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segunda-feira, 3 de junho de 2024

Petrobras anuncia primeiro reajuste de preço da gestão Magda Chambriard

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Petroleira reduziu em 7,6% o preço do Querosene de Aviação (QAV) vendido às distribuidoras. Mudança passou a valer no último sábado (1º).
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Por André Catto, g1

Postado em 03 de junho de 2024 às 18h30m

             Post. N. =  0.829          

Magda Chambriard concede primeira coletiva na Petrobras, nesta segunda-feira (27). — Foto: Ricardo Moraes/Reuters
Magda Chambriard concede primeira coletiva na Petrobras, nesta segunda-feira (27). — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

A Petrobras reduziu o preço médio de venda de Querosene de Aviação (QAV) para as distribuidoras em 7,6%, o que corresponde a R$ 0,31/litro, informou a petroleira. A mudança entrou em vigor no último sábado (1º).

Com a medida, o preço do combustível acumula queda de 8,8% em 2024 — uma redução de R$ 0,36/litro. Desde dezembro de 2022, o recuo acumulado é de 26,7% — ou R$ 1,35/litro.

"A Petrobras comercializa o QAV produzido em suas refinarias ou importado apenas para as distribuidoras, que por sua vez transportam e comercializam os produtos para as empresas de transporte aéreo e outros consumidores finais nos aeroportos", informou a companhia em comunicado.

Esse foi o primeiro reajuste de preço de combustível feito pela Petrobras desde que Magda Chambriard assumiu o comando da empresa, em maio, após a demissão de Jean Paul Prates.

Em sua primeira entrevista coletiva no cargo, a nova presidente da Petrobras chegou a falar sobre a prática de preços dos combustíveis pela estatal. Segundo ela, a companhia "sempre funcionou acompanhando uma tendência de preços internacionais, ora mais altos, ora mais baixos".

"O que é indesejável é trazer para a sociedade brasileira uma instabilidade de preço todos os dias", declarou.

"A Petrobras sempre zelou por essa estabilidade, acompanhando a tendencia de preços e a lógica dos preços do mercado, porque são produtos comercializados mundialmente. (...) Nós vamos continuar fazendo isso", afirmou.

Durante a entrevista, Chambriard também ressaltou que a empresa vai "respeitar a lógica empresarial" no que se refere à distribuição de dividendos, tópico de constante debate nas últimas gestões da companhia.

"Nós vamos respeitar a lógica empresarial. Não há como gerir uma empresa dessas sem respeitar a lógica empresarial. Dando lucro, sendo tempestivo, atendendo os interesses tanto dos acionistas públicos quanto dos privados, nós vamos fazer", afirmou, na sede da empresa, no Rio.

Magda Chambriard assume presidência da Petrobras; Klava analisa no #JH

Quem é Magda Chambriard

Engenheira, Magda foi indicada para a função pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após a demissão de Jean Paul Prates do cargo.

Além de ser eleita presidente da estatal, Magda Chambriard também passou a integrar o conselho da Petrobras.

"Magda Chambriard tomou posse em ambos cargos nesta data e passou a integrar o Conselho imediatamente, não sendo necessária a convocação de Assembleia de Acionistas para esse fim", afirmou a Petrobras em nota.

Chambriard também foi diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) no governo Dilma.

Magda Chambriard: quem é a nova presidente da Petrobras

Troca na Petrobras

Ela foi indicada pelo presidente Lula em substituição a Jean Paul Prates – demitido após meses de "fritura" política e disputa interna com o governo em diversos pontos.

No centro da disputa estavam Prates e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. A polêmica sobre o pagamento dos dividendos aos acionistas da Petrobras – quando Prates resistiu a uma orientação do governo – teria sido a "gota d'água", segundo interlocutores.

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Elon Musk ultrapassa Bernard Arnault e volta a ser o homem mais rico do mundo, segundo a Forbes

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Bilionário acumula fortuna de mais de US$ 209 bilhões.
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Por Isabela Bolzani, g1

Postado em 03 de junho de 2024 às 18h10m

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Elon Musk, CEO da SpaceX e Tesla e proprietário do Twitter, durante a conferência Viva Technology em Paris, em 16 de junho de 2023 — Foto: REUTERS/ Gonzalo Fuentes
Elon Musk, CEO da SpaceX e Tesla e proprietário do Twitter, durante a conferência Viva Technology em Paris, em 16 de junho de 2023 — Foto: REUTERS/ Gonzalo Fuentes

O fundador da Tesla, Elon Musk, voltou ao primeiro lugar da lista de bilionários da Forbes. Ele ultrapassa o francês Bernard Arnault, presidente do grupo de luxo LVMH.

Apesar da queda das ações da Tesla nesta segunda-feira (3), o bilionário já acumula uma fortuna de mais de US$ 209 bilhões (o equivalente a R$ 1,095 trilhão). Arnault, que ocupava o primeiro lugar da lista, tem patrimônio de US$ 202,7 bilhões (R$ 1,062 trilhão).

Veja abaixo as cinco pessoas mais ricas do mundo nesta segunda-feira:

  1. Elon Musk: US$ 209,1 bilhões
  2. Bernard Arnault: US$ 202,7 bilhões
  3. Jeff Bezos: US$ 195,4 bilhões
  4. Mark Zuckerberg: US$ 166,9 bilhões
  5. Larry Ellison: US$ 147,9 bilhões

Veja quem são os bilionários que mais enriqueceram em 2023

Polêmicas

O primeiro lugar da lista de bilionários vem em meio a uma série de polêmicas envolvendo o nome de Musk.

Na última quinta-feira (30), por exemplo, o empresário resolveu sua última briga judicial com a Comissão de Valores Mobiliários (SEC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, ao concordar em depor na investigação do órgão regulador sobre sua aquisição do site de mídia social Twitter em 2022.

Musk e a SEC concordaram com uma data não revelada em que o chefe-executivo da Tesla será interrogado, disseram eles em documentos judiciais. Musk também concordou em não recorrer da decisão judicial que o obrigou a cumprir a intimação da agência.

A SEC processou Musk em outubro para obrigá-lo a depor depois que ele se recusou a comparecer a uma entrevista em setembro para a investigação. O bilionário disse que a SEC estava tentando "assediá-lo" por meio de investigações injustificadas.

A investigação diz respeito ao fato de Musk ter violado as leis federais de valores mobiliários em 2022, quando comprou ações do Twitter, que mais tarde renomeou como X. Também está analisando declarações e registros da SEC que ele fez em relação ao negócio, disse a agência anteriormente.

Além disso, também na semana passada, o bilionário resolveu oferecer visitas à fábrica da Tesla neste mês para os 15 acionistas votarem em seu pacote de remuneração de US$ 56 bilhões (R$ 293,3 bilhões), no mais recente esforço da fabricante de veículos elétricos para reunir votos de investidores.

A próxima votação, cujo resultado será anunciado na reunião anual da empresa, em 13 de junho, é vista como um referendo sobre a liderança de Musk, já que os investidores temem que ele esteja distraído com seus outros empreendimentos e que seus comentários frequentemente controversos estejam pesando sobre a reputação e as vendas de Tesla.

A empresa está fazendo um esforço incomum e público para angariar apoio ao pacote de remuneração de Musk. O conselho da empresa justificou o acordo de remuneração dizendo que ele é necessário garantir que Musk priorize a Tesla em detrimento de seus outros compromissos.

A Tesla pediu aos acionistas que reafirmassem sua aprovação da remuneração recorde estabelecida em 2018, mas foi rejeitada por um juiz que concluiu que o pacote foi negociado por diretores que pareciam estar em dívida com Musk.

* Com informações da agência de notícias Reuters

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sexta-feira, 31 de maio de 2024

Ibovespa tem a maior queda de 2024 até aqui entre 15 bolsas pelo mundo, mostra ranking

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Especialistas ouvidos pelo g1 explicam que as principais razões para a queda são os juros altos nos Estados Unidos, a fraqueza da economia chinesa e o pessimismo com o cenário fiscal brasileiro.
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Por Bruna Miato, g1

Postado em 31 de maio de 2023 às 16h45m

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Queda do Ibovespa é puxada por diversos fatores — Foto: adobe stock
Queda do Ibovespa é puxada por diversos fatores — Foto: adobe stock

O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira (B3), teve a maior queda de 2024 até aqui entre 15 das principais bolsas do mundo, segundo ranking elaborado por Einar Rivero, sócio-fundador da Elos Ayta Consultoria.

Até 30 de maio, o Ibovespa acumula uma queda de 14,82%, considerando o retorno em dólares. O levantamento considera os retornos dos índices na moeda americana para que a base comparativa entre os países seja semelhante.

O rendimento da bolsa brasileira foi pior entre as principais bolsas da América Latina, considerando também México, Colômbia, Argentina, Peru e Chile, e também o pior entre os principais mercados do mundo - Estados Unidos, China, Japão, França, Inglaterra e Alemanha.

Veja o ranking completo:

Já em termos nominais, ou seja, considerando os retornos do Ibovespa na moeda nacional, em reais, o índice acumula uma queda de 7,99% no ano, após registrar baixa de 0,50%, caindo aos 122.098 pontos, nesta sexta-feira (31).

Por que a bolsa está caindo?

Especialistas ouvidos pelo g1 explicam que há três principais motivos para a queda acentuada da bolsa brasileira nos primeiros cinco meses de 2024:

  1. as perspectivas de que os juros nos Estados Unidos devem demorar para cair
  2. uma atividade econômica menor que o esperado na China
  3. cenário fiscal brasileiro ainda preocupante e com expectativa de taxa Selic elevada
1️⃣ Juros nos Estados Unidos

Jefferson Laatus, estrategista-chefe da Laatus Capital, diz que investidores iniciaram o ano com uma grande expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) iniciasse um ciclo de corte nas taxas de juros dos Estados Unidos ainda no primeiro trimestre, em março.

"O mercado acreditava que o Fed poderia cortar até seis vezes a taxa de juros neste ano", comenta Laatus, "o que seria ótimo para a economia e para fazer fluir dinheiro para os mercados emergentes".

Mas isso não aconteceu e o cenário para os cortes ainda está distante. Atualmente, os juros americanos estão entre 5,25% e 5,50% ao ano e, de acordo com a ferramenta FedWatch, da CME, que mede a expectativa dos participantes do mercado sobre as taxas no país, a maioria dos investidores acredita que uma queda nos juros só deve começar no último trimestre do ano.

Isso porque a economia americana continua forte, com um mercado de trabalho aquecido e com dinheiro na mão da população. Isso faz com que o consumo não tenha uma redução tão acentuada e a inflação continue pressionando o Fed a manter os juros elevados por mais tempo.

Taxas de juros altas nos Estados Unidos, que é a maior economia do mundo, faz com que os investidores migrem seus investimentos para os títulos públicos do país (considerados os mais seguros e que têm a rentabilidade atrelada às taxas do Fed), o que retira dinheiro de mercados de risco, como a bolsa de valores brasileira.

2️⃣ Atividade econômica na China

O especialista também destaca a China, que o principal parceiro comercial do Brasil. Segundo Laatus, o ano começou com expectativas de que o país asiático faria grandes investimentos em infraestrutura, principalmente no setor imobiliário, para reaquecer sua economia.

Por ser um grande parceiro do Brasil, grandes estímulos na economia chinesa podem aumentar a demanda por produtos e matérias-primas brasileiras. Mas isso não aconteceu e a atividade do país continua mais fraca que o esperado.

Um exemplo disso na bolsa são as ações da Vale, empresa com maior peso na composição do Ibovespa. No ano, até aqui, os papéis da mineradora despencaram quase 20%, puxando o Ibovespa para o campo negativo.

A razão para isso é uma demanda mais fraca pelo minério de ferro - commodity que tem como um dos seus principais compradores no mundo a China.

3️⃣ Preocupações internas

Por fim, o cenário interno no Brasil também tem deixado investidores mais receosos, principalmente com a questão fiscal. Em abril, o governo mudou a meta fiscal brasileira e propôs déficit zero em 2025, em vez de superávit de 0,5% projetado anteriormente.

"A percepção de risco fiscal elevado e a alteração da meta fiscal para 2025 provocaram deterioração nas expectativas, contribuindo para a volatilidade do mercado e restritas expectativas de cortes nas taxas de juros, essencialmente limitando o apelo de investimentos no país", pontua André Colares, presidente da Smart House Investments.

A cautela com o cenário fiscal também tem reduzido as expectativas de cortes da Selic, taxa básica de juros da economia brasileira, nas próximas reuniões do Banco Central do Brasil. Em seu último encontro, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu o ritmo de cortes na taxa Selic: a redução foi de 0,25 ponto percentual, a 10,5% ao ano, depois de uma série de quedas de 0,50 ponto percentual.

Em relatório, o Bank of America comenta que espera receber retornos de títulos brasileiros, por conta da expectativa de que os juros devem continuar elevados. "Os riscos no Brasil são preocupações fiscais que colocam pressão estrutural sobre as taxas ou pressão inflacionária a médio prazo", diz a instituição.

Além disso, Colares explica que o temor de intervenções do governo em empresas com participação de capital estatal, como a Petrobras (que teve mudança de presidente em maio), reduz a confiança dos investidores, tanto domésticos quanto internacionais.

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quinta-feira, 30 de maio de 2024

Fortuna de Trump aumenta em R$ 705 milhões às vésperas de veredicto sobre ex-presidente

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Ex-presidente americano tem uma fortuna estimada em US$ 7,7 bilhões (R$ 39,6 bilhões) e é a 343ª pessoa mais rica do mundo, segundo o ranking de bilionários da Forbes.
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Por Bruna Miato, g1

Postado em 30 de maio de 2024 às 12h45m

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Donald Trump em fevereiro de 2024 — Foto: Sam Wolfe/Reuters
Donald Trump em fevereiro de 2024 — Foto: Sam Wolfe/Reuters

A fortuna de Donald Trump teve um aumento expressivo às vésperas do veredicto que pode condenar ou inocentar o ex-presidente americano, que responde a 34 acusações em um processo de suposta fraude contábil na campanha eleitoral de 2016. Na quarta-feira (29) , o patrimônio dele cresceu em US$ 137 milhões, cerca de R$ 705 milhões, na atual cotação do dólar.

Agora, Trump tem uma fortuna estimada em US$ 7,7 bilhões (R$ 39,6 bilhões) e é a 343ª pessoa mais rica do mundo, segundo o ranking de bilionários da Forbes.

O ex-presidente é acusado de falsificar documentos comerciais para encobrir um pagamento de US$ 130 mil pouco antes da eleição de 2016 para silenciar a estrela pornô Stormy Daniels, que alegou ter tido um encontro sexual.

Essa alta no patrimônio é puxada, sobretudo, pela valorização das ações de sua empresa de mídia social, a Trump Media & Technology Group (TMTG), cujo principal produto é a Truth Social - uma rede social ao estilo do X, antigo Twitter.

Somente nos últimos cinco dias, os papéis da companhia, que são negociados na bolsa de Nasdaq, registraram uma valorização de 17,2%.

O movimento de alta nas ações começou em 17 de abril, quando eram cotadas em US$ 22,84, dois dias após o início do julgamento de Trump em Nova York. De lá para cá, os papéis dispararam 123,8% e encerraram o pregão desta quarta vendidos a US$ 51,12.

Segundo o analista de investimentos Vitor Miziara, esse movimento se deve ao aumento das expectativas entre participantes do mercado de que Trump deve ser considerado inocente e, concorrendo às eleições, possa sair vencedor.

"Se tem uma expectativa de que o presidente da empresa pode ser presidente dos Estados Unidos, alguma coisa boa os investidores esperam disso", explica. 
Sobe e desce das ações

As ações da TMTG foram listadas no final de março na bolsa de Nasdaq após a conclusão um longo processo de fusão, que levou 29 meses, da empresa com a Digital World Acquisition. Com a estreia, o mercado se empolgou e fez o preço dos papéis dispararem mais de 40% já no primeiro dia de negociação.

No entanto, a animação logo deu lugar à cautela e, em uma semana, as ações chegaram a cair mais de 30%.

Em abril, a divulgação do balanço corporativo da empresa, que reportou um prejuízo de US$ 58 milhões em 2023, fez com que seus preços derretessem ainda mais, levando seus papéis ao posto de mais vendidos do mercado - ou seja, investidores apostando que os preços vão continuar caindo.

Além do prejuízo milionário, o que mais chamou a atenção nos resultados da empresa foi a sua receita no último ano: apenas US$ 4 milhões, levantando o questionamento de quão rentável é o negócio.

No entanto, junto ao início do julgamento de Trump, as ações voltaram a subir.

A Trump Media é detentora da rede social Truth Social. Em seu site, a empresa se descreve como "uma força unificadora para a liberdade de expressão", que vem "cancelando a cultura do cancelamento" e "sem discriminação política".

Apesar disso, a mídia social proporciona um ambiente de interação entre os apoiantes de Trump, principalmente agora, em sua campanha para uma nova eleição em 2024.

O acordo da fusão bilionária demorou anos para ser concluído, pois foi alvo de investigações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A empresa, inclusive, chegou a um acordo de US$ 18 milhões com o regulador do mercado americano, sob a acusação de divulgações imprecisas de informações do negócio, em julho do ano passado.

Segundo a agência de notícias Reuters, o negócio injetou cerca de R$ 300 milhões ao caixa da Truth Social, depois da companhia perder US$ 10,6 milhões com suas operações nos nove primeiros meses de 2023.

A notícia da conclusão do acordo veio em um momento atribulado para o ex-presidente. Ele foi condenado a pagar uma fiança de quase US$ 500 milhões em um caso civil de fraude em Nova York. Porém, depois de uma apelação, a justiça reduziu o valor do pagamento para R$ 175 milhões na última segunda-feira (25).

Embora já fosse bilionário, com uma fortuna de mais de US$ 2 bilhões, Trump enfrentava problemas para pagar o valor da fiança por conta de onde estava esse dinheiro: a maior parte do patrimônio era de imóveis e, portanto, não apresentava boa liquidez para resolver as dívidas com a justiça.

Veja quem são os bilionários que mais enriqueceram em 2023

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