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Crescimento de 10,3% em 2021 foi o maior em pelo menos 17 anos, segundo o governo local.--------+++-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------+++---------/s2.glbimg.com/N7m4zUPFbTkDdWeHYbSzWlD0P4A%3D/200x0/filters%3Aquality%2870%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2016/x/E/sHB8ChSpOPq2mZ3OggZw/reuters-150x150.jpg)
Por Reuters
Postado em 23 de março de 2022 às 19h35m
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A economia da Argentina cresceu 10,3% no ano passado, ligeiramente acima das previsões, enquanto a taxa de desemprego e os números do comércio do país sul-americano também superaram as expectativas, à medida que a atividade continua a se recuperar após a pandemia de coronavírus.
O governo disse que o crescimento em 2021, que veio acima de uma previsão de 10%, foi o maior em pelo menos 17 anos, impulsionado pela flexibilização das restrições impostas durante a pandemia da Covid-19.
"Esse é o maior crescimento desde o início da série, em 2004, superando a maior variação anterior, registrada em 2010", disse o Ministério da Economia em comunicado.
Argentina corre contra o tempo para aprovar renegociação com o FMIA economia cresceu 8,6% no último trimestre do ano frente ao mesmo período de 2020, um pouco abaixo da previsão de alta de 8,7% em uma pesquisa da Reuters.
Desemprego em queda
Enquanto isso, a taxa de desemprego caiu para 7% no quarto trimestre de 2021, disse a agência oficial de estatísticas, bem abaixo das expectativas do mercado de 8,5% e o sexto trimestre consecutivo de queda. Foi a leitura mais baixa desde 2015.
A Argentina, um grande produtor de grãos, está lutando contra baixas reservas em moeda estrangeira, inflação galopante acima de 50% e uma crise cambial que forçou o país a impor rígidos controles de capital.
O maior exportador mundial de soja e segundo maior exportador de milho também registrou superávit comercial de US$ 809 milhões em fevereiro, informou o governo, novamente acima das previsões.
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