Moeda norte-americana recuou 1,84% nesta quinta-feira, vendida a R$ 5,3518. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 05 de janeiro de 2023 às 11h05m Post. N. =0.570
Cédulas de dólar — Foto: Pexels
O dólar fechou em queda nesta quinta-feira (5), com investidores
atentos ao anúncio de medidas econômicas pelo novo governo. A
sinalização da nova gestão de que deverá ter tom e discursos mais
afinados ajudou a alimentar o otimismo do mercado.
A moeda norte-americana recuou 1,84%, vendida a R$ 5,3518. Veja mais cotações.
No dia anterior, o dólar teve alta de 0,01%, cotado a R$ 5,4523,
renovando a máxima desde 22 de julho de 2022 (R$ 5,4977). Com o
resultado desta quinta, a moeda acumula alta de 1,40% no ano.
Rui Costa, da Casa Civil, disse que o governo não avaliar rever a Reforma da Previdência
O que está mexendo com os mercados?
O vaivém de declarações das pastas econômicas do governo Lula
tem mexido com os mercados. O resultado positivo desta quinta foi
marcado inclusive pela sinalização da nova gestão de que deverá ter tom e
discursos mais afinados. Isso ajudou a alimentar o otimismo dos
investidores.
No início do dia, os investidores repercutiam declaração feita pelo
ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PDT), na terça-feira (3) de
que pretendia discutir a "antirreforma" da Previdência, em referência às regras aprovadas em 2019.
Haddad também afirmou que o Ministério enviará, no primeiro semestre,
proposta de uma nova âncora fiscal para as contas públicas, substituindo
o teto de gastos.
O IBGE divulgou nesta quinta-feira que aprodução industrial caiu 0,1% em novembro.
Mas o setor ainda se encontra 2,2% abaixo do patamar pré-pandemia
(fevereiro de 2020) e 18,5% abaixo do nível recorde alcançado em maio de
2011.
Todos as autoridades presentes na reunião de política monetária do
Federal Reserve de 13 a 14 de dezembro concordaram que o banco central
dos Estados Unidos deveria diminuir o ritmo de seus aumentos agressivos da taxa básica de juros, permitindo que o custo do crédito continue a ser elevado para controlar a inflação, mas de maneira gradual para limitar riscos ao crescimento econômico.
"A maioria dos participantes (da reunião) enfatizou a necessidade de
manter a flexibilidade e a opção ao mudar a política monetária para uma
postura mais restritiva", disse a ata.
Agora, os agentes econômicos aguardam o relatório mensal de empregos do
Departamento de Trabalho, que será divulgado nesta sexta-feira e será
um fator importante na próxima decisão de fevereiro do Fed.
Moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 1,75%, vendida a R$ 5,4520. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 03/01/2023 09h03 Atualizado há 32 minutos Postado em 03 de janeiro de 2023 às 10h15m #Post. N. =0.569 #
Cédulas de dólar — Foto: Pexels
O dólar fechou em alta nesta terça-feira (3), pelo terceiro dia seguido, com investidores atentos a falas do novo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em meio a preocupações sobre a saúde das contas públicas.
A moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 1,75%, vendida a R$ 5,4520 – na maior cotação de fechamento desde 22 de julho, quando ficou em R$ 5,4977. Veja mais cotações.
Com o resultado, a moeda já acumula alta de 3,3% no ano.
"Não existe mágica nem malabarismos financeiros. O que existe para garantir um Estado fortalecido é a previsibilidade econômica, confiança dos investidores e transparência com as contas públicas", disse.
Haddad também afirmou que o Ministério da Economia enviará, no primeiro semestre, proposta de uma nova âncora fiscal para as contas públicas, substituindo o teto de gastos.
Haddad diz que apresentará proposta para substituir o teto de gastos ainda no 1º semestre
Foram mantidas em zero as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins que incidem sobre diesel, biodiesel, gás natural e gás de cozinha (até 31 de dezembro) e gasolina, álcool, querosene de aviação e gás natural veicular (até 28 de fevereiro).
Outras medidas anunciadas foram a prorrogação do valor de R$ 600 do Bolsa Família e a revogação da privatização de estatais.
Entre as declarações e ações do novo governo que repercutiram de forma negativa nos últimos dias está a menção deLula ao teto de gastos em seu discurso de posse — o presidente chamou o mecanismo de "estupidez" e disse que ele seria revogado.
Já o anúncio da prorrogação da isenção de impostos federais sobre os combustíveis e a determinação do novo presidente de revogar os processos de privatização de oito estatais, entre elas os Correios, também foram mal recebidos pelo mercado.
Indicador encerrou o dia em queda de 3,06%, a 106.376 pontos. Só nesta segunda-feira, as principais estatais perderam mais de R$ 31 bilhões em valor de mercado. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 02/01/2023 10h03 Atualizado há 53 minutos Postado em 02 de janeiro de 2023 às 11h00m #Post. N. =0.568 #
Ibovespa — Foto: Freepik
O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em forte queda nesta segunda (2), primeiro pregão do ano.
Com alguns mercados internacionais fechados, investidores brasileiros reagiram àsmedidas econômicas do novo governo, principalmente sobre a continuidade da desoneração dos combustíveis. O Ibovespa encerrou o dia em queda de 3,06%, a 106.376 pontos. Veja mais cotações.
As ações da ordinárias Petrobras tombaram 6,67%, enquanto as preferenciais caíram 6,45%. Já as ações do Banco do Brasil recuaram 4,23%.
Estatais 'encolhem'
Dados compilados pela TradeMap mostram que, só nesta segunda-feira, as principais estatais perderam mais de R$ 31 bilhões em valor de mercado. Veja abaixo:
Valor de mercado das estatais — Foto: Economia g1
Bolsa em 2022
O índice encerrou 2022 comalta de 4,69%, próximodos 110 mil pontos. O ano foi marcado pelas eleições presidenciais no Brasil e pela Guerra na Ucrânia no cenário internacional.
Pelo texto da MP, ficam reduzidas a zero as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins que incidem sobre diesel, biodiesel, gás natural e gás de cozinha (até 31 de dezembro) e gasolina, álcool, querosene de aviação e gás natural veicular (até 28 de fevereiro).
Na avaliação da agência Bloomberg, a MP é um dos fatores vistos com cautela por investidores, uma vez que, nos últimos pregões de 2022, os ativos locais tinham reagido bem à perspectiva de que as isenções acabariam na virada do ano.
Embora a continuidade da desoneração possa ter um impacto positivo na inflação, os agentes econômicos veem os danos fiscais causados por ela como mais graves. Durante o discurso de posse, Lula disse que revogaria o teto de gastos. Investidores aguardam, agora, definições sobre a nova regra fiscal.
O presidente também assinou a MP que estabelece o pagamento de R$ 600 no Bolsa Família. O novo salário mínimo, anunciado pelo presidente, ainda não foi publicado.
Além disso, um despacho em que Lula determina que ministros adotem providências para revogar atos que dão andamento à privatização de uma série de estatais, como Petrobras, Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) e Correios.
Nesta quarta-feira, principal índice da bolsa brasileira subiu 1,53%, a 110.237 pontos. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 28/12/2022 16h38 Atualizado há 2 horas Postado em 28 de dezembro de 2022 às 18h40m #Post. N. =0.567 #
Ibovespa — Foto: Freepik
O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3,
fechou em alta nesta quarta-feira (28), penúltimo pregão de 2022, com o
mercado ainda repercutindo a sinalização do futuro ministro da Fazenda,
Fernando Haddad(PT), sobre o fim da desoneração de combustíveis — o que tende a ajudar
a arrecadação federal em momento de preocupação com as conta públicas.
Também estão no radar dos investidores a formação da equipe ministerial do presidente eleito Lula e as notícias de reabertura da China após a flexibilização de restrições à Covid-19.
O Ibovespa subiu 1,53% nesta quarta, a 110.237 pontos.Veja mais cotações.
Na terça-feira (27), o Ibovespa recuou 0,15%, a 108.578 pontos. Com o
resultado, acumula queda de 2% no mês. No ano, no entanto, tem alta de
5,17%.
Ele anunciou Tatiana Rosito, servidora do Ministério das Relações
Exteriores, para comandar a Secretaria de Assuntos Internacionais; e
Fernanda Santiago, servidora da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional
(PGFN), para chefiar a Assessoria Especial de Assuntos Jurídicos.
Ainda no cenário local, destaque para as discussões sobre a prorrogação
da desoneração dos impostos federais sobre os combustíveis. Fernando
Haddad pediu na terça-feira que o atual governo não prorrogue a desoneração— o que tende a ajudar a arrecadação federal em momento de preocupação com as conta públicas.
Os impostos federais foram zerados até o fim deste ano, pelo governo e
pelo Congresso, em meio à escalada dos preços em junho de 2022 motivada,
entre outros fatores, pela guerra da Ucrânia. Para que a desoneração
continue no próximo ano, é necessária a edição de uma medida provisória.
De acordo com levantamento do Centro Brasileiro de Infraestrutura
(CBIE), a volta de tributos federais sobre combustíveis deve elevar o preço da gasolina em R$ 0,69 por litro.
No Brasil, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged) para novembro apontaram nesta manhã a criação de 135.495 vagas
formais de trabalho.
Para Rafaela Vitória, economista-chefe do banco Inter, o número
"confirma tendência de desaceleração do mercado de trabalho, com a
política monetária bastante restritiva".
No cenário externo, o recuo dos rendimentos dos Treasuries (títulos do
governo americano) de longo prazo também ajuda na redução das taxas
longas e do dólar.
Os mercados globais mostram preocupação com os surtos de Covid-19 na
China, que têm paralisado atividades no curto prazo, apesar dos planos
de reabertura da economia chinesa.
Também nesta quarta, Hong Kong anunciou que vai acabar as suas
rigorosas medidas de controle da Covid, seguindo os passos da China, que
já atenuou suas regras nos últimos dias.
Levantamento feito pelo g1 mostra que, enquanto a renda média do brasileiro subiu 19,7% em três anos, os alimentos ficaram 41% mais caros. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Marta Cavallini, g1 23/12/2022 05h03 Atualizado há 2 dias Postado em 25 de dezembro de 2022 às 09h40m #Post. N. =0.566 #
Preços de alimentos exibidos em supermercado no Rio de Janeiro. — Foto: REUTERS/Ricardo Moraes
Se antes da pandemia os brasileiros já sofriam para dar conta da feira e
do supermercado, nos últimos três anos virou um verdadeiro malabarismo
tentar não comprometer tanto o orçamento com a cesta de alimentos.
Mas a renda dos trabalhadores não tem acompanhado a escalada de preços.
Mesmo quando os salários são reajustados pela inflação, a defasagem
continua, porque os alimentos têm subido acima dela desde a pandemia.
Assim, o poder de compra fica comprometido, ou seja, o que as pessoas ganham não acompanha a alta dos alimentos.
Levantamento feito pelo g1mostra que, enquanto a renda média do brasileiro subiu 19,7% em três anos, os alimentos ficaram 41,5% mais caros.
Veja o que mostram os dados:
Em outubro de 2019, o rendimento médio mensal do trabalho era de R$ 2.301
Em outubro de 2022, esse rendimento era de R$ 2.754 – uma alta de 19,68%
No intervalo entre esses meses, a inflação ficou em 22,45%
Já os alimentos subiram 41,5%
Cesta básica e rendimento
O resultado dessas altas desiguais é que a cesta básica vem comprometendo uma fatia maior da renda das famílias.
Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que, em outubro de 2019, 43,8% do salário mínimo era comprometido com a compra da cesta básica. Neste ano, essa fatia cresceu para 58,78%.
Em 2019, o brasileiro precisava trabalhar, em média, 88 horas e 39
minutos para comprar os produtos da cesta básica. Agora, são totalizando
119 horas e 37 minutos.
Considerando o rendimento médio do trabalho, em valores nominais, a
fatia comprometida pela cesta básica passou de 20,6% para 27,7%. Os
dados consideram o valor da cesta básica apurado na capital paulista, o
mais alto encontrado pelo Dieese.
Veja no gráfico abaixo:
Os vilões da alta dos alimentos
André Braz, coordenador dos índices de preços do FGV Ibre, aponta que a
inflação dos alimentos tem sido praticamente o dobro da inflação média,
calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nos
acumulado em 12 meses até novembro deste ano o IPCA ficou em 5,90%, enquanto os alimentos subiram 11,84%.
O g1não
fez a comparação do rendimento médio com a inflação de novembro porque
os dados do mercado de trabalho só serão divulgados pelo IBGE em janeiro próximo.
“Os salários são orientados pelo IPCA geral ou INPC. Então quem ganha muito pouco e recebe um aumento orientado pelo IPCA médio vai ter perda da qualidade de vida
porque não vai conseguir repor a cesta de consumo, composta por
alimentos que acumulam o dobro da inflação, e isso vem piorando ao longo
dos últimos anos”, explica o economista.
Entre os motivos citados por Braz para a alta dos alimentos estão
episódios climáticos que prejudicaram a agricultura, a crise hídrica que
afetou o preço da energia elétrica e a guerra entre Rússia e Ucrânia
que reduziu a oferta de milho, trigo e soja.
Braz cita ainda a alta do diesel, que é o combustível usado pelas
máquinas no campo e para escoamento da produção agrícola, além da alta
de derivados do petróleo como agrotóxicos, adubos e fertilizantes.
“Então a produção de alimentos é desafiada pelo custo dos insumos
básicos para o plantio, pelo custo do frete e pela própria força de
trabalho”, afirma.
Para Bruno Imaizumi, economista da LCA Consultores,a alta do dólar, a seca de 2021 e a escassez de insumos afetaram a produção de alimentos. E o encarecimento do preço dos barris de petróleo em 2021 e neste ano também tiveram grande influência sobre os preços.
Imaizumi aponta também que a desvalorização do real ante o dólar chegou
a 31,5% entre janeiro de 2020 e 12 de dezembro deste ano. “Tivemos
também a maior seca do último século no ano passado, o encarecimento das
commodities após as expectativas de vacinação e a guerra na Ucrânia que
encareceu as commodities energéticas e agrícolas”, diz.
O economista do FGV Ibre afirma que as hortaliças e legumes, o açúcar,
os derivados do leite e do trigo acumulam uma inflação elevada. E os únicos itens que não têm subido tanto de preço são as carnes. Porém, elas pararam de subir recentemente e se estabilizaram em um nível de preços mais alto.
Alta dos juros desacelera a inflação
“A
tendência para 2023 é que haja uma desaceleração no ritmo de alta de
preços, porque a inflação subiu no mundo inteiro, vários países estão
vivendo uma inflação mais forte, como os Estados Unidos. Então a
elevação da taxa de juros limita a demanda e o consumo e ajuda a conter o
avanço da inflação”, estima Braz.
O economista lembra que a alta dos juros também penaliza o
desenvolvimento. “Com taxas mais altas ninguém vai investir para pagar
uma dívida maior, então ao desestimular o investimento há uma redução da
demanda”.
Segundo Braz, a queda na demanda e nos investimentos desfavorece o
aumento de preços. E como esse cenário é global, isso pode ajudar a
esfriar as tensões inflacionárias no Brasil e no mundo.
“O desaquecimento da economia global prevista para os próximos meses em
função do aumento de juros é que vai conter um pouco esse processo
inflacionário. E a alimentação não está isenta disso, apesar de ser
influenciada por outras questões”, diz.
Informalidade afeta renda do trabalhador
Imaizumi afirma que o rendimento médio do real do trabalhador diminuiu porque a
qualidade da recuperação das vagas durante a pandemia se deu por meio
da informalidade, o que acabou precarizando o mercado de trabalho.
Outro fator que afeta o poder de compra, segundo Imaizumi, é que o
reajuste do salário mínimo pelo INPC, que tem praticamente a mesma
variação do IPCA (a diferença está no perfil de famílias pesquisadas),
não permite que a inflação dos alimentos seja reposta.
“Isso
faz com que o reajuste não seja feito de maneira correta, sendo que a
alimentação tem um peso maior na cesta das famílias mais pobres. Esses
índices de inflação acabam não retratando fielmente a cesta de consumo
da maioria dos brasileiros”, diz o economista.
“A gente tem que lembrar que muitos brasileiros vivem na situação de
pobreza, então tem essa questão da alta da alimentação dentro do IPCA
bem maior que o próprio índice nesses últimos anos. Mas talvez em 2023 a
gente tenha um alívio um pouco maior no aumento de preços dos
alimentos”, aponta.
Política fiscal também influencia
Braz aponta que a discussão do momento é como a política fiscal será
absorvida pelo orçamento. Essa incerteza pode desvalorizar o real frente
ao dólar, o que ajuda a potencializar a inflação de duas maneiras.
A primeira é que o país passa a exportar mais. Com o real
desvalorizado, todo mundo quer comprar produtos do Brasil porque estão
mais baratos – mas, ao mesmo tempo em que o aumento da exportação é bom
para a balança comercial, acaba sendo um desafio para a inflação porque
isso pode desabastecer o mercado interno, o que pode forçar a alta de
preços.
O outro fator é a importação, que também eleva os preços: com o real
desvalorizado, o país paga mais caro pelos produtos em dólar, o que gera
mais inflação. O trigo é um exemplo, pois é um dos produtos mais
importados e matéria-prima para uma série de itens da cesta dos
brasileiros, como pão e macarrão.
“Então
são vários desafios. O país pode não seguir essa onda de desinflação
global com tanta intensidade como em outros países justamente pela
fragilidade fiscal e os efeitos negativos que isso pode trazer sobre o
câmbio e o preço dos alimentos”, conclui Braz.