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quinta-feira, 30 de outubro de 2025

Ibovespa tem 4º recorde seguido, com foco em acordo entre EUA e China e balanços corporativos; dólar sobe

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O principal índice da bolsa avançou 0,10%, aos 148.780 pontos. Já a moeda norte-americana avançou 0,42%, cotada a R$ 5,3804.
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 Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 30 de de Outubro de 2.025 às 11h00m
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Trump e Xi Jinping se encontram na Coreia do Sul
Trump e Xi Jinping se encontram na Coreia do Sul

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, registrou o 4º dia consecutivo de recordes nesta quinta-feira (30), aos 148 mil pontos. Mais cedo, chegou a renovar sua máxima intradia, atingindo 149.234 pontos, por volta das 12h. Já o dólar fechou em alta de 0,42%, cotado a R$ 5,3804.

Os desdobramentos da política monetária norte-americana e os movimentos diplomáticos entre EUA e China estão no centro das atenções dos investidores. Além disso, dados econômicos locais e a divulgação de resultados corporativos no Brasil e no exterior também influenciaram no rumo da bolsa brasileira ao longo do dia.

▶️ Após reunião com Xi Jinping, Donald Trump anunciou um acordo para reduzir tarifas sobre produtos chineses. Em troca, Pequim se comprometeu a comprar soja americana e liberar temporariamente a exportação de minerais estratégicos. Apesar disso, o mercado reagiu com cautela.

▶️ Nos Estados Unidos, investidores acompanharam os discursos de membros do Federal Reserve (Fed, o banco central do país), após o corte de 0,25 ponto percentual nos juros na véspera.

▶️ No Brasil, dados do Caged mostraram que o país gerou 213 mil empregos formais em setembro deste ano. O número representa uma queda de 15,5% em relação ao mesmo período do ano passado e foi o pior resultado para setembro desde 2023.

▶️ Por fim, a temporada de balanços segue movimentando o Ibovespa. O índice caminha para uma nova máxima histórica nesta quinta-feira, que marcando o 19º recorde do índice em 2025. O destaque do dia é o resultado da Vale, que será divulgado após o fechamento do mercado e pode influenciar o desempenho da bolsa na sexta-feira (31).

Veja a seguir como esses fatores influenciam o mercado.

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

💲Dólar

  • Acumulado da semana: -0,22%;
  • Acumulado do mês: +1,09%;
  • Acumulado do ano: -12,93%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: +1,78%;
  • Acumulado do mês: +1,74%;
  • Acumulado do ano: +23,69%.
Trump e Xi Jinping firmam acordo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (30) que chegou a um acordo com o líder chinês, Xi Jinping, para reduzir as tarifas aplicadas a produtos chineses. Segundo Trump, as taxas sobre produtos chineses caíram de 57% para 47%.

Já os tributos impostos sobre produtos relacionados ao fentanil passaram de 20% para 10%.

Em troca, Pequim deve:

  • retomar a compra de soja americana;
  • manter o fluxo de exportação de terras raras;
  • e combater o comércio ilícito de fentanil.

Trump também disse que o país asiático vai comprar "quantidades enormes" de soja e outros produtos agrícolas.

Trump afirmou que Xi prometeu uma "ação firme" sobre a exportação das substâncias usadas para produzir fentanil. A China pediu a redução de tarifas sob o argumento de que já havia intensificado a fiscalização no país.

Eu achei que foi uma reunião incrível, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One, logo após deixar Busan.

O Ministério do Comércio da China confirmou que o país e os EUA concordaram em estender sua trégua comercial temporária por mais um ano, como parte de um acordo que eles alcançaram depois que as principais autoridades econômicas se reuniram na Malásia na semana passada.

Os dois líderes se reuniram em uma base aérea na cidade de Busan, na Coreia do Sul, para discutir uma possível trégua na guerra comercial. A reunião, primeira entre Trump e Xi desde o retorno do republicano à presidência dos EUA em janeiro, durou quase duas horas.

EUA em paralisação pelo 30º dia

A paralisação do governo dos EUA chega ao seu 30º dia nesta quinta-feira (30), sem previsão de encerramento. No Capitólio, o Senado se reúne, mas ainda não há votação marcada para reabrir o governo.

Enquanto isso, os impactos da falta de financiamento se intensificam, atingindo programas essenciais e milhões de cidadãos. Um dos pontos mais críticos é o risco de interrupção do programa de assistência alimentar (SNAP), que beneficia mais de 40 milhões de americanos e pode ficar sem recursos já neste sábado (1º).

A pressão sobre os parlamentares aumenta, e há sinais de que as negociações entre os partidos começam a ganhar força, ainda que lentamente. Líderes como o senador John Thune indicam que há mais diálogo entre democratas e republicanos nos bastidores.

Junto a isso, a volta de Trump de sua viagem à Ásia também pode influenciar os rumos das conversas.

Enquanto isso, milhares de servidores públicos continuam afastados ou trabalhando sem remuneração. A crise já afeta serviços essenciais: na quarta-feira, a Administração Federal de Aviação (FAA) ordenou a suspensão temporária de voos em aeroportos importantes por falta de pessoal.

Agenda econômica

Entre os indicadores, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) recuou 0,36% em outubro, após ter avançado 0,42% em setembro — uma queda mais acentuada do que o previsto, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

A expectativa dos analistas ouvidos pela Reuters apontava para uma queda de 0,22% no período. Com o resultado de outubro, o IGP-M acumula alta de 0,92% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), responsável por 60% da composição do IGP-M e que mede a variação dos preços no atacado, recuou 0,59% em outubro, após ter registrado alta de 0,49% em setembro.

Em outubro, os preços ao produtor foram influenciados pela queda de importantes matérias-primas agropecuárias, como leite in natura, café em grão, soja e bovinos, explicou Matheus Dias, economista do FGV IBRE.

No âmbito do IPA, as matérias-primas brutas apresentaram deflação de 1,41% em outubro, revertendo a alta de 1,47% observada em setembro.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que representa 30% do IGP-M, desacelerou para uma alta de 0,16% em outubro, ante 0,25% no mês anterior.

Em outubro, a tarifa de eletricidade residencial caiu 1,78%, após ter registrado alta de 4,76% no mês anterior, conforme os dados do IGP-M.

Por fim, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,21% no período, repetindo a variação registrada no mês anterior.

Na agenda, investidores também repercutem uma série de resultados corporativos divulgados na véspera e aguardam novos balanços para esta quinta-feira.

Bolsas globais

Em Wall Street, os mercados americanos fecharam o dia em queda, refletindo a reação dos investidores ao anúncio de Donald Trump sobre a redução de tarifas aplicadas à China, após reunião com o presidente Xi Jinping.

Segundo dados preliminares, o S&P 500 caiu 0,99%, aos 6.822,16 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 1,57%, aos 23.581,14 pontos. O Dow Jones Industrial Average recuou 0,24%, aos 47.518,62 pontos.

  • As ações da Alphabet, controladora do Google, dispararam mais de 8% após a companhia registrar receita acima de US$ 100 bilhões e lucro próximo de US$ 35 bilhões, superando com folga as projeções dos analistas.
  • Já a Meta, dona do Facebook, viu seus papéis despencarem mais de 9%, mesmo com resultados sólidos, após alertar sobre um aumento significativo nas despesas previstas para 2026.
  • A Microsoft também apresentou números positivos, mas suas ações recuaram 2% diante da surpresa com os altos investimentos em infraestrutura de computação em nuvem e inteligência artificial.

Perto da abertura, os índices futuros operavam em baixa: o S&P 500 recuava 0,2%, o Dow Jones caía 0,4% e o Nasdaq também registrava queda de 0,2%.

Na Europa, as bolsas fecharam majoritariamente em queda com os investidores atentos à divulgação de resultados financeiros de grandes empresas e à decisão de juros do Banco Central Europeu. Dados de crescimento econômico também ficaram no radar, aumentando a sensibilidade do mercado.

O índice STOXX 600 caiu 0,1%, enquanto o DAX, na Alemanha, caiu 0,02%. O CAC 40, em Paris, registrou queda de 0,53%, e o FTSE MIB, em Milão, recuou 0,09%. A única exceção foi Londres, onde o FTSE 100 avançou 0,04%.

Na Ásia, os mercados fecharam com desempenho misto. As bolsas chinesas caíram após a reunião entre Trump e Xi Jinping, que resultou em uma trégua comercial já esperada pelos investidores.

Apesar dos sinais de alívio nas tensões, o mercado se manteve cauteloso, com receio de que o acordo não traga mudanças significativas.

No fechamento, o índice de Xangai caiu 0,73%, e o CSI300 recuou 0,80%. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 0,24%. Já em Tóquio, o Nikkei subiu 0,03%, o Kospi, em Seul, avançou 0,14%, e o Taiex, em Taiwan, teve leve queda de 0,03%. Em Cingapura, o Straits Times caiu 0,16%.

Com informações da agência de notícias Reuters.

Dólar atinge a segunda maior cotação da história: R$ 5,86 — Foto: Reprodução/TV Globo
Dólar atinge a segunda maior cotação da história: R$ 5,86 — Foto: Reprodução/TV Globo

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quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Com valor recorde, Nubank ultrapassa Petrobras e lidera ranking das maiores empresas do país

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Banco digital atingiu valor de mercado de US$ 76,97 bilhões nesta terça-feira (28) e superou nomes tradicionais como Itaú (US$ 72,54 bilhões), Vale (US$ 49,60 bilhões).
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 29 de Outubro de 2.025 às 07h45m
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O Nubank alcançou um novo marco no mercado financeiro ao atingir valor de mercado de US$ 76,97 bilhões, ultrapassando a Petrobras (US$ 74,67 bilhões) e se consolidando como a empresa mais valiosa do Brasil, segundo dados do site Companies Market Cap, divulgados nesta terça-feira (28).

Com esse desempenho, o banco digital também supera nomes tradicionais como Itaú (US$ 72,54 bilhões), Vale (US$ 49,60 bilhões) e BTG Pactual (US$ 49,60 bilhões), completando o grupo das cinco companhias brasileiras de maior valor na Bolsa.

Na América Latina, o Nubank ocupa a segunda posição, atrás apenas do Mercado Livre, que vale US$ 116,1 bilhões.

Em escala global, a fintech figura como a 40ª maior empresa do setor financeiro, à frente de gigantes internacionais como BNY Mellon (US$ 75,62 bilhões), Barclays (US$ 75,05 bilhões) e US Bancorp (US$ 73,55 bilhões).

As ações do Nubank acumulam alta de 53,7% em 2025, encerrando o pregão de terça a US$ 15,93 — próxima do recorde histórico de US$ 16,30, registrado em 22 de setembro.

Em outubro deste ano, a Nu Holdings, controladora do Nubank, ficou em 4º lugar na lista das 100 empresas que mais crescem no mundo de 2025, da revista Fortune, que reconhece companhias de capital aberto com maior avanço anual em três anos.

Nvidia liderou o ranking, com a Royal Caribbean, do setor de cruzeiros, em segundo lugar, e a Supermicro, especializada em infraestrutura para data centers, em terceiro.

A lista reúne empresas de capital aberto que registraram o maior ritmo de crescimento nos últimos três anos, considerando indicadores como receita, lucro e retorno aos acionistas.

A metodologia avalia a evolução da receita, o aumento do lucro por ação e o retorno total obtido pelos investidores no período.

Além das métricas, este reconhecimento é a prova mais clara de que nosso modelo operacional digital e de baixo custo funciona. Ao usar tecnologia para manter uma estrutura enxuta, conseguimos repassar economia aos clientes e impulsionar o crescimento orgânico, afirmou Cristina Junqueira, e atual diretora de crescimento (Chief Growth Officer, CGO) da Nu Holdings.

Segundo o relatório do segundo trimestre, o banco digital atingiu 123 milhões de clientes com taxa de atividade mensal acima de 83% e receita recorde de US$ 3,7 bilhões, um salto de 40% em relação ao ano anterior. O custo médio para atender cada cliente ativo segue estável, em US$ 0,8 por mês.

Nubank é a maior das fintechs do Brasil — Foto: Getty Images via BBC
Nubank é a maior das fintechs do Brasil — Foto: Getty Images via BBC

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terça-feira, 28 de outubro de 2025

Ibovespa fecha aos 147 mil pontos e tem novo recorde, com foco em Fed e reunião entre EUA e China

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Na véspera, o principal índice da bolsa avançou 0,55%, aos 146.969 pontos, renovando seu recorde histórico. Já a moeda norte-americana recuou 0,42%, cotada a R$ 5,3697.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 28 de Outubro de 2.025 às 10h00m
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EUA e Japão fecham acordo sobre minerais críticos e terras raras
EUA e Japão fecham acordo sobre minerais críticos e terras raras

Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, registrou um novo recorde histórico no fechamento desta terça-feira (28), aos 147.429 pontosem alta de 0,31%. O dólar, por sua vez, encerrou em queda de 0,19%, cotado a R$ 5,3597.

O desempenho positivo do mercado mais uma vez acompanhou as negociações dos Estados Unidos com seus parceiros comerciais na Ásia. Nesta terça, o destaque ficou com o acordo assinado entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi (saiba mais abaixo).

O mercado também aguarda a reunião entre Trump e o presidente da China, na quinta-feira, e segue na expectativa pela decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), prevista para amanhã.

▶️ Trump chegou ao Japão na última segunda-feira, em mais uma etapa de sua viagem pela Ásia. O presidente norte-americano e a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, assinaram nesta terça-feira um acordo para garantir o fornecimento de minerais críticos e terras raras por meio de mineração e processamento.

Ambos os países buscam fortalecer suas cadeias de suprimento de terras raras, utilizadas em setores que vão da energia renovável à eletrônica e à indústria automobilística.

▶️Além disso, o mercado segue em compasseo de espera pelo encontro de Trump com o presidente chinês, Xi Jinping, previsto para a próxima quinta-feira (30), na Coreia do Sul. A expectativa é que os representantes debatam sobre um possível acordo entre os dois países, após meses de tensão comercial entre os líderes das duas maiores economias do mundo.

▶️Ainda no exterior, investidores ficam em compasso de espera pela decisão de política monetária do Fed, prevista para amanhã. A expectativa é que a instituição faça um novo corte de juros. Nesta terça, Trump voltou a criticar o presidente da instituição, Jerome Powell.

▶️Por aqui, as atenções ficaram voltadas para as novas falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele disse que o governo vai esperar a votação do projeto que limita gastos antes de propor novas medidas para aumentar a arrecadação. Após a derrubada da MP que elevava impostos sobre bets e fintechs, o foco agora é controlar despesas e repor perdas de receita.

▶️Entre os indicadores, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) de outubro, que recuou 1,1% e apontou que os varejistas seguem em nível pessimista. Já o indicador de confiança da construção, medido pelo FGV IBRE, recuou 0,7 ponto no mês, interrompendo o avanço em setembro.

Veja a seguir como esses fatores influenciam o mercado.

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

💲Dólar

  • Acumulado da semana: -0,60%;
  • Acumulado do mês: +0,70%;
  • Acumulado do ano: -13,27%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: +0,86%;
  • Acumulado do mês: +0,82%;
  • Acumulado do ano: +22,57%.
Acordos entre EUA e Japão

Os Estados Unidos e o Japão fecharam nesta terça-feira (28) um acordo para garantir o fornecimento de minerais usados em tecnologias como carros elétricos, eletrônicos e energia limpa. O anúncio foi feito durante a visita do presidente norte-americano, Donald Trump, ao país asiático.

O objetivo de Trump é reduzir a dependência da China, que hoje domina mais de 90% do processamento desses materiais e vem impondo novas restrições às exportações.

Pelo acordo, os dois países vão trabalhar juntos para facilitar a exploração e o licenciamento desses minerais, além de buscar práticas de mercado mais justas. Eles também pretendem criar estoques de segurança e cooperar com outras nações para fortalecer a cadeia de suprimentos.

"O acordo ajudará ambos os países a fortalecer a segurança econômica, promover o crescimento econômico e, assim, contribuir continuamente para a prosperidade global", segundo a Casa Branca.

Agora, a expectativa fica pelo encontro entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping. Os líderes devem se encontrar na próxima quinta-feira (30), na Coreia do Sul, para debater um possível acordo entre as duas potências.

Investidores também aguardam os próximos passos nas negociações bilaterais entre os EUA e o Brasil. A expectativa é que os representantes dos dois países voltem a se encontrar em breve — a próxima reunião, no entanto, ainda não tem hora marcada.

Arrecadação do governo

No Brasil, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça que o governo vai aguardar a votação do projeto que limita os gastos públicos antes de enviar novas propostas para aumentar a arrecadação.

Segundo o ministro, o foco neste momento é aprovar medidas de controle de despesas, e só depois discutir eventuais aumentos de tributos. Ele destacou que a parte principal do ajuste — cerca de 60% do problema — pode ser resolvida com o projeto em tramitação na Câmara, que deve ser votado nesta quarta-feira (29).

Com a queda da MP, o governo perdeu receitas estimadas em mais de R$ 50 bilhões até o fim do mandato de Lula. Para compensar, o Ministério da Fazenda avalia novas formas de taxar fintechs, empresas de apostas online e rever benefícios fiscais.

Bolsas globais

O encontro de Trump com parceiros comerciais na Ásia e a expectativa pela nova decisão de juros do Fed também mexeram com os mercados internacionais nesta terça-feira.

Em Wall Street, os principais índices acionários registraram novas máximas recordes no fechamento, com destaque para ações da Nvidia e para o maior otimismo dos investidores antes dos principais resultados corporativos desta semana.

De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 0,24%, aos 6.890,95 pontos, enquanto o Nasdaq Composite subiu 0,80%, aos em 23.827,49 pontos. O Dow Jones Industrial Average, por sua vez, avançou 0,34%, aos 47.706,65 pontos.

Na Ásia, as bolsas da China e de Hong Kong devolveram os ganhos recentes e fecharam em queda, refletindo a cautela dos investidores antes das conversas entre os líderes.

O índice de Xangai caiu 0,22% e o Hang Seng recuou 0,33%. Em outras regiões, o Nikkei do Japão perdeu 0,58%, o Kospi da Coreia do Sul caiu 0,80% e o S&P/ASX 200 da Austrália teve baixa de 0,48%.

Os principais índices de Wall Street abriram em máximas recordes após previsões positivas de empresas como UnitedHealth e UPS, enquanto a Apple ultrapassou US$ 4 trilhões em valor de mercado pela primeira vez, impulsionada pela forte demanda do novo iPhone.

Dow Jones Industrial Average subia 0,44% na abertura, para 47.752,35 pontos. O S&P 500 avançava 0,33%, a 6.897,74 pontos, enquanto o Nasdaq Composite tinha alta de 0,55%, para 23.766,463 pontos.

Com informações da agência de notícias Reuters.

— Foto: Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo
— Foto: Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo

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