Total de visualizações de página

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Dólar cai e fecha a R$ 5,15 com otimismo por trégua na guerra; Ibovespa sobe

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


A moeda americana recuou 0,43%, cotada a R$ 5,1566. Já o principal índice da bolsa de valores brasileira avançou 0,26%, aos 187.953 pontos.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 01 de Abril de 2.026 às 10h00m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
$.#  Postagem  Nº     1.200  #.$


O dólar fechou em queda de 0,43% nesta quarta-feira (1º), cotado a R$ 5,1566. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,26%, aos 187.953 pontos.

Sinais de uma possível redução das tensões na guerra no Oriente Médio aumentaram o otimismo dos investidores, com impacto positivo nos mercados.

▶️ O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o conflito com o Irã pode chegar ao fim em duas a três semanas, mesmo sem um acordo formal com Teerã. O republicano também disse, na terça-feira, que o país deixará o território persa “muito em breve”.

  • 🔎 Com a possibilidade de redução dos conflitos, os preços do petróleo recuam no mercado internacional. Por volta das 17h (horário de Brasília), os contratos do barril do Brent para junho caíam 2,90%, a US$ 100,95.

▶️ No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo fará esforços para evitar uma alta no preço do diesel, combustível que influencia o custo dos alimentos. Ele também disse que a guerra no Irã não pode prejudicar os brasileiros.

▶️ Entre as medidas, o governo federal e os estados anunciaram uma subvenção a importadores. O incentivo será de R$ 1,20 por litro, sendo metade bancada pela União e metade pelos estados.

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

💲Dólar

  • Acumulado da semana: -1,62%;
  • Acumulado do mês: -0,43%;
  • Acumulado do ano: -6,05%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: +3,52%;
  • Acumulado do mês: +0,26%;
  • Acumulado do ano: +16,65%.
Trump sinaliza saída da guerra no Irã

O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou que a participação americana no conflito pode terminar em breve.

Na terça-feira (31), ele afirmou que os EUA devem deixar o Irã muito em breve e disse que Teerã não precisa necessariamente assinar um acordo formal para que os ataques sejam interrompidos.

Uma reportagem publicada na segunda-feira (30) pelo "The Wall Street Journa", citando fontes do governo americano, afirmou que Trump teria dito a assessores que está disposto a encerrar a guerra mesmo que o Estreito de Ormuz continue fechado.

Segundo o jornal, o presidente e seus conselheiros avaliam que uma operação militar para reabrir completamente a rota marítima poderia prolongar o conflito além do prazo de seis semanas prometido por Trump.

A estratégia discutida pelo governo seria concentrar os ataques em alvos militares considerados centrais, como a marinha iraniana e a capacidade de lançamento de mísseis do país. Depois dessa fase, os ataques seriam reduzidos, em uma tentativa de pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz.

As declarações do presidente também vieram acompanhadas de críticas a aliados dos EUA. Trump afirmou que outros países deveriam buscar seu próprio petróleo e reclamou da falta de maior envolvimento desses governos no esforço militar.

Ele também voltou a ameaçar reduzir o apoio militar a aliados europeus, citando especialmente o Reino Unido.

Segundo Trump, o governo britânico poderia ter de lidar sozinho com eventuais confrontos no Estreito de Ormuz — embora o país não tenha participado diretamente da guerra.

O presidente ainda sugeriu que países europeus passem a comprar petróleo dos EUA, afirmando que o país tem bastante.

Os efeitos do conflito também começam a aparecer em alguns mercados.

Nos EUA, o preço médio da gasolina ultrapassou US$ 4 por galão na terça-feira, o nível mais alto desde 2022. O aumento dos combustíveis pode trazer pressão adicional para a economia americana em um ano de eleições para o Congresso.

Mercados globais

Em Wall Street, os principais índices fecharam em alta. O Dow Jones subiu 0,48%, aos 46.565,86 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,69%, aos 6.573,89 pontos, e o Nasdaq teve ganhos de 1,16%, aos 21.840,95 pontos.

Na Europa, as bolsas fecharam com ganhos generalizados. O índice pan-europeu Stoxx 600 subiu 2,41%, aos 597,19 pontos.

Entre os principais mercados, o FTSE 100, de Londres, avançou 1,85%, aos 10.364,79; o DAX, de Frankfurt, teve alta de 2,73%, aos 23.298,89; e o CAC 40, de Paris, ganhou 2,10%, aos 7.981,27.

Na Ásia, os mercados fecharam em alta. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 2,2%, para 25.339,45 pontos, enquanto o índice composto de Xangai terminou o dia com alta de 1,5%, aos 3.948,55 pontos. Já o Nikkei, de Tóquio, subiu 5,2%, para 53.739,68 pontos.

* Com informações da agência de notícias Reuters.

Cédulas de dólar — Foto: bearfotos/Freepik
Cédulas de dólar — Foto: bearfotos/Freepik

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Nenhum comentário:

Postar um comentário