasil, EUA impuseram tarifas de 25% contra alguns produtos — Foto: Joao Oliveira/Zoonar/picture alliance
Sem acordo com Brasil, EUA impuseram tarifas de 25% contra alguns produtos — Foto: Joao Oliveira/Zoonar/picture alliance

Assim como na comparação Janeiro a Julho, entre os produtos sujeitos às maiores sobretaxas, a queda foi ainda mais forte em julho, de 25,7%.

Na direção contrária, os produtos alcançados pela Seção 232 tiveram crescimento de 21,5%, impulsionado principalmente pelas exportações de aço e alumínio.

Entre os produtos que registraram as maiores quedas no acumulado do ano estão sebo bovino, madeira compensada, portas, fumo, madeira de coníferas, granito, torneiras e sucos de frutas. Semimanufaturados de ferro e aço também tiveram retração.

Relembre como funcionam as sobretaxas impostas pelos EUA:

  • Sobretaxas de 25% a 37,5% (Seção 301 - Tarifas mais altas):Atingem produtos como sebo bovino, fumo, madeira de coníferas e portas. Essa alíquota é a mais pesada porque combina duas punições comerciais cumulativas aplicadas pelos EUA sobre o mercado brasileiro. Foi essa categoria que liderou as maiores quedas em valor no ano (-31,5%).
  • Sobretaxas de 12,5% (Seção 301 - Tarifa base): É a taxa de retaliação comercial padrão aplicada a itens como minério de ferro aglomerado, pedras de cantaria e outros silícios.
  • "Seção 232" (Segurança Nacional): Agrupa bens industriais e estratégicos — como aço, alumínio, transformadores e maquinário pesado (tratores e pás carregadoras). Em vez de uma porcentagem fixa única, esses produtos seguem uma lei americana voltada à "segurança nacional", com regras setoriais específicas que variam de acordo com o tipo e a composição do bem. :
Vendas aos EUA caem enquanto exportações ao mundo crescem

O desempenho das exportações para os Estados Unidos ficou abaixo do registrado pelo Brasil nos demais mercados.

Enquanto as vendas para os EUA recuaram 12,2% entre janeiro e julho, as exportações totais brasileiras cresceram 10,5% no mesmo período.

Mesmo com a queda, os Estados Unidos continuam como o segundo maior destino das exportações brasileiras, atrás apenas da China.

Entre os dez principais produtos vendidos pelo Brasil aos Estados Unidos, quatro tiveram queda nas exportações para o mercado americano ao mesmo tempo em que registraram crescimento nas vendas para o restante do mundo.

É o caso do petróleo bruto, cujas exportações para os EUA caíram 25,5%, dos semimanufaturados de ferro ou aço, com queda de 11,1%, do ferro-gusa, que recuou 7,9%, e da celulose, com baixa de 5,3%.

Entre os principais produtos sujeitos às sobretaxas, cinco dos dez itens mais exportados aos Estados Unidos tiveram queda nas vendas no acumulado do ano. No restante do mundo, todos esses produtos registraram crescimento.

Brasil tem déficit com os Estados Unidos

As importações brasileiras de produtos americanos somaram US$ 23,2 bilhões entre janeiro e julho, queda de 10,4% em relação ao mesmo período de 2025.

Com as exportações em queda, o Brasil acumulou déficit de US$ 2,3 bilhões no comércio com os Estados Unidos nos primeiros sete meses do ano. O valor representa uma alta de 122,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

  • 🔍Déficit comercial: quando um país compra mais de outro do que vende.

Somente em julho, as compras brasileiras de produtos americanos cresceram 0,6%, para US$ 4,3 bilhões, após sete meses consecutivos de retração.

Com isso, o Brasil registrou déficit de US$ 639 milhões no comércio com os Estados Unidos no mês.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Embraer tem receita recorde de R$ 11,3 bilhões no 2º trimestre de 2026 e entrega 65 aviões

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Empresa registrou alta de 10% na receita em relação ao mesmo período de 2025; carteira de pedidos também atingiu recorde no trimestre.
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Por Alice Aires, g1 Vale do Paraíba e Região

Postado em 10 de Agosto de 2.026 às 10h50m
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Embraer entrega 65 aviões no segundo trimestre de 2026 e aumenta receita em relação a 2025
Embraer entrega 65 aviões no segundo trimestre de 2026 e aumenta receita em relação a 2025

A Embraer, fabricante brasileira de aviões com sede em São José dos Campos (SP), divulgou nesta segunda-feira (10) que registrou receita de R$ 11,3 bilhões no segundo trimestre de 2026, o maior valor já alcançado pela empresa em um trimestre de abril a junho. O resultado recorde representa crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com o balanço financeiro divulgado pela empresa, de abril a junho a Embraer entregou 65 aviões, sete a mais do que no segundo trimestre de 2025. É o melhor resultado da Embraer para esse período em 16 anos.

A maior parte das entregas foi de aviões executivos. Foram 45 aeronaves desse segmento, que representa cerca de 69% do total. A empresa também entregou 20 aeronaves comerciais e de defesa.

Com esse resultado, no primeiro semestre a Embraer chegou a 109 aeronaves entregues, contra 91 nos seis primeiros meses de 2025, um crescimento de aproximadamente 20% em 2026.

Embraer divulgou balanço de segundo trimestre nesta segunda. — Foto: Reprodução/TV Vanguarda
Embraer divulgou balanço de segundo trimestre nesta segunda. — Foto: Reprodução/TV Vanguarda

Além do aumento da receita e das entregas, a Embraer terminou o segundo trimestre com uma carteira de pedidos de US$ 34,5 bilhões, o maior valor já registrado pela companhia. O número representa crescimento de 16% em relação ao segundo trimestre de 2025 e é o sétimo recorde consecutivo da carteira de pedidos.

A carteira reúne aeronaves que já foram encomendadas pelos clientes, mas ainda não foram entregues.

Novos contratos

O resultado ocorre após uma série de acordos anunciados pela Embraer nas últimas semanas. Durante o Farnborough International Airshow, uma das principais feiras da indústria aeronáutica do mundo que foi realizada em julho na Inglaterra, o grupo Abra, que reúne empresas como Avianca e Gol, anunciou um acordo para comprar 20 E195-E2, além de opções e direitos de compra que podem levar o negócio a até 45 aeronaves.

A empresa também anunciou um acordo com a Azorra para até 30 E-Freighters, versão de aeronaves da família E-Jets adaptada para o transporte de cargas. O contrato prevê 20 pedidos firmes e direitos de compra para outros 10 aviões.

E-175 da Embraer — Foto: Divulgação
E-175 da Embraer — Foto: Divulgação

Na área de defesa, Embraer e Saab anunciaram um acordo para a possível produção de 20 novos caças Gripen no complexo industrial de Gavião Peixoto, no interior de São Paulo.

Também em julho, a empresa anunciou novos pedidos de aeronaves E2 pela Binter e pela Luxair, além de outros acordos comerciais durante o evento no Reino Unido.

Modelos mais produzidos

A aviação executiva, responsável por 45 das 65 aeronaves entregues no segundo trimestre de 2026, teve receita de R$ 3,7 bilhões, alta de 19% em relação ao mesmo período de 2025. A área reúne os jatos usados principalmente em viagens particulares e corporativas.

A divisão de Defesa e Segurança também apresentou crescimento. A receita foi de R$ 1,5 bilhão, 22% acima da registrada um ano antes. Segundo a empresa, o resultado foi influenciado principalmente pelo avanço da produção e das entregas do KC-390 Millennium.

Em Serviços e Suporte, a receita chegou a R$ 2,9 bilhões, crescimento de 11%. Já a aviação comercial teve receita de R$ 3,2 bilhões, uma queda de 2% em relação ao segundo trimestre do ano passado. Segundo a Embraer, o resultado foi afetado principalmente pela valorização do real em relação ao dólar.

Embraer. — Foto: Divulgação/Embraer
Embraer. — Foto: Divulgação/Embraer

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sábado, 8 de agosto de 2026

Selic a 14%: o que muda na sua prestação, no seu cartão e no seu dinheiro guardado?

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Entenda No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso.
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Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Postado em 08 de Agosto de 2.026 às 10h00m

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Como a Selic mexe com tudo na sua vida
Como a Selic mexe com tudo na sua vida 

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. A sigla significaSistema Especial de Liquidação e de Custódia, mas, na prática, representa os juros cobrados entre bancos e serve de referência para diversas taxas aplicadas ao consumidor.

Nesta quarta-feira (5), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu reduzir a taxa em 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14,25% para 14% ao ano, quarto corte consecutivo.

Quando a Selic sobe, o crédito fica mais caro. Isso reduz empréstimos, investimentos e contratações, esfria o consumo e ajuda a conter a inflação. Quando ela cai, o crédito fica mais barato e estimula investimentos, contratações e o consumo.

Neste vídeo, você vai entender como a Selic afeta a sua vida — e, às vezes, você nem percebe. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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