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quinta-feira, 5 de outubro de 2023

Dólar fecha em R$ 5,16 e renova maior nível desde março, com EUA e economia global no radar; Ibovespa recua

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A moeda norte-americana avançou 0,32%, a R$ 5,1687, no maior patamar em seis meses. Já o principal índice da B3, por sua vez, caiu 0,28%, aos 113.284 pontos.
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Por g1

Postado em 05 de outubro de 2023 às 11h05m

            Post. N. =  0.712            

Cédulas de dólar — Foto: bearfotos/Freepik
Cédulas de dólar — Foto: bearfotos/Freepik

O dólar fechou em alta nesta quinta-feira (5), na esteira da maior aversão aos riscos que toma conta dos mercados globais nos últimos dias.

Investidores aguardam novos dados de emprego nos Estados Unidos, de olho em eventuais sinais sobre os juros norte-americanos. Temores de que uma recessão econômica global esteja próxima também ficaram no radar.

Já o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em queda.

Veja abaixo o dia nos mercados.

Dólar

Ao final da sessão, a moeda norte-americana avançou 0,32%, cotada a R$ 5,1687. Veja mais cotações.

No dia anterior, o dólar fechou em baixa de 0,01%, cotado a R$ 5,1524. Com o resultado de hoje, a moeda passou a acumular:

  • altas de 2,82% na semana e no mês;
  • queda de 2,07% no ano.

Já o Ibovespa encerrou o pregão desta quinta-feira em queda de 0,28%, aos 113.284 pontos.

Na véspera, o índice fechou em leve alta de 0,17%, aos 113.607 pontos. Com o resultado de hoje, o índice passou a acumular:

  • quedas de 2,81% na semana e no mês;
  • alta de 3,23% no ano.

O que está mexendo com os mercados?

As preocupações sobre os níveis elevados dos juros básicos norte-americanos continuaram a pesar nos negócios nesta quinta-feira (5).

A principal expectativa é pelo payroll, relatório de emprego norte-americano que deve ser divulgado amanhã. O documento deve trazer novos indicativos sobre a trajetória da política monetária por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).

Caso os números apontem para uma resiliência do mercado de trabalho do país, a estimativa é que o BC norte-americano mantenha os juros em níveis elevados por mais tempo — já que mais emprego também significa mais dinheiro nas mãos da população e, consequentemente, mais pressão sobre os preços.

Em sua última reunião, o Fed manteve as taxas básicas dos EUA inalteradas na faixa entre 5,25% a 5,50%, mas sinalizou uma nova alta à frente.

"O mercado de trabalho continua muito apertado... o que indica a necessidade de mais aumento da taxa de juros e sua manutenção em nível elevado durante um longo período de tempo. Em outras palavras, caso o dado que será divulgado amanhã mostre um mercado de trabalho ainda apertado, a reação do mercado financeiro deverá voltar a ser negativa", afirmou José Márcio Camargo, economista-chefe da Genial Investimentos à Reuters.

Além disso, a expectativa é que os novos dados de emprego também tragam novos indícios sobre como os títulos públicos norte-americanos devem se comportar.

Nesta quinta-feira, por exemplo, o rendimento real dos Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA) voltou a renovar o maior patamar em quase 15 anos. O quadro, que representa o quanto os investidores podem ganhar com os títulos públicos do país depois que a inflação é descontada, também se refletiu nos mercados.

Isso porque esses títulos são vistos como os mais seguros do mundo e, quando se valorizam, há uma tendência global de migração dos investidores, que saem dos ativos de risco (como ações, por exemplo) e buscam o Tesouro norte-americano.

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terça-feira, 3 de outubro de 2023

Dólar avança a R$ 5,15 e fecha no maior patamar desde março, com juros dos EUA no radar; Ibovespa cai aos 113 mil pontos

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A moeda norte-americana subiu 1,71%, cotada a R$ 5,1530, no maior patamar em mais de seis meses. Já a bolsa de valores brasileira fechou em queda de 1,42%, aos 113.419 pontos.
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Por g1

Postado em 03 de outubro de 2023 às 10h30m

            Post. N. =  0.711            

Mercados operam com cautela — Foto: Freepik
Mercados operam com cautela — Foto: Freepik

O dólar fechou a sessão desta terça-feira (3) em alta, em meio a uma onda de cautela global. Investidores monitoravam a alta nos rendimentos dos Treasuries (títulos do Tesouro norte-americano), após novos dados de emprego dos Estados Unidos sugerirem que os juros devem ficar em nível elevado por mais tempo no país.

O tom negativo dos mercados internacionais também pressionou o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, que fechou em queda.

O mercado ainda segue na expectativa por novos dados dos EUA ao longo desta semana e pela reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), que acontece amanhã.

Veja abaixo o dia nos mercados.

Dólar

Ao final da sessão, a moeda norte-americana registrou um avanço de 1,71%, cotada a R$ 5,1530. Na máxima do dia, alcançou os R$ 5,1601. Veja mais cotações.

Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,79%, cotado a R$ 5,0662. Com o resultado de hoje, a moeda passou a acumular:

  • altas de 2,51% na semana e no mês;
  • queda de 2,37% no ano.

Já o Ibovespa fechou com um recuo de 1,42%, aos 113.419 pontos.

Na véspera, o índice fechou em queda de 1,29%, aos 115.057 pontos. Com o resultado de hoje, o índice passou a acumular:

  • quedas de 2,70% na semana e no mês;
  • alta de 3,36% no ano.

O que está mexendo com os mercados?

Sem grandes novidades na agenda doméstica, as atenções dos investidores estiveram voltadas para o exterior nesta terça-feira (3).

Além dos temores sobre uma eventual recessão econômica global, que seguem pesando nos negócios, o mercado também repercutiu novas indicações de que os juros básicos dos Estados Unidos devem seguir em patamares elevados por mais tempo.

Essa leitura ganhou força após o relatório Jolts, de abertura de vagas de trabalho, ter registrado uma alta inesperada em agosto.

O documento apontou um aumento de 690 mil postos no mês, chegando a 9,610 milhões. A expectativa de mercado era de 8,8 milhões de empregos, em patamar de estabilidade em relação a julho.

Sinais de melhora no mercado de trabalho da maior economia do mundo também podem indicar uma maior dificuldade no controle da inflação por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) — já que mais emprego também significa mais dinheiro nas mãos da população e, consequentemente, mais pressão sobre os preços.

Por conta da inflação elevada, os juros norte-americanos já estão no maior patamar em quase duas décadas, entre 5,25% e 5,50% ao ano. O Fed já disse que pode continuar subindo as taxas para conter o avanço dos preços, o que tende a gerar uma estagnação na economia e, eventualmente, a recessão.

Com isso, os Treasuries de 10 anos dos EUA chegaram a marcar 4,7% — o maior nível desde outubro de 2007 — e os três principais índices de Wall Street fecharam em queda.

Agora, a grande expectativa fica pelos dados do mercado de trabalho dos EUA de setembro, previstos para sexta-feira (6).

Já no Brasil, analistas repercutiram os dados de Produção Industrial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que registraram uma alta de 0,4% em agosto na relação mensal, eliminando parte da queda de 0,6% de julho. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve expansão de 0,5%.

O indicador, no entanto, ainda ficou ligeiramente abaixo das expectativas do mercado. A XP, por exemplo, projetava um crescimento de 0,6% ante julho e de 1,1% em comparação a agosto de 2022.

Além disso, também segue no radar eventuais sinais sobre os juros básicos brasileiros. Ontem, pela madrugada, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reforçou a mensagem mais recente da instituição sobre a Selic, afirmando que o ritmo de cortes de 0,50 ponto percentual é o apropriado atualmente.

A gente entende que o meio por cento é um ritmo apropriado hoje, dadas as condições, disse Campos Neto em entrevista gravada para o programa Conversa com Bial, da TV Globo. Achamos que a inflação está indo para o caminho correto.

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segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Brasil cria 220,8 mil empregos formais em agosto, queda de 23% em relação ao mesmo mês de 2022

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Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados pelo Ministério do Trabalho. Na parcial do ano, foram criadas 1,38 milhão de vagas formais.
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Por Alexandro Martello, Lais Carregosa, g1 — Brasília

Postado em 02 de outubro de 2023 às 15h40m

            Post. N. =  0.710           

A economia brasileira gerou 220,84 mil empregos com carteira assinada em agosto deste ano, informou nesta segunda-feira (2) o Ministério do Trabalho e Emprego.

A informação consta do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e representa o saldo líquido (contratações menos demissões) da geração de empregos formais.

Ao todo, segundo o governo federal, foram registradas em agosto:

  • 2,099 milhões de contratações;
  • 1,878 milhão de demissões.

O resultado representa queda em relação a agosto do ano passado, quando foram criados 288,09 mil empregos formais. O recuo foi de 23,3% nesta comparação.

Em agosto de 2020, em meio à pandemia da Covid, foram criados 214,45 mil postos de trabalho e, no mesmo mês de 2021, foram abertas 387,76 mil vagas formais.

A comparação dos números com anos anteriores a 2020, segundo analistas, não é mais adequada porque o governo anterior mudou a metodologia.

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Parcial do ano

De acordo com o Ministério do Trabalho, 1,38 milhão de vagas formais de emprego foram criadas no país nos oito primeiros meses deste ano.

O número representa recuo de 27% na comparação com o mesmo período de 2022, quando foram criadas 1,9 milhão de empregos com carteira assinada.

Contudo, o Ministério do Trabalho e Emprego mantém para 2023 a projeção de 2 milhões de empregos, mesma quantidade criada em 2022.

"Acho que o mercado de trabalho brasileiro vem reagindo a partir das medidas tomadas pelo governo. Tem a retomada das obras [e] o pacote anunciado de R$ 1,7 trilhão, os anúncios do PAC, que vão impactar mais para 2024 e 2025, para o futuro [...]. Esse ano é mais a retomada das obras e o funcionamento natural da economia e do mercado. Creio que pode chegar aos 2 milhões, acredito nisso", declarou o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.

  • Ao final de agosto de 2023, ainda conforme os dados oficiais, o Brasil tinha saldo de 43,83 milhões de empregos com carteira assinada.
  • O resultado representa aumento na comparação com julho deste ano (43,61 milhões) e com agosto de 2022 (42,33 milhões).
Setores

Os números do Caged de agosto de 2023 mostram que foram criados empregos formais em todos os setores da economia.

Empregos por setor
Abertura de vagas em agosto de 2023

Total

114.439114.43931.08631.08628.35928.35941.84341.8435.1265.126ServiçosIndústriaConstruçãoComércioAgropecuária025k50k75k100k125k
Fonte: Ministério do Trabalho

Regiões do país

Os dados também revelam que foram abertas vagas em todas as regiões do país no mês passado.

Empregos por região
Vagas criadas em agosto de 2023

Em milhares100.006100.00663.77463.77422.83122.83117.87717.87717.85217.852SudesteNordesteSulCentro-OesteNorte0100k25k50k75k125k

Nordeste
Região 63.774
Fonte: Ministério do Trabalho

Salário médio de admissão

O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 2.037,90 em agosto deste ano, o que representa uma alta real (descontada a inflação) em relação a julho de 2023 (R$ 2.036,63).

Na comparação com agosto de 2022, também houve aumento no salário médio de admissão. Naquele mês, o valor foi de R$ 2.028,94.

Caged x Pnad

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados consideram os trabalhadores com carteira assinada, isto é, não incluem os informais.

Com isso, os resultados não são comparáveis com os números do desemprego divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coletados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (Pnad).

Os números do Caged são coletados das empresas e abarcam o setor privado com carteira assinada, enquanto que os dados da Pnad são obtidos por meio de pesquisa domiciliar e abrangem também o setor informal da economia.

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na semana passada mostram que a taxa de desemprego no Brasil foi de 7,8% no trimestre móvel terminado em agosto. É a menor desde fevereiro de 2015, quando chegou a 7,5%.

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sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Dólar opera em baixa e Ibovespa sobe, de olho em dados sobre a economia dos EUA

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Ontem, a moeda norte-americana recuou 0,16%, cotada a R$ 5,0399. Já a bolsa de valores brasileira avançou 1,23%, aos 115.731 pontos.
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Por g1

Postado em 29 de setembro de 2023 às 10h10m

            Post. N. =  0.709           

Dólar opera em baixa — Foto: Pixabay
Dólar opera em baixa — Foto: Pixabay

O dólar opera em baixa nesta sexta-feira (29), último pregão do terceiro trimestre de 2023, com investidores repercutindo números de inflação nos Estados Unidos e os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do país, que apresentaram um resultado menor que o esperado pelo mercado.

Já o Ibovespa, principal índice acionário da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, opera em alta, em um dia positivo e as ações de diversos setores subindo de forma generalizada.

Veja abaixo o dia nos mercados.

Dólar

Às 11h52, a moeda norte-americana caía 0,52%, cotada a R$ 5,0139. Veja mais cotações.

No dia anterior, o dólar fechou com baixa de 0,16%, cotada a R$ 4,9983. Com o resultado, a moeda passou a acumular:

  • altas de 2,18% na semana e de 1,82% no mês;
  • queda de 4,51% no ano.

No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,76%, aos 116.611 pontos.

Na quinta-feira, o índice subiu 1,23%, aos 115.731 pontos, recuperando parte das perdas dos últimos dias. Com o resultado, o índice passou a acumular:

  • quedas de 0,24% na semana e de 0,01% no mês;
  • alta de 5,46% no ano.

O que está mexendo com os mercados?

A economia nos Estados Unidos segue o centro das atenções dos investidores nesta sexta-feira, último pregão do terceiro trimestre. Hoje, o dado mais importante da agenda é o Núcleo do Índice de Preços das Despesas de Consumo Pessoal (PCE), que é um dos indicadores de inflação do país e o preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) para tomar suas decisões.

Em agosto, o PCE teve alta de 0,1% em relação ao mês anterior, levemente abaixo das expectativas dos analistas, que esperavam um avanço de 0,2%. Em 12 meses, o índice acumula alta de 3,5%, dentro das projeções e com uma alta marginal ante julho, quando o acumulado era de 3,4%.

Uma inflação mais estabilizada e abaixo das estimativas deixam o mercado mais otimista, porque pode ser um sinal de que a política monetária mais restritiva do Fed, com juros altos, está dando certo e conseguindo controlar o avanço dos preços.

Essa notícia vem de encontro ao resultado do PIB americano divulgado na véspera, que decepcionou o mercado. No segundo trimestre, o indicador de crescimento econômico do país foi confirmado em uma alta anualizada de 2,1%, segundo o Departamento do Comércio norte-americano. Especialistas projetavam um aumento de 2,4% no período na base anual.

Segundo especialistas, essa notícia mais negativa na verdade caiu bem para os investidores, porque uma aceleração mais devagar na maior economia do mundo pode levar o Fed a segurar os juros em patamares elevados por menos tempo. Hoje, as taxas nos Estados Unidos estão entre 5,25% e 5,50% ao ano.

No Brasil, a agenda do dia conta com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, que mostrou que a taxa de desemprego caiu para 7,8% no trimestre terminado em agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A desocupação ainda afeta 8,4 milhões de trabalhadores, mas esse é o menor contingente de desocupados em números absolutos desde o trimestre móvel encerrado em junho de 2015.

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terça-feira, 26 de setembro de 2023

Tesouro Direto: número de investidores ativos tem maior aumento mensal da história em agosto

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Segundo o Tesouro Nacional, as vendas de títulos públicos por meio do Tesouro Direto somaram US$ 3,66 bilhões em agosto deste ano. 
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Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Postado em 26 de setembro de 2023 às 11h20m

            Post. N. =  0.708           

O número de investidores ativos do Tesouro Direto, ou seja, aqueles que têm saldo em aplicações do programa, subiu 80.923 em agosto deste ano, o maior aumento da história, totalizando 2.373.706 pessoas, informou nesta terça-feira (24) a Secretaria do Tesouro Nacional.

O Tesouro Direto é um programa criado em janeiro de 2002 e permite que pessoas físicas comprem títulos públicos pela internet.

"Cabe destacar que, no mês de lançamento do Tesouro Educa+, 10% do total de novos investidores cadastrados está na faixa etária de até 15 anos, comparado com o percentual de 0,5% de investidores nessa mesma faixa etária no total de investidores cadastrados", informou o Tesouro Nacional.

De acordo com a instituição, o número de investidores cadastrados no Tesouro Direto cresceu 468.954 no mês passado, uma alta de 23,3% em relação ao mês anterior - atingindo a marca de 25.475.824 pessoas.

Vendas em agosto

Segundo o Tesouro Nacional, as vendas de títulos públicos por meio do Tesouro Direto somaram US$ 3,66 bilhões em agosto deste ano.

Ainda segundo dados oficiais, os resgates de títulos públicos somaram R$ 3,05 bilhões no mês passado. Com isso, houve uma emissão líquida, ou seja, a diferença entre o montante retirado de mercado e as emissões, de 608 milhões no período.

Já o saldo total (estoque) de títulos em mercado nas mãos de pessoas físicas somou R$ 121,6 bilhões em agosto deste ano, contra R$ 120 bilhões em julho.

Em outubro do ano passado, o saldo ultrapassou a marca dos R$ 100 bilhões pela primeira vez.

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